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E STUDO DE C ASOS Projeto: “Administração Financeira e Social em Cooperativas Agropecuárias de Minas Gerais” Objetivo geral: Identificar e analisar os.

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1 E STUDO DE C ASOS Projeto: “Administração Financeira e Social em Cooperativas Agropecuárias de Minas Gerais” Objetivo geral: Identificar e analisar os principais problemas de ordem financeira e social que assolam as cooperativas agropecuárias de Minas Gerais.

2 E STUDO DE C ASOS Metodologia:  Pesquisa exploratória: aplicação de questionários e coleta de informações secundárias (balanços, atas de assembléias, etc.);  Amostragem intencional: dezenove cooperativas agropecuárias (aproximadamente 10% do total);  Análise de balanços e descrição das informações qualitativas.

3 E STUDO DE C ASOS

4 Análise Vertical do BP e entrevistas:  Preocupação com a liquidez (maior parte dos investimentos no curto prazo);  Redução da participação do PL na estrutura patrimonial (falta de atratividade para os investimentos dos associados);  Os investimentos em capital próprio são originados de incorporação de sobras (quase não há distribuição em dinheiro);  Dificuldades para obtenção de financiamentos externos;  Pouca agregação de valor aos produtos dos cooperados.

5 E STUDO DE C ASOS

6 Análise Vertical da DRE e entrevistas:  Pequena redução dos custos, aumento das deduções, das despesas operacionais e do resultado negativo de atos não cooperativos;  Consequência: redução do aproveitamento da receita;  Como as sobras representam a principal fonte de incremento do PL, os problemas de falta de recursos próprios se acentuam;  O comportamento oportunista dos associados inibe estratégias de maior aproveitamento da receita;  Raras são as iniciativas de programas de Organização do Quadro Social (OQS) e Educação Cooperativista.

7 E STUDO DE C ASOS

8 Análise de quocientes de rentabilidade e entrevistas:  O retorno ao capital próprio passou de 24% a.a., em 2004, para 12% a.a., em 2007;  Inversão da tendência em 2007?  O ganho de 12% a.a., em 2007, embora superior ao de alguns ativos financeiros no período, não pode ser considerado efetivo, pois o capital não é base para distribuição de sobras;  Dentre as 19 cooperativas da amostra, apenas 4 pagam juros ao capital (máximo de 12% a.a.).

9 E STUDO DE C ASOS

10 Análise de quocientes de liquidez:  Liquidez Imediata em torno de 0,2 no período;  Liquidez Seca sempre superior à unidade (capacidade de liquidar dívidas de curto prazo sem recorrer a estoques);  Liquidez Corrente em torno de 1,5 no período;  Liquidez Geral apresentou tendência de elevação.

11 E STUDO DE C ASOS

12 Análise de quocientes de garantia de capitais e entrevistas:  Aumento considerável na utilização de capital de terceiros (68% para 74%);  Esse foi o motivo para a realização de investimentos mais conservadores, isto é, com maior nível de liquidez;  A pequena participação do PELP no total das exigibilidades é reflexo das dificuldades de acesso ao crédito descritas pelos administradores;  Abandono de atividades complementares (fornecimento de combustíveis, comércio varejista, etc.).

13 E STUDO DE C ASOS

14 Análise de indicadores de eficiência social e entrevistas:  O crescimento do número de associados foi extremamente baixo no período;  Em média, pouco mais da metade dos associados participam ativamente das cooperativas;  A participação em assembléias é pouco significativa (algo em torno de 10% do quadro social);  Cada funcionário das cooperativas agropecuárias mineiras “responde” por cerca de 20 associados (ausência de profissionais capacitados a gerenciar esse tipo de instituição).

15 COSIF Definição: Plano contábil das instituições financeiras do sistema financeiro nacional Normativo: Circular 1273, de 29 de dezembro de 1987 Cooperativas de crédito: Letra “R”

16 COSIF 1. Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo 1.1. Disponibilidades Caixa Depósitos bancários 1.2. Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações em depósitos de poupança 1.3. Títulos e Valores Mobiliários Livres Títulos de renda fixa (aplicações na central, etc.) Cotas de fundos de investimento Títulos de renda variável

17 COSIF 1. Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo 1.4. Relações Interfinanceiras Centralização financeira – cooperativas Depósitos nas cooperativas centrais 1.5. Relações Interdependências Transferências internas de recursos 1.6. Operações de Crédito Empréstimos e títulos descontados Adiantamento a depositantes Empréstimos Títulos descontados

18 1. Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo 1.6. Operações de Crédito Financiamentos Financiamentos rurais e agroindustriais Financiamentos rurais (livres) Financiamentos rurais (repasses) Financiamentos agroindustriais (-) Provisão para operações de crédito Provisão para empréstimos e títulos descontados Provisão para financiamentos Provisão para financiamentos rurais e agroindustriais COSIF

