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1 O Poder do Inconsciente, Saúde Mental e Transtorno Mental p.47 Referências: FIORELLI,J.O; MANGANI,R.C.R. Perspectiva teóricas (a eternal busca da realidade).

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1 1 O Poder do Inconsciente, Saúde Mental e Transtorno Mental p.47 Referências: FIORELLI,J.O; MANGANI,R.C.R. Perspectiva teóricas (a eternal busca da realidade). In: psicologia Jurídica. 2.ed. São Paulo: Atlas, P

2 2 O PODER DO INCONSCIENTE, (PLT p.47)  As primeiras grandes linhas de pensamento teórico da psicologia chamam a atenção os mecanismos intrapsíquicos, a relação entre o consciente e o inconsciente, impulsionando o comportamento humano.

3 3  MECANISMO DE DEFESA DO EGO, p.47 A ESTRUTURA DO PSIQUISMO  A Primeira Guerra Mundial –  Segunda Guerra Mundial foi um global que durou de 1939 a 1945, envolvendo a maioria das nações do mundo — incluindo todas as grandes potências grandes potências grandes potências  Sigmund Freud nasceu na Áustria em 1856 e morreu em 1939na Inglaterra, formado em medicina, criador da psicanálise, conceituou a existência do inconsciente, cujas manifestações estudou extensamente.  Freud, concluiu, brilhantemente, que os processos mentais não acontecem ao caso (FADIMAN; FRAGER, 1986, p.7Apud FIORELLI & MANGINI, 2011); mesmo o comportamento mais surpreendente tem suas razões para acontecer.  Freud percebeu conexões entre todos os eventos mentais (FADIMAN; FRAGER, 1986, P.7) e, segundo ele, a maior parte dos processos mentais é absolutamente inconsciente (FREUD, 1974, p.237); isso se evidencia na ausência de lógica do sonho (seu famoso livro A interpretação dos sonhos, 1900, continua interessante leitura).

4 4  Indicação: Filmes para assistir para entender um pouco da psicanálise - Freud, Além da Alma (Freud, The Secret Passion) - John Huston (1962) Legendado PT-BR_xvid.avi 2h e19m

5 5  Mecanismos de defesa Freud - Dom Casmurro/Carandiru

6 6 Caso 2.1 – O ato falho: A vitima compareceu ao plantão policial para reconhecimento do homem que a agrediu e roubou sua bolsa.Colocada frente a alguns suspeitos, de pronto identificou determinado sujeito.Este entretanto, argumentou para o delegado.“Como ela pode ter me reconhecido se eu estava de capuz na hora do assalto?”Confissão de culpa!

7 7  Ao “escorregão” da fala Freud denominou ato falho ou lapso de linguagem. Acontece a qualquer momento, em depoimento, relatos, queixas, justificativas etc., favorecendo o estado emocional. O consciente funciona como uma blindagem que emoção rompe e permite vir á luz o conteúdo oculto no inconsciente.  Freud desenvolveu um modelo de estrutura do aparelho psíquico, composto por três elementos:

8 8  Id: a parte mais primitiva e menos acessível da personalidade, construída de conteúdos inconscientes, inatos ou adquiridos, que buscam a contínua gratificação (FADIMAN; FRANGER, 1986, p ). O id não tolera acumulo de energia psíquica. Quando acontece, o id procura voltar ao estado de normalidade – é o princípio do prazer

9 9  Ego: responsável pelo contato do psiquismo com a realidade ex-terna, contém elemento (FREUD 1974, p.11). Ele atua, pois, sob o principio da realidade (FREUD, 1974, P.39), por meio do pensamento realista. O ego não existe sem o id e o superego

10 10  Superego: atua como um censor do ego. Tem a função de formar os ideais, a auto-observação etc. (FREUD, 1974, p.70-71). Constitui “a força moral da personalidade; representa o ideal, mais do que o real, busca a perfeição mais do que o prazer” e foi formado pela criança por meio das contribuições recebidas dos pais (CAMPBELL; HAL; LINDZEY, 2000, p.55). Quando ocorrem falhas nesse mecanismo intrapsíquicos de contenção e de convergência de valores morais da sociedade, esta deve atuar, mostrando-se mais impiedosa ou complacente com a conduta apresentada. A justiça pode apresentar-se como um “superego externo”, ao atuar expondo e exigindo o cumprimento de normas e regras éticas e morais na sociedade.

