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12. O carácter especifico dos processos emocionais.

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1 12. O carácter especifico dos processos emocionais

2 Situações Insólitas Situações inesperadas Situações Novas São chamadas assim quando as pessoas não estão preparadas para enfrentar certas situações. Os mais jovens são mais susceptíveis de experimentar estas emoções, devido à sua pequena experiência de vida, são mais fáceis de chocar do que alguém com uma vasta experiencia. Para controlar este tipo de situações, ao longo da vida as pessoas vão desenvolvendo esquemas de reacções, para agir de uma forma mais moderada, diante da presença destas reacções. Tratam-se de situações, que por muito que sejam frequentes, as pessoas nunca vão saber agir diante delas, pois não existe uma boa maneira de lhe responder. Qualquer que seja a idade, estas situações despertam reacções emotivas exemplo disso são os barulhos endurecedores, quando uma pessoa vai na rua sem chapéu de chuva e começa a chover de repente, quando se tem um pesadelo, até mesmo com a escuridão. Muitas situações normais, podem se tornar em situações insólitas para as crianças, quando se trata de sair da sua rotina e de presenciar momentos para os quais não estam habituadas, o desconhecido pode deixa-las perturbadas. As situações inesperadas tem a ver com a forma em como se transmitem as emoções aos outros. O carácter emotivo é reforçado pelo aspecto súbito. Quando se trata de emoções fortes, as pessoas devem ser preparadas, para que o choque não seja tão intenso, podendo até provocar reacções físicas, como desmaios, gaguez, ataques cardíacos entre outros.

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5 Afectos Exprimem-se através de emoções e são organizados pelas experiências emocionais repetidas. São uma predisposição inata que emerge nas emoções, e também são organizados por estas. Ao afeiçoarmo-nos, ou seja ligarmo-nos as pessoas criamos uma ligação e afectamo-nos. O ódio por exemplo, é uma forma de ligação provavelmente tão ou mais intensa do que o amor. A forma como uma pessoa perturba ou é perturbada por alguém, está ligada ao passado, à memória de acontecimentos que ocorreram na relação com pessoas importantes para nós, tanto positivamente como negativamente. Exprimem-se através de emoções e são organizados pelas experiências emocionais repetidas. São uma predisposição inata que emerge nas emoções, e também são organizados por estas. Ao afeiçoarmo-nos, ou seja ligarmo-nos as pessoas criamos uma ligação e afectamo-nos. O ódio por exemplo, é uma forma de ligação provavelmente tão ou mais intensa do que o amor. A forma como uma pessoa perturba ou é perturbada por alguém, está ligada ao passado, à memória de acontecimentos que ocorreram na relação com pessoas importantes para nós, tanto positivamente como negativamente.

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7 Reacções a acontecimento que surgem subitamente, e que tem uma duração breve, num momento podemos não estar emocionados como no momento a seguir já podemos estar. São características das situações antes referidas, insólitas, novas e inesperadas. Vêem também acompanhadas de reacções fisiológicas. Alargam a nossa percepção do mundo pois estão ligadas a situações presentes ou futuras. Reacções a acontecimento que surgem subitamente, e que tem uma duração breve, num momento podemos não estar emocionados como no momento a seguir já podemos estar. São características das situações antes referidas, insólitas, novas e inesperadas. Vêem também acompanhadas de reacções fisiológicas. Alargam a nossa percepção do mundo pois estão ligadas a situações presentes ou futuras. Emoções

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9 Sentimentos Os sentimentos são algo que nós carregamos, por exemplo andarmos tristes ou alegres, prolongam-se no tempo e são um estado interior de carácter privado. Os sentimentos são acessíveis à consciência. Só podemos observar um sentimento através dos sinais que a pessoa nos dá. São o resultado da modelagem dos afectos e das experiencias emocionais. Acompanham-nos ao longo do tempo e são de intensidade média Os sentimentos são algo que nós carregamos, por exemplo andarmos tristes ou alegres, prolongam-se no tempo e são um estado interior de carácter privado. Os sentimentos são acessíveis à consciência. Só podemos observar um sentimento através dos sinais que a pessoa nos dá. São o resultado da modelagem dos afectos e das experiencias emocionais. Acompanham-nos ao longo do tempo e são de intensidade média

