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Plano de Continuidade de Negócios e Gestão Integrada dos Planos para Emergência VALDINEI MIQUELIN – AGO/06.

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1 Plano de Continuidade de Negócios e Gestão Integrada dos Planos para Emergência VALDINEI MIQUELIN – AGO/06

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3 Objetivo  Plano de Continuidade de Negócios  Planos de Emergência  Gestão Integrada dos Planos  Ferramentas Gestão de Crise

4 DEZ/2005 “Segundo o ministro Nelson Machado (Previdência), embora o sistema central de informações do ministério tenha back-up na Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social) do Rio e de São Paulo, autos de infração a empresas devedores e provas materiais da existência desses débitos podem ter sido destruídas.” Folha Online

5 FEV/2004 “Um incêndio destruiu parte do prédio da Eletrobrás no centro do Rio de Janeiro na quinta- feira 26. O fogo começou no 15º andar por volta das 4h30 da madrugada, provavelmente causado por um curto-circuito em um condicionador de ar. No momento, apenas um vigia estava no prédio, e não houve registro de vítimas. O prejuízo da Eletrobrás pode chegar a R$ 3 milhões.” Folha Online

6 SET/2001 “Um poderoso e terrível ataque terrorista, ocorreu nesta manhã atingindo as duas torres do maior conjunto comercial do mundo, o World Trade Center, em Nova Iorque, que veio abaixo horas após ter sido parcialmente destruído por duas aeronaves comerciais Boeing 767, com um total de 157 passageiros a bordo. Eles haviam decolado de Boston (às 7h58m com 65 passageiros e às 7h59m com 92 passageiros e ambos com destino a Los Angeles).” Folha Online

7 Definições O que é uma Emergência? Uma Emergência é um evento ou cadeia de eventos não planejados, o qual causou, ou poderia ter causado, lesão ou dano (perda) às pessoas, ao patrimônio, ao meio ambiente ou à imagem. O que é uma Crise? Uma crise é o resultado de uma ocorrência real de algum evento, onde a situação de emergência está fora de controle.

8 O PCN é um conjunto de procedimentos operacionais criados para garantir a continuidade de negócios durante uma forte crise ou um desastre. Consultoria – Xcorp Consulting do Brasil Metodologia -Baseado no DRI - Disaster Recovery Institute, CA Definições Visão Geral do PCN

9 Entendendo a Metodologia do PCN Probabilidade de Ocorrência de Evento Natural, Humano, Tecnológico ou Físico. AMEAÇAS TI,NTI, IE, COM, RH PROCESSOS DE NEGÓCIOS COMPONENTES Procedimentos de Contingência dos Negócios Procedimentos de Recuperação de Desastres Procedimentos de Gerenciam. de Crises P R O C E D I M E N T O S O P E R A C I O N A I S Procedimentos de Contingência de Componentes A infra-estrutura suporta os negócios

10 O projeto teve início em 2001, com a elaboração do Plano de Recuperação de Desastres, focado em componentes de Tecnologia da Informação. No primeiro semestre de 2004, foi iniciada a implementação do Plano de Continuidade de Negócios, com foco nos Processos de Negócios e foram elaborados procedimentos específicos e detalhados para a sua continuidade operacional. Definições Visão Geral do PCN Retrospecto

11 Foram analisados 41 Processos de Negócios, classificados como:  03 Imperativos;  13 Críticos;  16 Essenciais  09 Periféricos Definições Visão Geral do PCN Retrospecto (considerando: tempo de recuperação, impacto as pessoas e aos negócios)

12 Tabela de Processos Imperativos e Críticos Elaboração do PCO Os Processos de Negócios: Operações de Mercado (absorvido pela unidade Comercial), Gestão do Meio ambiente e Analise de Crédito, tiveram sua criticidade alterada para essencial, portanto não constam nesta trabela. Resultado em Junho 2005 Unidade de NegóciosProcessos de Negócios Coeficiente de Criticidade Classificação BR - Planejamento de OperaçõesCentro de Operações0,9667Imperativo BR - Planejamento de OperaçõesSuporte ao Centro de Operações0,9111Imperativo BR – ProduçãoProdução de Energia0,8427Imperativo BR - Planejamento de OperaçõesPlanejamento de Operação0,6602Crítico BR - Meio Ambiente e PatrimônioGestão de Meio Ambiente0,6517Crítico BR – ComercialOperações de Mercado0,6311Crítico BR – ComercialVendas Atacado0,6214Crítico BR – JurídicoAssuntos Jurídicos0,6117Crítico BR – TesourariaGerência e Operação do Caixa0,6117Crítico BR – ComercialMarketing e Varejo0,6019Crítico BR - Assuntos RegulatóriosEstudos Energéticos0,5922Crítico BR - Informática e TelecomunicaçõesSuporte Técnico0,5922Crítico BR – RiscoAnálise de Crédito0,5825Crítico BR – RiscoAnálise de Risco e Portfólio0,5825Crítico BR - Assuntos RegulatóriosAssuntos Regulatórios0,5728Crítico BR- Faturamento Contas a Receber e Contas a Pagar Faturamento e Contas a Receber0,5534Crítico

