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Identificando a Transformação Ambiental de uma região

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Apresentação em tema: "Identificando a Transformação Ambiental de uma região"— Transcrição da apresentação:

1 Identificando a Transformação Ambiental de uma região
A Teoria Geral da Transformação Ambiental Teoria Geral da Transformação Ambiental de uma região - © RKM, 2012

2 Introdução Finalidades dos estudos Necessidades dos estudos Proposta
Estudos de impacto, planos de gestão, auditorias, sistemas de gestão e levantamentos de passivos ambientais, dentre outros, têm como principal finalidade otimizar impactos ambientais decorrentes da transformação do ambiente, proporcionada por vetores antropogênicos (empreendimentos). Finalidades dos estudos Otimizar impactos sobre o ambiente. Otimizar retroimpactos sobre os empreendimentos. Necessidades dos estudos Conhecer o empreendimento. Conhecer a região em que será implantado ou já opera. Proposta Trabalhar sobre o quadro mais complexo de transformação ambiental: o empreendimento ainda é um projeto a ser construído. Para os exemplos apresentado utiliza-se o projeto de uma usina hidrelétrica (UHE).

3 O processo da transformação ambiental
Dados e informações do empreendimento Localização, se é construído ou está em fase de projeto. Visão preliminar da região de interesse. Atividades de Preparo do Terreno Contratação de mão de obra. Acampamentos. Disponibilização de máquinas e equipamentos. Desmatamentos e limpezas de terreno. Abertura de caminhos de acesso. Desmontes, terraplenagens, cortes e aterros. Área de estacionamento. Cercas e proteções, dentre outras atividades.

4 O processo da transformação ambiental
Atividades de Instalação da Infraestrutura Construtiva Canteiro de Obras Escritórios de diversas Engenharias. Escritório da Gestão Ambiental das obras. Escritório de compra de suprimentos. Almoxarifado. Paiol. Estacionamento de veículos. Estacionamento de máquinas e equipamentos. Pátio de manobras. Oficinas de manutenção. Usinas de britagem, de solo, de asfalto. Laboratórios de análise. Sistemas de saneamento básico: água, esgotos e drenagem...

5 O processo da transformação ambiental
Atividades de Instalação da Infraestrutura Construtiva Canteiro de Obras Sistema de gestão de resíduos sólidos. Sistema de comunicação interna e externa. Sistemas de sinalização. Estradas de acesso e caminhos de serviços. Vila de engenheiros, técnicos e vila operária. Unidade de serviços médicos. Restaurantes e banheiros. Atividades de Instalação das Áreas Operacionais Jazidas de Empréstimo. Áreas de Empréstimo. Áreas de Botafora. Acessos.

6 O processo da transformação ambiental
Tipos de atividades da Transformação Ambiental Atividades de organização ou manejo do espaço territorial Atividades das intervenções de engenharia Ambos os grupos de atividades promovem transformações no ambiente antes mesmo de serem realizadas: Variação do valor dos terrenos, alterações no uso do solo, atividades de comércio etc.

7 Enunciando a transformação ambiental
Como se desenvolve o enunciado Tem-se o projeto de um empreendimento. Têm-se as obras e montagens de sua infraestrutura construtiva (acampamentos, canteiro de obras e áreas operacionais). Têm-se as organizações do espaço territorial (contratação de mão de obra, acampamentos, disponibilização de máquinas e equipamentos, desmatamentos e limpezas de terreno, desmontes, terraplenagens, cortes e aterros, área de estacionamento, abertura de caminhos de acesso, cercas e proteções). Caso o empreendimento fosse um Canteiro de Obras Dado um empreendimento chamado ‘Canteiro de Obras’, ele pode ser representado através das unidades de engenharia que o constituem, as quais, para que possam ser implantadas, demandam que sejam realizadas reorganizações ambientais no seu espaço de implantação.

