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HEPATITES VIRUSAIS LUIS TOMÉ. NOVEMBRO 2012 1 GENERALIDADES HEPATITES A e E HEPATITE B e D.

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1 HEPATITES VIRUSAIS LUIS TOMÉ. NOVEMBRO GENERALIDADES HEPATITES A e E HEPATITE B e D

2 SURTO AGUDO TEMPO VARIÁVEL APÓS INVASÃO DO VIRUS 2 QUASE SEMPRE ASSINTOMÁTICO

3 Hepatite A ou E: até 50 Hepatite B: até 180 Hepatite C: até 90 TEMPO DE INCUBAÇÃO. NO ADULTO, dias 3 SURTO AGUDO: FORMAS SINTOMÁTICAS

4 Pródromos Período de estado 4 SURTO AGUDO: FORMAS SINTOMÁTICAS

5 PRÓDROMOS ATÉ 3 SEMANAS Mal estar Anorexia, náuseas Abandono álcool e cigarros Artro. não migratória 5 Febre ligeira Rash

6 Prurido, Ictericia, colúria PERÍODO DE ESTADO 6 A icterícia pode durar 29 semanas

7 Os sintomas constitucionais diminuem de severidade quando surge a icterícia CERTOS DOENTES DESENVOLVEM ICTERÍCIA 7

8 Hepatomegália 80% Esplenomegália 20% CERTAS HEPATITES VIRUSAIS 8

9 FORMA FULMINANTE 1. Surge uma encefalopatia 2. Apenas em casos ictéricos 9 Perturbação estado ou conteúdo de consciência. Internamento imediato Não associada à infecção por VHC

10 SURTO AGUDO: QUASE SEMPRE ASSINTOMÁTICO ENZIMAS DE CITÓLISE: TRANSAMINASES 1. SUBIDA ATÉ 10 VEZES 2. DIMINUEM PARA QUALQUER CURSO 10

11 TRANSAMINASES POUCO TEMPO NOS VALORES CITADOS ALT 10 vezes 11

12 1. VS aumentada 2. Leucopenia, linfócitos atípicos 3. F. alcalina < três vezes 4. Nível da bilirrubina variável 12 OUTRAS ANOMALIAS LABORATORIAIS

13 FORMAS NÃO FULMINANTES 1. Dieta na tolerância do doente 2. Actividades do mesmo modo 13

14 A CLÍNICA E A BIOQUÍMICA NÃO PERMITEM DISTINGUIR AS HEPATITES ENTRE SI 14

15 HEPATITES VIRUSAIS GENERALIDADES 2. HEPATITES A E E

16 HEPATITE A, HEPATITE E VIRUS RNA 2. EXCRETADOS NA BILIS 3. NÃO CITOPÁTICOS 4. AUTOLIMITADAS

17 ESTAS HEPATITES PODEM SER PERIGOSAS EM CIRRÓTICOS COMPENSADOS 17 HEPATITE A, HEPATITE E

18 18 HEPATITE A, HEPATITE E PESQUISAR ANTICORPOS CLASSE M E G Classe M 2 a 6 meses após contacto

19 1. Transmissão fecal oral pessoas. Shangai. Mariscos 3. Temperatura confecção insuficiente 4. Geralmente indivíduos < 15 anos 5. Sempre mais séria nos adultos HEPATITE A 19

20 Colestase, Hepatite recidivante MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS DA HEPATITE A 20

21 Colestase MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS DA HEPATITE A 1.Icterícia em 30% dos adultos com hepatite A 1.Bilirrubina geralmente < 10 mg% 1.Declínio 2 semanas após máximo 1.Alguns casos: colestase prolongada (4 meses) 21

22 Hepatite recidivante 1.Maioria dos casos: resolução em 2 a 6 Semanas 1.Recidiva após aparente resolução: 3 a 20% 1.Pode haver mais que uma recidiva MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS DA HEPATITE A 22

