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Programação de Computadores

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Apresentação em tema: "Programação de Computadores"— Transcrição da apresentação:

1 Programação de Computadores
Curso Engenharia Química Modalidade Superior Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre Professora Michelle Nery Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

2 Conteúdo Programático
Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

3 Introdução Aprendendo a programar em C.
Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

4 Como escrevemos programas?
Codificação Compilação Executável #include <stdio.h> #include <conio.h> int main () { printf("Ola Mundo"); getch( ); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

5 Estrutura Inicial de Um Programa
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main () { getch( ); return 0; } Instruções Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

6 Estrutura Inicial de Um Programa
#include <stdio.h> /* Inclusão de Biblioteca */ #include <conio.h> /* Inclusão de Biblioteca */ int main () { /* Chave delimita o início do código */ getch( ); /* Função que mantém a tela aberta*/ return 0; /* Retorno informando sucesso */ } /* Chave delimita o fim do código */ Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

7 Funções Básicas Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

8 Funções Básicas printf() – escreve uma mensagem na tela.
scanf() – lê um valor do teclado. Porém para o uso dessas função é necessário incluir as bibliotecas às quais as funções básicas pertencem: #include <stdio.h> /* Contém a printf e o scanf */ #include <conio.h> /* Contém a getch */ Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

9 Primeiro Programa em C #include <stdio.h>
#include <conio.h> int main() { printf(“Ola Mundo!"); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

10 Declarando Variáveis Inteiras
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { int a; /* Declarando uma variável inteira */ getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

11 Variáveis Inteiras: Programa
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { int numero, quadrado; /* Declarando variável inteira */ printf("Informe um valor inteiro: "); scanf("%d", &numero); /* Função Leia */ quadrado = numero * numero; printf(“Esse valor ao quadrado eh: %d", quadrado); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

12 Comparativo com o Pseudocódigo
printf("Informe um valor inteiro: "); ESCREVA (“Informe um valor inteiro: ”) scanf("%d", &numero); LEIA (numero); printf(“Esse valor ao quadrado eh: %d", quadrado); ESCREVA (“Esse valor ao quadrado eh: ”, quadrado); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

13 Declarando Variáveis Reais
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { float numero; /* Declarando uma variável real */ getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

14 Variáveis Reais: Programa
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { float numero, quadrado; /* Declarando variável real */ printf("Informe um valor real: "); scanf("%f", &numero); quadrado = numero * numero; printf(" Esse valor ao quadrado eh: %f", quadrado); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

15 Comparativo com o Pseudocódigo
printf("Informe um valor real: "); ESCREVA (“Informe um valor real: ”) scanf("%f", &numero); LEIA (numero); printf(“Esse valor ao quadrado eh: %f", quadrado); ESCREVA (“Esse valor ao quadrado eh: ”, quadrado); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

16 Exemplo da Soma de Dois Números
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { int a, b, soma; printf("Informe o primeiro numero: "); scanf("%d", &a); printf("Informe o segundo numero: "); scanf("%d", &b); soma = a + b; printf(“A soma dos números eh: %d", soma); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

17 Sem a parte que delimita o programa
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

18 Apenas o Corpo do Programa
int a, b, soma; printf("Informe o primeiro numero: "); scanf("%d", &a); printf("Informe o segundo numero: "); scanf("%d", &b); soma = a + b; printf(“A soma dos números eh: %d", soma); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

19 Exercícios Implementar todos os exercícios da lista 1 de algoritmos.
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20 Estrutura de Condição Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

21 Pseudocódigo: Maior número
Algoritmo MAIOR_NUMERO Variaveis A, B: REAIS; Inicio ESCREVA ("Digite o primeiro numero: "); LEIA ( A ); ESCREVA ("Digite o segundo numero: "); LEIA ( B ); SE ( A > B ) ENTAO ESCREVA (“O maior numero eh: ”, A); SENAO ESCREVA (“O maior numero eh: ”, B); FIM_SE Fim Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

22 Programa em C: Maior número
#include <conio.h> #include <stdio.h> int main (){ float numero1, numero2; printf ("Informe o primeiro numero: "); scanf ("%f", &numero1); printf ("Informe o segundo numero: "); scanf ("%f", &numero2); if (numero1 > numero2){ printf ("O maior numero eh: %f", numero1); } else { printf ("O maior numero eh: %f", numero2); getch( ); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

23 Pseudocódigo: Média Fim Algoritmo PROGRAMA_EXEMPLO Variaveis Inicio
A, B, MEDIA: REAIS; Inicio ESCREVA ("Digite a nota da primeira prova:"); LEIA ( A ); ESCREVA("Digite a nota da segunda prova:"); LEIA ( B ); MEDIA  (A + B) / 2; ESCREVA (“A MEDIA EH: “, MEDIA); SE (MEDIA >= 60) ENTAO ESCREVA (“APROVADO!”); SENAO ESCREVA (“REPROVADO!”); FIM_SE Fim Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

24 Programa em C: Média #include <conio.h> #include <stdio.h> int main (){ float nota1, nota2, media; printf ("Informe o primeiro numero: "); scanf ("%f", ¬a1); printf ("Informe o segundo numero: "); scanf ("%f", ¬a2); media = (nota1 + nota2) / 2; if (media >= 60){ printf (“Aprovado"); } else { printf (“Reprovado"); getch( ); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