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11 Emoções Primárias e Secundárias Primárias Existem diversas emoções, e várias pessoas tem teorias, mas é complicado definir um grupo de emoções primárias. Por isso existem apenas dois critérios para as definir :  Tem que abranger todas as pessoas e culturas  E tem que ser inatas, ou seja, manifestar-se muito cedo, não dependendo da experiencia de vida da pessoa. Existe em cada individuo um mecanismo básico predestinado á nascença que, mediante certos estímulos do meio, produz um padrão específico de reacção do corpo, sem que haja necessidade de avaliação mental. Poderá então dizer-se que estamos programados para reagir com uma emoção de modo pré-organizado, quando determinadas características dos estímulos são detectadas. De acordo com as concepções de António Damásio, uma emoção é um conjunto de modificações no estado do corpo que são produzidas nos diversos órgãos sob o controlo do sistema cerebral, o qual corresponde ao conteúdo dos pensamentos relativos a uma determinada entidade ou acontecimento. São inatas, úteis para os seres vivos reagirem de forma mais ou menos automática. O desenrolar automático destas emoções, está a cargo do sistema límbico

12 Secundárias Advêm da capacidade de formar ligações e associações entre objectos ou situações. As informações que recebemos e memorizamos da nossa vivência, seguem o circuito normal das emoções, sendo porém transmitidos não só à amígdala mas também ao neocórtex. Assim, o mecanismo das emoções secundárias inicia-se, de considerações deliberadas e conscientes que nos ocorrem em relação a uma determinada pessoa ou situação. Essas considerações estão contidas na nossa memória sob a forma de imagens mentais, organizadas num processo de pensamento extremamente complexo. Provém de representações que incorporam conhecimentos relativos à maneira como um certo tipo de situação tem sido habitualmente emparceirado com certas experiências emocionais na sua experiência individual. têm também a ver com a personalidade de cada indivíduo, sendo as suas emoções moduladas e únicas.

13 A emoção secundária é uma resposta a uma emoção primária, ou melhor, a uma situação que é consequência da emoção primária. Por Exemplo, uma pessoa pode sentir e expressar raiva imediatamente após ter percebido em si um início de medo, se aprendeu que o medo é uma desonra. Ou, ao contrário, pode expressar medo quando sente raiva, como no caso da criança que foi duramente punida por expressar sua raiva. Se toda vez que expressar sua raiva ela for punida, o que se pode esperar? Se sofrer repetidamente por ter raiva, depois de um certo tempo, sentir raiva torna-se um sinal de perigo e ela passará a ter medo naquelas situações em que teria raiva. Aí nós temos uma emoção secundária, distorcida. Mais tarde, diante de uma ofensa qualquer, de uma agressão, ela tenderá a sentir medo. A emoção primária era a raiva, mas agora estamos diante de uma secundária; a raiva deu origem ao medo por causa de uma interferência externa com a manifestação espontânea inicial. Esse é um exemplo comum de situação em que, de acordo com nossa esquematização anterior, a avaliação da realidade pode ser correcta mas a emoção é incorrecta. Envolvem uma avaliação cognitiva dos acontecimentos, o que implica associações com determinados estímulos já presenciados e aprendizagens anteriormente feitas. Envolvem a participação do córtex pré- frontal. Secundárias

14 Centro Nervoso da Emoção Os circuitos do sistema nervoso central despertam, orientam e integram reacções ocorridas nos estados emocionais. O córtex desempenha um papel importante na identificação, avaliação das situações e nas decisões quanto aos comportamentos e seguir. Para ele, alguns comportamentos emocionais podem ser mantidos, agravados ou diluídos. A formação reticular desperta o cortex para a recepção de informação sensorial potencialmente desencadeadora de emoções, pondo-o alerta para uma situação de emergência. Toda a informação enviada pelos órgãos sensoriais para o córtex e deste para os orgãos efectores passa pelo sistema limbico que actua como regulador dos comportamentos emotivo e motivados. O hipotálamo é responsável pela activação do sistema nervoso simpático em situações de emergência

15 sistema nervoso autónomo Ainda que o cortex cerebral consiga racionalizar a emoção e consequentemente os comportamentos, há uma série de reacções incontroláveis, que não dependem da nossa vontade, pois são controlados pelo sistema nervoso autónomo Sistema Nervoso Parassimpático que actua nas situações relativamente calmas. Sistema Nervoso Simpático actua em situações de emergência que conduzem as emoções, mobilizam os recursos do corpo, preparando-os para a acção

16 Respiração Ofegante Tremuras musculares Modificação do rosto (exemplo : rubor ou palidez) Dilatação das pupilas Aceleração do ritmo cardíaco Aumento da pressão arterial Decréscimo da secreção salivar (secura na boca e dificuldade na fala) Libertação de açúcar pelo fígado Reacções pilomotoras (pele de galinha) Alterações na resistência eléctrica da pele Alterações na composição física do sangue Alterações, até paragem da digestão Estimulação das glândulas endócrinas, designadamente das supra-renais Componentes da emoção Reacções Fisiológicas

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18 Reacções Expressivas As emoções traduzem-se por uma atitude corporal que se exterioriza por gestos, pelo olhar, pela voz e por sinais do rosto que transmitem às outras pessoas a emoção pela qual o sujeito está a passar, trata-se da função mais importante das expressão emocional, pois permite que as pessoas adaptem o seu comportamento de forma adequada, consoante as emoções de cada individuo. Emoções básicas são transmitidas universalmente através de expressões faciais, já que os nossos músculos correspondem facilmente às emoções.