23 Anti HVA. TOTAL Valor positivo em grande percentagem da população portuguesa 23

24 VIRUS HEPATITE E 1. Virus pequeno a RNA 2. Excretado nas fezes 3. 4 genótipos 24

25 HEPATITE E 25 NO OCIDENTE APARECE COMO UMA ZOONOSE RELACIONÁVEL COM UMA INFECÇÃO PORCINA CAUSADA PELO GENÓTIPO 3

26 HEPATITE E 1. Mais comum entre 15 e 40 anos. 2. Mais severa que hepatite A 3. Forma colestática em 60% dos casos 26 HEPATITE AGUDA ICTÉRICA

27 27 PANCREATITES AGUDAS HEMÓLISE, TROMBOCITOPENIA FENÓMENOS AI MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS VIRUS HEPATITE E

28 28 POLINEUROPATIAS PERIFÉRICAS GUILLAIN BARRÉ MENINGOENCEFALITES PARALISISAS CRANIANOS SÍNDROMA PIRAMIDAL MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS VIRUS HEPATITE E

29 29 HEPATITE E MUITO PERIGOSA GRÁVIDAS. FHF em 22% dos casos

30 30 Duque, V.; Ventura, C. et al First report of acute autochtonous hepatitis E in Portugal J.Infect Dev.Cries

31 31 HEPATITE E TRANSPLANTADOS DOENÇAS HEMATOLÓGICAS INFECTADOS COM VIH QUIMIOTERAPIA ANTI CANCEROSA PODE EVOLUIR A INFECÇÃO CRÓNICA EM DEPRIMIDOS

32 PESQUISAR RNA NO SORO OU NAS FEZES 32 HEPATITE E Virémia dura cerca de 2 semanas Excreção fezes cerca de 4 semanas

33 HEPATITES VIRUSAIS AGUDAS Generalidades 2. Hepatites A e E 3. Hepatites B e D

34 HEPATITE B 1. VIRUS A DNA 2. NÃO DIRECTAMENTE CITOPÁTICO 3. PERCUTÂNEA, PARENTÉRICA, SEXUAL 34

35 HEPATITE B 1. PRODROMOS: RASH, POLIARTRALGIA E FEBRE 2. POLIARTERITE NODOSA: AgHBs POSITIVOS 3. GLOMERULONEFRITE COMUM 35

36 HEPATITE B 1. VIRUS A DNA 2. DNA RODEADO POR AgHBc 3. CONJUNTO COM ENVÓLUCRO DE AGHBS 36

37 VIRUS DA HEPATITE B AgHBs: MARCA DA PRESENÇA DO VIRUS AcHBc: MARCA DE CONTACTO PRÉVIO COM O VIRUS AcHBs: MARCA DA ELIMINAÇÃO DO VIRUS AgHBe E DNA-VHB: MARCAS DA MULTIPLICAÇÃO VIRUSAL 37 COMPONENTES EM CIRCULAÇÃO

38 INFECÇÃO A VHB. FASES IMUNOTOLERÂNCIA REPLICATIVA. CLEARANCE NÃO REPLICATIVA 38

39 FASE 1. IMUNOTOLERÂNCIA REPLICAÇÃO VIRUSAL NÍVEIS ELEVADOS COMPROMISSO HEPÁTICO NULO AgHBe POSITIVO DNA FORTEMENTE POSITIVO ALT NORMAL HISTOLOGIA NORMAL SEM SINTOMAS 39

40 AgHBs + AgHBe + DNA + AcHBc + ALT FASE 1. IMUNOTOLERÂNCIA 40

41 FASE 1. IMUNOTOLERÂNCIA AgHBs +, AgHBe + AcHBc + DNA + ALT NORMAL 41

42 1.COMUM AQUISIÇÃO PERINATAL 1.PODE DURAR 10 A 30 ANOS 1.AgHBe ELIMINADO 2% AO ANO FASE 1. IMUNOTOLERÂNCIA 42

43 FASE 2. REPLICATIVA.CLEARANCE ORGANISMO ATACA VHB ATAQUES INTERMITENTES AO HEPATÓCITO INFECTADO SUBIDA DA ALT EM CADA ATAQUE. FLARE ASSINTOMÁTICOS OU SINTOMÁTICOS 43

