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Prof. Delzymar Dias Grécia. DIVISÃO  Micênico (1.650 a 1.150 a.C): Migração e assentamento dos povos como os Aqueus que fundam a cidade Micenas, edificação.

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1 Prof. Delzymar Dias Grécia

2 DIVISÃO  Micênico (1.650 a a.C): Migração e assentamento dos povos como os Aqueus que fundam a cidade Micenas, edificação de palácios, templos e fortalezas.  Homérico (1.150 a 800 a.C): Novas populações invadem a Grécia, destruindo o mundo micênico. Transmissão oral da cultura e formação de novas comunidades.

3 DIVISÃO  Arcaico (800 a 500 a.C): Formação da Pólis. Jogos Olímpicos, utilização do alfabeto fenício. Colonização grega de outras regiões como Bizâncio, Marselha, etc.  Clássico (500 a 338 a.C): Consolidação da Pólis (cidade-estado); Guerras Greco-Persas. Apogeu de cidades como Atenas (Democracia) e Esparta (Oligarquia).

4 DIVISÃO  Helenístico (338 a 146 a.C): Crise da Pólis grega; Invasão e domínio da Grécia pelos Macedônios; Expansão Cultural e Militar da Macedônia.

5 A Civilização Grega  Localização: península balcânica.  Condições geográficas: relevo acidentado, montanhoso e solo pouco fértil, isolava os vários grupos humanos locais, dificultando a comunicação e favorecendo a formação política predominante: a Pólis.  Costa litorânea muito recortada com bons portos favoreceram a navegação e o comércio.

6 Entendendo a mitologia Grega Deuses e Deusas

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8 Entendendo a Mitologia Grega Entendendo a Mitologia Grega  Os gregos antigos enxergavam vida em quase tudo que os cercavam, e buscavam explicações para tudo. A imaginação fértil deste povo criou personagens e figuras mitológicas das mais diversas. Heróis, deuses, ninfas, titãs e centauros habitavam o mundo material, influenciando em suas vidas. Bastava ler os sinais da natureza, para conseguir atingir seus objetivos. A pitonisa, espécie de sacerdotisa, era uma importante personagem neste contexto. Os gregos a consultavam em seus oráculos para saber sobre as coisas que estavam acontecendo e também sobre o futuro. Quase sempre, a pitonisa buscava explicações mitológicas para tais acontecimentos. Agradar uma divindade era condição fundamental para atingir bons resultados na vida material. Um trabalhador do comércio, por exemplo, deveria deixar o deus Hermes sempre satisfeito, para conseguir bons resultados em seu trabalho.

9 Os principais seres mitológicos da Grécia Antiga eram:  - Heróis : seres mortais, filhos de deuses com seres humanos. Exemplos : Herácles ou Hércules e Aquiles. - Ninfas : seres femininos que habitavam os campos e bosques, levando alegria e felicidade. - Sátiros : figura com corpo de homem, chifres e patas de bode. - Centauros: corpo formado por uma metade de homem e outra de cavalo. - Sereias: mulheres com metade do corpo de peixe, atraíam os marinheiros com seus cantos atraentes. - Górgonas : mulheres, espécies de monstros, com cabelos de serpentes. AquilesNinfasAquilesNinfas

10 Conheça os principais deuses gregos  Zeus - deus de todos os deuses, senhor do Céu. Afrodite - deusa do amor, sexo e beleza. Poseidon - deus dos mares Hades - deus das almas dos mortos, dos cemitérios e do subterrâneo. Hera - deusa dos casamentos e da maternidade. Apolo - deus da luz e das obras de artes. Artemis - deusa da caça. Ares - divindade da guerra.. Atena - deusa da sabedoria e da serenidade. Protetora da cidade de Atenas Cronos - deus da agricultura que também simbolizava o tempo Hermes - divindade que representava o comércio e as comunicações Hefestos - divindade do fogo e do trabalho. Afrodite Hadesartes AresAtenas Cronos Afrodite Hadesartes AresAtenas Cronos

11 Período Micênico ou Pré- homérico Caracterizado Pelas Invasões Arianas: Aqueus, Eólios, Jônios e Dórios

12 Período Pré-Homérico Séc. XX a.C – XII a. C  Os mais antigos vestígios arqueológicos encontrados na Grécia atual dão indícios da existência de povos vivendo nessa região por volta de 2500 a.C.. Tais povos se mesclaram a outros que invadiram a região por volta de 2500 a.C.  Os aqueus foram os primeiros seguidos dos eólios e jônios.  A convivência entre os povos do local e os invasores não era nada pacífica. Por volta de 1200 a.C. Chegam os dórios.