19 1. Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo 1.8. Outros Créditos Avais e fianças honrados Rendas a receber Serviços prestados a receber Outras rendas Diversos Adiantamentos e antecipações salariais Adiantamentos para pagamento de nossa conta Cheques a receber 1.9. Outros Valores e Bens Despesas antecipadas COSIF

20 2. Permanente 2.1. Investimentos Participação em coligadas e controladas no país Participação na central Outras participações 2.2. Imobilizado de Uso Imóveis de uso Imóveis (-) Depreciação acumulada Instalações, móveis e equipamentos de uso Instalações, etc. (-) Depreciação acumulada COSIF

21 2. Permanente 2.2. Imobilizado de Uso Outros Sistemas de comunicação Sistemas de processamento de dados Sistemas de segurança (-) Depreciação acumulada 2.4. Diferido Gastos de organização e expansão Gastos (-) Amortização acumulada COSIF

22 4. Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo 4.1. Depósitos Depósitos à vista Pessoas físicas Pessoas jurídicas Depósitos sob aviso prévio Depósitos de aviso prévio Depósitos a prazo 4.4. Relações Interfinanceiras Repasses interfinanceiros Recursos de crédito rural Outros recursos COSIF

23 4. Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo 4.5. Relações Interdependências Recursos em trânsito de terceiros Recebimento de contas de água, luz, telefone, etc Obrigações por empréstimos e repasses Empréstimos no país – instituições oficiais Empréstimos no país – outras instituições Empréstimos no exterior Repasses do país – instituições oficiais Crédito rural Outros repasses COSIF

24 4. Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo 4.9. Outras Obrigações Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados Recebimentos de contribuições previdenciárias Recebimentos de tributos estaduais e municipais Recebimentos de tributos federais Sociais e estatutárias Fates Sobras líquidas a distribuir Cotas de capital a pagar Fiscais e previdenciárias Impostos e contribuições diversos Diversas Salários a pagar COSIF

25 5. Resultados de Exercícios Futuros 6. Patrimônio Líquido 6.1. Patrimônio Líquido Capital social Cotas – país (-) Capital a realizar Reservas de lucros Reserva legal Sobras ou perdas acumuladas Sobras ou perdas acumuladas COSIF

26 7. Contas de Resultado Credoras 7.1. Receitas Operacionais Rendas de operações de crédito Rendas de adiantamentos a depositantes Rendas de empréstimos Rendas de títulos descontados Rendas de financiamentos Rendas com títulos e valores mobiliários Rendas de títulos de renda fixa Rendas de títulos de renda variável Rendas de aplicações em fundos de investimento COSIF

27 7. Contas de Resultado Credoras 7.1. Receitas Operacionais Rendas de prestação de serviços Rendas de cobrança Rendas de outros serviços Rendas de participações Rendas de ajustes de inv. em coligadas/controladas Outras receitas operacionais Rendas de créditos vinculados ao crédito rural Rendas de repasses interfinanceiros Ingressos de depósitos intercooperativos Reversão de provisões operacionais COSIF

28 7. Contas de Resultado Credoras 7.3. Receitas Não-operacionais Lucros em transações de valores e bens Lucros na alienação de investimentos Lucros na alienação de imobilizado Rendas de aluguéis COSIF

29 8. Contas de Resultado Devedoras 8.1. Despesas Operacionais Despesas de captação Despesas de depósitos de aviso prévio Despesas de depósitos a prazo Despesas por obrigações por empréstimos e repasses Despesas de repasses Despesas de participação Despesas de ajustes em inv. em coligas/controladas COSIF

30 8. Contas de Resultado Devedoras 8.1. Despesas Operacionais Despesas administrativas Água, energia e gás Aluguéis Comunicações Honorários Pessoal Material Propaganda e publicidade Outras COSIF

31 8. Contas de Resultado Devedoras 8.1. Despesas Operacionais Aprovisionamentos e ajuste patrimoniais Amortização Depreciação Provisões operacionais Outras despesas operacionais Iss Cofins Pis Descontos concedidos Juros sobre capital social COSIF

32 8. Contas de Resultado Devedoras 8.3. Despesas Não-operacionais Prejuízos em transações de valores e bens Prejuízos na alienação de investimentos Prejuízos na alienação de imobilizado Outros 8.9. Apuração de Resultado Imposto de renda Contribuição social sobre o lucro líquido Outras COSIF