44 AgHBs + AgHBe + DNA + AcHBc + IgM AcHBe + ALT 44 ORGANISMO ATACA VHB

45 AgHBs +, AgHBe + AcHBc +,ACHBc IgM + DNA + ALT ELEVADA 45 ORGANISMO ATACA VHB

46 ATAQUE BRUTAL ERRADICA VHB MAS DESTRÓI MACIÇAMENTE O FÍGADO HEPATITE FULMINANTE TRANSAMINASES milhares AgHBs NEGATIVO AcHBc, AcHBc, AcHBs POSITIVOS DNA negativo 46

47 AgHBs + AgHBe + DNA + AcHBc + IgM AcHBe + ALT ORGANISMO ATACA VHB. PERDA DE AgHBs AcHBs + 47

48 AgHBs NEGATIVO AcHBc +, AcHBe +, AcHBs + DNA NEGATIVO ALT NORMAL 48 ORGANISMO ATACA VHB COM PERDA DE AgHBs ELIMINA O VÍRUS, CURA A INFECÇÃO

49 AgHBs + AgHBe + DNA + AcHBc + IgM AcHBe + ALT AcHBs + 49 ORGANISMO ATACA VHB. PERDA DE AgHBs

50 AgHBs – AcHBc +, AcHBe –, AcHBs - DNA NEGATIVO ALT NORMAL 50 ATAQUE EFICAZ MODERADO COM PERDA DE AgHBs PERÍODO DE JANELA

51 NOS ADULTOS UM ATAQUE EFICAZ OCORRE NOS 6 MESES SUBSEQUENTES AO CONTACTO COM O VIRUS. VHB DEIXA DE SE MULTIPLICAR. AgHBs É ELIMINADO. SITUAÇÃO MAIS USUAL NOS ADULTOS SE AgHBs NÃO ELIMINADO AOS 6 M, O DOENTE DIZ-SE PORTADOR CRÓNICO. 51

52 AgHBs + AgHBe + DNA + AcHBc + IgM AcHBe + ALT ATAQUE INEFICAZ ou seja SEM PERDA DE AgHBsPORTADOR CRÓNICO Sem AgHBe AcHBc + AgHBs + 52

53 AgHBs +, AgHBe - AcHBc +, AcHBe +, AcHBs – DNA POSITIVO TÍTULO BAIXO ALT NORMAL 53 PORTADOR CRÓNICO. ALT NORMAL

54 AgHBs + AgHBe + DNA + AcHBc + IgM ALT PORTADOR CRÓNICO Com AgHbe AcHBc + AgHBe + AgHBs + DNA + 54 ATAQUE INEFICAZ ou seja SEM PERDA DE AgHBs

55 AgHBs +, AgHBe + AcHBc +, ACHBe -, AcHBs - DNA + ALT NORMAL 55 PORTADOR CRÓNICO. ALT NORMAL

56 AgHBs + AgHBe + DNA + AcHBc + IGM ALT SUCESSIVOS ATAQUES INEFICAZES 56 PORTADOR CRÓNICO. DOENÇA HEPÁTICA EVOLUTIVA

57 SITUAÇÃO RARA NOS ADULTOS MÚLTIPLOS ATAQUES INEFICAZES HEPATITE CRÓNICA. CADA ATAQUE É MAIS UM PASSO NA CONSTITUIÇÃO DE UMA CIRROSE ALT ELEVADA COM FLARES AgHBs +, AgHBe + DNA POSITIVO OSCILANTE 57

58 FASE 2. REPLICAÇÃO. CLEARANCE. ORGANISMO ATACA VHB 1.ASSINTOMÁTICOS 2.SINTOMAS COMO NA HEPATITE AGUDA 3.DESCOMPENSAÇÃO HEPÁTICA 58