11 11 MECANISMOS DE DEFESA DO EGO  DESLOCAMENTO: A pessoa desvia “ sentimentos emocionais de sua fonte original a um alvo substituto” (WEITEN,2002, p.351); para lidar com uma paixão socialmente proibida, a pessoa embriaga-se ou usa substancias psicoativa ilícitas.

12 12  DISTRAÇÃO: a tenção migra para outro objeto (SILLAMY, 1998, p.81); o jurado perde a concentração e não ouve a descrição minuciosa de uma cena de sexo;  FANTASIA:”a troca do mundo que temos por aquele com o qual sonhamos” (VERGARA,1999,p.49); o traficante imagina “que poderá deixar o negócio assim que tiver ganho o suficiente”;

13 13  IDENTIFICAÇÃO: o individuo estabelece “uma aliança real ou imaginaria com alguém ou algum grupo” (WITEN,2002, p.351); o jovem comporta-se da maneira que acredita que é líder (da gangue )

14 14  NEGAÇÃO DA REALIDADE: recusar-se a reconhecer fatos reais e os substitui por imaginários (WEITEN, 2002, p. 162); possivelmente os pais de Guguinha (Caso2.3) negaram- se a aceitar comentários a respeito da falta de limites do filho;

15 15  RACIONALIZAÇÃO: Trata-se de “criação de desculpas falças, mas plaúsiveis, para poder justificar um comportamento inaceitável (WEITEN,2002, p.351); “sempre fizemos de tudo por ele, mas é impossível controlar as más influência dos colegas”

16 16  REGREÇÂO: “a adoção mais ou menos duradora de atitudes e comportamentos característicos de uma idade anterior” (WEITEN,2002, p.201); evidencia-se em comportamentos típicos de indivíduos que não querem assumir a responsabilidade por seus atos: a “culpada” é a sociedade que não lhes deu oportunidade de progredir na vida; provavelmente, Guguinha experimenta a regressão quando dirige em alta velocidade, uma vez que já deveria ter internalizadas as regras próprias do trânsito.

17 17  PROJEÇÃO: o indivíduo atribui a outra pessoa (ou grupos, ou mesmo ao mundo) algo dele mesmo; causa comum de certos erros de juízo (WEITEN,2002, p.185). Muitas denúncias e agressões representam a face visível da vingança impossível. Queixa-se do barulho das crianças porque não teve filhos; denuncia a falta de pudor porque fracassou em obter relacionamento sexual satisfatório.

18 18  IDEALIZAÇÂO: este mecanismo prejudica a compreensão real da situação e da pessoas, ao passo que busca, no objeto, ideal; enxerga somente aquilo que gostaria que o outro fosse. Por exemplo, o homem apaixonado que vê em sua companheira a melhor do mundo;  SUBLIMAÇÂO: o mecanismo de defesa mais evoluído, modifica o impulso original, carregado das influência do id que visam satisfazer o prazer, para ser expresso conforme as exigências sociais. Assim, muitos esportistas valem-se da sublimação ao decarregar seus impulsos agressivos em disputas esportivas.

19 19  Advogados, Juízes e Promotores devem estar atentos às manifestações dos seus próprios mecanismos de defesa, principalmente quando réu ou testemunhas desperta atração sexual, representada ou simboliza poder, credo, etnia, opção política, ou se trata de personalidade pública, constitui alvo preferencial da mídia ou, ainda, apresenta comportamentos nitidamente desagradáveis.

20 20 DESENVOVIMENTO PSICOSSEXUAL  Freud atribuiu à sexualidade e ao desenvolvimento desta a forma como os indivíduos lidam com os estímulos interno internos e externos; propõe que o desenvolvimento psicossocial compõe-se das seguintes fases (DAVIDOFF,1983, p.719):

21 21 PRIMEIRAS INFLUÊNCIAS SOCIAIS, p.53  Deve-se a Carl Gustav Jung (Suíça, 1875 – 1961) o conceito de símbolo: um produto natural, espontâneo, que “significa sempre mais do que o seu significado imediato e óbvio” (JUNG, 1995, p.55). Símbolos encontram-se nos objetos, vestimentas, adorno, e nos próprios corpos de integrantes de grupos policiais e criminosos; desempenha, por exemplo, o papel de estímulo a coragem e amedrontar os inimigo.

