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Educação Ambiental Modo de abordagem no Escutismo Susana Serrazina, 2006 Apresentado em: Identidade Escutista>Método (www.caleidoscopio.online.pt)

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1 Educação Ambiental Modo de abordagem no Escutismo Susana Serrazina, 2006 Apresentado em: Identidade Escutista>Método (www.caleidoscopio.online.pt) Junho 2006www.caleidoscopio.online.pt

2 Índice 1.Educação Ambiental no Escutismo 2.O Jogo como instrumento 3.Diferentes modos de abordagem 4.Como agir? 5.Sugestões de leitura e utilização

3 1. Educação Ambiental no Escutismo  Nos textos que Baden-Powell deixou encontram-se frases como estas: “O estudo da natureza mostrar-vos-á as coisas belas e maravilhosas de que Deus encheu o mundo para vosso deleite...” “Procurai deixar o mundo um pouco melhor do que o encontrastes….” “O escuta protege as plantas e os animais.” “Deus permitiu-nos nascer num mundo repleto de beleza e maravilhas; Ele deu-nos não apenas os olhos para ver, mas também inteligência para o compreender.”

4 1. Educação Ambiental no Escutismo  Nos textos que Baden-Powell deixou encontram-se frases como estas: “Para aqueles que têm olhos para ver e ouvidos para escutar, a floresta é ao mesmo tempo um laboratório, um clube e um templo.” “... O Homem que é cego às belezas da Natureza perde metade dos prazeres da vida...” “... A Natureza brota de uma fonte pura e límpida. E nós, seres humanos seguimos o seu exemplo: limpamos o nosso espírito e purificamos o nosso sangue voltando de novo para o ar livre...” considerava a natureza como local privilegiado para o desenvolvimento físico e intelectual das crianças e jovens. Local propício ao desenrolar de diversas actividades atractivas.

5 1. Educação Ambiental no Escutismo  A base do escutismo está assim ligada à educação pela natureza e pelo ambiente.  Sendo, o grande objectivo do escutismo: Educar e desenvolver os jovens de forma a prepara-los para serem cidadãos responsáveis, com o sentido de "deixar o mundo um pouco melhor do que o encontraram”,  terá de ser uma das missões do dirigente o de animador ambiental e assim: - contribuir para o desenvolvimento nas crianças e jovens de conhecimentos, capacidades e atitudes que permitam contribuir para a preservação e recuperação do ambiente;

6 1. Educação Ambiental no Escutismo - criar neles sentimentos e valores positivos em relação à conservação da natureza; - promover neles uma sensibilidade e uma flexibilidade mental que incentive à criatividade e à iniciativa; - promover um trabalho conjunto para resolver os problemas do ambiente; - ensinar as crianças e os jovem a olhar além de si próprio e das suas comunidades, para uma consciência e sensibilização global. - contribuir para a sensibilização da população em geral;

7 2. O Jogo como instrumento  Haverá com certeza muitas formas de o fazer, mas a melhor forma é através do jogo.  Porque o jogo é a forma mais criativa, mais prática e mais estimulante de explorar e descobrir situações da realidade.  Através do jogo transmitem-se ideias e conhecimentos, exploram-se sonhos, incutem-se valores, formam-se consciências e atitudes.  O jogo permite ainda descobrir as regras, o respeito, o sentido das coisas e o significado das situações vividas.  o jogo é a forma mais agradável de educar.

8 3. Diferentes modos de abordagem  A melhor forma de ilustrar a relação entre as várias actividades que promovem a consciência ambiental, o amor pela terra e o compromisso para com ela é através dos diferentes modos de abordagem utilizados no escutismo.  São eles:  Imaginação  Experiência de Descoberta  Desafios de Aventura  Oportunidades de serviço  Compreensão  Partilha

9 Imaginação  A imaginação surge nos primeiros anos de vida, nos lobitos.  Para eles o mundo existe somente na imaginação e, sendo a consciência ambiental um assunto do coração, cabe ao dirigentes fazer tudo para a promover.  Há que passar os sonhos para acção, por exemplo, através de jogos onde é bastante importante o imaginário. É através do jogo que esses sonhos podem ser vividos e que se desperta para o início de uma consciência ambiental.

10 Experiências com os sentidos  As experiências com os sentidos permitem ao escuteiro estar atento, a descobrir novas coisas, novos sentimentos que não surgem somente por palavras ou imagens.  As actividades devem ser estruturadas de modo a explorar os 5 sentidos - o olfacto, o paladar, o tacto, a visão e a audição.  Estas experiências vão permitir que os rapazes e raparigas desenvolvam uma valorização emotiva e intuitiva do ambiente.

