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Revisão de Física UECE – ª FASE

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Apresentação em tema: "Revisão de Física UECE – ª FASE"— Transcrição da apresentação:

1 Revisão de Física UECE – 2013 2ª FASE
Prof.: Célio Normando

2 MECÂNICA Prof.: Célio Normando

3 CINEMÁTICA

4 Velocidade Escalar Média (V)
Velocidade Média Velocidade Escalar Média (V) y t2 B S: módulo do deslocamento t: intervalo de tempo y t2 s A x x: espaço percorrido t: intervalo de tempo t1 x t1 x

5 Grandezas Cinemáticas
Aceleração centrípeta (ac) Varia a direção e sentido do vetor velocidade. v . R ac Módulo: ac R . v Direção: Radial Sentido: Para o centro da curva

6 Princípio da Independência dos Movimentos de Galileu
Se um movimento é a composição de dois outros,cada um acontece como se o outro não existisse. V = V1 + U V : velocidade da Partícula em relação ao Referencial Fixo V1 : velocidade do Referencial Móvel em relação ao Referen- cial Fixo U : velocidade da Partícula em relação ao Referencial Móvel

7 Composição de Movimentos
Barco descendo o rio VR VB V = VB + VR

8 Composição de Movimentos
Barco subindo o rio VR VB V = VB - VR

9 MRU Equação Horária do Movimento V = cons tan te
t=5s t=10s t=15s t=20s 15 30 45 60 S(m) Móvel percorre espaços iguais em tempos iguais Vetor velocidade constante Aceleração nula V = cons tan te aT = 0 Equação Horária do Movimento v>0 (Movimento progressivo) S=So + Vt Posição varia linearmente com o tempo v<0 (Movimento retrógrado)

10 Gráficos do Movimento Uniforme
MRU Gráficos do Movimento Uniforme S V a S V S So t t t1 t2 t t tg = v N A = S N

11 Queda Livre e Lançamento Vertical
Características Movimento ocorre no vácuo Corpos sujeitos a mesma aceleração Aceleração da gravidade Queda livre (M.R.U.A) Lançamento vertical (M.R.U.R) Equações S=S0 + V0t + gt2 V=V0+gt V2= V02 +2gS Gráficos S V a V0 hm ts 2ts t t -v0 -g ts 2ts t

12 Lançamento Horizontal de Projéteis
Velocidades Iniciais V0x = V0 V0y = 0 h Tempo de queda (tq) A Alcance (A) Na horizontal M.R.U Na vertical Queda Livre M.R.U.A

13 Lançamento Oblíquo de Projéteis
Características Na horizontal M.R.U M.R.U.R (Subida) M.R.U.A (Descida) Na vertical (M.R.U.A) Velocidades Iniciais V0x = V0 . cos  V0y = V0 . sen 

14 Lançamento Oblíquo de Projéteis
Tempo para atingir a altura máxima (t*) Velocidade num instante qualquer No eixo X Vx = V0 . cos  No eixo Y Vy = V0 sen  - gt

15 Lançamento Oblíquo de Projéteis
Alcance (A) Se  = 45º  A = A máx Altura Máxima (hmax)

16 Transmissão de Movimento
Polias acopladas ao mesmo eixo VB > VA  A =  B =  fA = fB

17 Transmissão de Movimento
Acoplamento de polias através de correias VA = VB A >  B

18 M.C.U Movimento circular e uniforme t t θ θ Período constante
O móvel descreve ângulos iguais em intervalos de tempos iguais. Velocidade angular constante Módulo da velocidade tangencial constante t t θ θ Período constante Aceleração tangencial nula Módulo da aceleração centrípeta constante Aceleração angular nula

19 ESTÁTICA

20 Equilíbrio de Partícula
1ª Lei de Newton PARTÍCULA REPOUSO (Equilíbrio estático) EQUILÍBRIO M . R . U (Equilíbrio dinâmico) R = 0 A condição necessária e suficiente para uma partícula ficar em EQUILÍBRIO é que a RESULTANTE das forças EXTERNAS seja NULA.

