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Pentecostes (em grego antigo: πεντηκοστή [ ἡ μέρα], pentekostē [hēmera], "o quinquagésimo [dia]") é uma das celebraçőes importantes do calendário cristão,

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Apresentação em tema: "Pentecostes (em grego antigo: πεντηκοστή [ ἡ μέρα], pentekostē [hēmera], "o quinquagésimo [dia]") é uma das celebraçőes importantes do calendário cristão,"— Transcrição da apresentação:

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2 Pentecostes (em grego antigo: πεντηκοστή [ ἡ μέρα], pentekostē [hēmera], "o quinquagésimo [dia]") é uma das celebraçőes importantes do calendário cristão, e comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo. O Pentecostes é celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa. O dia de Pentecostes ocorre no décimo dia depois do dia da Ascensão de Jesus.

3 Festa da Colheita ou Sega - no hebraico hag haqasir. Por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse nome. (Ex 23.16)

4 Festa das Semanas - no hebraico, “hag xabu´ot”. A razão desse nome está no período de tempo entre a Páscoa e esta festa, que é de sete semanas. Esta festa acontece cinquenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o encerramento acontece com a colheita do trigo. (Ex 34.22; Nm 28.26; Dt 16.10)

5 Dia das Primícias dos Frutos - no hebraico “yom habikurim”. Este nome tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos primeiros frutos da terra colhidos naquela sega. (Nm 28.26)

6 O Pentecostes é evidentemente uma festa de origem agrícola sem nenhum motivo histórico. É provável que seja de origem mais tardia que a Páscoa e não tenha tomado forma até os israelitas se tornaram uma comunidade primariamente agrícola em Canaã. O começo da colheita do trigo corresponde a festa dos Ázimos. Quando a Páscoa e os Ázimos foram fundidas e fixadas no 14 de Nisã, a festa das semanas recebeu uma data regular no calendário, 7 semanas (50 dias) após a Páscoa.

7 O Pentecostes é mencionado mais frequentemente no Novo Testamento que no Antigo; recebe sua importância na fé e na liturgia cristãs do evento relatado em At 2, a descida do Espírito Santo sobre os discípulos, o dom das línguas, o discurso de Pedro e a formação da primeira igreja cristã. São Lucas faz do Pentecostes "o nascimento da igreja universal".

8 A efusão do espírito caracteriza a Igreja na pregação ao Evangelho. Lucas apresenta deliberadamente o contraste entre o grupo inativo e impreparado, reunido antes da descida do espírito e o ativo e eloquente orador que aparece no Pentecostes. Por meio do Espírito, a Igreja sente-se autorizada a cumprir a missão que lhe fora outorgada por Jesus.

9 “Ao anoitecer desse dia, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou.” (Jo 20.19) “Ao anoitecer desse dia, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou.” (Jo 20.19) “Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós.” (Jo 20.21) “Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós.” (Jo 20.21) “…Jesus soprou sobre eles, dizendo: «Recebei o Espírito Santo…»” (Jo 20.22) “…Jesus soprou sobre eles, dizendo: «Recebei o Espírito Santo…»” (Jo 20.22)

10 “Todos ficaram repletos do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem.” (At 2.4) “Todos ficaram repletos do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem.” (At 2.4) “Então Jesus disse-lhes: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Notícia a toda a humanidade.” (Marcos, Apêndice 15) “Então Jesus disse-lhes: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Notícia a toda a humanidade.” (Marcos, Apêndice 15)

11 os obriga a serem testemunhas de Cristo “O sacramento da confirmação, que imprime caráter, e pelo qual os batizados, continuando o caminho da iniciação cristã, são enriquecidos com o dom do Espírito Santo e vinculados mais perfeitamente à Igreja, fortalece-os e mais estritamente os obriga a serem testemunhas de Cristo pela palavra e ação e a difundirem e defenderem a fé.” (Cf. Direito Canónico, Cân. 879).

12 os obriga a serem testemunhas de Cristo “O sacramento da confirmação, que imprime caráter, e pelo qual os batizados, continuando o caminho da iniciação cristã, são enriquecidos com o dom do Espírito Santo e vinculados mais perfeitamente à Igreja, fortalece-os e mais estritamente os obriga a serem testemunhas de Cristo pela palavra e ação e a difundirem e defenderem a fé.” (Cf. Direito Canónico, Cân. 879).

13 Imposição das Mãos - O Bispo impõe as mãos sobre cada confirmando dizendo a oração: “Deus Todo-Poderoso, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, pela água e pelo Espírito Santo, fizestes renascer estes vossos servos, libertando-os do pecado, enviai-lhes o Espírito Santo Paráclito; dá- lhes, Senhor, o espírito de sabedoria e inteligência, o espírito de conselho e fortaleza, o espírito de ciência e piedade e enchei-os do espírito do vosso temor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo”.

