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Classificação das companhias aéreas Øcharter ou fretamentos - realizam vôos com caráter excepcional, sem um calendário e horário fixo, fretados por empresas.

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2 Classificação das companhias aéreas Øcharter ou fretamentos - realizam vôos com caráter excepcional, sem um calendário e horário fixo, fretados por empresas que proporcionam ao cliente redução de custos da passagem. Principais características o vôo fretado:  Um único bilhete (chamado bilhetão) é emitido com uma lista com o nome e documento de identificação de todos os passageiros.  O bilhete não permite remarcação de data, horários, desdobramentos e itinerários (o passageiro terá comprar novo bilhete)  O no-show não dá direito à reembolso ou remarcação.  O valor é mais barato que as companhias regulares

3 Classificação das companhias aéreas Øregulares (internacionais, nacionais ou domésticas, regionais) – também chamado de vôos de linha ou de carreira, são as empresas que realizam transporte aéreo com horários e calendário fixos e publicados em manuais, circulares, guias (como o Panrotas que publica todos os vôos nacionais e internacionais que saem do Brasil, horários e folhetos, oferecendo serviços complementares de vôos ao seus passageiros (alimentação, assistência e entretenimento, como por exemplo) Øde serviços especiais (fotografia, publicidade, SOS e incêndios, helicópteros, entre outras)

4 Sistemas Globais de Distribuição Global Distribuction Systems (GDS)  São poderosos conjuntos de ferramentas disponíveis para vendas e reservas.  Foram desenvolvidos para permitir acesso instantâneo aos grandes bancos de dados de companhias aéreas, hotéis, carros, trens, cruzeiros, excursões e informações tarifárias.  Foram criados para facilitar o manuseio da informação sobre horários, disponibilidades, reserva de assentos, códigos de países, cidades, aeroportos.  Desde a década de 1990 são umas principais ferramentas de trabalho do agente de viagens, otimizando o armazenamento de informações e integrando as informações.

5 Sistemas Globais de Distribuição Global Distribuction Systems (GDS)  Em fins da década de 1980, surgiram os GDSs (Global Distribuction Systems) sistemas com interfaces que permitem a decodificação de comandos, códigos, controles e procedimentos. Se vender o trecho MIA – NYC, não preciso consultar vários CRSs (UA – Apollo, AA – Sabre, DA- Worldspan), basta ter um GDS.  PRINCIPAIS GDSs: SABRE, GALILEO, AMADEUS, WORLDSPAN

6 Sistemas Globais de Distribuição Global Distribuction Systems (GDS)  Anos as reservas eram manuais.  Anos CRS (Center Reservation System) usado apenas pelas empresas aéreas.  Anos 1970 – CRS foi estendido às agências de viagens, de modo que as empresas aéreas ampliaram a distribuição de assentos, diminuíram o uso do telefone, tinham mais tempo para atender os clientes, gerando maior praticidade e rapidez no processo.

7 Sistemas Globais de Distribuição Global Distribuction Systems (GDS)  Em 1983, entrou em operação o Iris da Varig. Já a emissão dos bilhetes era feita por telex. (só em 1980, adotou-se o fax). Os CRSs trouxeram as seguintes facilidades:  Operacionalização de reserva,  Cálculo de tarifas  Emissão de bilhetes  Confirmação de serviços extras solicitados como assentos, refeições, alimentação etc.  No entanto, cada companhia tinha seu CRS, com comandos, códigos, controles e procedimentos diferentes obrigando o agente a conhecer todas as ferramentas e fazer treinamentos constantes

8 Sistemas Globais de Distribuição Global Distribuction Systems (GDS) Pelo GDS é possível acessar as seguintes informações:  Companhias aéreas – tarifas e regras, tipos de aeronaves, marcação de assentos, escalas e conexões, informação de aeroportos, rotas, horários de chegada e saída.  Setor hoteleiro – disponibilidade de hotéis, tarifas (balcão, negociadas, promocionais), regras, informação sobre localização, atrativos próximos, serviços (room service, restaurante, piscina e sauna, voltagem, itens do quarto, etc. )  Locadoras de automóveis - disponibilidade veículos, tarifas (balcão, negociada, promocionais), regras, localização das lojas, disponibilidade de serviços, categorias  Outras: ingressos, cruzeiros, passes de trem

9 Sabre foi desenvolvido pela IBM para uso da American Airlines na década de Cerca de 40% das reservas de viagens feitas por agentes de viagens em todo o mundo são processadas através do Sabre. O Sabre é sediado em Dallas/Fort Worth, Texas, e possui mais de profissionais espalhados em todo o mundo. Possui a operadora Travelocity

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11 Criado em 1971, pela United Airlines como Apollo Reservation System. Desde de 2007, pertence à TRAVELPORT. Seu banco de dados está em Atlanta, Georgia, EUA. Possui a operadora Cedant Travel

12 O Worldspan é uma empresa norte- americana, com sede em Atlanta, Geórgia, EUA. Criado em 1990 para uso da Delta Air Lines, Northwest Airlines, e TWA. Desde 2007, pertence à Travelport, empresa que já tinha adquirido o Galileo. Um dos principais produtos é o Wordspan Go! - permite o agente saber detalhes como configuração do apartamento, modelo e marca do carro alugado, como são os restaurantes próximos, etc agilizando o processo de venda. Além de possibilitar o treinamento online do agente. O site Expedia pretence ao Worldspan.