25 Operadores Relacionais
Exemplo: if ( num == 20 ) { printf(“O NUMERO INFORMADO EH O NUMERO 20!”); } Operações Operadores Exemplo Maior > a > b Maior Igual >= a >= b Menor < a < b Menor Igual <= a <= b Diferente != a != b Igual == a == b Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

26 Operadores Lógicos Operadores Exemplo E & a > 60 & b > 40 E E &&
Ou | a > 60 | b > 40 Ou Ou || a > 60 || b > 40 Não ! !(a > 60) Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

27 Operadores Lógicos V & V = V V & F = F F & V = F F & F = F false && ?
&: Se uma das condições for falsa, todo o resto será falso. Todas as condições são analisadas. &&: Se uma das condições for falsa, todo o resto será falso. Se a primeira condição for falsa, não analisa o restante. V & V = V V & F = F F & V = F F & F = F V && V = V V && F = F F && V = F F && F = F false && ? sempre false (não avalia o segundo operando). Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

28 Operadores Lógicos V | V = V V | F = V F | V = V F | F = F V || V = V
|: Se uma das condições for verdadeira, todo o resto será verdadeiro. Todas as condições são analisadas. ||: Se uma das condições for verdadeira, todo o resto será verdadeiro. Se a primeira condição for verdadeira, não analisa o restante. V | V = V V | F = V F | V = V F | F = F V || V = V V || F = V F || V = V F || F = F true || ? sempre true (não avalia o segundo operando). Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

29 Operadores Lógicos Exemplo Operador E:
if ( num > 20 && num < 30 ) { printf(“O NUMERO EH MAIOR QUE 20 E MENOR QUE 30!”); } Exemplo Operador OU: if ( num > 20 || num < 30 ) { printf(“O NUMERO EH MAIOR QUE 20 OU MENOR QUE 30!”); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

30 IF’s aninhados Fi Algoritmo PROGRAMA_EXEMPLO Variaveis Inicio
A, B, MEDIA: REAIS; Inicio ESCREVA ("Digite a nota da primeira prova:"); LEIA ( A ); ESCREVA("Digite a nota da segunda prova:"); LEIA ( B ); MEDIA  (A + B) / 2; ESCREVA (“A MEDIA EH: “, MEDIA); SE ( MEDIA >= 60 ) ENTAO ESCREVA (“Aprovado!”); SENAO SE ( MEDIA >= 30 ) ENTAO ESCREVA (“Recuperação!”); SENAO ESCREVA (“Reprovado!”); FIM_SE Fi Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

31 #include <conio. h> #include <stdio
#include <conio.h> #include <stdio.h> int main (){ float nota1, nota2, media; printf ("Informe o primeiro numero: "); scanf ("%f", ¬a1); printf ("Informe o segundo numero: "); scanf ("%f", ¬a2); media = (nota1 + nota2) / 2; printf (“A media eh: %0.2f \n”, media); if (media >= 60){ printf ("Aprovado"); } else { if (media >= 30) { printf ("Recuperacao"); printf ("Reprovado"); getch( ); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

32 Exemplo Prático escreve_display(“.:: MENU ::.”); escreve_display(“1 - Configurações”); escreve_display(“2 – Iniciar Sistema”); escreve_display(“3 – Sair”); opcao = le_opcao( ); if ( opcao == 1 ) { escreve_display(“Entrando nas configurações.”); configura ( ); } else if ( opcao == 2 ) { escreve_display(“Inicializando sistema.”); inicializa ( ); else { escreve_display(“Saindo do menu.”); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

33 Exercícios Implementar todos os exercícios da lista 2 de algoritmos.
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34 Estrutura de Repetição
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35 Estrutura de Repetição
Os laços de repetição ou loops se encarregam de repetir determinado bloco de instruções enquanto uma condição for verdadeira. Temos basicamente dois tipos de loops em Linguagem C: for (para)  while (enquanto) ou do while (faça... enquanto) Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

36 Estrutura de Repetição: While
Sintaxe: while (condição) { bloco de código; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

37 Pseudocódigo: Contador
ALGORITMO LOOP_ENQUANTO VARIAVEIS CONT : INTEIRO; INICIO CONT  1; ENQUANTO ( CONT < 5 ) FAÇA ESCREVA (“Numero: ”, CONT); CONT  CONT + 1; FIM_ENQUANTO FIM Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

38 Programa em C: While #include <conio.h> #include <stdio.h>
int main (){ int cont = 1; while (cont < 5){ printf(“Numero: %d \n”, cont); cont = cont + 1; } getch( ); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

39 Pseudocódigo: Média ALGORITMO PROGRAMA_MEDIA_COM_LOOP VARIAVEIS
MEDIA, N1, N2: REAIS; NUM: INTEIRO; INICIO NUM  1; ENQUANTO ( NUM == 1 ) FAÇA ESCREVA (“Informe a primeira nota: ”); LEIA ( N1 ); ESCREVA (“Informe a segunda nota: ”); LEIA ( N2 ); MEDIA  ( N1 + N2 ) / 2; ESCREVA (“Sua media eh: ”, MEDIA); ESCREVA (“Digite 1 se deseja continuar no programa”); LEIA ( NUM ); FIM_ENQUANTO FIM Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

