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Gabriela Repke Novelli Letícia Gonçalves de Sousa Ana Carolina Correia.

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1 Gabriela Repke Novelli Letícia Gonçalves de Sousa Ana Carolina Correia

2 HISTÓRIA Na década de 60, século XX, trabalhadores, da Europa e EUA, passaram a cobrar das empresas informações relativas ao desempenho econômico e social. Desencadeando dois movimentos:  Movimento de Empresários Cristãos;  Movimentação Pacifista; Isso acompanhou as discussões de responsabilidade social, fazendo com que as empresas aumentassem as informações que já forneciam, incorporando as sociais, especialmente as relativas ao emprego.

3 HISTÓRIA  Assim, instituiu-se o Balanço Social na França, em 1977, evidenciando basicamente os recursos humanos.  Com o passar do tempo, passou a evidenciar também: a questão ambiental, a cidadania e o valor agregado à economia do país.  No Brasil, os primeiros balanços sociais de empresas foram divulgados na década de Entretando, só em 1977 ganharia visibilidade, quando o Ibase lançou um modelo único e simplificado de balanço.  Paralelamente a isso, o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, iniciou uma campanha pela divulgação voluntária das empresas.

4  Defende Ribeiro (2006, p. 9 e 10): “Tudo isso ocorreu a partir da compreensão da sociedade a cerca de seus direitos: ser adequadamente compensada pelos esforços que despendem na condução das atividades de uma empresa, ter garantia da continuidade da vida saudável e exigir que os recursos utilizados pelo governo no incentivo de algumas atividades econômicas produzam, efetivamente, benefícios para comunidade.”

5 O QUE É?  Segundo o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE): “O Balanço Social é uma ferramenta que, quando construída por múltiplos profissionais, tem a capacidade de explicitar e medir a preocupação da empresa com as pessoas e a vida no planeta.”

6 O QUE É?  Para Tinoco (2001, p. 14) “(...) é um instrumento de gestão e de informação que visa evidenciar, da forma mais transparente possível, informações econômicas e sociais, do desempenho das entidades, aos mais diferenciados usuários, entre estes os funcionários.”  Luca et al (2009, p. 8) afirmam: “(...) conhecido também por diversos outros nomes, como, por exemplo, Relatório Social e Relatório de Sustentabilidade”.

7 OBJETIVO “(...) tem por objetivo ser equitativo e comunicar informação que satisfaça a necessidade de quem dela precisa. Essa é a missão da contabilidade, como ciência de reportar informação contábil, financeira, econômica, social, física de produtividade e de qualidade.” (TINOCO, 2001, p. 34)

8 USUÁRIOS/BENEFICIÁRIOS É útil a muitos usuários, dentre eles destacam-se:  Trabalhadores  Clientes  Acionistas  Sindicatos  Instituições financeiras  Fornecedores  Credores  Estado  Comunidade local  Pesquisadores, professores e todos formadores de opinião

9 Importância – Por que fazer?  É ético  Agrega Valor  Diminui os riscos  Moderno instrumento de gestão  Instrumento de Avaliação  É inovador e transformador

10 IMPORTÂNCIA  Torna público a responsabilidade social;  Mostra com transparência para o público em geral, para os atentos consumidores e para os acionistas e investidores o que a empresa está fazendo na área social;  “(...) representou uma contribuição decisiva para o fortalecimento e consolidação da prática de elaboração e divulgação de informações de natureza socioeconômica e ambiental do país”. (LUCA et al, 2009, p. 19)

11  Responsabilidade Social representa a obrigação da administração de estabelecer metas, tomar decisões e seguir rumos de ações que são importantes em termos de valores e objetivos da sociedade;  As organizações engajadas com a Responsabilidade Social adquirem respeito perante a sociedade;  A Responsabilidade Social, como estratégia de gestão, contribui para a construção de uma sociedade mais justa e mais prospera. 

12 ESTRUTURA  Evidencia o que a empresa gasta e/ou faz, voluntaria ou obrigatoriamente, para prevenir ou remediar o que produz de consequência sobre o meio ambiente.  Evidencia, ainda, metas de controle de poluição que deve atingir e quais restrições para suas operações.  As questões econômicas, ambientais e de cidadania, somadas às sociais, ampliaram o escopo do Balanço Social, denominando-o Balanço Social em sentido amplo, compreendendo quatro vertentes:  Balanço Social em sentido restrito – balanço das pessoas  Demonstração do Valor Adicionado – DVA  Balanço Ecológico  Responsabilidade social da empresa (TINOCO, 2001, p. 43)

13 ESTRUTURA  Contempla informações de caráter qualitativo, destacam-se as informações: • relativas a ecologia; • com gasto com pessoal em treinamento e formação continuada; • de condições de segurança no trabalho e higiene; • relações profissionais; • contribuição da empresa para a comunidade.

14 MODELO  Anexo: Modelo IBASE Exemplo Petrobrás

15 LEGISLAÇÃO  Projeto de Lei nº de 1997: Cria o balanço social para as empresas que menciona e dá outras providências.  Neste projeto a obrigatoriedade seria para:  as empresas privadas que tiveram cem empregados ou mais no ano anterior à sua elaboração;  as empresas públicas, sociedades de economia mista, empresas permissionárias e concessionárias de serviços públicos em todos os níveis da administração pública, independentemente do número de empregados.

16 LEGISLAÇÃO  A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) propôs, em audiência pública, a inclusão do Balanço Social nas demonstrações financeiras já exigidas das empresas de capital aberto, não tendo havido consenso na época quanto ao encaminhamento da matéria.  Atualmente, a CVM vem elaborando um Projeto de Lei que prevê alterações e inovações nas informações contábeis divulgadas pelas sociedades anônimas e limitadas. O que inclui a obrigatoriedade da divulgação do Balanço Social por empresas de grande porte, que tenham faturamento anual superior a R$ 150 milhões e ativos de mais de R$ 120 milhões, mesmo que não tenham capital aberto.

17  Nenhuma empresa/entidade está obrigada a elaborar ou divulgar Informações de Natureza Social ou Ambiental. Aquelas que optarem por sua apresentação, devem adotar as regras estabelecidas pela NBC T 15  Não compete ao Conselho Federal de Contabilidade fiscaliza-las, somente discipliná-las.

18 REFERÊNCIAS TINOCO, João Eduardo Prudêncio. Balanço Social: uma abordagem da transparência e da responsabilidade pública das organizações. São Paulo: Atlas, RIBEIRO, Maisa de Souza. Contabilidade Ambiental. São Paulo: Saraiva, LUCA, M. M. M. de. et al. Demonstração do valor adicionado: do cálculo da riqueza criada pela empresa ao valor do PIB. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.

19  SITES:

20 OBRIGADA!


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