13 O Amadeus é um sistema de reservas por computador, detido pelo Amadeus IT Group A sua sede fica em Madrid, e a sua central de base de dados em Erding, na Alemanha. Criado em 1987, por uma aliança constituída pela Air France, Lufthansa, Iberia e Scandinavian Airlines System. Rumbo é a agência do Amadeus.

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16 O bilhete aéreo  É o contrato de transporte entre a companhia aérea e o passageiro, e recibo do dinheiro pago, aonde vem descriminadas as informações acerca da compra do serviço, como nome do passageiro, itinerário, hora e data, tarifa, valor pago, classe.  É um documento individual, devendo seu portador identificar-se no momento do embarque.  Pode haver intermediários na venda de um bilhete, como um agente de viagens.

17 O bilhete aéreo  Estabelece direitos e deveres do passageiro e da companhia aérea e, eventualmente, do intermediário, este, de forma solidária com os transportadores.  Tem duração de um ano para bilhetes de tarifa integral.  Se a viagem for cancelada pelo passageiro, este tem direito ao reembolso parcial do bilhete  Na interrupção do vôo ou atraso por mais de 4 horas dá direito ao endosso ou devolução imediata do valor pago pelo passageiro.

18 O bilhete aéreo  O bilhete de passagem pode ser válido para outra empresa aérea além da que o emitiu, dependendo de acordos e convênios com este objetivo.  O contrato entre passageiro e empresa aérea abrange as operações de embarque e desembarque e o atendimento a bordo. A operação de embarque se inicia quando o passageiro, depois de despacho no aeroporto, deixa a área destinada ao público em geral e ingressa na sala de embarque. O percurso entre a sala de embarque e o avião, feito a pé, por meios mecânicos ou por viaturas, também se inclui no contrato. A operação de desembarque termina quando o passageiro ingressa na área destinada ao público em geral, no aeroporto.  Lista de espera, preenchida no aeroporto, após o despacho de todos os passageiros com reserva confirmada e anotada no bilhete de passagem. As listas de espera existem para preencher assentos que ficaram vagos em conseqüência de desistência ou não comparecimento por parte de passageiros que tinham reservas confirmadas.

19 O bilhete aéreo Reembolso  Bilhete pago à vista – reembolso imediato ao pax.  Cartão de crédito, o reembolso será creditado no cartão do passageiro.  Via agente de viagem, este receberá o reembolso.  Crédito - só serão reembolsadas após a liquidação do débito. Interrupção de vôo ou atraso em aeroporto de escala por mais de 4 (quatro) horas – por qualquer motivo – dão ao passageiro direito de endosso do bilhete ou imediata devolução do valor pago, conforme a modalidade de pagamento efetuado. Nesses casos, todas as despesas do passageiro – com hospedagem, alimentação e transporte – decorrentes da interrupção ou atraso do vôo correm por conta da empresa aérea. O transportador não poderá retardar um vôo para aguardar passageiros porventura retidos para fiscalização por autoridades fiscais ou policiais.

20 Tipos de Bilhetes Billing and Settlement Plan (BSP) - São bilhetes neutros e padronizados onde o agente de viagens identifica o nome da companhia área no ato da emissão. Podem ser preenchidos de forma automática. Os valores são lançados em relatórios mensais e depositados no BSP, que se encarrega de repassar os valores para cada companhia aérea. Para emitir o BSP, a agência deve ser credenciada pela IATA. Miscellaneous Charges Order (MCO) - É um documento parecido com um bilhete aéreo ou que se emite para prestação dos seguintes serviços: transportes de todo tipo, excesso de bagagem, serviços terrestres diversos, impostos ou tarifas adicionais, cobrança pela emissão de PTA, gastos de anulação. Prepaid Ticket Advice (PTA) - É um documento que permite pagar serviços de transportes antecipadamente e de outros lugares. É também chamado de Ordem de Passagem

21 Tipos de Bilhetes E-ticket - são bilhetes virtuais mantidos em um sistema de computadores das companhias aéreas. Basta apresentar o RG, CNH ou passaporte, no check in e retirar o cartão de embarque com a atendente da companhia aérea. Este serviço começou a ser utilizado em Novembro de 1994, quando os clientes da United Airlines (UA) começaram a viajar na costa dos Estados Unidos com bilhetes eletrônicos. O serviço internacional de ETKT começou entre os Estados Unidos e Inglaterra em Em 1998 este serviço se expandiu ao Canadá, Japão, Austrália e Nova Zelândia, China, Alemanha, Itália, Argentina, Uruguai, Holanda, Bélgica, França, Tailândia, Coréia e Taiwan. Em 1999, os demais países da América Latina foram também incluídos neste serviço.

22 Bilhete Físico

23 E-TICKET

24 Cartão de embarque de vôo de conexão


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