22 22  Atos de perversidade podem ser praticados por motivos ligados a simbolismo, como os assassinatos ritualísticos (são conhecidos casos de crianças assassinadas para que sejam retirados os corações).  A TIPOLOGIA DE JUNG, p.55 Jung não classificou os tipos de comportamentos, mas descreveu as potencialidades dos indivíduos, que eles deveriam desenvolver para chegar à autorrealização.

23 23 UMA VISÃO PSICOSSOCIAL DO DESENVOLVIMENTO  A IMPORTÂNCIA DO CUIDADO MATERNO, p.56 Donald Winnicott (Inglaterra, 1896 – 1971), pediatra psicanalista, imprime um olhar lúdico ao desenvolvimento psíquico, consciente com sua infância feliz em Cambridge. Para ele, a dependência é o principal aspecto da infância e o desenvolvimento do lactente é facilitado pelo “cuidado materno suficientemente bom” (WINNICOTT,1990,P.53)  RELAÇÂO FIGURA- E- FUNDO E O INDIVIVÍDUO NO CAMPO DE FORÇAS, p61  A INFLUÊNCIA DA EXPECTATIVA, P.62

24 24 MOTIVAÇÃO – UMA FORÇA INTERIOR  REDUÇÃO DE TENSÃO E SATISFAÇÃO DE NECESSIDADES, p.64 Esse jogo inconsciente estaria sempre presente no psiquismo, segundo Henry Murray (EUA, 1893 – 1988). Ele estuda extensamente o conceito de necessidade, uma força que organiza a ação, acompanhada por um sentimento ou emoção, que conduz a uma situação final que acalma aplaca ou satisfaz o organismo. Ativação de uma necessidade cria um estado de tensão; a satisfação dessa necessidade reduz z tensão. Isso acontece tipicamente com pessoas que experimenta uma intensa descarga de adrenalina.

25  O poder da autorrealização  Kurt Goldstein, Alemanha, adotava a visão da Gestalt; o organismo funciona segundo o principio da figura e fundo, como um motivo único: autorrealização, organismo normal, sadio, é aquele em que a tendência para autorrealização vem de dentro e supera a perturbação do choque com o mundo, não por ansiedade e sim pelo prazer da conquista. (CAMPEBELL; HALL; LINDZEY, 2000, P.353 apud Fiorelli e Mangini, 2011). A pessoa caminha para a autorrealização exercendo suas preferências; portanto, à semelhança de Allport, dá ênfase às motivações conscientes. O ambiente estabelece desafios de mudanças e proporciona os meios para suprir esta necessidade. O desenvolvimento do indivíduo relaciona-se com as exposição a que é submetido desde o nascimento: se forem situações com as quais consegue lidar, ele se desenvolvera normalmente até o amadurecimento; se demasiadamente árdua, suas reações serão inconscientes com o princípio da autorrealização e ocorrerão estados patológicos. 25

26  A hierarquia de necessidades Abraham Maslow (EUA 1908 – 1970) também privilegia autorrealização o pleno uso e exploração de talentos, capacidades e potencialidades do individuo, como o objeto maior do desenvolvimento psicológico. Para ele “a insatisfação é um estado natural do ser humano” o que justifica a constante necessidade de realizar, características de pessoas saudáveis. Segundo Maslow, hábitos pobres inibem o crescimento. O que causou grande impacto na sua teoria de que as necessidades humanas seguem uma hierarquia, seguinte ordem. 26

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29 DESENVOLVIMENTO E SOCIEDADE, p.57 Erik, H Erikson. Nasceu na Alemanha, 1902 e viveu nos EUA até 1994, ele considera que as influencias sociais concorrem para o amadurecimento físico e psicológico, do nascimento até a morte um, em mútuo ajuste entre o individuo e o ambiente 29

30 30 O PODER DA CRENÇA: ABORDAGEM COGNITIVA  CRENÇAS E INTERPRETAÇÕES, p. 74  VALORES, p.77  DISSONÂNCIA COGNITIVA, p.78  ESQUEMAS RÍGIDOS DE PENSAMENTO, P.79  PRECONCEITOS, p.80  PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS, p.82

31 31 A IMPORTÂNCIA DOS MODELOS  A VISÃO SITÊMICA, P. 85  SUBSISTEMAS: CONFLITOS E ALIANÇAS, P.86  PADRÕES DE FUNCIONAMENTO,p.86  CONTEÚDOS DA COMUNICAÇÃO, p.88  CICLOS VITAIS, p.89  FRONTEIRAS ENTRE SISTEMAS E SUBSISTEMA, p. 90  SISTEMA SOCIAL, p. 92


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