11 Experiências de descoberta  Cabe ao dirigentes serem orientadores de descoberta.  Os rapazes e raparigas, no seu desenvolvimento estão em constante descoberta (lobitos e exploradores), para eles a vida é uma viagem durante o qual se explora o mundo. Então há que aproveitar essa necessidade, pois permite transformar o poder de observação e o pensamento critico em instrumentos que serão muito úteis.  Eles têm o direito de aprender por eles próprios – o aprender fazendo.

12 Desafios de Aventura  Quando se fala de aventura associamos aos pioneiros, a necessidade que têm da aventura.  Eles sentem-se entusiasmados pela aventura do desconhecido e são as sensações mais fortes que ocorrem que serão mais tarde recordadas com entusiasmo.  A aventura permite que evoluam na aprendizagem de uma maior intimidade com a natureza e por sua vez permite uma evolução gradual de mudanças de atitude.

13 Oportunidades de serviço  As acções de serviço, permitem ao escuteiro uma aprendizagem activa, o crescimento de uma disponibilidade para o voluntariado e uma maior sensibilização ambiental.  Compete ao dirigente trabalhar juntamente com eles para em conjunto proporcionarem acções de serviço, que para além de contribuírem para a protecção do ambiente, estão a progredir no desenvolvimento pessoal enquanto pessoas, tendo sempre presente o conceito de dignidade humana.

14 Compreensão  A compreensão é uma aprendizagem activa.  Quando existe a necessidade de resolver algum problema os rapazes e raparigas devem de estar aptos para o solucionar.  O papel do escutismo é promover activamente essa aprendizagem de forma a suscitar nos rapazes e raparigas, a necessidade de resposta. É acima de tudo um processo que tem de vir de dentro e não ser imposto do exterior, tem de vir do coração.  O primeiro passo deve ser dado pelo coração e não pelo cérebro, e de seguida adquirir conhecimentos para apoiar as acções que promovam a protecção do ambiente.

15 Compreensão (cont.)  A aprendizagem, obtenção de conhecimentos, vai deste modo permitir promover valores e atitudes e relacionar várias experiências de vida.  Cabe aos dirigentes proporcionar situações de aprendizagem que obriguem a escolher entre respostas diferentes.

16 Partilha  A partilha, tal como os pontos anteriores, promove a consciência ambiental.  Promove a partilha de conhecimentos, a partilha de sonhos e a troca de sensações vividas.  Serão formas de proporcionar uma maior envolvência, sentir que o amigo sente o mesmo, sentir que quer saber mais, e assim despertar para a procura do saber, da informação, das competências, essencialmente, o primeiro patamar da Educação Ambiental.  O descobrir nos outros o entusiasmo das sensações vividas.

17 Como agir? O Dirigente deverá:  Promover a consciência ambiental Levando as suas unidades a lugares novos e interessantes, onde as suas experiências sejam entusiasmantes. Como por exemplo, parque naturais, a descida de rios, bem como outros locais pontuais de riqueza indiscutível, quanto ao seu valor natural.  Preparar as actividades com os elementos antes dela acontecer O que permite que eles aproveitem o máximo, porque se concentram na experiência e não na actividade em si. Não se pode dar de bandeja as actividades. Há que envolver em todo o processo os rapazes e raparigas, mesmo antes da actividade ocorrer.

18 Como agir ? (cont.)  Encorajar a explorar os seus sentimentos durante as actividades e a relaciona-los com acontecimentos passados. Ou seja, criar condições para ocorrência de uma grande envolvencia durante esses acontecimentos, proporcionar sentimentos emotivos bastante fortes com o contacto com o meio envolvente e permitir estabelecer relação com outros acontecimentos.  Promover jogos práticos e simples Com o intuito de sensibilização ambiental.

19 8. Sugestões de leitura e utilização  “Escuteiro Global – Um escutismo para a natureza e o ambiente”. Frank Opie. Publicações CNE.  “Ajuda a salvar o mundo – Programa de Recursos Naturais sobre Conservação” Organização Mundial do Movimento Escutista em colaboração com o WWF Internacional – Publicações CNE.  “ Um olhar musical pelos resíduos ” – Instituto dos Resíduos, Ministério do Ambiente.  “Natureza Jogos e Actividades” – Colecção Fichas – Associação para a Promoção da Criança (APAC).  “ Brincar com os sentidos ” – Jogos de educação Ambiental – Associação dos amigos do Parque Biológico de Gaia.

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