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A liturgia na comunidade. A liturgia faz a comunidade •A comunidade eclesial nasce da liturgia: na escuta da Palavra e se alimenta na celebração dos sacramentos.

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Apresentação em tema: "A liturgia na comunidade. A liturgia faz a comunidade •A comunidade eclesial nasce da liturgia: na escuta da Palavra e se alimenta na celebração dos sacramentos."— Transcrição da apresentação:

1 A liturgia na comunidade

2 A liturgia faz a comunidade •A comunidade eclesial nasce da liturgia: na escuta da Palavra e se alimenta na celebração dos sacramentos e sacramentais •A ação litúrgica faz a comunidade e a constitui em Corpo do Cristo Ressuscitado •A liturgia é o encontro com o Cristo, seu esposo, razão do seu ser e viver

3 A comunidade faz a liturgia •Pela resposta à convocação do Senhor, constituindo-se em assembléia •Pela escuta da Palavra proclamada •Pela resposta aos apelos do Senhor •Pela oração confiante e gratuita •Pela ação de graças e o louvor •Pelos cantos e ações simbólicas •Pelo assumir a missão e o envio

4 A liturgia educa a comunidade •Na liturgia Deus mesmo age e educa com a nossa participação ativa e consciente: • pela ação ritual, as pessoas aprendem a viver em comunidade •pela participação a comunidade bebe o espírito comunitário e aprende a partilhar •pela ação do Espírito a comunidade se deixa moldar pelo jeito de Deus amar e servir - Espírito marca a comunidade com a gratuidade, a solidariedade e a ternura do nosso Deus

5 Na liturgia é enviada em missão •N•Na liturgia a comunidade é acolhida e enviada em missão •É•É chamada a viver a caridade de Cristo especialmente junto aos mais pobres, excluídos e discriminados •É•É convocada para testemunhar a justiça e construir a sociedade com lugar e mesas fartas de pão para todos

6 Liturgia lugar de comunhão •Na liturgia, em Cristo, a comunidade faz comunhão com a Trindade na força do E. •Com a humanidade toda e as pessoas •Com a assembléia dos santos e anjos •Com as milhões da comunidades, espalhadas pelo mundo •Com os pobres e crucificados de hoje •Com o bem e justiça praticados no mundo •Com a natureza, os mares, os rios, as matas, os animais, as aves, as estrelas

7 Liturgia cultiva o que Deus é •Na liturgia a comunidade cultiva e experimenta tudo o que Deus é para ela: •Ternura e misericórdia •Acolhida e perdão •Esperança e alegria •Luz e caminho •Esperança e glória

8 Liturgia é intimidade e comunhão •Na liturgia a comunidade cultiva a vida do Ressuscitado e se deixa transformar pela Páscoa do Cordeiro •Mergulha na intimidade que o Filho vive junto ao Pai e nos forma na obediência do Filho com relação ao seu Pai •É introduzida na comunhão da Trindade Santa e na eternidade.

9 PL a serviço da liturgia na vida da comunidade •Da importância que damos à liturgia na vida da comunidade, nasce uma PL coerente, forte, zelosa e criativa. •As celebrações por si só podem ser consideradas uma ação pastoral, na medida em que, através da ação simbólico-ritual da comunidade, é o Cristo-Pastor que age, nos atinge, nos santifica com o seu Espírito (Ione ).

10 Pastoral é a ação do pastor •daquele que conduz e anima, do pedagogo que indica o caminho para a fonte da vida. Aquele que mostra a fonte da vida. E ensina como achegar-se da mesma. E ensina a beber. Mostra como beber. Não fala tanto que significa, mas faz sentir o gosto, o prazer, a ternura, a alegria, a leveza do mistério, a festa, a experiência de estar junto à fonte e saborear a vida e a paz aí presentes. •

11 Pastor que ensina... •Liturgia para PL não pode ser um código de normas, rubricas nem uma cerimônia a ser feita, muito menos um mandamento ou desobriga. Não é uniformidade. Não é algo feito para satisfazer a divindade nem culto ao subjetivismo e muito menos para chamar a atenção... • O pastor molda o nosso coração e nos ensina a acolher o Espírito...

12 PL nasce na celebração •PL é uma ação decorrente da experiência celebrativa, onde a Palavra é proclamada e atualizada pela ação do Espírito Santo e os fiéis participam ativamente na celebração, contemplam as maravilhas do Senhor e cantam suas glórias. •São salvos e proclamados bem-aventurados...

13 Na Bíblia a missão e função do Pastor •Nm 27,15-18; 1Rs 22,17 e 2Cr 18,16; Sl 23; Sl 80,1-8; Is 40, 11 e 44, 24-28; Jr 3,14-15; 10,20-21; 23,1-4; 31,9-10; Ez 34, 1-31 e 37, 24-27; Am 3,11-12; Zc 10, 1-2 e 11, e 13,7-9; Mt 9, e 26, ; Mc 6, 30—44; Lc 2, 8-20; Jo 10; Hb 13, 17-20; 1Pd 2, e 5, 1-4. •

14 PL busca na Bíblia a sua compreensão e inspiração •Falar de Pastoral na Igreja é fazer referência a Deus, a Jesus Cristo, o Bom Pastor, enviado pelo Pai, que dá a vida pelas suas ovelhas (Jo 10,11.15) e à “sua” missão de pastoreio que confiou à Igreja, colocando Pastores à sua frente.