13 Os Dórios  Exímios guerreiros, saqueadores e conhecedores do ferro, enquanto os povos locais utilizavam apenas o bronze.Destruíram inúmeros centros urbanos.  A invasão dórica levou os gregos a fugirem, constituindo a primeira diáspora grega. Alguns dirigiram-se para as diversas ilhas vizinhas enquanto outros rumaram para o interior.

14 Período Homérico Caracterizado Pela Formação Dos genos

15 Período Homérico Séc. XII a.C – VIII a.C.  Os tempos homéricos têm início com a invasão dos dórios.  A denominação é devido às principais fontes que retratam o período, atribuídas a Homero: Ilíada (guerra de Troia) e Odisseia (narra as aventuras de Ulisses, herói grego).

16 Ilíada e Odisseia  Os dois livros são tradicionalmente atribuídos ao poema Homero. Porém, pela diversidade de estilos e pelo tempo abrangido nestas obras, acredita-se que sejam resultados de uma compilação feita por uma escola literária.  Ilíada: relata a história da destruição de Llion (Troia) por causa do rapto da esposa do rei Menelau por um príncipe troiano. A cidade foi invadida em razão da oferta de uma estátua gigantesca em forma de cavalo, que internamente estava cheia de guerreiros. O Cavalo de Troia deu origem à expressão “presente de grego.”  Odisseia: retrata a história de Odisseus (Ulisses) em suas viagens e seus feitos, após o término da Guerra de Troia.

17 Principais Características  Pela organização em GENOS, famílias coletivas que reuniam descendentes de um antepassado comum. Cada geno era chefiado pelo membro mais velho, o pater, com autoridade militar, religiosa e política;  Economia sustentada na agricultura e no pastoreio. A terra era propriedade coletiva. A produção destinava-se à subsistência da família. Comércio pouco desenvolvido e à base de trocas. Não havia desigualdade econômica e nem social.

18 Desintegração  Por volta do séc. VIII a.C., Iniciou-se o processo de desagregação das comunidades gentílicas. O crescimento populacional foi maior que o da produção, começou a faltar alimentos.  O pater passa a fazer a divisão de terras. Beneficiou seus parentes mais próximos, com os melhores lotes que foram transformados em propriedade privada.Surge uma nova classe: os eupátridas (os bem nascidos).

19 Período Arcaico Caracterizado Pelo Surgimento Da PÓLIS

20 Período Arcaico Séc. VIII a.C – VI a.C.  O período arcaico caracteriza-se por transformações políticas e sociais e consolidação das cidades-estados. (Atenas e Esparta).  A monarquia foi sendo substituída pela oligarquia (regime político fundado no exercício do poder por parte de um grupo reduzido de pessoas, pertencentes à mesma família ou grupo).  Enriquecimento da aristocracia e acentuação da desigualdade social. Sociedade torna-se escravista (guerras e dívidas).

21 O Surgimento Da PÓLIS  As disputas entre proprietários e não- proprietários e daqueles que passam a se dedicar ao comércio, bem como os conflitos entre os vários genos resultaram na crescente instabilidade que motivou a união dos mais poderosos de vários genos, buscando um poder forte e controlador.  Genos=fratria=tribo=demos(povo ou povoado),

22 A PÓLIS  Os novos grupos sociais, a propriedade privada e o surgimento do demos marcaram o advento da pólis (cidade-estado) grega. Ponto geográfico central a acrópole – local mais elevado da povoação, em torno da qual se desenvolveria um núcleo urbano. As cidades-estados logo seriam lideradas por um conselho de eupátridas.Cada cidade era governada por um rei, o basileu.

23 Expansão Colonial  Com a contínua expansão demográfica e escassez de terras, os gregos passaram a buscar novas áreas para sobreviver.  Trata-se do início do processo de colonização grego no mediterrâneo, o norte do mar negro, as costas asiáticas e o norte da África.  Esse processo ficou conhecido como segunda diáspora grega.

24 O Colonialismo  As colônias eram autônomas e politicamente independentes, apesar de manterem vínculos com suas cidades de origem.  O colonialismo provocou uma expansão da agricultura, da pecuária e do próprio artesanato. Houve desenvolvimento comercial.  A Grécia importava alimentos e matérias-primas e exportava produtos elaborados (vinho, azeite, cerâmica, etc.).

25 Grécia – Esparta e Atenas A Colonização Colaborou Para O Desenvolvimento Do Urbanismo: As Cidades-estados Cuja Característica Principal É A Autonomia Econômica E Política

26 Esparta Uma Cidade-estado Fechada, Agrária e Oligárquica

27 Esparta  Localização: Esparta situava-se na região da lacônia, na península do Peloponeso, numa planície fértil quer era uma exceção no conjunto geográfico grego. Essa planície apresentava-se isolada das regiões vizinhas por altas montanhas.  Fundada no século IX a.C. Pelos dórios, que logo submeteram os primeiros habitantes da região, a sociedade espartana teve um desenvolvimento semelhante aos das demais pólis gregas.