59 OS ATAQUES AO VIRUS CONTINUAM HEPATITE CRÓNICA SEVERA CIRROSE COMPENSADA CIRROSE DESCOMPENSADA CADA VEZ MAIS NECROSE, CADA VEZ MAIS FIBROSE 59

60 PROGRESSÃO INFECÇÃO AGUDA INFECÇÃO CRÓNICA IDADE NA ALTURA DA INFECÇÃO PERINATAL ENTRE 1 E 5 ANOS IDADE ADULTA 90% 20 A 50% <10% 60

61 HEPATITE CRÓNICA A VHB. AMINOTRANSFERASES NORMAIS ELEVAÇÃO LIGEIRA ELEVAÇÕES AGUDAS ATÉ 50 X 61

62 1. 90 % dos casos recuperam 2. 8 % hepatites crónicas 3. 2 % evoluem a uma cirrose HEPATITE B. INFECÇÃO ADQUIRIDA IDADE ADULTA 62

63 SE CONSEGUIRMOS BLOQUEAR A MULTIPLICAÇÃO DO VHB ESTABILIZAMOS A DOENÇA TRATAMENTO 63

64 DOENTES AgHBe POSITIVOS DNA > UI.ML ALT > 2 X NORMAL TRATAR. 64

65 TRANSAMINASES INFERIORES A 2 VEZES. TRATAR SE 1.FLARES MÚLTIPLOS 2.ICTERÍCIA NOS FLARES 3.HISTOLOGIA SEVERA OU AVANÇADA. BH 4.SE < 40 ANOS E NIVEIS DE DNA ELEVADOS A RESPOSTA É POUCO FREQUENTE NESTES DOENTES DOENTES AgHBe POSITIVOS 65

66 TRATAMENTO ESTIMULAM AS DEFESAS: INTERFERÃO IMPEDEM A MULTIPLICAÇÃO: ANÁLOGOS 66

67 TRATAMENTO DA INFECÇÃO CRÓNICA A VHB INTERFERÃOANÁLOGOS DURAÇÃO RESISTÊNCIAS DURABILIDADE EFEITOS SECUNDÁRIOS LIMITADA DESCONHECIDAS HABITUAL COMUNS INDEFINIDA RARAS RARA RAROS 67

68 TRATAR UMA DOENTE JOVEM, COM UMA HEPATOPATIA COMPENSADA DESEJANDO ENGRAVIDAR NO FUTURO PRÓXIMO INTERFERÃO 68

69 TRATAR UM CIRRÓTICO DESCOMPENSADO ANÁLOGOS 69

70 ANÁLOGOS TENOFOVIR ENTECAVIR ATENÇÃO AO RIM DOENTES NAIVE 70

71 HEPATITE B. PREVENÇÃO Transmitida pelos indivíduos AgHBs ou AcHBc positivos. 71

72 Frequência dos portadores em Coimbra 6 por cada 1000 dadores. AgHBs 72

73 1. Picadas acidentais 2. Mãe filho 3. Contactos sexuais 4. Transplantados hepáticos 73 HEPATITE B

74 TRANSMISSÃO PELO CONTACTO SEXUAL 50 % das mulheres com contacto sexual regular com um AgHBs positivo tinham sido infectadas. Tomé, L

75 HORAS APÓS EXPOSIÇÃO Filhos de AgHBs positivas 400 UI Expostos a sangue infectado 800 UI Ig especifica para a hepatite B Hepuman: 400 UI por 2ml 75

76 VACINAS 1.Seguras 1.Eficazes em mais de 90% dos indivíduos 1.Activas contras todos os tipos de VHB 76

77 Três doses: 0, 1 e 6 meses Intra-muscular, no deltóide VACINA: PRODUTOS DE RECOMBINAÇÃO Engerix B, 20 ug por ml 77

78 Vacinar apenas grupos de risco: maus resultados na erradicação Vacinação. Obrigatória 12.07: 171 países tinham introduzido a vacina no programa vacinal 78

79 Causada pelo virus delta apenas em AgHBs positivos anti delta, classe M HEPATITE D 79

80 Rara no nosso ambiente geográfico 80 HEPATITE D


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