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TÉCNICAS DE RECREAÇÃO Aulas 06 e 07 – PECULIARIDADES DOS ESPAÇOS DE RECREAÇÃO.

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1 TÉCNICAS DE RECREAÇÃO Aulas 06 e 07 – PECULIARIDADES DOS ESPAÇOS DE RECREAÇÃO

2 AVALIAÇÃO • PERGUNTAS SOBRE A ENTREVISTA COM PATCH ADAMS: 1)QUEM É PATCH ADAMS E QUAL O SEU GRANDE LEGADO? 2)ELE FICOU RICO COM SUA PROPOSTA INOVADORA? POR QUE? 3)QUAL A OPINIÃO DO VERDADEIRO PATCH ADAMS SOBRE O FILME HOMÔNIMO?

3 ESCOLAS • A recreação na escola é, talvez, o mais antigo trabalho de recreação profissional conhecido. • Os professores de sala ou de educação física tradicionalmente desenvolvem atividades com finalidades de melhoria psicomotora e sociocultural dos alunos. • Contudo, tem se tornado cada vez mais frequente o uso da recreação de modo mais amplo, inclusive fora do tempo e de espaço formais de aula. • Neste caso, há tanto atividades “produtivas” como as que são “lúdicas por si só”.

4 ESCOLAS • A recreação na escola acontece em 02 momentos. • Durante a aula e fora do horário de aula. • O Calendário Escolar proporciona eventos em que se podem desenvolver atividades e técnicas recreativas. • As atividades mais comuns são festas, gincanas, matroginástica, programas de férias, festivais de dança ou música, concursos e outros. • Fora da escola tem-se os acampamentos, acantonamentos, visitas técnicas e estudos do meio.

5 ESCOLAS • Os programas de férias são atividades feitas durante o recesso escolar. • A escola abre suas portas para os alunos e familiares, promovendo atividades eminentemente lúdicas. • O intuito é entretê-las e gerar um vínculo afetivo com o ambiente. • Podem ser feitas atividades artísticas, físicas, culturais e sociais.

6 HOTÉIS • Existem algumas categorias específicas: – PRAIA • Atividades na praia, mar, piscina e arenas esportivas de areia. • Maior incidência de jovens, exigindo atividades de muita movimentação e sociabilidade. • A dinâmica das atividades é média.

7 HOTÉIS • CAMPO OU FAZENDA – Grandes áreas livres disponíveis – Contato com a natureza e elementos da ruralidade (tranquilidade, rusticidade, lentidão) – Há a predominância de famílias e casais. – A dinâmica das atividades é baixa.

8 HOTÉIS • HOTEL SEMI-URBANOS (ESTRUTURA DE EVENTOS EM DESTINAÇÕES TURÍSTICAS) – Espaço disponível é menor. – As atividades são mais indoor ou exigem que o hóspede saia da área do hotel para realizá-las. – Há todos os tipos de faixas etárias, inclusive terceira idade. – A dinâmica das atividades é predominantemente calma.

9 HOTÉIS • RESORTS – Espaço criado para o lazer e recreação (piscinas com toboáguas, biribol, quadra, salões de jogos, de festas, de carteado, esportes de aventura, bosques, etc) – Pré-disposição dos hóspedes para atividades recreativas. – Equipe de recreação altamente qualificada. – Nível de exigência e renda dos hóspedes é alto. – A dinâmica das atividades é altíssima.

10 HOTÉIS • Há ainda outras modalidades de hospedagem: – Spas – Lodges – Navios de Cruzeiro (Capítulo a parte) – Acantonamentos (Capítulo a parte)

11 HOTÉIS • O SERVIÇO DE RECREAÇÃO – Agrega valor à experiência de hospedagem (complemento da oferta) – Em alguns casos, é um dos diferenciais do hotel, sendo decisivo para a escolha daquele estabelecimento. – Um dos problemas mais comuns é o fato da gerência supor que todos os hóspedes devam participar da Programação Recreativa, para recuperar o “investimento” na estrutura de lazer. – A participação dos hóspedes, no entanto, deve ser estimulada pela equipe de recreadores e não obrigada.