15 Fazer pastoral é: •exercer a missão em nome de Jesus Pastor que guia e alimenta o seu povo. •A palavra pastoral traz consigo referências,como: zelo, cuidado, carinho, misericórdia, compaixão, amor, doação da vida, solidariedade, dedicação, atenção às pessoas em suas necessidades.

16 LITÚRGICA: •refere-se ao serviço que a Trindade realiza em nossas vidas, na humanidade e na história. Fala da ação transformadora e santificadora de Deus na Igreja e comunidade. Acena para o carinho e a ternura que o Espírito nos comunica e faz experimentar.

17 Liturgia é o gesto de Deus... •Litúrgico é o gesto de Deus Pai nos revelando o seu amor, imprimindo em nossa vida a sua bondade e nos ensinando a servir e amar. •Litúrgico é Deus mesmo agindo e construindo a nossa salvação. •

18 PL é ação de Cristo •PL é a ação de Cristo em sua Igreja, trabalhando as nossas pessoas e projetos, moldando-nos na força do Espírito para que as nossas vidas sejam um culto perfeito e agradável ao Pai e para que a sua glória de manifeste em plenitude.

19 PL é a tb preparação para participar na liturgia de Jesus •PL, então, comporta uma consciência e apreensão do sentido de pastoral e de •Litúrgico. •A PL desperta e prepara a comunidade para a celebração da ação de Cristo na sua Igreja. •

20 A PL é fruto da ação do Espírito na comunidade •O Espírito Santo trabalha de muitos modos as pessoas e as comunidades para que elas se tornem um culto perfeito e agradável ao Pai. •Na celebração conduz a todos para a intimidade na vida da Trindade e nos move para a caridade de Cristo.

21 Por isso, Medellin nos alerta: •O gesto litúrgico não é autêntico se não implica em compromisso de caridade, em esforço sempre renovado para ter os sentimentos de Cristo Jesus e uma contínua conversão (Medellin 9, II). •

22 Medellin ainda insiste: •Na hora atual de nossa América Latina, como em todos os tempos, a celebração litúrgica coroa e comporta um compromisso com a realidade humana, com o desenvolvimento e com a promoção, precisamente porque toda a criação está inserida no desígnio salvador que abrange a totalidade do homem (Medellin 9,II, 4). •

23 Medellin conclui: •A liturgia, momento em que a Igreja é mais perfeitamente ela mesma, realiza, indissoluvelmente unidas, a comunhão com Deus e entre os homens, e de tal maneira que a primeira é a razão da Segunda (Medellin 9, II, 3). •

24 PL compromisso da Igreja •A PL é uma ação eclesial, comunitária, ministerial, profética, vivificadora da fé, ligada ao pastoreio de Jesus Cristo, continuado pela Igreja. Jesus disse: Eu sou o Bom Pastor. Eu dou a vida por minhas ovelhas. •Após a ressurreição, Jesus diz a Pedro: Apascenta as minhas ovelhas. Hoje a missão de Pedro é continuada pelas comunidades, pelos presbíteros, pelos agentes de pastoral e principalmente pelos bispos, sucessores dos apóstolos.

25 PL existe para ajudar as pessoas •a celebrarem melhor, no contexto sócio- político-religioso, para transformação da realidade e a geração do mundo novo. •PL, inspirada na ação do Bom Pastor, quer nos ensinar a celebrar bem, a experimentar a comunhão com o Mistério, a viver intensamente o momento presente e a agir em nome de Jesus para fazer novas todas as coisas.

26 A comunidade faz PL •Mas quem em nome de Jesus Cristo é o sujeito ou responsável pela PL? •Ela caminha pelas comunidades em sintonia com o Bispo diocesano e vice- versa, em comunhão com o pároco e vice- versa, e as diretrizes da pastoral diocesana, nacional e da Igreja Universal.

27 As comunidades são o sujeito. •Vão procurando e encontrando caminhos. Possuem equipes de liturgia e muitos e variados ministérios. •Guardam tradições muito antigas. Cultivam devoções aos santos e valorizam as mais variadas romarias e compromisso da “paga” de promessas.

28 Leigos e leigas vão ocupando o seu lugar •Cada vez mais os leigos vão assumindo as presidências das celebrações. • Muitos grupos de canto, com instrumentos musicais da cultura local, composições de canto e música de pessoas da comunidade. •

29 PL ao jeito do povo •Ao jeito do povo e de forma gradativa a PL está acontecendo. É um processo. É uma caminhada. •Também a renovação e a inculturação da liturgia estão em processo, com suas riquezas, limites e porque não dizer ambigüidades. •Desconhecer a caminhada das comunidades é privar-se de uma fonte preciosa para a pastoral litúrgica e sua inculturação. •

30 Somos parteiros da PL nas comunidades •Ao agente não cabe trazer coisas prontas nem impor estilos de celebração. Mas inserir-se na vida da comunidade. Observar. Escutar. Ouvir. Perguntar. Cativar e deixar-se cativar. Conviver e conquistar os corações e procurar o caminho com a comunidade, com a consciência de que ela é o sujeito da ação litúrgica, por isso, cabe a ela preparar-se para a liturgia e preparar as celebrações. •


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