21 Equilíbrio dos Sólidos
REPOUSO (Equilíbrio Estático) EQUILÍBRIO M . R. U (Equilíbrio Dinâmico) R = 0  M0 F = 0 (Equilíbrio de Rotação) (Equilíbrio de Translação) Um sólido só está em equilíbrio se as duas condições acima forem satisfeitas.

22 DINÂMICA

23 Lei Fundamental da Dinâmica
2ª Lei de Newton A RESULTANTE (R) de todas as forças externas que agem sobre um ponto material é igual ao produto de sua massa (m) pela aceleração (a) que ele adquire. a A FORÇA RESULTANTE (R) e a aceleração (a) adquirida pelo corpo SEMPRE possuem a mesma DIREÇÃO e o mesmo SENTIDO. m R R = m . a

24 2ª LEI DE NEWTON NO ELEVADOR
SUBINDO ACELERADO OU DESCENDO RETARDADO N N – P = ma a P A balança indica um valor maior que o peso. N > P

25 2ª LEI DE NEWTON NO ELEVADOR
DESCENDO ACELERADO OU SUBINDO RETARDADO N P – N = m.a a P A balança indica um valor menor que o peso. N < P

26 MkgfS → u.t.m x m/s2 = kilograma - força (kgf) 1 kgf = 10 N
Unidades de Força SI → MKS → kg x m/s2 = Newton (N) CGS →g x cm/s2 = dina 1 N = 105 dinas MkgfS → u.t.m x m/s2 = kilograma - força (kgf) 1 kgf = 10 N

27 Ação e Reação 3ª Lei de Newton
Se um corpo exerce uma força sobre um outro corpo, o segundo também exerce, sobre o primeiro, uma força de mesma INTENSIDADE, mesma DIREÇÃO, mas de sentido contrário. B FBA FAB A As forças de AÇÃO E REAÇÃO têm as seguintes características: MESMO MÓDULO MESMA DIREÇÃO SENTIDOS OPOSTOS ATUAM EM CORPOS DIFERENTES SÃO DO MESMO TIPO

28 Fae = F Fae Fae (máx) = F Fae (máx) = E . N Fae (máx) Fac N F P
1ª ETAPA: corpo em repouso e não está na iminência de movimento N F Fae = F Fae P 2ª ETAPA: corpo em repouso, porém na iminência de movimento N FORÇA DE ATRITO F Fae (máx) = F Fae (máx) = E . N Fae (máx) P N movimento 3ª ETAPA: corpo em movimento F Fac =  C . N Fac P

29 Força Centrípeta Resultante das forças na direção do raio
Carro numa lombada N1 V FC = P – N1 Módulo P N2 V v FC P Direção: Radial Moto numa depressão Sentido: Para o centro da curva FC = N2 – P

30 Força Centrípeta Carro numa curva sobrelevada
Carro numa curva plana e horizontal N N fa FC P P Vista de cima Vista de frente FC = P . tg 

31 Teorema da Energia Cinética
v2 v1 R a R m m (1) (2) d WR = EC O trabalho realizado pela força resultante (R), para levar um corpo da posição 1 para a posição 2, é igual à variação de energia cinética entre os pontos considerados.

32 Conservação da Energia Mecânica
Sistema está sob ação de FORÇAS CONSERVATIVAS e eventualmente de FORÇAS que não realizam trabalho. CONSERVATIVOS EM = Constante SISTEMAS NÃO CONSERVATIVOS PROPRIAMENTE DITO Sistema sob ação de FORÇAS NÃO CONSERVATIVAS Energia Mecânica aumenta EMf > EMi NÃO CONSERVATIVOS DISSIPATIVO Energia Mecânica diminui EMf < EMi EM = Variável

33 Teorema do Impulso R V0 Q0 V Q (1) (2) O impulso da força resultante, entre dois instantes quaisquer, é igual a variação da quantidade de movimento da partícula, entre estes instantes. IR = Q – Q0

34 Teorema do Impulso Q = Q - Q0 Q = Q + Q0
Se Q e Q0 estão na mesma direção e sentido. Se Q e Q0 têm a mesma direção e sentidos contrários. Q0 Q Q0 Q Q Q Q = Q + Q0 Q = Q - Q0

35 Teorema do Impulso Se Q e Q0 forem perpendiculares.
Se Q e Q0 forem perpendiculares. Se Q e Q0 formarem um ângulo  entre si. Q Q Q Q Q0 Q0

36 Conservação da Quantidade de Movimento
NA NB FA FB A B PA PB A quantidade de movimento de uma partícula ou de um sistema de partículas permanece constante quando a resultante das forças externas é nula.