12 HOTÉIS • CITE FORMAS DE ESTÍMULO À PARTICIPAÇÃO DOS HÓSPEDES EM ATIVIDADES RECREATIVAS?

13 HOTÉIS • Planejamento adequado das atividades – Realizar atividades de “Quebra-gelo” – Por Faixa Etária, respeitando os limites e os interessses de cada um. – Divulgando a Programação de forma ostensiva e divertida. – Oferecendo brindes pela participação. – Mobilizando os “líderes”, mais propensos à prática recreativa.

14 HOTÉIS • CONTRATAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE RECREAÇÃO – Direta: O hotel aciona diretamente uma equipe de recreadores free-lancers. Usado em estabelecimentos com alta ocupação durante todo o ano. – Semi-direta: O hotel contrata apenas um ou dois coordenadores. Estes acionam sua rede de contatos, de acordo com o fluxo de hóspedes. É mais usado por hotéis com alta sazonalidade. – Indireta: O hotel contrata uma empresa de recreação, sem vínculos diretos com recreadores. A empresa contrata os free-lancers ou colaboradores da mesma. Neste caso, o custo tende a ser maior.

15 HOTÉIS • PLANO DE AÇÃO – 40 hóspedes por recreador (média) – Pode variar dependendo do perfil do público e/ou disponibilidade de recursos, e/ou ênfase para programação recreativa. – O coordenador da equipe é sempre o elo de ligação entre a gerência do hotel e a equipe de recreadores. – Sua função é mais de supervisor do que de animador.

16 HOTÉIS • DESGASTE – A sobrecarga de trabalha é enorme. – Gera desgaste físico e psicológico. – Há temporadas de mais de 02 meses de duração (natal a carnaval) – São essencias folgas, após, no máximo, 06 dias seguidos de atividades. – Como alguns hóspedes são habituês, é preciso reclicar-se constantemente (leque de atividades, aparência, grandes temas).

17 HOTÉIS • EQUIPAMENTOS E MATERIAIS – Propriedade do hotel – Recreadores são responsáveis por zelar antes, durante e depois da atividade. – Devem requisitar junto a gerência os equipamentos a serem usados.

18 ACAMPAMENTOS / ACANTONAMENTOS • Ambas as palavras tem dupla conotação. • ACAMPAMENTO: – ATITUDE: Instalar-se em barracas. Toda pessoa que estiver usando barracas como forma de acomodação está fazendo um acampamento. – ESPAÇO FÍSICO: O local onde as barracas são montadas costuma ser chamado de acampamento (selvagem ou em camping).

19 ACAMPAMENTOS / ACANTONAMENTOS • ACANTONAMENTO – ATITUDE: Quando um grupo de pessoas com características comuns se desloca para um mesmo lugar, tendo ao menos um objetivo comum e espírito lúdico como pressuposto. Não importa se acontece num hotel, sítio ou casa de praia. – ESPAÇO FÍSICO: Basicamente sítios e chácaras foram adaptados e aperfeiçoados para receber o público supracitado. São características desses locais: alojamentos (chalés ou quartos); refeitório; infraestrutura básica (água, luz, esgoto); instalações esportivas e recreativas; áreas verdes; exploração comercial.

20 ACAMPAMENTOS / ACANTONAMENTOS • POR QUE NO BRASIL SE USA O TERMO ACAMPAMENTO PARA DESIGNAR OS ACANTONAMENTOS? • Acantonamento, em sua origem, significa um quartel militar temporário que serve de base de apoio ou local de abrigo e alimentação da tropa. • A palavra acantonamento vem do francês Canton, significando cantão ou distrito. • Os acantonamentos geralmente utilizam construções provisórias. • Elas podem ser utilizados como área de recuperação para tropas recém saídas de combate, preferencialmente a um acampamento, cuja infra- estrutura é mais precária

21 ACAMPAMENTOS

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24 ACANTONAMENTOS • Há um número crescente de acantonamentos que oferece seu espaço para fins educacionais. • COMO UM ESPAÇO COMO ESTE PODE SERVIR PARA O APRENDIZADO? DÊ EXEMPLOS!

25 ACANTONAMENTOS • Os principais estabelecimentos deste tipo estão cadastrados no endereço: através da ABAE – Associação Brasileira de Acampamentos Educativos.