28 Economia  A propriedade em Esparta era Estatal; a terra, dividida em lotes, era doada vitaliciamente aos espartanos e trabalhadas pelos hilotas.  Era proibida a prática do comércio pelos espartanos, contribuindo para o monopólio comercial dos periecos (aqueus que habitavam a periferia).  Como comerciantes, os periecos completavam a economia da pólis, favorecendo a autossuficiência espartana e a xenofobia (aversão ao estrangeiro).

29 Sociedade  A sociedade espartana era formada por:  Espartanos: descendentes dos dórios e os únicos detentores de terras e de poder político;  Periecos:aqueus livres que não tinham direitos políticos e que deveriam participar do exército quando necessário.(comerciantes e artesãos).  Hilotas: aqueus escravizados nas guerras messênicas. Não possuíam direitos políticos.

30 Legislação  A legislação espartana teria sido criada por Licurgo, personagem legendário, e se baseava no monopólio político dos cidadãos-guerreiros, os espartanos, e na marginalização dos demais – muito embora os periecos tivessem obrigações militares em caso de guerra.

31 POLÍTICA  Politicamente, Esparta era baseada na oligarquia.  Diarquia: formada por dois reis, com autoridade religiosa e militar;  Gerúsia: também conhecida como conselho dos Anciãos, era composto por 28 esparciatas com mais de 60 anos. Fiscalizavam a administração e decidiam sobre a maior parte dos assuntos do governo;  Ápela: era a Assembléia popular, formada pelos cidadãos com mais de 30 anos. Sua principal função era eleger os éforos.  Eforado: composto por cinco éforos, com mandato de um ano. Eram os verdadeiros administradores da cidade. Fiscalizavam os reis, controlavam o sistema educacional e distribuíam a propriedade entre os esparciatas.

32 Educação  O estado se encarregava da educação dos espartanos, baseada no aprimoramento físico. O espartano deveria estar sempre pronto para a revolta dos seus servos. O incentivo ao crescimento demográfico era inócuo, pois o rigor da educação eliminava a maioria dos jovens, sobrevivendo apenas os mais fortes e resistentes.

33 Atenas Aberta Ao Comércio, Rica, Dinâmica E Democrática, Apresentava-se O Oposto De Esparta

34 Atenas O berço da democracia: Atenas destacou-se como o maior centro cultural, político e econômico da Grécia. Cidade de origem jônica, tornou-se m padrão de desenvolvimento para as cidades-estado gregas. O berço da democracia: Atenas destacou-se como o maior centro cultural, político e econômico da Grécia. Cidade de origem jônica, tornou-se m padrão de desenvolvimento para as cidades-estado gregas.  Localização: na Ática, nas proximidades do mar Egeu.

35 Sociedade  Atenas era formada pelas seguintes camadas sociais.  Eupátridas: os bem nascidos, camada aristocrática que detinha os privilégios, constituída pelos grandes proprietários de terras;  Georgóis, pequenos proprietários de terras em regiões pouco férteis;  Thetas: não possuíam terras. Eram trabalhadores assalariados;  Demiurgos: artesãos e comerciantes concentrados no litoral;  Metecos: estrangeiros que moravam em Atenas dedicando-se ao comércio e ao artesanato. Não possuíam direitos políticos e nem podiam comprar terras.  Escravos: prisioneiros de guerra ou por dívidas;

36 ECONOMIA  A base da economia ateniense era o comércio. A produção agrícola ficava a cargo dos pelos escravos.  A manutenção da escravidão na cidade foi fundamental tanto para o desenvolvimento da economia, como para a consolidação da democracia, possibilitando uma situação política mais equilibrada, na medida em que as camadas populares tiveram algumas de suas reivindicações atendidas. Ao preservar o trabalho escravo, a elite econômica tinha grande disponibilidade de seu tempo para participar das Assembléias e das demais atividades políticas.

37 POLÍTICA  Monarquia aristocrática: primeira forma de governo de Atenas, o poder era exercido por um rei: o basileu. Aos poucos o poder do rei foi limitado pelos eupátridas;  Oligarquia: governo passou a ser exercido por um conselho de eupátridas (o Arcontado).  O descontentamento popular, apoiado pelos ricos comerciantes(demiurgos) foi se fortalecendo e impondo mudanças na ordem política tradicional. Para resolver os conflitos eram necessárias reformas.  Os aristocratas encarregaram DRÁCON de elaborar um código de leis escritas para a cidade. Eram leis rígidas, porém não conseguiram resolver os conflitos.  Outro legislador, SÓLON, propõe medidas mais radicais a fim de resolver os conflitos:  Aboliu a escravidão por dívidas; dividiu os cidadãos em quatro classes (baseada na riqueza)e determinou a relativa participação política de cada classe.