40 Programa em C: Média #include <conio.h> #include <stdio.h> int main () { float media, nota1, nota2; int num = 1; while (num == 1) { printf ("Informe a primeira nota: "); scanf ("%f", ¬a1); printf ("Informe a segunda nota: "); scanf ("%f", ¬a2); media = (nota1 + nota2 ) / 2; printf («A media eh: %f\n", media); printf ("Digite 1 se deseja continuar no programa: "); scanf ("%d", &num); } getch(); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

41 Estrutura de Repetição: For
Sintaxe: for (inicialização; condição; incremento) { bloco de código; } Exemplo: for (cont = 1; cont <= 5; cont++) { Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

42 Psedeucódigo: Contador
ALGORITMO LOOP_PARA VARIAVEIS CONT : INTEIRO; INICIO PARA CONT  1 ATÉ 5, PASSO 1, FAÇA ESCREVA (“Numero: ”, CONT); FIM_PARA FIM A cada execução do loop dá-se o nome de iteração. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

43 Programa em C: Contador
#include <conio.h> #include <stdio.h> int main (){ int cont; for (cont = 1; cont <= 5; cont++){ printf (“Numero: %d”, cont); } getch( ); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

44 Estrutura de Repetição: do... while
O loop do... while é uma derivação do loop while. A diferença é que com esse loop, o bloco de código é executado uma vez antes da condição ser verificada. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

45 Estrutura de Repetição: do... while
Sintaxe: do { bloco de código; } while (condição); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

46 Pseudocódigo: Contador
ALGORITMO LOOP_FACA_ENQUANTO VARIAVEIS CONT: INTEIRO; INICIO CONT  0; FAÇA ESCREVA (“Numero: ”, CONT); CONT  CONT + 1; ENQUANTO ( CONT < 5 ) FIM Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

47 Programa em C: Contador
#include <conio.h> #include <stdio.h> int main (){ int cont = 0; do{ printf("Numero: %d\n", cont); cont = cont + 1; } while (cont < 5); getch( ); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

48 Operadores Relacionais
Exemplo: while ( num == 20 ) { printf(“O numero informado e o numero 20!”); printf(“Informe novamente um numero: ”); scanf(“%d”, &num); } Operações Operadores Exemplo Maior > a > b Maior Igual >= a >= b Menor < a < b Menor Igual <= a <= b Diferente != a != b Igual == a == b Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

49 Operadores Lógicos Operadores Exemplo E & a > 60 & b > 40 E E &&
Ou | a > 60 | b > 40 Ou Ou || a > 60 || b > 40 Não ! !(a > 60) Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

50 Operadores Lógicos V & V = V V & F = F F & V = F F & F = F false && ?
&: Se uma das condições for falsa, todo o resto será falso. Todas as condições são analisadas. &&: Se uma das condições for falsa, todo o resto será falso. Se a primeira condição for falsa, não analisa o restante. V & V = V V & F = F F & V = F F & F = F V && V = V V && F = F F && V = F F && F = F false && ? sempre false (não avalia o segundo operando). Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

51 Operadores Lógicos V | V = V V | F = V F | V = V F | F = F V || V = V
|: Se uma das condições for verdadeira, todo o resto será verdadeiro. Todas as condições são analisadas. ||: Se uma das condições for verdadeira, todo o resto será verdadeiro. Se a primeira condição for verdadeira, não analisa o restante. V | V = V V | F = V F | V = V F | F = F V || V = V V || F = V F || V = V F || F = F true || ? sempre true (não avalia o segundo operando). Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

52 Operadores Lógicos Exemplo Operador E:
while ( num > 20 && num < 30 ) { printf(“O número eh maior que 20 e menor que 30!”); printf(“Informe novamente um numero: ”); scanf(“%d”, &num); } Exemplo Operador OU: while ( num > 20 || num < 30 ) { Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

53 Comando Break Também é possível deixar o loop rodando em uma condição que será sempre verdadeira e usar uma condição if com o comando break para encerrar o loop. Veja o exemplo: while (1) { printf(“Mensagem Qualquer”); cont = cont + 1; if (cont == 5) { break; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

54 Exercícios Implementar todos os exercícios da lista 3 de algoritmos.
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55 Funções Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

56 Funções São utilizadas para dividir um código maior (mais complexo) em partes menores (mais simples). Quando uma mesma tarefa é realizada várias vezes em um programa, não é necessário duplicar o código, apenas faz-se a chamada da função que contém o código da tarefa. Este processo é conhecido como modularização. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

57 Como Criar uma Função em C?
Uma função deve vir externa ao escopo do main e deve receber um nome; É necessário informar o tipo de seu retorno (retorno é o dado devolvido pela função), por exemplo: int para retorno do tipo inteiro; float para retorno do tipo real; void para função sem retorno. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

58 Como Criar uma Função em C?
Também é necessário informar os tipos de seus argumentos, quando houver; O escopo de uma função é delimitado por chaves { }. Exemplo: void oi( ) { printf ("Oi! \n"); } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

59 Chamada de Função #include <conio.h> #include <stdio.h>
int main() { oi( ); /* Chamada de Função Sem Retorno */ getch( ); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

60 Função com Retorno em C A palavra int antes do nome da função indica que a função irá retornar um valor inteiro. int calcula_quadrado(int a) { int result; result = a * a; return result; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

61 Função com Retorno em C O retorno acontece através do comando return.
int calcula_quadrado(int a) { int result; result = a * a; return result; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