37 Sistema Isolado QDEPOIS = QANTES QB – QA = 0 QB = QA QANTES = 0 A B A
QB A B (DEPOIS) QDEPOIS = QB - QA QDEPOIS = QANTES QB – QA = 0 QB = QA

38 Colisões Classificação dos Choques Choque Elástico
Choque Parcialmente Elástico Choque Plástico ou Inelástico

39 Colisões Choque elástico Características Ec depois = Ec antes
B 60 m/s 20 m/s Características Antes Há conservação de energia cinética. A B 10 m/s 50 m/s Depois Ec depois = Ec antes Há conservação da quantidade de movimento. Q antes = Q depois Coeficiente de restituição  = 1. Vs = Va

40 Choque parcialmente elástico
Colisões Choque parcialmente elástico Características Não há conservação de energia cinética. Ec depois < Ec antes Há conservação da quantidade de movimento. Q antes = Q depois Coeficiente de restituição 0 <  < 1. Vs < Va

41 Choque plástico ou inelástico
Colisões Choque plástico ou inelástico Características Não há conservação de energia cinética. Ec depois < Ec antes (Perda máxima de energia) Há conservação da quantidade de movimento. Q antes = Q depois Coeficiente de restituição  < 0. Vs = 0 (não há restituição)

42 HIDROSTÁTICA

43 Teorema Fundamental Pressão num Fluido atmosfera
A pressão num ponto de um fluido varia linearmente com a profundidade. Po (1) h d (2) P P P = Po + d.g.h P: pressão absoluta Po: pressão atmosférica d.g.h: pressão efetiva Po h h

44 Princípio de Arquimedes
Todo corpo mergulhado, total ou parcialmente em um fluido, fica submetido a uma força (resultante das forças de pressão exercida pelo fluido), denominada de empuxo. O módulo do empuxo é igual ao peso do fluido deslocado. E E dF: densidade do fluido VS: volume submerso g: aceleração da gravidade E = dF . VS . g

45 Empuxo O empuxo nem sempre é vertical para cima
E Nestes casos, os empuxos não são calculados pelo princípio de Arquimedes.

46 TERMOLOGIA Prof.: Célio Normando

47 Relação entre Celsius e Fahrenheit
100 212 tC tK 32

48 Relação entre Celsius e Kelvin
100 373 tC tK 273

49 Dilatação Linear L =  . L0 . t L = L0 (1+ t) L: dilatação linear
: coeficiente de dilatação linear t L0: comprimento inicial L L t: variação de temperatura L =  . L0 . t L: comprimento final L = L0 (1+ t)

50 Dilatação Superficial
S =  S0 t S0 t0 b0 a0 S = S0 (1+ t) S: dilatação superficial : coeficiente de dilatação superficial S0: área inicial t: variação de temperatura S: área final t S b a

51 Dilatação Volumétrica
V = . V0 . t a0 b0 c0 V0 V = V0 (1 + t) V: dilatação volumétrica : coeficiente de dilatação volumétrica V0: volume inicial t: variação de temperatura V: volume final a b c V

52 CALORIMETRIA

53 Princípio da igualdade das trocas de calor
É a passagem de energia térmica entre corpos de temperaturas diferentes. A A Calor B B TA = TB TA > TB Equilíbrio térmico Princípio da igualdade das trocas de calor A soma dos calores trocados até que os corpos atinjam o Equilíbrio Térmico é nula. QA + QB = 0

54 Calor Sensível (Q) É o calor que provoca na substância uma variação de temperatura. Equação Fundamental da Calorimetria m: massa da substância. c: calor específico da substância. t: variação da temperatura. Q = m . c . t

55 Calor latente É a quantidade de calor necessária para que 1g da substância sofra uma mudança de fase. Lf = 80 cal/g (Calor latente de fusão do gelo. Lv = 540 cal/g (Calor latente de vaporização da água).