8 Enunciando a transformação ambiental
Uma questão básica Este enunciado pode ser considerado válido para todo e qualquer empreendimento? Generalizando Figura 2.2

9 Enunciada a transformação ambiental
Temos algumas considerações ... As reorganizações do ambiente Podem ser de natureza física – desmontes, terraplenagens, cortes e aterros, operações de empréstimo, operações de botafora, formação do reservatório, elevação do lençol freático, geração de particulados, desvio do rio etc. Podem ser de natureza biológica – desmatamentos, evasão da fauna, atração da fauna, redução de habitats preferenciais, alterações de corredores da fauna, reflorestamento, transporte passivo de vetores etc. Podem ser de natureza antrópica – contratação de mão de obra, disponibilização de máquinas e equipamentos, assentamento populacional, geração de energia, geração de ruídos, geração e destinação de efluentes líquidos, geração e destinação de resíduos sólidos etc.

10 O desvio do curso do rio Reorganização ambiental que permite o início das obras Duas formas de desviar o curso de um rio Canal de desvio ou Túnel de desvio Consequências do desvio do rio Novas alterações são procedidas no ambiente: ▪ Desmatamentos ▪ Movimentos de solo ▪ Desmontes ▪ Ensecadeiras ▪ Escoramento de taludes

11 Processo de obras encerrado
Temos a sequência da transformação ambiental Realização das atividades de preparo do terreno. Realização das atividades de instalação da infraestrutura construtiva. Instalação das áreas operacionais, demandando estradas de acesso, caminhos de serviço, drenagens e cercas. Realização do desvio do curso do rio. Construção das unidades de engenharia constituintes da UHE. Fechamento do desvio do curso do rio e a justa comemoração da equipe contratada, máquinas e equipamentos à parte. Vejamos a figura 2.3 a seguir.

12 Processo de obras encerrado
Cenário da transformação ambiental após as obras Figura 2.3

13 Como deve ser visto o processo
Segundo a ótica ambiental Temos informações sobre todas as atividades e processos que constituem a transformação ambiental da área de implantação. Estas informações são básicas realizar a gestão ambiental de qualquer empreendimento e da sustentabilidade de sua área de implantação. Faltam as informações de identificação das possíveis mudanças de comportamento e/ou de funcionalidade dos fatores ambientais afetados, quais sejam: do ar, da água, do solo, da flora, da fauna e do homem. Estas informações são básicas para explicar estas atividades segundo os impactos ambientais por ela proporcionados. Analisando as figuras 2.2 e 2.3, concluímos: Existe o projeto de um empreendimento, explicado por intermédio de suas intervenções da engenharia sobre o ambiente; que demandam alterações no ambiente para que sejam implementadas, as quais podem proporcionar mudanças do comportamento e/ou da funcionalidade dos fatores ambientais por elas afetados.

14 Universalizando a ótica ambiental
Para todo e qualquer empreendimento que possua obras de engenharia, submetido às leis ambientais vigentes: Empreendimentos em geral Podem ser explicados por intermédio de suas intervenções de engenharia sobre o ambiente. Um empreendimento é conformado por unidades construtivas ( temporárias) e unidades produtivas (permanentes). São denominadas por Intervenções Ambientais. Estas intervenções, por sua vez, demandam ou induzem reorganizações no ambiente para que sejam construídas e operadas. Estas reorganizações ou manejos são denominados por Alterações Ambientais. Nesta sequencia de eventos, as alterações ambientais podem proporcionar mudanças de comportamento e/ou da funcionalidade dos fatores ambientais a que afetam. Como exemplo, temos a geração de gases provenientes das máquinas e equipamentos, afetando a qualidade do ar; a geração e destinação de efluentes líquidos, podendo afetar a qualidade de corpos receptores e a potabilidade da água. Da mesma forma, seguem outros ciclos similares, fiscos, biológicos e antropogênicos, mudando o comportamento e a funcionalidade de fatores ambientais. Os eventos consequentes destes processos são denominados por Fenômenos Ambientais.