62 Passagem de Parâmetros
Observe que esta função está recebendo um valor inteiro como argumento, que foi chamado de a. int calcula_quadrado(int a) { int result; result = a * a; return result; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

63 Exemplo Completo int result; result = a * a; return result;
#include <conio.h> #include <stdio.h> int calcula_quadrado (int a) { int result; result = a * a; return result; } int main () { int num, r; printf ("Informe um valor: "); scanf ("%d", &num); r = calcula_quadrado (num); printf ("Quadrado: %d", r); getch ( ); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

64 Retorno de Tipo Real em C
A palavra float antes do nome da função indica que a função irá retornar um valor real; A função seguinte está dividindo um parâmetro por outro e retornando o resultado. float divide (float a, float b) { float result; result = a / b; return result; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

65 Chamada para a função int main() { float n1, n2, r;
printf ("Informe o primeiro numero: "); scanf ("%f", &n1); printf ("Informe o segundo numero: "); scanf ("%f", &n2); r = divide (n1, n2); printf (“Divisao: %f", r); getch ( ); return 0; } Chamada para a função Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

66 Exercícios Implementar todos os exercícios da lista 4 de algoritmos.
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67 Estrutura Switch Case Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

68 Muitas Condições Aninhadas
Em algumas situações pode ser necessário o uso de muitas condições aninhadas. Exemplo: if (num == 1) { /* Bloco de Instruções */ } else{ if (num == 2) { if (num == 3) { else { Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

69 Comando Switch Case O comando Switch Case serve para facilitar este tipo de construção, simplificando a organização do código, já que muitas condições aninhadas podem ser um pouco confuso; Porém o Switch Case só serve para comparar valores inteiros ou tipos derivados, por exemplo: char e long int. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

70 Comando Switch Case switch (n) { case 1: printf("Valor Um"); break;
printf("Valor Dois"); case 3: printf("Valor Tres"); } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

71 Comando Switch Case Após o switch, definimos a variável que será manipulada (n); Cada um dos blocos case trata-se de uma possibilidade de valor para esta variável; Se a variável n for igual a 1, então o bloco de código definido no case 1 será executado; Se a variável n for igual a 2, então o bloco de código definido no case 2 será executado; Se a variável n for igual a 3, então o bloco de código definido no case 3 será executado; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

72 Comando Switch Case Também é possível adicionar um bloco default, que será executado caso a variável manipulada não corresponda a nenhum dos valores definidos pelos case; default: printf("Bloco Padrão"); break; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

73 Comando Switch Case switch (n) { case 1: printf("Valor Um"); break;
printf("Valor Dois"); default: printf(“Nenhum dos Valores"); } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

74 Comando Switch Case A instrução break é responsável por encerrar a execução do bloco de código; Quando não presente, a execução do programa inicia em um case e continua pelos próximos case, até encontrar um comando break. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

75 Comando Switch Case switch (n) { case 1: printf("Valor Um"); break;
printf("Valor Dois"); default: printf(“Nenhum dos Valores"); } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

76 Exercícios Leia duas variáveis reais. Faça um menu de opções.
(‘s’) Somar (‘u’) Subtrair (‘m’) Multiplicar (‘d’) Dividir Caso o usuário opte por um das opções, o cálculo respectivo deverá será feito, e o resultado deverá ser impresso na tela. Caso o usuário digite uma letra errada, por default o programa indicará que a opção está incorreta. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

77 Extras Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

78 Criar Funções Nos programas que desenvolvemos até agora tivemos de definir nossas funções antes do main (parte principal). Agora vamos ver como criar funções em qualquer parte de um arquivo .c ou até mesmo usar outro arquivo para implementar uma função. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

79 Protótipo de Função Para definir uma função em qualquer parte de um arquivo fonte em linguagem C, precisamos primeiro criar o protótipo da função. O protótipo é a assinatura da função, trata-se da primeira linha da função porém encerrando com um ponto e vírgula ( ; ). Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

80 Protótipo de Função Pelo protótipo informamos ao compilador que em algum ponto dos arquivos ele encontrará uma função com as características informadas. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

81 Exemplo de Protótipo de Função
int potencia(int base, int exp); Função: int potencia (int base, int exp) { int result = 1; for (int cont = 1; cont <= exp; cont++){ result = result * base; } return result; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

82 Como Ficaria o Programa?
#includes ... /* Bibliotecas */ int potencia(int base, int exp); /* Protótipo */ int main ( ) {... } /* Parte Principal */ int potencia (int base, int exp) { int result = 1; for (int cont = 1; cont <= exp; cont++){ result = result * base; } return result; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

83 Arquivo Separado para a Função
Passos Criamos um arquivo de cabeçalho contendo o protótipo da função; Criamos um arquivo .c que irá conter o código da função; Criamos um arquivo .cpp que irá conter a parte principal do programa. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

84 1. Arquivo de Cabeçalho ou Header
Criamos um arquivo de cabeçalho (header file) que irá conter apenas o protótipo da função: int potencia(int base, int exp); Nos arquivos header, são declaradas funções e constantes que podem ser compartilhadas por vários programas ou rotinas de linguagem C. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

85 2.Arquivo .c da Função Criamos um .c que contém o código da função:
int potencia (int base, int exp) { /*Função*/ int result = 1; for (int cont = 1; cont <= exp; cont++){ result = result * base; } return result; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