56 Calor latente m 1 g L Q Q: calor necessário para mudança de fase. m: massa da substância. L: calor latente da substância. Q = m . L

57 ESTUDO DOS GASES

58 Lei de Boyle - Mariotte T = constante P1 V1 = P2 V2 T T p (105 Pa) 4,0
1,0 v (cm3) 5,0 20,0

59 Lei de Gay - Lussac P P 2T0 V T0 2V0 V0 V2 P = constante V1 T1 T2 T

60 Lei de Charles P0 2P0 V0 V0 T 2T P V = constante P2 P1 T1 T2 T

61 Lei Geral dos Gases m = constante P2 P2 P1 V2 V’ T2 V1 T1 T1
T (constante) P (constante) m = constante

62 Equação de Estado (Clapeyron)
m: variável R: constante universal dos gases PV = n R T R = 8,31J/mol K Em qualquer lei gasosa a temperatura é sempre em Kelvin (K)

63 TERMODINÂMICA

64 1ª Lei da Termodinâmica W hf hi Uf Ui estado inicial estado final
U: variação da energia interna U = Q - W Q: calor trocado W: trabalho realizado

65 Transformação Isobárica
P = constante S d Trabalho Calor Variação da energia interna W = P . V p Qp = n . Cp . T Fn U = Qp - W

66 Transformação Isocórica
V = constante Trabalho Calor Variação da energia interna W = 0 Qv = n . Cv . T U = Q

67 Transformação Isotérmica
T = constante W Variação da energia interna U = 0 Calor Trabalho Q = W

68 Transformação Adiabática
P. V = constante Calor Q = 0 Trabalho U = -W Variação da Energia interna

69 Transformação Cíclica
Variação da Energia Interna U = 0 Ciclo no sentido horário Ciclo no sentido anti-horário W > 0 W < 0 Trabalho e Calor Trabalho e Calor W = Q W = Q

70 ÓPTICA Prof.: Célio Normando

71 Reflexão da LUZ 1ª LEI: O raio incidente (RI), a normal (N) e o raio refletido (RR) estão no mesmo plano. 2ª LEI: O ângulo de incidência (i) é igual ao ângulo de reflexão (r) i = r

72 Espelhos Esféricos Equação de Gauss θ I f p’ p Equação de Gaus
Aumento linear transversal p

73 Refração da Luz nA . sen i = nB . sen r Índice de refração
c: velocidade da luz no vácuo v: velocidade da luz no meio Lei de Snell - Descartes r nA . sen i = nB . sen r

74 Refração da Luz Índice de refração varia com a cor da luz
Num meio material a luz de MAIOR velocidade é a luz vermelha e a de MENOR velocidade é a luz violeta. nvermelho < nvioleta Então

75 Refração da Luz Dioptro Plano

76 Reflexão Total Condições
A luz passa do meio mais refringente para o menos refringente. (nB>nA) O ângulo de incidência (i) é maior que o ângulo limite (L). (i > L). nB>nA

77 Lentes Delgadas Construção geométrica das imagens Lentes divergentes
Objeto real em qualquer posição θ I Virtual Menor Direita IMAGEM

78 Lentes Delgadas Construção geométrica das imagens Lentes convergentes
Objeto além do ponto antiprincipal objeto C θ I Real Menor Invertida IMAGEM

79 Lentes Delgadas Construção geométrica das imagens Lentes convergentes
Objeto sobre o ponto antiprincipal objeto C θ I Real Mesmo Tamanho do Objeto Invertida IMAGEM

80 Lentes Delgadas Construção geométrica das imagens Lentes convergentes
Objeto entre o ponto antiprincipal objeto e o foco principal objeto θ I Real Maior Invertida IMAGEM

81 Lentes Delgadas Construção geométrica das imagens Lentes convergentes
Objeto sobre o foco principal objeto θ IMAGEM IMPRÓPRIA

82 Lentes Delgadas Construção geométrica das imagens Lentes convergentes
Objeto entre o foco principal objeto e o centro óptico I θ Virtual Maior Direita IMAGEM