15 Representação estruturada da transformação ambiental
Figura 2.4

16 Conceitos dos eventos ambientais
Conceito de Empreendimento - E Um empreendimento (organização) constitui um conjunto dinâmico e integrado de recursos de diversas naturezas, apoiado em tecnologias apropriadas, decorrentes dos tipos de bens, produtos e serviços que objetiva oferecer, física e economicamente organizadas, a fim de cumprir um processo produtivo estabelecido. Os empreendimentos são classificados por este modelo como eventos ambientais de Classe 1. A todos os empreendimentos estão associados impactos ambientais adversos e benéficos (positivos e negativos). Qualquer empreendimento pode ser ambientalmente explicado através das intervenções de engenharia que o constituem.

17 Conceitos dos eventos ambientais
Conceito de Intervenções Ambientais - INA As intervenções ambientais constituem obras de engenharia que acarretam a introdução, concreta ou virtual (quando em projeto), permanente ou temporária, de pelo menos um fator ambiental em um dado ambiente, através da ação humana, capaz de gerar ou de induzir o remanejamento de fatores já existentes no ambiente. As intervenções ambientais são classificadas como eventos ambientais de Classe 2. A elas também estão associados impactos ambientais adversos e benéficos. As intervenções permanentes constituem o empreendimento a que pertencem. As intervenções temporárias constituem a infraestrutura das obras ou montagens iniciais que são necessárias para a construção do empreendimento (escritórios de obras, pátio de estacionamento, usinas, laboratórios etc).

18 Conceitos dos eventos ambientais
Conceito de Alterações Ambientais - ALA As alterações ambientais consistem nos remanejamentos, induzidos ou espontâneos, de conjuntos de fatores ambientais da área de influência de atividades transformadoras, em decorrência da introdução de pelo menos uma intervenção ambiental. As alterações são classificadas como eventos ambientais de Classe 3. A elas também estão associados impactos ambientais adversos e benéficos. As alterações ambientais podem ser realizadas através de ações mecânicas, como é o caso dos movimentos de terra e das áreas de empréstimos. Mas também podem ser respostas espontâneas do ambiente, face à presença de uma ou mais intervenções ambientais. As alterações afetam a dinâmica do ambiente em que ocorrem e, a partir deste ponto, podem induzir a manifestação de vários processos, benéficos e adversos, denominados por fenômenos ambientais.

19 Conceitos dos eventos ambientais
Conceito de Fenômenos Ambientais - FEN Os fenômenos ambientais constituem qualquer processo ambiental capaz de transformar o comportamento e/ou da funcionalidade pré-existentes de um ou mais fatores ambientais, em decorrência da realização de pelo menos uma alteração ambiental. Os fenômenos são classificados como eventos ambientais de Classe 4. A um fenômeno ambiental sempre estará associado ou um impacto benéfico ou um impacto adverso. Em outras palavras, se por um período de tempo o fenômeno é adverso e, em seguida, ele se torna benéfico, devemos enquadrá-lo como dois fenômenos distintos no cenário da transformação do ambiente. Um fenômeno ambiental pode ser consequência de uma ou mais alterações ambientais. Quanto maior for o número de alterações ambientais causadoras de um mesmo fenômeno, maior será a sua capacidade de transformação ambiental, benéfica ou adversa.

20 Eventos ambientais Conceitos complementares
São denominados por eventos ambientais os fenômenos, as alterações, as intervenções e o empreendimento que as determinou, por força das tecnologias que utiliza. Todos os eventos possuem impactos ambientais associados, benéficos e/ou adversos (positivos e/ou negativos). Os impactos são transitivos, ou seja, na sequencia da transformação ambiental de uma região os impactos dos fenômenos são transferidos para as alterações que os causaram; os impactos das alterações transitam para as intervenções realizadas e, por fim, consolidam-se como impactos do empreendimento.