33 B ALANÇO P ATRIMONIAL ContaCoeficienteContaCoeficiente AC e RLP95,44PC e ELP43,12 Disponibilidades1,01 Depósitos41,19 Títulos e val. mob.18,52 À vista8,54 Relações interf.1,39 Aviso prévio32,65 Oper. crédito74,13 Relações interd.0,13 AD0,27 Outras obrigações1,79 Cheque especial1,76 Fates0,82 NP71,89 Fiscais e previd.0,34 Descontos1,42 Salários a pagar0,49 (-) Provisão(1,21) Prov. de desp. Adm.0,14 Outros créditos0,39PL56,88 PERMANENTE4,56 Capital social46,15 Investimentos2,62 Reserva legal2,82 Imobilizado1,80 Sobras acumuladas7,91 Diferido0,14

34 RECEITA DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ,12 Operações de crédito ,29 Títulos e valores mobiliários51.086,88 Ingressos de depósitos intercooperativos24.948,95 (-) DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA(93.534,71) Despesas de captação(91.212,64) Provisão para créditos de liquidação duvidosa(2.142,07) (=) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ,41 (+) OUTRAS RECEITAS / DESPESAS OPERACIONAIS( ,25) Receitas de prestação de serviços26.555,70 Despesas de pessoal(89.719,81) Outras despesas administrativas(77.032,79) Aprovisionamento e ajustes patrimoniais(9.675,43) Outras despesas operacionais(682,08) Outras receitas operacionais1.790,16 (=) RESULTADO OPERACIONAL ,16 (-) RESULTADO NÃO-OPERACIONAL(1.161,23) (=) RESULTADO ANTES DO IR E CSLL ,39 (-) IMPOSTOS(1.256,27) (=) SOBRAS OU PERDAS ,12

35 RECEITA DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA100,00 Operações de crédito82,70 Títulos e valores mobiliários11,62 Ingressos de depósitos intercooperativos5,67 (-) DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA21,23 Despesas de captação20,75 Provisão para créditos de liquidação duvidosa0,49 (=) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA78,77 (+) OUTRAS RECEITAS / DESPESAS OPERACIONAIS33,84 Receitas de prestação de serviços6,04 Despesas de pessoal20,41 Outras despesas administrativas17,52 Aprovisionamento e ajustes patrimoniais2,20 Outras despesas operacionais0,16 Outras receitas operacionais0,41 (=) RESULTADO OPERACIONAL44,93 (-) RESULTADO NÃO-OPERACIONAL0,26 (=) RESULTADO ANTES DO IR E CSLL45,19 (-) IMPOSTOS0,29 (=) SOBRAS OU PERDAS44,91

36 A NÁLISE F INANCEIRA Indicadores de Solvência:  Encaixe;  Cobertura Voluntária;  Provisionamento; etc. Indicadores de Estrutura:  Capitalização;  Alavancagem;  Endividamento interbancário; etc. Indicadores de Rentabilidade e Crescimento:  Rentabilidade do Patrimônio Líquido;  Evolução das operações de crédito; etc.

37 INDICADORES DE SOLVÊNCIA Encaixe (E): E = Disponibilidades / Depósitos à vista (1,28) Cobertura Voluntária (CV): CV = Disponibilidades / Passivo Real (0,11) Provisionamento (P): P = Prov. créditos liquid. duvidosa / Operações de crédito (0,05)

38 • Comprometimento (C): C = Prov. créditos liquid. duvidosa / PL (0,10) • Volume de Crédito (VC): VC = Operações de crédito / PL (2,01) • Adiantamento a Depositantes X Depósitos à Vista: ADxDV = AD / Depósitos à vista (0,09) INDICADORES DE SOLVÊNCIA

39 • Depósitos Totais X Operações de Crédito: DTxOC = Depósitos totais / Operações de crédito (1,44) • Reserva de Liquidez (RL): RL = Ativos Líquidos / Depósitos totais (-) INDICADORES DE SOLVÊNCIA

40 • Capitalização (C): C = PL / Passivo Real (0,29) • Alavancagem (A): A = Captação total / PL (2,99) • Imobilização do Capital Próprio (ICP): ICP = Imobilizado / PL (0,20) I NDICADORES DE E STRUTURA

41 • Depósitos Totais X Ativo Total: DTxAT = Depósitos totais / Ativo total (0,61) • Utilização de Capitais de Terceiros (UCT): UCT = Passivo / Passivo + PL (0,69) • Endividamento Interbancário (EI): EI = Recursos interbancários / Passivo (0,035) I NDICADORES DE E STRUTURA

42 • Despesas Operacionais X Captação Total: DOxCT = Despesas operacionais / Captação total (0,16) • Rentabilidade do Patrimônio Líquido (RPL): RPL = Resultado Líquido / PL (0,07) • Evolução das Operações de Crédito (EOC): EOC = Oper. último período / Oper. período anterior (1,02) I NDICADORES DE R ESULTADO E C RESCIMENTO

43 • Evolução da Captação Total (ECT): ECT = Captação do último período / Captação do período anterior (1,03) • Evolução do Ativo Total (EAT): EAT = Ativo do último período / Ativo do período anterior (1,03) I NDICADORES DE R ESULTADO E C RESCIMENTO

44 RISCOS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Variação de taxa de juros; Crédito; Liquidez; Mercado; Tecnológico; Legal; etc.