26 ACANTONAMENTOS

27 • ATIVIDADES: Arborismo; Arco e Flecha; Atividades Culturais e Artísticas; Atividades Lúdicas; Baladas Noturnas; Bóia-cross; Cachoeiras; Canoagem; Canyoning (rapel em cachoeiras); Cavalgadas; Competição entre Dormitórios; Cross Country; Escaladas; Esportivos Coletivos; Esportes de Aventura; Esportes Internacionais; Esqui Aquático; Excursões de Pernoite; Floating (passinho do Michael Jackson); Jogos e Gincanas; Labirintos; Leituras; Paraquedismo; Patinação; Rafting; Rapel; Sky Coast (simulador de voo de asa delta); Tirolesa; Trekking.

28 ACANTONAMENTOS • ASSOCIADOS • Acampamento Águias da Serra SP Acampamento Águias da Serra • ABAE Associação Brasileira de Acampamentos Educativos SP ABAE Associação Brasileira de Acampamentos Educativos • Acampamento Acampo Feliz SP Acampamento Acampo Feliz • Acampamento ACM SP Acampamento ACM • Acampamento Aruanâ Camp SP Acampamento Aruanâ Camp • Acampamento Cia do lazer PE Acampamento Cia do lazer • Acampamento English Camp SP Acampamento English Camp • Acampamento NR1 (Nosso Recanto) MG Acampamento NR1 (Nosso Recanto) • Acampamento Paiol Grande SP Acampamento Paiol Grande • Acampamento Peraltas SP Acampamento Peraltas • Acampamento Pumas SP Acampamento Pumas • Acampamento Ranieri SP Acampamento Ranieri • Acampamento Repúbllica do Lago SP Acampamento Repúbllica do Lago • Acampamento Sítio do Carroção SP Acampamento Sítio do Carroção • Acampamento Turma dos Leões SP Acampamento Turma dos Leões • Acampamento Vip`s SP Acampamento Vip`s

29 CLUBES • São poucas as associações que promovem atividades recreativas durante a semana, o que indica um maior potencial de recreação para os finais de semana. • O foco de público é baseado na faixa etária: crianças e adolescentes. • Porém, há exceções, como torneios esportivos, bailes e comemorações em geral, com adultos e terceira idade.

30 CLUBES • Há Programas de Férias, como os que ocorrem nos Acantonamentos e/ou Escolas. • A criança passa o dia todo no clube, tendo a disposição uma vasta programação recreativa. • Neste período, o monitor deve se desdobrar com atividades não-convencionais e dinâmicas, de forma a manter o estímulo dos participantes. • Para tanto, priorizar atividades mais longas, que envolvam a questão de sociabilidade, são boas pedidas.

31 CLUBES • Algumas vezes a criança pernoita no clube (sede urbana ou campestre), acomodando-se em alojamentos adaptados. • Há ainda, viagens e excursões programadas pelos clubes. • Neste caso, o profissional de lazer e turismo que atua com a recreação terá mais facilidade em elaborar roteiros e atividades lúdicas, vinculadas aos atrativos visitados.

32 CLUBES • Os recreadores geralmente são funcionários do clube. • Porém, mesmo os terceirizados costumam ter vínculo com o clube e seus hóspedes, realizando a atividade corriqueiramente. • Apenas eventos maiores demandam um número maior de recreadores.

33 CLUBES

34 FESTAS • O QUE É? Reunião de pessoas para fim de divertimento, solenidade, comemoração ou celebração de acontecimento. • As pessoas vão às festas por interesses semelhantes ou diferentes. • QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS TIPOS DE FESTAS?

35 FESTAS • Folclóricas, religiosas, familiares, cívicas, escolares, empresariais, classistas, de clubes, comerciais, de datas especiais, etc. • A principal característica da festa é o IMAGINÁRIO. • Isso faz com que seus participantes adotem posturas diferentes de seu cotidiano. • Fazem parte do despertar do imaginário a elaboração da fantasia, a simulação do belo, a representação social, a indumentária, a gestualidade, a postura física, a linguagem, etc.

36 FESTAS • Podem ser classificadas em pequenas e grandes. • PEQUENAS: número menos de pessoas, grupo mais fechado, com interesses mais comuns. • GRANDES: grupos abertos, participantes não se relacionam na sua totalidade.