21 Impactos ambientais Conceito do CONAMA
Para fins desta Resolução, considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, diretamente ou indiretamente, afetam: A saúde, a segurança e o bem-estar da população; As atividades sociais e econômicas; A biota; As condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; A qualidade dos recursos ambientais. Texto da Resolução No 01/86 do CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente, de 23 de janeiro de 1986.

22 Impactos ambientais Considerações acerca Conceito do CONAMA
Serão somente as alterações das propriedades de ordem física, química e biológica aquelas capazes de afetar a saúde, a segurança e o bem-estar da população, as atividades econômicas e sociais, a biota etc? As alterações do comportamento social e econômico também não teriam estas capacidades? Serão somente as atividades humanas as responsáveis por efeitos sobre o ambiente? Não deveriam ser consideradas também, para oferecer universalidade ao conceito, as alterações ambientais não antropogênicas (vento, ciclones, chuva, erosão espontânea, assoreamentos decorrentes, erupções, sismos naturais, tsunamis)? A biota não é um recurso ambiental? Então porque destacá-la? As condições estéticas, em muitas oportunidades, não constituem questões de valor? Como é possível afirmar que qualquer alteração estética é um impacto ambiental? Aos olhos de quem? Não estaria faltando neste conceito a menção explícita ao fato de que os impactos ambientais podem ser adversos e benéficos?

23 Impactos ambientais Conceito do CONAMA revisado
Consideram-se impactos ambientais todos os efeitos sensíveis, benéficos ou adversos, provenientes da presença de vetores da transformação ambiental, antropogênicos ou não, que, direta ou indiretamente, afetem: A saúde e a segurança, presente e futura, dos indivíduos e das comunidades de que participam; As atividades sociais, econômicas e culturais, ocorrentes e previstas; A qualidade ambiental, presente e futura, dos recursos e fatores ambientais; A estabilidade, presente e futura, dos ecossistemas constituídos ou em transição; As possibilidades de reabilitação de recursos e fatores ambientais nas suas áreas de ocorrência.

24 Impactos ambientais Conceito do MAGIA
Consideram-se impactos ambientais os efeitos de qualquer ordem que sejam capazes de afetar o comportamento e/ou a funcionalidade pré-ocorrentes de pelo menos um fator ambiental, em decorrência da presença ou da manifestação de agentes transformadores, antrópicos ou não. As mudanças do comportamento e/ou da funcionalidade de um fator ambiental ocorrem em função das variações de transações de energia, matéria e informação, estabelecidas entre o fator e o sistema ecológico de que participa, beneficiando-o ou prejudicando-o.

25 Modelo da Transformação Ambiental
Estrutura conceitual do modelo Figura 2.5

26 Hipótese Global de Situações de Impacto
Pressupostos para a elaboração da HGSI Constitui um trabalho de equipe multidisciplinar, envolvendo engenheiros e especialistas ambientais. Toda a equipe debate sobre o mesmo empreendimento. Utiliza o mesmo Modelo de Transformação Ambiental (MTA). Realiza em conjunto o mesmo processo analítico. Tenta produzir um só cenário. Cenário esse estruturado segundo os mesmos conceitos. A sequencia de identificação da cadeia mais provável de eventos baseia-se no MTA. Causas e consequências de cada evento devem ser registradas. A liderança dos trabalhos é técnica e definida antes do seu início.

27 Hipótese Global de Situações de Impacto
Instrumentos e procedimentos de trabalho Lista tríplice de Intervenções, Alterações e Fenômenos: a equipe lista todos os eventos, iniciando com a engenharia identificando as Intervenções Ambientais. Organização da lista preenchida: a equipe organiza a lista procurando indicar os eventos em sua mais provável ordem de ocorrência, físicos, bióticos e antropogênicos. Árvore de Eventos Ambientais: esta é a melhor expressão da transitividade dos impactos. A equipe deve listar cada Intervenção e debater sobre as Alterações que dela decorrerão, considerando tanto as que acontecerão obrigatoriamente, quanto as que serão possíveis de ocorrer. A mesma prática deve ser adotada para as Alterações e seus Fenômenos derivados. Figura 2.6. Matriz de Impactos Ambientais: esta é a melhor expressão da sequencia da transformação ambiental. Trata-se da imagem matricial da árvore já construída, conforme a Figura 2.7.