13 Autonomia dos Processo em regime de contingência Classificação dos Impactos nos Negócios Meta de Recuperação Até 6 horas Até 24 horas Até 48 horas Até 72 horas Até 120 horas Acima de 120 horas Imperativo2*1* Crítico2*1*6112 Essencial 7314 Periférico 3 7 Recuperação do componente ou transferência para SA

14 Fase II – Revisão dos Planos Objetivos: No período de abril/2004 a março/2005, ocorreu a revisão e atualização de Procedimentos para o Plano de Continuidade de Negócios da Duke, tendo em seu escopo:  Consolidação dos Planos de Recuperação de Componentes e Continuidade de Negócios;  Identificação, Seleção e Recomendação de Estratégias de Contingência, contemplando a especificação do Data Center e do Site Alternativo;  Estruturação do Contingency Office;  Criação e Estruturação do Comitê de Gestão de Crise; Definições Visão Geral do PCN Retrospecto

15 Coordenação de Recuperação da Infra-estrutura de Tecnologia da Informação Responsável: Osvaldo Clari Redes Grupo de Contingência Dimas Maintinguer Coordenação de Saúde & Segurança e Meio Ambiente Responsável: Valdinei Miquelin Coordenação de Recuperação do Site Principal Responsável: Carlos Pedroso Coordenação de Questões Legais e Comunicação Responsável: Cristiane Silvestre Definições Visão Geral do PCN Retrospecto Contingency Office

16 Responsabilidades do Contingency Office Coordenar as atividades das equipes de Recuperação dos Componentes e Continuidade Operacional dos processos do PCN. No contexto do incidente/ emergência o Contingency Office receberá os relatórios e informes da equipe de avaliação de danos e ativará o respectivo plano em parte ou no todo. Obter recursos, financeiros e/ ou materiais, documentar as perdas para fins de seguro, lidar com questões envolvendo aspectos de saúde, ativando mecanismos de gerenciamento de relacionamento com a mídia. Definições Visão Geral do PCN Retrospecto Contingency Office

17 Plano de Continuidade de Negócios Definições Visão Geral do PCN Retrospecto Contingency Office P C N

18 Gestão Integrada Plano de Continuidade de Negócios Plano de Respostas a Emergencias Sistema de Operação em Situação de Emergência

19 SOSEm O que é? Um conjunto de normas e procedimentos de operação e manutenção, elaborado para cada usina, envolvendo aspectos técnicos, organizacionais e administrativos, objetivando garantir a segurança da operação hidráulica dos reservatórios. Quando o plano é acionado? Em função da existência de riscos imediatos à segurança da usina e conseqüentemente das populações e propriedades localizadas a jusante, bem como de danos significativos às instalações. Exemplos Enchentes de 1983 e 1997.

20 SOSEm Estrutura Organizacional Coordenador COEM Sérgio Taidi Coordenação de Conservação Equipe Elétrica Equipe Civil Equipe Mecânica Outros Equipe Operação Hidráulica Coordenação de Infra- estrutura Equipe Combustível Equipe Transporte Equipe Compras Equipe Informática Coordenação de Operação Chefe de Operação em Emergência C O E M

21 SOSEm PRE O que é? Um sistema desenvolvido para gerenciar emergências nas instalações da Duke Energy, prevendo casos específicos para cada usina e para o escritório em São Paulo. Quando o plano é acionado? Na ocorrência de incidentes, tais como: Emergências Médicas; Evacuação; Inundações; Derramamento de Produtos Químicos Diversos; Fenômenos Meteorológicos; Combate a Incêndios Gerais e etc. Exemplos Incêndios, Derramamentos, Emergências Médicas, Evacuação, Inundações internas, Emergências Empresariais.