86 3.Arquivo .cpp da Parte Principal
#include<conio.h> #include<stdio.h> #include “potencia.h” /* Header File da Função */ int main(){ int num, r; printf("Informe um numero: "); scanf("%d", &num); r = potencia(num, 3); printf("O resultado eh: %d", r); getch( ); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

87 Exercícios Faça três funções:
A primeira calcula a área do quadrado.  AreaQuadrado = lado *lado A segunda calcula a área do retângulo.  AreaRetangulo = lado*altura A terceira calcula a área do triângulo.  AreaTriangulo = (lado * altura) / 2 Crie um arquivo que contém o protótipo das funções. Crie um arquivo que contém as funções. Crie um arquivo que contém a função principal. Declare a variável lado e altura. Leias as variáveis. Declare as variáveis respostaQuadrado, respostaRetangulo, respostaTriangulo. Para cada variável de resposta, chame seu método. Imprime as resposta de cada uma das áreas. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

88 Variáveis Globais e Constantes
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89 Variáveis Locais x Globais
Nos programas que desenvolvemos até agora declaramos apenas variáveis locais, ou seja, as variáveis que utilizamos tinham seu escopo limitado à função main ou outra função. Utilizamos parâmetros para transferir valores para funções. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

90 Variáveis Locais x Globais
Agora veremos como definir uma variável para se tornar visível em todo o código (variável global), sem a necessidade de passar por parâmetro entre as funções. Porém, o uso de variáveis globais não é recomendado. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

91 Variáveis Locais Variáveis Locais
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { int a, b, soma; printf("Informe o primeiro numero: "); scanf("%d", &a); printf("Informe o segundo numero: "); scanf("%d", &b); soma = a + b; printf(“A soma dos números eh: %d", soma); getch(); return 0; } Variáveis Locais Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

92 Variáveis Globais #include <conio.h> #include <stdio.h> int exemplo = 15; void exibe(); int main() { printf("Valor da variavel: %d \n", exemplo); exibe( ); getch( ); return 0; } void exibe ( ) { Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

93 Variáveis Globais Note que a variável global foi definida logo após a inclusão das bibliotecas. No exemplo anterior a variável global será acessível tanto na função principal (main) como na função exibe( ). Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

94 Definição de Constantes
Uma das maneiras de definir uma constante em linguagem C é através do uso da diretiva de compilação #define Exemplo: #define PI O compilador irá substituir todas as ocorrências da constante PI no código pelo valor , no momento da compilação. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

95 Definição de Constantes
#include<stdio.h> #include<conio.h> #define PI int main() { printf("O valor de PI eh: %f", PI); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

96 Definição de Constantes
Um outro local onde podemos declarar constantes são nos arquivos de cabeçalho (ou arquivos header). Basta criar um arquivo de extensão .h, definir as constantes e protótipos dentro do arquivo e, depois, importar o arquivo no código usando o comando include. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

97 Definição de Constantes
Exemplo de arquivo header: #ifndef POTENCIA_H_ #define POTENCIA_H_ #define PI 3.14 int potencia(int base, int exp); #endif /* POTENCIA_H_ */ Comando de importação: #include “potencia.h” Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

98 Exercícios Faça uma função que calcula o salário de um servidor com base no aumento.  salarioServidor = SALARIO + (SALARIO * aumento) Crie um arquivo que contém o protótipo da função e a constante SALARIO. Crie um arquivo que contém a função. Crie um arquivo que contém a função principal. Declare a variável aumento (dado em porcentagem). Leia a variável. Declare as variáveis salarioReajustado. Faça a variável receber o método da função criada. Imprime a resposta. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

99 Principais Tipos de Variáveis
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100 Principais Tipos de Variáveis
Bytes Faixas Formato p/ scanf e printf char 1 = 28 -127 a 127 %c int 2 = 215 a %i ou %d long int 4= 231 a %li float 4 = 231 3,4E-38 a 3.4E+38 %f double 8 = 263 1,7E-308 a 1,7E+308 %lf long double 280 3,4E-4932 a 3,4E+4932 Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

101 Principais Tipos de Variáveis: Ampliação
Bytes Faixas Formato p/ scanf e printf unsigned char 1 = 28 0 a 255 %c unsigned int 2 = 215 0 a %i ou %d unsigned long int 4= 231 -0 a %li Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

102 Utilizando os Novos Tipos
O tipo char permite armazenar letras; O tipo long é semelhante ao int, porém suporta um valor maior, com mais dígitos que o tipo int; O tipo double é semelhante ao float, porém também suporta mais dígitos que o float; O processo para declarar e utilizar variáveis dos tipos char, long e double é o mesmo que já utilizamos para as variáveis de tipo int e float. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

103 Declarando Variáveis Long Int
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { long int a; /* Declarando variável long int */ getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

104 Variáveis Long Int em um Programa
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { long int a, q; /* Declarando variável long int */ printf("Informe um valor inteiro: "); scanf("%li", &a); /* Função Leia */ q = a * a; printf(“Esse valor ao quadrado eh: %li", q); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

105 Declarando Variáveis Double
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { double a; /* Declarando variável double */ getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

106 Variáveis Double em um Programa
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { double a, q; /* Declarando variável real */ printf("Informe um valor real: "); scanf("%lf", &a); q = a * a; printf(" Esse valor ao quadrado eh: %lf", q); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