28 Árvore de Eventos Ambientais
Figura 2.6

29 Matriz de Impactos Ambientais
Matriz de Impactos Ambientais – Usina Hidrelétrica (exemplo parcial) Intervenções ambientais Alterações ambientais Fenômenos ambientais Canteiro de obras Desmatamentos e limpezas de terreno Variação de processos erosivos Variação de processos de assoreamento Variação da emissão de particulados Variação da drenagem superficial Variação da abundância da flora Variação da biodiversidade da flora Variação de habitats preferenciais Evasão da fauna Variação da abundância da fauna Variação da biodiversidade da fauna Figura 2.7

30 As versões da HGSI Teste e aprimoramento da HGSI
Versão Inicial da HGSI: na abertura dos estudos ambientais. 2ª Versão da HGSI: após visita a campo, durante a caracterização do empreendimento. 3ª Versão da HGSI: no retorno das campanhas de campo. Versão Final da HGSI: ao fim dos diagnósticos ambientais. Uma questão objetiva: E se não houver visita a campo ou campanhas de campo, como ficam as versões da HGSI?

31 Conteúdo da HGSI Caracterização do empreendimento
Sugerimos que a caracterização do empreendimento seja realizada conforme consta do Termo de Referência dos estudos. Organize as informações em quatro itens, a saber: Finalidades, produção e mercados atendidos pelo empreendimento. Área de localização do empreendimento. Informações sobre o empreendimento nas etapas de projeto, obras e operação. Ameaças e oportunidades ambientais das etapas de projeto, obras e operação. A alternativa para caracterização do empreendimento, considerando apenas a sua fase de projeto, está apresentada no slide a seguir.

32 Conteúdo da HGSI Caracterização alternativa do projeto do empreendimento Localização, dimensões e capacidade produtiva projetada. Descrição do canteiro de obras. Descrição das unidades produtivas do empreendimento. Interferências e desapropriações previstas. Insumos construtivos previstos para as obras. Previsão de resíduos e de efluentes gerados pelas obras. Mão de obra prevista para ser alocada. Cronograma físico previsto para as obras. Ameaças e oportunidades ambientais decorrentes das obras previstas.

33 Conteúdo da HGSI Caracterização das intervenções ambientais
Nome da intervenção ambiental: normalmente todas as intervenções possuem um nome técnico ou apelido por meio do qual são conhecidas no mercado. Permanência: temporária ou permanente. Finalidade: descreve para que serve cada intervenção ambiental e apresenta suas dimensões e capacidades operacionais. Localização na área de intervenção: apresenta a localização de cada intervenção em plantas baixas do canteiro de obras ou do empreendimento. Documentação fotográfica: apresenta documentação visual acerca de cada intervenção. Lista das alterações ambientais derivadas: Discrimina as alterações ambientais causadas por cada intervenção e justifica de forma sumária o processo de causação.

34 Conteúdo da HGSI Caracterização das alterações ambientais
Nome da alteração ambiental: o nome de cada alteração é dado pelo consultor. Descrição da alteração ambiental: descreve o processo de realização de cada alteração ambiental, demonstrando suas causas, como função do empreendimento em estudo. Localização: apresenta, em planta baixa, a localização de cada alteração na área de influência considerada. Início previsto de sua realização: considerando a cronologia prevista de obras, com o início das obras de cada intervenção, é possível estimar a data (mês/ano) prevista para o início da realização ou manifestação de cada alteração. Permanência: podem ser permanentes ou temporárias. Especialmente as alterações de ordem física, tais como movimentos de terra e desmontes, são permanentes. Caso seja uma alteração temporária, deve ser prevista a duração de sua presença na área de influência. Documentação fotográfica: apresenta documentação visual acerca de cada alteração. Lista das alterações ambientais associadas: Discrimina as alterações ambientais associadas a cada alteração e justifica, de forma sumária, os motivos da associação. Lista dos fenômenos ambientais derivados: Discrimina os fenômenos ambientais causados por cada alteração e justifica, de forma sumária, os motivos de causação.