83 Lentes Delgadas

84 Lentes Delgadas Fórmula dos fabricantes n2

85 ONDULATÓRIA Prof.: Célio Normando

86 Equação Fundamental da Ondulatória
v v =  . f

87 Ondulatória e Cores f (freqüência)  (comprimento de onda)
4,3 x 1014 Hz 7,5 x 1014 Hz 700 n m 400 n m  (comprimento de onda) VERMELHO – ALARANJADO – AMARELO – VERDE – AZUL – ANIL - VIOLETA V A A V A A V

88 Reflexão Onda retorna ao meio de origem v1 = v2 1 = 2 f1 = f2
Extremidade livre  sem inversão de fase.

89 Reflexão v1 v1 = v2 1 f1 1 = 2 2 f2 f1 = f2 v2 Extremidade fixa  com inversão de fase

90 Refração v1 > v2 1 > 2 f1 = f2
Onda muda de meio de propagação, alterando a velocidade. Onda propaga-se do meio menos refringente para o meio mais refringente. antes 1 v1 v1 > v2 f1 v2 2 1 > 2 depois f2 f1 = f2

91 Refração v1 < v2 1 < 2 f1 = f2
Onda propaga-se do meio mais refringente para o meio menos refringente. antes 1 v1 f1 v1 < v2 f1 = f2 1 < 2 v2 2 depois f2

92 Interferência Condições de Interferência
Fontes F1 e F2 emitindo ondas em fase. Fonte 1 Como as fontes estão em fase no ponto P tem-se uma interferência, construtiva ou destrutiva se: d1 d2 d = n Fonte 2 d=d2-d1 (diferença de caminho) Para n(par) n=0,2,4,6... a interferência é construtiva. Para n(ímpar) n=1,3,5,7... A interferência é destrutiva.

93 Interferência Fontes F1 e F2 emitindo ONDAS EM OPOSIÇÃO DE FASE
d = n d2 Fonte 2 d=d2-d1 (diferença de caminho) Para n(par) n=0,2,4,6... a interferência é destrutiva. Para n(ímpar) n=1,3,5,7... A interferência é construtiva.

94 Acústica Nível Sonoro I: Intensidade da onda sonora
Io: Intensidade mínima audível pelo ser humano (db)

95 Tubos Sonoros Tubo Aberto n=1,2,3...
f: freqüência dos harmônicos n: número do harmônico v: velocidade da onda na corda : comprimento do tubo

96 Tubos Sonoros Tubo Fechado n=1,3,5,7...
f: freqüência dos harmônicos n: número do harmônico v: velocidade da onda na corda : comprimento do tubo

97 ELETRICIDADE Prof.: Célio Normando

98 Força Elétrica Lei de Coulomb
As cargas elétricas atraem-se ou repelem-se com forças diretamente proporcionais ao produto das cargas e inversamente proporcionais ao quadrado da distância que as separam. q1 q2 F F d

99 Campo elétrico de cargas puntiformes
E P d q0(-) + Q Q

100 Potencial elétrico de carga puntiforme
Q p d + (ESCALAR)

101 Campo Elétrico e Potencial Elétrico de uma Esfera Condutora
No Interior Na Superfície Es Q + + Q + + + + + S . + + + + + R R I + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + EI = 0 VI = Vs

102 Campo Elétrico e Potencial Elétrico de uma Esfera Condutora
Nas proximidades da superfície No Exterior Q + + + + + + Q + + + + R + + d + + R P + + + . + + + Epróx + + + + + + + + + + + +

103 Leis de OHM 1ª Lei de Ohm V V V=R.i
A intensidade da corrente elétrica que percorre um fio condutor é diretamente proporcional à d.d.p. que a ocasionou. A razão entre a d.d.p. nos extremos do condutor e a corrente elétrica estabelecida é denominada resistência elétrica. V V V V=R.i Os condutores que obedecem a lei de Ohm possuem resistência elétrica constante. tg = R N i i

104 Leis de OHM 2ª Lei de Ohm A resistência elétrica de um fio condutor é diretamente proporcional ao comprimento (L) do fio e inversamente proporcional à área (A) da secção transversal do mesmo. A L ρ: resistividade elétrica