14 Unção com o óleo do Santo Crisma - A seguir, o crismando com seu Padrinho, o qual coloca a mão sobre o ombro direito do afilhado, aproximam-se do Bispo. O crismando se possível ajoelha-se. O Bispo unge a fronte do crismando, dizendo a forma da Confirmação: “(Nome do crismando), recebe, por este sinal, o Dom do Espírito Santo”. R/Amen. “ A paz esteja contigo”. R/Amen.

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16  Quem pode receber o Sacramento do Crisma?  Com que idade se pode receber o Sacramento do Crisma?  Por que se tem de preparar para receber este Sacramento?  Este Sacramento precisa de Padrinho/Madrinha?  Quem administra o Sacramento da Confirmação?  Onde deve ser celebrado este Sacramento? Cân. 892 (Direito Canónico) Enquanto possível, assista ao confirmando um padrinho, a quem cabe cuidar que o confirmando se comporte como verdadeira testemunha de Cristo e cumpra com fidelidade as obrigações inerentes a esse sacramento. Cân. 893 (Direito Canónico) § 1. Para que alguém desempenhe o encargo de padrinho, é necessário que preencha as condições mencionadas no cân Cân. 874 (Direito Canónico) § 1. Para que alguém seja admitido para assumir o encargo de padrinho, é necessário que: 1° - seja designado pelo batizando, por seus pais ou por quem lhes faz as vezes, ou, na falta deles, pelo próprio pároco ou ministro, e tenha aptidão e intenção de cumprir esse encargo; 2° - Tenha completado dezasseis anos de idade, a não ser que outra idade tenha sido determinada pelo Bispo diocesano, ou pareça ao pároco ou ministro que se deva admitir uma exceção por justa causa; 3° - seja católico, confirmado, já tenha recebido o santíssimo sacramento da Eucaristia e leve uma vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir; 4° - não tenha sido atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada; 5° - não seja pai ou mãe do batizando. Cân. 889 (Direito Canónico) § 1. É capaz de receber a confirmação todo o batizado ainda não confirmado, e somente ele. § 2. Exceto em perigo de morte, para alguém receber licitamente a confirmação, se requer, caso tenha uso da razão, que esteja convenientemente preparado, devidamente disposto, e que possa renovar as promessas do batismo. Cân. 890 (Direito Canónico) Os fiéis têm a obrigação de receber tempestivamente esse sacramento; os pais, os pastores de almas, principalmente os párocos, cuidem que os fiéis sejam devidamente instruídos para o receberem e que se aproximem dele em tempo oportuno. A preparação serve para que o fiel conheça melhor a Igreja, Jesus e o Espírito Santo. A preparação deve servir para conduzir a uma união mais intima com Cristo e uma familiaridade maior com o Espírito Santo, sua ação, seus dons. Cân. 880 (Direito Canónico) 1. O sacramento da confirmação é conferido pela unção do crisma na fronte, o que se faz pela imposição da mão e pelas palavras prescritas nos livros litúrgicos aprovados. § 2. O crisma a se utilizar no sacramento da confirmação deve ser consagrado pelo Bispo, mesmo que o sacramento seja administrado por um presbítero. Cân. 881 (Direito Canónico) É conveniente que o sacramento da confirmação seja celebrado na igreja e dentro da missa; por causa justa e razoável, pode ser celebrado fora da missa e em qualquer lugar digno. Cân. 891 (Direito Canónico) O sacramento da confirmação seja conferido aos fiéis, mais ou menos na idade da discrição (7 anos completos), a não ser que a Conferência dos Bispos tenha determinado outra idade, ou haja perigo de morte, ou, a juízo do ministro, uma causa grave aconselhe outra coisa. Cân. 882 (Direito Canónico) O ministro ordinário da confirmação é o Bispo; administra validamente este sacramento também o presbítero que tem essa faculdade em virtude do direito comum ou de concessão especial da autoridade competente. Cân. 883 (Direito Canónico) Pelo próprio direito, têm a faculdade de administrar a confirmação: 1° - dentro dos limites de seu território, aqueles que pelo direito se equiparam ao Bispo diocesano; 2° - no que se refere à pessoa e, questão, o presbítero que, em razão de ofício ou por mandato do Bispo diocesano, batiza um adulto ou recebe alguém já batizado na plena comunhão da Igreja católica; 3° - no que se refere aos que se acham em perigo de morte, o pároco, e até qualquer sacerdote.


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