38  Entretanto, as reformas de Sólon não conseguiram apaziguar os ânimos.  Essa crise facilitou a tomada de poder pela força.  Tirania: o período da tirania iniciou-se com Pisístrato. Esse tirano deu terras dos aristocratas aos pequenos proprietários, concedeu empréstimos aos fazendeiros, incentivou a colonização e o comércio, construiu obras públicas.  Democracia: Clístenes, um outro tirano fez nascer a democracia ao aperfeiçoar a leis de Sólon.

39 DEMOCRACIA  O direito de cidadania foi ampliado. Passaram a ser considerados cidadãos os filhos de pai ateniense. Clístenes criou a lei do ostracismo, que era a condenação ao exílio de Atenas, por dez anos, às pessoas consideradas perigosas pelo Estado.  A democracia ateniense atingiu se apogeu no século V a.C., com Péricles, que governou 14 anos e promoveu Atenas tanto politicamente como culturalmente.

40 O governo democrático de Atenas era constituído da seguinte forma :  Bulé – assembléia encarregada da elaboração das leis.  Eclésia – votava as leis e escolhia os estrategos, encarregados de fazer executar as leis;  Hiléia – tribunais de justiça.

41  É importante lembrar que os cidadãos de Atenas representavam a minoria da sociedade. Não podiam participar da vida política as mulheres, os estrangeiros (que eram em grande número), os jovens e os escravos. Ao mesmo tempo em que se aperfeiçoavam as instituições democráticas, consolidava-se o escravismo.

42 DEMOCRACIA GREGA x ATUAL  A democracia grega era direta e limitada aos ricos proprietários. O próprio cidadão defendia os seus interesses políticos.  Nossa democracia é representativa, escolhemos os candidatos que vão nos representar. Todos com maior de 18 anos estão obrigados a exercer seus direitos políticos.

43 RESUMINDO..... ATENAS COSMOPOLITA ECONOMIA MERCANTIL EDUCAÇÃO P/ O CIDADÃO REG. POLÍTICO: DEMOCRACIA

44 ESPARTA XENOFOBIA ECONOMIA AGRÁRIA AUTOSUFICIENTE EDUCAÇÃO P/ FORMAR O SOLDADO REG. POLÍTICO: OLIGARQUIA

45 RELIGIÃO   É mais fácil dizer o que não foi a religião grega. Malfadada será a tentativa do estudioso de classificá-la, porque difere marcadamente de quase todas as crenças mais conhecidas.   Logo ao começo teria a surpresa da descoberta de que os gregos não possuíram escritos sagrados. Procuraria em vão dogmas, doutrinas e credos. A religião é mencionada nos antigos escritos. Toda página de Homero contém referências aos deuses, mas sua obra não pode ser considerada a bíblia grega.   Não tiveram escrituras sagradas nem grandes revelações aos homens dos desejos dos deuses. Reinava extraordinária familiaridade. Eram frequentes as conversações entre deuses e homens, e nada raro o mortal queixar-se da divindade por haver faltado a promessas ou mesmo agido incorretamente. A literatura grega está repleta de relatos dos amores entre homens e deuses, dos deuses com mulheres terrenas.

46 No começo, o teatro grego não era apenas uma narração dramática, era um rito religioso em honra a Dionísio. Os teatros eram auditórios ao ar livre. A hora do início do espetáculo era o amanhecer. Muitas vezes os cidadãos assistiam a três tragédias, uma tragicomédia e uma comédia. O teatro era considerado parte da educação de um grego. Em Atenas, o comércio era suspenso durante os festivais dramáticos. Os tribunais fechavam e os presos eram soltos. O preço da entrada era dispensado para quem não pudesse pagar; e até as mulheres que não podiam participar da maioria dos acontecimentos públicos, eram bem recebidas no teatro.

47 Filosofia   Pode dividir-se a história da filosofia grega em três períodos:   I. Período pré-socrático (séc. VII-V a.C.) - Problemas cosmológicos. Período Naturalista: pré-socrático, em que o interesse filosófico é voltado para o mundo da natureza;   II. Período socrático (séc. IV a.C.) - Problemas metafísicos. Período Sistemático ou Antropológico: o período mais importante da história do pensamento grego (Sócrates, Platão, Aristóteles), em que o interesse pela natureza é integrado com o interesse pelo espírito e são construídos os maiores sistemas filosóficos, culminando com Aristóteles;

48   III. Período pós-socrático (séc. IV a.C. - VI a.C.) - Problemas morais. Período Ético: em que o interesse filosófico é voltado para os problemas morais, decaindo entretanto a metafísica;   IV. Período Religioso: assim chamado pela importância dada à religião, para resolver o problema da vida, que a razão não resolve integralmente. O primeiro período é de formação, o segundo de apogeu, o terceiro de decadência.


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