37 FESTAS • POR QUE O RECREADOR É CONTRATADO PARA TRABALHAR EM UMA FESTA? – Contratante necessita de auto-afirmação social; – Contratante necessita de auto-afirmação econômica – Comodismo – Falta de tempo – Falta de criatividade – Modismos

38 FESTAS • No caso de festas infantis, quase sempre celebrações de aniversários, deve-se atentar para outros 02 aspectos: – TEMA DA FESTA: se ela baseia-se em algum fato ou personagem da época, pois tornara-se mais atrativa se houver adaptação das ATIVIDADES, DECORAÇÃO, VESTIMENTAS, LINGUAGEM, ETC. – PREFERÊNCIAS DO DONO DA FESTA: para ter certeza de satisfazer seus anseios e não insistir em pontos desagradáveis ao contratante. – PROBLEMA 1: QUEM É O DONO DA FESTA? OS PAIS OU A CRIANÇA ANIVERSARIANTE? – PROBLEMA 2: COMO MONTAR UMA PROGRAMAÇÃO RECREATIVA PARA UM CLIENTE QUE NÃO SABE DIREITO O QUE QUER?

39 FESTAS • Ao planejarmos a recreação numa festa, devemos fazer o check-list de: – Cronograma de Atividades – Materiais utilizados – Recursos humanos necessários – Espaços onde as atividades serão desenvolvidas

40 FESTAS • Em uma festa grande, os cuidados com a organização são ainda mais complexos, uma vez que deve-se buscar atender as expectativas de diferentes públicos. • A partir da RECEPÇÃO, é preciso chamar a atenção dos participantes para o local onde a festa ocorrerá, mostrando que estarão acontecendo atividades recreativas e que este é um dos pontos altos da festa. • A entrada do espaço utilizado deve estar especialmente DECORADO, com elementos de animação na porta, tal qual bandinha de música, recepcionistas, animadores, bichinhos fantasiados.

41 FESTAS • Em seguida, um conjunto formado por uma boa aparelhagem de som e um bom animador ao microfone darão vida à festa. • Animando e informando os participantes sobre tudo o que está disponível para sua diversão. • Música ao fundo é de extrema importância. Quanto mais dançantes, divertidas, lúdicas e variadas, melhor (pense em um repertório semelhante a um baile de formatura).

42 FESTAS • As atividades devem acontecer em diversos pontos, explorando interesses diferentes, ocorrendo paralelamente. • Pode-se dividir as atividades por estações, observando-se as faixas etárias ou o perfil dos participantes (ou qualquer outra característica que os una). • Exemplos: jogos, brincadeiras, concursos, competições, gincanas, artes plásticas (ex. escultura em balão, pintura de rosto), shows de mágica, palhaços, malabaristas, dança, cantores.

43 FESTAS • É importante intercalar atividades em que o participantes estará no papel de espectador e de protagonista das atividades recreativas. • O ideal é que a festa culmine em um ápice, encerrando-se com uma dinâmica de impacto. • A seguir, processa-se a entrega de prêmios e brindes, caso existam. • Por fim, nunca comece a festa com atividades que exijam um número exato de participantes, pois a quantidade de convidados presentes é variável neste momento.

44 FESTAS • ATIVIDADE: – Separem-se em grupos e planejem o roteiro de uma festa infantil, considerando os contextos apresentados a seguir

45 FESTAS • TEMAS – FILMES DE DESENHOS ANIMADOS – FUTEBOL – BARBIE – SUPER-HERÓIS – ESPAÇO SIDERAL – CARROS

46 ÔNIBUS • Sendo o ônibus o meio de transporte mais usado no deslocamento para ambientes recreativos, é freqüente o trabalho de recreação neste espaço. • O maior contratempo é a falta de espaço. • Mas há outros impeditivos potenciais: posição do recreador, condição da estrada, ausência de microfone. • Porém, a proximidade entre as pessoas (elas não podem “fugir”) e saber o número exato de participantes (muitas vezes, conhecendo-os bem), ajudam na realização de atividades. • As mais comuns são cantorias, jogos de adivinhação, atividades culturais, desafios e outros.

47 ÔNIBUS • CADA GRUPO DEVE PROPOR UMA ATIVIDADE PARA ÔNIBUS, JUSTIFICANDO SUA REALIZAÇÃO NESTE ESPAÇO E COMENTANDO AS PECULIARIDADES PARA EXECUTÁ-LA.


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