35 Conteúdo da HGSI Caracterização dos fenômenos ambientais
Nome do fenômeno ambiental: o nome de cada fenômeno é dado pelo consultor. Descrição da fenômeno ambiental: descreve o processo de manifestação de cada fenômeno, demonstrando suas causas, como função do empreendimento em estudo. Áreas de manifestação na área de influência: apresenta, em planta baixa, a localização estimada das manifestações de cada fenômeno na área de influência. Início previsto de suas manifestações: considerando as estimativas previstas para o início da realização de cada alteração é possível estimar o início das manifestações dos fenômenos delas derivados. Vale lembrar que podem ocorrer fenômenos ambientais que já se manifestam, independentes da presença do empreendimento sob estudo. Nestes casos, também devem ser considerados, mas seu início previsto não existe, dado que o evento já se encontra em andamento. Duração prevista de suas manifestações: considerando as alterações geradoras de cada fenômeno ambiental é possível estimar o tempo de manifestação de cada fenômeno delas derivados, considerando, a princípio, que nenhuma medida será realizada para otimizar seus impactos. Documentação fotográfica: apresenta documentação visual acerca de cada fenômeno (opcional). Lista de fenômenos ambientais associados: Discrimina os fenômenos ambientais associados a cada fenômeno e justifica, de forma sumária, os processos de associação.

36 Conteúdo da HGSI Considerações sobre o conteúdo da HGSI
Intervenções ambientais constituem obras de engenharia. Alterações ambientais constituem ações de manejo, que podem ter expressão aparente de obras de engenharia. Fenômenos ambientais constituem variações de processos ambientais. Por este motivo fica evidente que o nome de um fenômeno não deve indicar a priori se o impacto a ele associado é benéfico ou adverso. A primeira versão da HGSI servirá como elemento de suporte às atividades de campo e de diagnósticos, durante as quais ela estará sendo atualizada, ganhando mais aderência à realidade da área de interesse para os estudos. Uma vez concluída, ao fim dos trabalhos de diagnóstico, será a própria expressão do prognóstico ambiental para o comportamento da área de influência, face à presença do empreendimento.

37 Modelo para aplicação Nome da organização beneficiada
<Nome do projeto ou da organização para a qual se destina a operação>. Finalidades, produção e mercados atendidos <Interface de texto livre apresentando as finalidades do empreendimento, seus produtos, sua produção anual e os mercados a que atende ou tenciona atender>. Localização da planta <Interface contendo dois arquivos para visualização: (i) layout geral do empreendimento; (ii) localização geográfica da planta na área de influência, identificando estados, cidades, distritos e povoados lindeiros>. Informações preliminares de caracterização Unidades produtivas <Interface contendo a descrição das unidades permanentes e temporárias constituintes do empreendimento, com desenho e/ou documentação visual (fotografia ou vídeo)>. Localização das unidades <Interface contendo arquivo para visualização, com a localização geográfica das unidades em desenho, com base no desenho do layout geral apresentado>.