45 RISCO DE VARIAÇÃO DE TAXA DE JUROS Exemplo: Taxa para captação = 16% a.a. (1 ano) Taxa de aplicação = 18% a.a. (2 anos) Resultado do primeiro ano = 2% Resultado do segundo ano = ? Necessidade de captar novos recursos

46 Risco de Refinanciamento: “ Referente à possibilidade de que o custo de renovação ou recontratação de recursos seja superior à taxa de retorno de investimentos em ativos. ” (Saunders, 2000) RISCO DE VARIAÇÃO DE TAXA DE JUROS Ativos de prazo mais longo que passivos

47 Risco de Reinvestimento: “ Referente à possibilidade de que o ganho de reaplicação de recursos seja inferior ao custo de captação dos passivos. ” (Saunders, 2000) RISCO DE VARIAÇÃO DE TAXA DE JUROS Passivos de prazo mais longo que ativos

48 Medidas de redução:  Compatibilização de prazos;  Indexação das taxas de juros. Modelo de Prazo de Vencimento:  Mensura o nível de risco associado à variação da taxa de juros;  Trabalha com o valor presente do PL da instituição;  Pressuposições básicas: Taxas de juros pré-fixadas; Pagamento dos juros ao final de cada período; Pagamento do principal ao final do período de contratação da dívida. RISCO DE VARIAÇÃO DE TAXA DE JUROS

49 Valor Presente (VP): V = N / (1 + i) n VP = FC x 1/(1 + i) n Valor Presente Líquido (VPL): VPL = ∑ FC x 1/(1 + i) n FJVP = 1/(1 + i) n (tabela financeira) RISCO DE VARIAÇÃO DE TAXA DE JUROS

50 Ativo Passivo e PL Total = 200 Passivo Exigível = 160 Patrimônio Líquido = 40 Dados: M a = 3 anos (prazo médio ponderado dos ativos) M p = 1 ano (prazo médio ponderado dos passivos) Aplicação (ativo) = 10% a.a. Captação (passivo) = 9% a.a. Taxa de juros básica = 10% a.a.

51 Situação atual: VPL A = $ 200,00 VPL P = $ 158,54 VPL PL = $ 41,46 Situação hipotética (elevação de 1 p.p. na taxa básica): VPL A1 = $ 195,11 VPL P1 = $ 157,12 VPL PL1 = $ 37,99 RISCO DE VARIAÇÃO DE TAXA DE JUROS ∆VPL = 8,4%

52 R ISCO DE C RÉDITO Resolução 2682/99: Dispõe sobre critérios de classificação das operações de crédito e regras para constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa Nível de Risco AtrasoProvisão AA-0,0% A Até 15 dias 0,5% B Entre 15 e 30 dias 1,0% C Entre 31 e 60 dias 3,0% D Entre 61 e 90 dias 10,0% E Entre 91 e 120 dias 30,0% F Entre 121 e 150 dias 50,0% G Entre 151 e 180 dias 70,0% H Acima de 180 dias 100,0%

53 R ISCO DE C RÉDITO Política de Crédito (Pessoa Física): NotaRiscoProvisãoObservação 100 a 125 AA0,0% Sem risco 126 a 150 A0,5% Sem risco 151 a 175 B1,0% Baixo risco 176 a 200 C3,0% Médio risco 201 a 225 D10,0% Não conceder 226 a 250 E30,0% Não conceder 251 a 275 F50,0% Não conceder 276 a 300 G70,0% Não conceder 301 a 328 H100,0% Não conceder

54 • Política de Crédito (Pessoa Jurídica): NotaRiscoProvisãoObservação 100 a 125 AA0,0% Sem risco 126 a 150 A0,5% Sem risco 151 a 175 B1,0% Baixo risco 176 a 200 C3,0% Médio risco 201 a 220 D10,0% Não conceder 221 a 240 E30,0% Não conceder 241 a 260 F50,0% Não conceder 261 a 280 G70,0% Não conceder 281 a 300 H100,0% Não conceder R ISCO DE C RÉDITO

55 R ISCO DE L IQUIDEZ • Classificação de Singulares: NotaRiscoObservação 100 a 125 AA Sem risco 126 a 150 A Sem risco 151 a 175 B Baixo risco 176 a 200 C Médio risco 201 a 220 D Médio risco 221 a 240 E Alto risco 241 a 260 F Alto risco 261 a 280 G Altíssimo risco 281 a 300 H Altíssimo risco


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