105 Associação de Resistores
Associação em série i1 i2 i3 C D A B R1 R2 R3 Pilha - A + B i = i1 = i2 = i3 VAB = VAC + VCD + VDB Re = R1 + R2 + R3

106 Associação de Resistores
Associação em Paralelo R1 i1 V1 R2 V2 A i2 B i i3 R3 V3 i Pilha - B A + V1 = V2 = V3 = VAB i = i1 + i2 + i3 j

107 Potência Elétrica Efeito Joule P = Ri2
Transforma-se ENERGIA ELÉTRICA ENERGIA TÉRMICA em i i R P: potência elétrica R: resistência elétrica i: intensidade de corrente P = Ri2

108 Potência Elétrica P = V . i
P: potência elétrica V: tensão elétrica (d.d.p) i: intensidade da corrente P = V . i

109 Potência Elétrica i V i P: potência elétrica V: tensão elétrica R: resistência elétrica

110 Energia Elétrica i V i P: potência elétrica do aparelho (kW) t: tempo de funcionamento (h) U: energia elétrica (kWh) U = P.t

111 Geradores Elétricos e e Equação do gerador Curva do gerador
VAB = - ri icc i Gerador em curto - circuito e r Gerador num circuito aberto A B icc icc icc VAB =  VAB = 0  icc =

112 Leis de Kirchhoff (Lei dos nós) No nó F i1 + i3 = i2
Em um nó, a soma das CORRENTES que chegam é igual à soma das correntes que saem. R1 R3 A F E E1 i1 i2 E3 E2 i3 r1 i1 r3 i2 r2 i1 i2 B C D No nó F i1 + i3 = i2

113 Leis de Kirchhoff (Lei das malhas)
Em uma MALHA qualquer, a soma das forças eletromotrizes e das forças contra-eletromotrizes é igual à soma dos produtos Ri. 1 r1 i i R R 2 i i r2

114 Lei de OHM generalizada
Se entre os pontos A e B, além de resistências, existir geradores e receptores, calcula-se a d.d.p. como antes, (Ri) e no final subtrai-se o efeito produzido pelos geradores e receptores (). 1 2 R r1 r2 A B i i i VAB =  Ri - 

115 Instrumentos Elétricos
Amperímetro É um aparelho destinado a medir intensidade de corrente elétrica. A resistência interna de um amperímetro deve ser muito pequena. O amperímetro é considerado ideal quando sua resistência interna é desprezível (r=0). Bateria A 5,0 5,0 Amperímetro Chave O amperímetro deve ser ligado em série com o trecho no qual se deseja medir a intensidade de corrente elétrica.

116 Instrumentos Elétricos
Voltímetro É um instrumento destinado a medir d.d.p. A resistência interna de um voltímetro deve ser muito grande. O voltímetro é considerado ideal quando sua resistência interna é infinita (r=). O voltímetro deve ser sempre ligado em paralelo com o trecho no qual se quer medir a d.d.p.

117 Capacitor Plano Quando submetido a uma d.d.p o capacitor plano acumula carga elétrica. A capacidade de um capacitor plano é dire tamente proporcional a área das placas e inversamente proporcio nal à distância entre elas. A B A A d A : Área das placas d: distância entre as placas  : permissividade do meio entre as placas

118 Energia Potencial Elétrica Armazenada por um Capacitor
Q U Q tg  = C N V V U : Energia Armazenada C : Capacitância do capacitor V : Diferença de Potencial entre as placas Q : Carga Armazenada

119 Associação de Capacitores
Associação em Série C1 C2 C3 + - + - + - + - Características C + - D + - B + - + - + - + - + - + - q1 q2 q3 A carga acumulada em cada capacitor da associação em série é a mesma e igual a carga do capacitor equivalen te. q1 = q2 = q3 = q A diferença de potencial da associação é a soma das d.d.p. a que cada capacitor associado está submetido. VAB = VAC + VCD + VDB

120 Capacitor Equivalente (Ce)
Associação em Série Capacitor Equivalente (Ce) É o capacitor que quando submetido à d.d.p. da associação, acumula a mesma carga que cada capa- citor componente. Ce - + - + + - A B - + q Em Série o capacitor equivalente é sempre menor que o menor capacitor componente.