107 Variáveis Char em um Programa
int main() { char v; printf("Informe apenas uma letra: "); scanf("%c", &v); if (v == 'a'){ printf("Voce digitou a letra a."); } else { printf("Voce digitou letra diferente de a."); getch(); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

108 Funções Também podemos definir funções que recebam variáveis de tipo double, long int e char como parâmetro e funções que tenham retorno de tipo double, long int ou char. Exemplo: double cubo (double num) { double result; result = num * num * num; return result; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

109 Declarando Variáveis Char
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { char a; /* Declarando variável char*/ getch(); return 0; } Tome cuidado, pois esta declaração funciona apenas para um único caractere, não palavras. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

110 Exercícios Crie um programa que leia cada um dos tipos de variáveis mencionadas. Dê um nome aplicável a variável, por exemplo: char sexo, que pode ser f ou m. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

111 Vetores Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

112 Vetores Vetores são coleção de objetos que têm mesma natureza, ou seja, todos seus elementos possuem um mesmo tipo básico; São chamados também de array, em inglês; Os elementos de um vetor são identificados pelo nome seguido de índice entre colchetes. Com vetores, conseguimos armazenar vários valores usando um mesmo identificador (variável), porém cada valor fica em um índice diferente. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

113 int exemplo [5]; Declaração de Vetor Tipo Nome Número Elementos
Na declaração de um vetor tempos de definir o tipo do vetor, o nome do vetor e a quantidade de elementos (entre colchetes); Para atribuir e acessar os elementos do vetor, temos de especificar o índice do elemento, também através do uso de colchetes. Ex.: exemplo[3] = 100; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

114 Declaração de Vetor 100 exemplo índices [0] [1] [2] [3] [4]
No caso da declaração do vetor anterior, obtemos na memória o seguinte arranjo: Observe que o vetor exemplo é dividido em 5 posições. Cada posição pode ser ocupada por um valor distinto; Depois de inicializar a posição 3 com o valor 100, ainda tempos 4 posições livres no vetor. exemplo 100 índices [0] [1] [2] [3] [4] Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

115 Declaração de Vetor notas 7,8 10,0 5,6 ... 8,5
Exemplo - vetor de notas de uma turma: float notas[22]; Organização do vetor: notas 7,8 10,0 5,6 ... 8,5 índices [0] [1] [2] [...] [21] Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

116 Declaração e Inicialização de Vetor
Veja exemplos de declarações e inicializações de vetores a seguir. int dia[7] = { 12, 30, 14, 7, 13, 15, 6 }; float notas[5] = { 8.4, 6.9, 4.5, 4.6, 7.2 }; char vogal[5] = { 'a', 'e', 'i', 'o', 'u' }; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

117 Declaração e Inicialização
int exemplo[5]; exemplo[0] = 20; exemplo[1] = 22; exemplo[2] = 24; exemplo[3] = 26; exemplo[4] = 28; printf("Primeiro elemento do vetor: %d \n", exemplo[0]); printf("Segundo elemento do vetor: %d \n", exemplo[1]); printf("Terceiro elemento do vetor: %d \n", exemplo[2]); printf("Quarto elemento do vetor: %d \n", exemplo[3]); printf("Quinto elemento do vetor: %d \n", exemplo[4]); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

118 Varrendo o Vetor int exemplo[5]; exemplo[0] = 20; exemplo[1] = 22;
for (cont = 0; cont <= 4; cont++) { printf(“Elemento do vetor: %d \n”, exemplo[cont]); } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

119 Atribuindo Dados Lidos ao Vetor
int exemplo[5]; printf("Informe o primeiro valor: "); scanf("%d", &exemplo[0]); printf("Informe o segundo valor: "); scanf("%d", &exemplo[1]); printf("Informe o terceiro valor: "); scanf("%d", &exemplo[2]); printf("Informe o quarto valor: "); scanf("%d", &exemplo[3]); printf("Informe o quinto valor: "); scanf("%d", &exemplo[4]); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

120 Atribuindo Dados Lidos ao Vetor
Para evitar repetições podemos usar um laço para percorrer todos os índices do vetor, armazenando em cada posição um valor informado pelo usuário: for (int cont = 0; cont <= 4; cont++) { printf(“Exemplo[%d]: “, cont); scanf("%d", &exemplo[cont]); } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

121 Exemplo Completo int main( ) { int vetor[5]; for (int cont = 0; cont <=4; cont++) { printf(“Vetor[%d]: “, cont); scanf("%d", &vetor[cont]); } printf("\n Estes sao os elementos do Vetor: \n"); for (int cont = 0; cont <= 4; cont++) { printf(“Vetor[%d]: %d\n", cont, vetor[cont]); getch(); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

122 Exercícios Leia o tamanho de um vetor de notas. Após a leitura, criar um vetor de notas do tamanho que o usuário informou. Leia o valor em cada posição do vetor de notas. Faça a soma dos valores do vetor de notas. Após a soma, calcular a média das notas. Imprimir o resultado. Exemplo: Soma = 36,6 Média = 7,32 notas 7,1 10,0 5,0 6,0 8,5 Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

123 Strings Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

124 Strings Em linguagem C criamos uma String  ao definir um vetor de caracteres; Exemplo: char nome[50]; char endereco[200]; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