19 Experiência Consciente As pessoas têm dificuldade em observar-se a si próprias, quando o fazem introduzem modificações na emoção pois é a tomada de consciência de um fenómeno interior que faz com que nele ocorram alterações. As descrições feitas retrospectivamente não são fiáveis porque basear um relato na memória é correr o risco de falhar. Cada pessoa tem a sua maneira de explicar um determinado acontecimento, o que faz com que os outros possam não compreender o que aconteceu. Existem vários factos que dificultam a análise por parte dos psicólogos :  A dificuldade das pessoas em observar-se a si próprias, em momentos de grande tensão  Modificam as emoções devido ao significado que lhes atribuem  As descrições feitas recorrendo à memória correm o risco de falhar  As pessoas nem sempre utilizam a linguagem mais adequada para transmitirem o que sentem

20 Universalidade e diversidade de emoções Apesar das culturas partilharem uma linguagem facial universal, diferem no modo e na intensidade com que a usam. Existe uma enorme variedade de comportamentos emotivos, devido a aspectos que se prendem com a sociedade e a cultura. Todas as culturas dispõem de normas que definem o seu comportamento, as regras que devem seguir e as reacções que devem adaptar consoante as situações. Estas regras diferem de cultura para cultura. O condicionamento social faz-se sentir na modificação das reacções naturais da emoção, impondo-lhe características que tem a ver com a cultura em que se inserem.

21 O marcador somático Noção de marcador somático refere-se, em especial, às decisões que é preciso tomar rapidamente. Daí o seu carácter precioso enquanto auxiliar indispensável nas opções do dia-a-dia. Uma valiosa economia de tempo e uma segura orientação para a nossa vida, nos seus instantes mais simples e elementares, tão fulcrais para a nossa sobrevivência. Segundo António Damásio, o marcador somático é desencadeado pela modificação de padrões neuronais inatos com o objectivo de garantir a sobrevivência. O seu funcionamento, necessita da aprendizagem, da apreensão de sensações agradáveis ou desagradáveis. Quando o marcador, detecta uma situação positiva, funciona como um incentivo, mas se pelo contrário avalia uma situação pela negativa, funciona como uma campainha de alarme, que inibe o acto. Não se trata da vontade da pessoa, ajuda-a a decidir, incentivando certas opções e eliminando outras, para que a pessoa tome a decisão mais acertada. Para Damásio é absurdo separar cognição e emoção, já que a mente só funciona de uma forma equilibrada com a ajuda das emoções, estas são necessárias ao bom funcionamento das tarefas cognitivas.

22 As decisões humanas A forma mais simples e eficaz de decidir, é através do marcador somático. “Os nossos cérebros são capazes de decidir bem, em segundos ou minutos, consoante a fracção de tempo considerada adequada à meta que pretendemos atingir” António Damásio, O erro de Descartes Desde os nossos tempos mais primórdios que uma das maiores preocupações do ser humano é a sobrevivência. Mas ao longo dos tempo tem vindo a adquirir um nível de raciocínio bastante elevado, que lhe permite tomar as suas decisões, e enveredar pelos caminhos que decidir. Mas há formas de agir e pensar que nunca mudaram, como é o caso da fuga ao sofrimento e da busca pelo prazer. Marcador-somático

23 O raciocínio além de apoiar no córtex cerebral e no neocórtex, também utiliza o sistema límbico (hipotálamo). Os sistemas cerebrais superiores, radicados no córtex, mantém vínculos os seus precursores, visando o mesmo objectivo – a sobrevivência; todos eles são motivados pelos mesmo objectivos – a ausência de dor e a procura de bem-estar. Marcador-somático

24 Razão Nobre Serve para tomar decisões que requerem mais ponderação, as decisões “mais importantes” da vida de uma pessoa. Não são decisões tomadas de qualquer forma, a pessoa tem que estar, consciente do assunto, das consequências, não é a forma mais correcta de tratar de situações urgentes, que exigem um raciocínio rápido.

25 Trabalho de psicologia realizado por : Sofia Tavares nº 2 12º 3


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