121 Associação em Série Associação com Associação de n 2 capacitores
capacitores iguais C1 C2 A - C - B + + - - + + C C C C C A B VAC VCB . . . q q q q q - Ce A B E A B Ceq q A B

122 Associação em Paralelo
Associação de Capacitores Associação em Paralelo C1 V1 - + - + q1 C2 - V2 - + + - A + q2 B Características C3 - V3 - + + - - + q3 + Numa associação em paralelo todos os capacitores estão submetidos à mesma d.d.p. V1 = V2 = V3 = VAB A carga acumulada pelo capacitor equivalente é a soma das cargas acumuladas por cada capacitor componente. q1 + q2 + q3 = q

123 Capacitor equivalente (Ce)
Associação em Paralelo Capacitor equivalente (Ce) É o capacitor que quando submetido à dife- rença de potencial da associação acumulará uma carga igual à soma das cargas dos capa- citores. Ce + Ce = C1 + C2 + C3 + + + Em Paralelo o capacitor equivalente é sempre maior que o maior capacitor com- ponente. A + B + + + q

124 ELETROMAGNETISMO Prof.: Célio Normando

125 Magnetismo Os imãs em forma de barra apresentam dois pólos (Norte e Sul ). As linhas de indução nascem no pólo Norte e morrem no pólo Sul. Pólos de mesmo nome se repelem e pólos de nomes diferentes se atraem. N S N S F F N S repulsão S N atração S N F F S N

126 Magnetismo O Vetor de indução magnética ( B ) é sempre tangente à linha de indução. Os pólos de um imã são inseparáveis B Linhas de indução S N

127 Campo Magnético Uniforme
No interior de um imã em forma de ferradura o campo magnético é UNIFORME. N S As linhas de indução nascem no pólo Norte e morrem no pólo Sul.

128 Campo Magnético Gerado por um Fio Condutor
. : permeabilidade magnética. i: intensidade da corrente elétrica no fio. d: distância do ponto até o fio.

129 Força Magnética F = q.v.B sen   + F: módulo da força magnética.
q: carga da partícula. v: módulo da velocidade da partícula. B: intensidade do campo magnético. : ângulo formado entre e . Módulo: F = q.v.B sen 

130 Força Magnética DIREÇÃO: Perpendicular ao plano formado pelos vetores

131 Força Magnética SENTIDO: REGRA DA MÃO ESQUERDA (Fleming)
O dedo indicador no sentido de . O dedo médio no sentido de . O dedo polegar indicará o sentido da força magnética se a carga for positiva.

132 Movimento de uma Carga em um Campo Magnético Uniforme
A força magnética é a própria força centrípeta. m q q < 0 O raio (R)da trajetória descrito pela partícula. O período (T) do movimento.

133 Força Magnética num fio condutor
B: intensidade do campo magnético. i: intensidade da corrente elétrica. L: comprimento do fio. : ângulo formado entre a corrente e o campo.

134 Força Magnética entre condutores paralelos
. F: módulo da força magnética. : permeabilidade magnética do meio. i1 e i2: correntes elétricas nos fios. d: distância entre os fios. L: comprimento dos fios. Fios se ATRAEM quando percorridos por correntes de mesmo SENTIDO. Fios se REPELEM quando percorridos por correntes de sentidos OPOSTOS.

135 Campo Magnético no Centro de uma Espira Circular
. i: intensidade da corrente elétrica. R: raio da espira.

136 Campo Magnético de uma Bobina Chata
.

137 Campo Magnético de um solenóide

138 Fluxo Magnético (  )  : ângulo entre a reta normal ( N ) e o campo
É a quantidade de linhas de indução de um campo magnético uniforme que atravessa uma certa área. A . B N B : Intensidade do campo magnético A : Área delimitada pela espira  : ângulo entre a reta normal ( N ) e o campo magnético( B )  = B . A . cos 

139 Lei de Faraday A variação do fluxo magnético,no decorrer do tempo,provoca o aparecimento de fem induzida. : comprimento do condutor B: intensidade do campo magnético v: velocidade do condutor

140 Lei de Lenz A corrente elétrica induzida num circuito gera um campo magnético que se opõe à variação do fluxo magnético que induz essa corrente. S S N N

141


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