22 Estrutura Organizacional SOSEm PRE Coordenação Geral PRE Carlos Dias Coordenador Emergência Escritório São Paulo Equipe de Evacuação EquipeEmergências Médicas Equipe Emergências Empresariais Coordenador Emergência Usina Jurumirim Equipe de Evacuação Equipe Emergências Médicas Equipe de Inundação Equipe Emergências Empresariais Coordenador Emergência Usina … Equipe de Evacuação Equipe Emergências Médicas Equipe Inundação Equipe Emergências Empresariais

23 SOSEm PRE PCN O que é? Um conjunto de procedimentos operacionais criados para garantir a continuidade de negócios durante uma forte crise ou um desastre. Quando o plano é acionado? Na ocorrência de incidentes que comprometam a segurança de: • Pessoas • Informações • Organização • Processos Exemplos Perda do site ou data center principal ocasionado por incêndios, atentados, enchentes.

24 Estrutura Organizacional SOSEm PRE PCN Coordenação de Recuperação da Infra-estrutura de Tecnologia da Informação Responsável: Osvaldo Clari Redes Grupo de Contingência Dimas Maintinguer Coordenação de Saúde & Segurança e Meio Ambiente Responsável: Valdinei Miquelin Coordenação de Recuperação do Site Principal Responsável: Carlos Pedroso Coordenação de Questões Legais e Comunicação Responsável: Cristiane Silvestre

25 SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Gestão Integrada dos Planos para Emergência

26 SOSEm PRE PCN Gestão Integrada  Implantar estrutura única de comando para todas as emergências – Comitê de Gestão de Crise;  Identificar, analisar e eliminar cenários e ações redundantes entre os planos;  Evitar que um mesmo empregado tenha atribuições voltadas para mais de um plano;  Eliminar a confusão e conflitos para atendimento às emergências e, sobretudo, simplificas e agilizas a comunicação interna e externamente na empresa;  Aumentar a capacidade de respostas em situações críticas, devido ao uso integrado dos recursos; Premissas para Gestão Integrada dos planos

27 SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Comitê de Gestão O Comitê de Gestão de Crise  Reúne líderes internos, de diversas áreas.  É responsável por liderar, centralizando os esforços mitigatórios da empresa numa situação de crise.  Determinar o início e o final de uma situação de crise.  Auxiliar e integrar o desenvolvimento dos trabalhos dos coordenadores de cada Plano para Emergência.

28 SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Comitê de Gestão Estrutura Organizacional Comitê de Gestão de Crise Responsável: Laine Powell Substituto: Mário A. Lima e Silva Operação: César Teodoro Paulo Ricardo Laudanna. Substituto: César Teodoro Paulo Ricardo Laudanna. Assuntos Legais: Robin R. Castello Filho Substituto: Ana Amélia Conti Administração e TI : Mário A. Lima e Silva Substituto: Osvaldo Clari Redes Finanças: Wagner Bertazo Substituto: Alexandre Campos Comunicação: Lílian P. C. Sant`anna Substituto: Fabiana Colturato Aidar Recursos Humanos: Jairo de Campos Substituto: Elaine Fátima Lombardi Coordenadores dos Plano de Emergência Dimas Maintinguer, Carlos Dias, Sergio Taidi Substituto: Valdinei Miquelin

29 Comitê de Gestão de Crise Grupo de Contingência Responsável - Dimas Maintinguer Coordenação de Recuperação do Site Principal Coordenação de Recuperação da Infra- estrutura de Tecnologia da Informação Coordenação de Saúde & Segurança e Meio Ambiente Coordenador de Questões Legais e Comunicação Coordenação Geral PRE Responsável - Carlos Dias Coordenador de Emergência Usina Jurumirim Coordenador de Emergência Usina Chavantes Coordenador de Emergência de cada usina... Coordenação Geral Emergência – COEm Responsável - Sérgio Taidi Coordenador de Operação Coordenador de Conservação Coordenador de Infra- estrutura Chefe de Operação em Emergência C O E M Estrutura da Gestão Integrada SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Comitê de Gestão

30 SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Comitê de Gestão Mobilização Ferramentas para Gestão de Crise

31 Site Alternativo Quando mobilizar Em situação de indisponibilidade da infra-estrutura física do site principal, por um período superior a 48 horas Quem autoriza Comitê de Gestão de Crise SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Comitê de Gestão Mobilização

32 Data Center Alternativo Quando mobilizar Em situação de indisponibilidade da infra-estrutura de tecnologia da informação, por um período superior a 48 horas Quem autoriza Comitê de Gestão de Crise SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Comitê de Gestão Mobilização

33 SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Comitê de Gestão Mobilização Centro de Gerenciamento de Crise (Principal e Alternativo) Quando mobilizar Em situação de crise declarada Quem autoriza Comitê de Gestão de Crise

34 SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Comitê de Gestão Mobilização Central de Emergência Quando mobilizar Permanentemente Quem autoriza Comitê de Gestão de Crise

35 SOSEm PRE PCN Gestão Integrada Comitê de Gestão Mobilização Obrigado.


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