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Arquidiocese de Brasília Fundação Rainha da Paz Rádio Nova Aliança Diretrizes e Linhas Orientadoras para Programas Educativos "GUIA" para os Programadores.

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1 Arquidiocese de Brasília Fundação Rainha da Paz Rádio Nova Aliança Diretrizes e Linhas Orientadoras para Programas Educativos "GUIA" para os Programadores

2 Este “Guia” é dirigido aos responsáveis pela Programação Educativa nos Meios de Comunicação Social da Arquidiocese de Brasília. Descreve as Diretrizes e as Linhas Orientadoras contidas no Plano Orientador das Atividades de Educação da Fundação Rainha da Paz, FURPAZ. O Plano, elaborado pela Diretoria Executiva para as Atividades de Educação da FUNDAÇÃO tem, como um de seus objetivos, definí-las para que sejam colocadas em prática.

3 As Diretrizes e Linhas Orientadoras constituem um conjunto de intenções e indicações a serem consideradas na preparação dos programas e aqui estão apresentadas no propósito de: Oferecer os fundamentos necessários à elaboração de Programas Educativos a serem veiculados nos meios de comunicação social, mormente os de radiodifusão da Arquidiocese; Convidar seus programadores a refletirem sobre suas atividades e práticas, a fim de que as mesmas passem a constituir ação integrada aos Planos de Ação Pastoral da Igreja Católica de Brasília. Respeitadas as intencionalidades e particularidades, dos Programas, necessária e obrigatoriamente, tem que atender e ser coerente com:

4 As definições da Igreja Católica sobre a utilização dos meios de comunicação para a evangelização; Os interesses da Arquidiocese, explicitados nas Orientações Gerais da Ação Evangelizadoras da Igreja em Brasília; As finalidades da Fundação Rainha da Paz, expressas no seu Estatuto; O pensamento da Igreja sobre a educação; As definições da Legislação da Educação Brasileira para a utilização dos meios de comunicação social com fins educativos.

5 A Arquidiocese, a Fundação Rainha da Paz e a Rádio Nova Aliança esperam, com a divulgação destas proposições, estar estimulando e promovendo a evangelização e contribuindo, concreta e catolicamente, para a educação da sociedade através dos seus meios de comunicação social. A seguir estão descritas as diretrizes acompanhadas de orientações que ajudam para traçar os caminhos da prática. Diretrizes Linhas Orientadoras

6 A Programação Educativa via m.c.s. deve impregnar-se do caráter de Evangelização. A intenção de evangelizar é prioridade, seja qual for o propósito de cada Programa, devendo:  Estar presente nos conteúdos comunicados;  Incluir-se na estrutura dos programas;  Fundamentar-se nos Documentos da Igreja;  Enriquecer-se de pesquisas, debates, entrevistas e experiências que comuniquem a Boa Nova de Jesus Cristo.

7 A Programação Educativa via m.c.s. deve ter em vista os objetivos definidos nas “Orientações Gerais da Ação Evangelizadora” da Igreja Católica de Brasília. A intenção de participar e integrar-se nos Planos Arquidiocesanos, objetivamente, significa concentrar esforços em:  Caminhar em Comunhão;  Buscar o espírito de santidade na unidade;  Priorizar o atendimento à família cristã, à missão e à catequese;  Incentivar a “comunhão eclesial” entre educadores e formadores do DF.

8 A Programação Educativa via m.c.s circunscreve-se dentro das finalidades da Fundação Rainha da Paz. A intenção de contribuir para o alcance dessas finalidades, predominantemente educativas da FURPAZ pressupõe:  Educar a fé, o acreditar, o crer no projeto de Jesus Cristo;  Comunicar a Palavra, a Tradição, a Doutrina Social da Igreja;  Divulgar os documentos da Igreja;  Discutir questões que relacionem fé/ razão/ ciência;  Exaltar os valores fundamentais e cristãos da solidariedade e justiça a serviço do bem comum;  Abordar assuntos de promoção humana, social, e cultural, sobretudo a serviço dos menos favorecidos.

9 A Programação via m.c.s. inscreve-se nas definições legais da Educação Brasileira, a básica e a específica, referentes à utilização desses meios para fins educativos. O Atendimento a essa legislação exige:  O conhecimento das políticas, diretrizes e bases da educação nacional;  Adequação às definições Ministeriais e Interministeriais sobre o uso destes meios para fins de educação;  Atuação conjunta com os Sistemas de Ensino, de qualquer nível ou modalidade nas suas políticas, objetivos, organizações e programações.  Conhecimento das tendências pedagógicas atuais;  Propósito de divulgação educacional, cultural, pedagógica e de orientação profissional.

10 A contribuição para a educação integral manifesta-se nos seguintes propósitos:  Humanizar e personalizar o homem;  Elevar o nível de sua consciência;  Estimular a reflexão crítica;  Oferecer informações culturais, sociais e cientificas;  Atentar para o exercício da cidadania;  Valorizar o papel profissional;  Incentivar a disponibilidade aos serviços comunitários;  Converter os indivíduos em agentes ativos de transformações dos meios social e econômico. A Programação Educativa via m.c.s. deve oferecer conteúdos e apontar práticas pedagógicas mais conformes com o desenvolvimento integral da pessoa.


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