125 Strings Ao ler Strings em linguagem C podemos usar o especificador %s, o qual lê o conteúdo digitado pelo usuário até encontrar o primeiro espaço; Ou podemos utilizar o comando: scanf("%[^\n]", &variavel); O comando irá ler todo o conteúdo digitado pelo usuário até encontrar o \n, ou seja, a tecla enter; Para apresentar a String também utilizamos o especificador %s. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

126 Programa Exemplo Usando %s
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main () { char nome[30]; printf("Informe seu nome: "); scanf("%s", &nome); printf("Seu nome eh: %s", nome); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

127 Programa Exemplo Alternativo
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main () { char nome[30]; printf("Informe seu nome: "); scanf("%[^\n]", &nome); printf("Seu nome eh: %s", nome); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

128 Programa Usando Função gets()
Também é possível utilizar a função gets para ler uma String, veja o exemplo: int main () { char nome[30]; printf("Informe seu nome: "); gets(nome); printf("Seu nome eh: %s", nome); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

129 Formação da String Como a String é um vetor, também podemos percorrer os vários caracteres que a constitui através de um laço de repetição; Utilizaremos o laço de repetição para percorrer os caracteres da String até que encontre o caractere de controle \0, responsável por indicar o final da String. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

130 Inicializando String char nome[9] = { ‘M’, ‘i’, ‘c’, ‘h’, ‘e’, ‘l’, ‘l’, ‘e’, '\0' }; char nome[9] = “Michelle"; Repare que apesar da String possuir 8 caracteres, devemos sempre definir o tamanho com uma unidade a mais devido ao caractere \0 que delimita o fim da String. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

131 Formação da String M i c h e l \0 nome
O caractere de controle \0 é sempre o último caractere em uma String. M i c h e l \0 nome índices [0] [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

132 Percorrendo os Caracteres
int main() { char nome[30]; int cont = 0; printf("Informe seu nome: "); scanf("%s", &nome); while (nome[cont] != '\0'){ printf("%c \n", nome[cont]); cont++; } getch(); return 0; Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

133 Funções para Strings Por se tratar de um vetor, não é possível comparar uma String com outra utilizando os operadores relacionais >, <, !=, etc. Assim como não é possível atribuir o conteúdo de uma String diretamente a outra. Se optarmos por esta forma, teria de ser uma atribuição de posição por posição da String. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

134 Funções para Strings Para realizar essas operações utilizaremos algumas funções da biblioteca string.h strcpy (str1, str2); /* Copia */ strcat (str1, str2); /* Concatena */ strcmp (str1, str2); /* Compara */ strlen (str1); /* Calcula tamanho */ Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

135 Exemplo Copiando String
#include <stdio.h> #include <conio.h> #include <string.h> int main() { char nome1[30]; char nome2[30]; printf("Informe seu nome: "); scanf("%s", &nome1); strcpy (nome2, nome1); printf("Valor da variavel nome1: %s \n", nome1); printf("Valor da variavel nome2: %s", nome2); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

136 Exemplo Tamanho de String
#include <stdio.h> #include <conio.h> #include <string.h> int main() { char frase[250]; int tamanho; printf("Informe a frase: "); scanf("%s", &frase); tamanho = strlen(frase); printf("Quantidade caracteres: %d", tamanho); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

137 Exemplo Concatenando String
#include <stdio.h> #include <conio.h> #include <string.h> int main() { char nome[100], sobrenome[100]; printf("Informe seu nome: "); fflush(stdin); scanf("%s", &nome); printf("Informe seu sobrenome: "); scanf("%s", &sobrenome); strcat(nome, sobrenome); printf("Nome completo: %s", nome); getch(); return 0; } Limpa o que está armazenado no buffer do teclado. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

138 Exemplo Comparando String
#include <stdio.h> #include <conio.h> #include <string.h> int main() { char nome1[50], nome2[50]; printf("Informe uma palavra: "); fflush(stdin); scanf("%s", &nome1); printf("Informe outra palavra: "); scanf("%s", &nome2); if (strcmp(nome1, nome2) < 0) { printf("A palavra que vem primeiro: %s", nome1); } else { printf("A palavra que vem primeiro : %s", nome2); } getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

139 Funções strupr e strlwr
#include <stdio.h> #include <conio.h> #include <string.h> /* Biblioteca Necessária */ int main() { char s1[ ] = “MICHELLE NERY"; strlwr(s1); printf ("Palavra em minusculas: %s\n", s1); strupr(s1); printf ("Palavra em maiusculas: %s\n", s1); getch(); return 0; } Converte palavra para maiúscula ou minúscula. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

140 Funções da Biblioteca ctype.h
#include <stdio.h> #include <conio.h> #include <ctype.h> int main() { printf (“tolower A = %c\n “, tolower(‘A’)); printf (“toupper a = %c”, toupper(‘a’)); getch(); return 0; } Converte letra para maiúscula ou minúscula. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

141 Exercícios Leia duas string login1 e login2.
Imprima o tamanho das strings. Compare as strings, caso forem iguais, imprimir “Login válido”, se forem diferentes, imprimir “Login inválido”. Caso o login for validado, concatene a string com a string login1; e copie a string login1 para a string login2. Imprima as duas strings. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

142 Math Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

143 Math Em C existe uma biblioteca própria para cálculos matemáticos um pouco mais complexos. A biblioteca math.h tem seu correspondente em C++ como cmath. Com a biblioteca math.h (cmath) pode-se encontrar facilmente funções para calcular potências, raíz quadrada, funções trigonométricas para cálculos que envolvem seno, co-seno e tangente, além de constantes para números irracionais como, por exemplo, PI (Π). Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