38 Modelo para aplicação Informações preliminares de caracterização
Cronologia das obras <Interface apresentando o cronograma previsto das obras as serem realizadas>. Canteiro de obras. <Interface contendo a caracterização do canteiro de obras, sua localização, unidades constituintes e desenho do canteiro vinculado ao layout geral do empreendimento>. Sistemas de melhoria do desempenho ambiental <Interface contendo a discriminação e caracterização dos sistemas de melhoria do desempenho ambiental previstos, associados ao empreendimento>. Máquinas e equipamentos <Interface contendo a discriminação e caracterização das máquinas, equipamentos e sistemas (inclusive, sendo o caso, usinas de concreto e asfalto, centrais de britagem, usinas de solos e outros) necessários à consecução das obras>. Mão de obra <Interface contendo o cronograma previsto de alocação de mão de obra, por nível de formação e locação, se em escritório ou no campo (canteiro de obras, escritório de gerenciamento das obras e nas vilas residencial e operária)>.

39 Modelo para aplicação Informações preliminares de caracterização Vilas
<Interface contendo a caracterização das vilas residencial e operária, com quantitativos das unidades constituintes. Destacar em arquivo anexado para visualização>. Estradas e caminhos <Interface contendo a caracterização das estradas de acesso e caminhos de serviço. Destacar em arquivo anexado para visualização>. Desmatamento e limpeza de terrenos <Interface contendo a caracterização das necessidades de desmatamento, com identificação dos tipos de vegetação e locação das áreas a serem desmatadas. Destacar em arquivo anexado para visualização>. Movimentos de terra e desmontes <Interface contendo a caracterização das necessidades de corte e aterro e de desmontes, com identificação expedita do solo. Destacar em arquivo anexado para visualização>. Interferências <Interface contendo a caracterização de possíveis interferências com infraestrutura existente e/ou projetada, com quantitativos. Destacar em arquivo anexado para visualização>.

40 Modelo para aplicação Informações preliminares de caracterização
Insumos construtivos <Interface contendo estimativas de insumos construtivos (areia, pedra, brita, madeira etc), bem como identificação, quantidades estimadas, estados fornecedores, fornecedores mais prováveis e possíveis meios de transporte>. Empréstimos <Interface contendo a caracterização e localização de jazidas e áreas de empréstimo ou definição das jazidas e áreas mais prováveis de serem utilizadas, com locação em desenho específico e distância do canteiro de obras>. Botaforas <Interface contendo a caracterização e localização das áreas de botafora ou definição das áreas mais prováveis de serem utilizadas, com locação em desenho específico e distância do canteiro de obras>. Resíduos sólidos <Interface contendo estimativas da geração de resíduos sólidos, fontes da geração, classificação do resíduo, geração média diária, tipo de acondicionamento e armazenagem local, tipo de tratamento local, coleta e transporte do resíduo gerado, tratamento e destinação>.

41 Modelo para aplicação Informações preliminares de caracterização
Efluentes líquidos <Interface contendo estimativas da geração de efluentes líquidos, fontes da geração, classificação do efluente, geração média diária, tipo de acondicionamento e armazenagem local, tipo de tratamento local, coleta e transporte do efluente gerado, tratamento e destinação>. Efluentes gasosos <Interface contendo estimativas da geração de efluentes gasosos, fontes da geração, classificação do efluente, geração média diária, tipo de tratamento e destinação>. Ameaças e oportunidades ambientais Ameaças <Interface contendo a discriminação e caracterização das ameaças ambientais potenciais>. Oportunidades <Interface contendo a discriminação e caracterização das oportunidades ambientais potenciais>.

42 Modelo para aplicação Início da cenarização ambiental
<Interface contendo a data de início da cenarização da transformação ambiental, em dd/mm/aaaa>. Gerência responsável <Interface contendo o nome completo do gerente responsável pelos trabalhos, telefone comercial fixo, celular e para contato>. Equipe técnica <Interface contendo nomes completos dos membros da equipe técnica, formação, função nos estudos, telefone comercial fixo, celular e para contato>. 1. Intervenções ambientais Nome da intervenção ambiental <Interface contendo o nome técnico ou apelido da intervenção ambiental>. Finalidade <Interface contendo as finalidades da intervenção dentro do processo construtivo ou produtivo>. Localização na área de influência <Interface contendo arquivo para visualização contendo a localização geográfica da intervenção>.

43 Modelo para aplicação Intervenções ambientais 2. Alterações ambientais
Natureza da intervenção <Interface para seleção se a intervenção é permanente ou temporária>. Planta e/ou documentação fotográfica <Interface contendo arquivo para visualização contendo a planta e/ou documentação fotográfica da intervenção>. Lista das alterações derivadas <Interface contendo listagem das alterações ambientais derivadas da intervenção>. Nova intervenção ambiental <Retorna ao campo 1 para introduzir uma nova intervenção>. 2. Alterações ambientais Nome da alteração ambiental <Interface contendo o nome técnico ou apelido da alteração ambiental>. Caracterização da alteração ambiental <Interface contendo a caracterização ambiental da alteração, ou seja, as formas com que ela se manifesta ou deverá se manifestar>.

44 Modelo para aplicação Alterações ambientais Causas
<Interface contendo outros empreendimentos co-localizados, intervenções ambientais e outras alterações ambientais que causam a alteração>. Localização na área de influência <Interface contendo arquivo para visualização contendo as áreas de manifestação previstas e realizadas da alteração ambiental>. Início das manifestações <Interface contendo a declaração das datas mm/aaaa de manifestação previstas e realizadas>. Duração das manifestações <Interface contendo a declaração da duração prevista e realizada ações da alteração ambiental>. Documentação fotográfica <Interface contendo arquivo para visualização contendo documentação fotográfica das manifestações efetivas da alteração>. Lista das intervenções geradoras <Interface contendo a listagem das intervenções ambientais geradoras da alteração>.

45 Modelo para aplicação Alterações ambientais 3. Fenômenos ambientais
Lista das alterações associadas <Interface contendo a listagem de eventuais alterações ambientais associadas, indicando se são causas ou consequências>. Lista dos fenômenos derivados <Interface contendo a listagem dos fenômenos ambientais derivados da alteração>. Nova alteração ambiental <Retorna ao campo 2 para introduzir uma nova alteração>. 3. Fenômenos ambientais Nome do fenômeno ambiental <Interface contendo o nome técnico ou apelido do fenômeno ambiental>. Caracterização do fenômeno ambiental <Interface contendo a caracterização ambiental do fenômeno, ou seja, as formas com que ele se manifesta ou deverá se manifestar>.

46 Modelo para aplicação Fenômenos ambientais Causas
<Interface contendo outros empreendimentos co-localizados, alterações ambientais e outros fenômenos ambientais que causam o fenômeno analisado>. Áreas de manifestação <Interface contendo arquivo para visualização contendo as áreas de manifestação, previstas e realizadas, do fenômeno ambiental>. Início das manifestações <Interface contendo a declaração das datas mm/aaaa de manifestação, previstas e realizadas>. Duração das manifestações <Interface contendo a declaração da duração, prevista e realizada, das manifestações do fenômeno ambiental>. Documentação fotográfica <Interface contendo arquivo para visualização contendo documentação fotográfica das manifestações efetivas do fenômeno>. Listas das alterações ambientais geradoras <Interface contendo a listagem das alterações ambientais geradoras do fenômeno>.

47 Modelo para aplicação Fenômenos ambientais
Listas dos fenômenos ambientais associados <Interface contendo a listagem de eventuais fenômenos ambientais associados, indicando se são causas ou consequências>. Novo fenômeno ambiental <Retorna ao campo 3 para introduzir um novo fenômeno ambiental>. Matriz de impactos ambientais <Interface para a elaboração da matriz de impactos ambientais relativa ao empreendimento>. Fim da Cenarização Ambiental <Interface contendo a data de fim da cenarização da transformação ambiental, em dd/mm/aaaa>.

48 Teoria Geral da Transformação Ambiental de uma região - © RKM, 2012
Grato a todos. A Teoria Geral da Transformação Ambiental Teoria Geral da Transformação Ambiental de uma região - © RKM, 2012


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