144 Constantes da Biblioteca Math
Símbolo Descrição Constante em C/C++ Valor e Número de Euler M_E 2, log2 e Logaritmo de e na base 2 M_LOG2E 1, log10 e Logaritmo de e na base 10 M_LOG10E 0, Ln2 (x) Logaritmo neperiano binário M_LN2 0, Ln10 (x) Logaritmo neperiano ou natural M_LN10 2, Π Pi M_PI 3, Π/2 Meio Pi M_PI_2 1, Π/4 Quarto de Pi M_PI_4 0, √2 Raiz quadrada de 2 M_SQRT2 1, √½ Raiz quadrada de meio M_SQRT1_2 0, Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

145 Inclusão da Biblioteca Math
Usando as Constantes #include <stdio.h> #include <conio.h> #include <math.h> int main(){ double raio, areaCirculo; printf(“Entre com o Raio: ”); scanf(“%lf”, &raio); areaCirculo = raio * 2 * M_PI; printf(“Area: %0.2lf”, areaCirculo); getch(); return 0; } Inclusão da Biblioteca Math Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

146 Funções da Biblioteca Math
Trigonométricas sin (): Retorna o valor do seno. O argumento (graus) em double. cos(): Retorna o valor do co-seno. O argumento (graus) em double. tan(): Retorna o valor da tangente. O argumento (graus) em double. Logaritmicas log(): Retorna o valor do logaritmo na base 2. O argumento em double. log10(): Retorna o valor do logaritmo na base 10. O argumento em double. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

147 Funções da Biblioteca Math
Potências pow(): Retorna o valor da base elevada ao expoente. Dois argumentos double, o primeiro é a base e o segundo o expoente. sqrt(): Retorna o valor da raiz quadrada. O argumento em double. Arredondamento ceil(): Retorna o primeiro float sem casas decimais acima. float como argumento. Exemplo: ceil ( ) resultaria em 46. floor(): Retorna o primeiro float sem casas decimais abaixo. float como argumento. Exemplo: floor ( ) resultaria em 45. round(): Retorna o float sem casas decimais arredondado. float como argumento. Exemplo: floor ( ) resultaria em 46. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

148 Funções da Biblioteca Math
Para ilustrar todas essas funções e constantes, abaixo está um código demonstrando o resultado de cada função da biblioteca math.h (cmath). Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

149 Usando as Funções Trigonométricas
#include <stdio.h> #include <conio.h> #include <math.h> int main(){ double graus, x, base, expoente; printf(“Trigonometria \n \n”); printf(“Graus: “); scanf(“%lf”, &graus); printf(“Seno: %0.2lf \n”, sin(graus)); printf(“Co-seno: %0.2lf \n”, cos(graus)); printf(“Tangente: : %0.2lf \n \n”, tan(graus)); Inclusão da Biblioteca Math Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

150 Usando as Funções Trigonométricas
printf(“Logaritmos \n \n”); printf(“Valor de X para Logaritmos: “); scanf(“%lf”, &x); printf(“Log base 2: %0.2lf \n”, x, log(x)); printf(“Log base 10: %0.2lf \n \n”, x, log10(x)); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

151 Usando as Funções de Potenciação
printf(“Potencias \n \n”); printf(“Base: ”); scanf(“%lf”, &base); printf(“Expoente: ”); scanf(“%lf”, &expoente); printf(“Potência: %0.2lf \n \n”, pow(base, expoente)); printf(“Valor de X para Raiz Quadrada: ”); scanf(“%lf”, &x); printf(“Raiz Quadrada: %0.2lf \n \n”, sqrt(x)); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

152 Usando as Funções Trigonométricas
printf(“Arredondamentos \n \n”); printf(“Valor de X para Arredondamento para Cima: ”); scanf(“%lf”, &x); printf(“Arredondando para Cima: %0.2lf \n \n”, ceil(x)); printf(“Valor de X para Arredondamento para Baixo: ”); printf(“Arredondando para Baixo: %0.2lf \n \n”, floor(x)); printf(“Valor de X para Arredondamento Seguindo as Regras: ”); printf(“Arredondando: %0.2lf \n \n”, round(x)); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

153 Usando as Funções Trigonométricas
getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

154 Exercícios Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

155 Gravando Dados em Arquivo
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156 Gravando em Arquivo Veremos na sequência quatro funções básicas para gravar e ler dados de um arquivo com Linguagem C; Existem outras funções para a mesma finalidade, mas as funções que serão abordadas são de uso mais simplificado. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

157 Funções Básicas fopen ( ) – abrir arquivo; fclose( ) – fechar arquivo;
fwrite( ) – grava o conteúdo no arquivo; fread( ) – lê o conteúdo do arquivo. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

158 Declarando o Arquivo e um Valor
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { FILE *arquivo; int dados[3] = {4, 5, 6}; ... Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

159 Abrindo o Arquivo Abrindo o arquivo em modo de escrita binário.
arquivo = fopen("arquivo.txt", "wb"); if (arquivo == NULL) { printf("Erro ao abrir o arquivo! \n"); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

160 Gravando o Dado no Arquivo
Parâmetros de gravação: Variável, tamanho, quantidade e arquivo; fwrite(dados, sizeof(int), 3, arquivo); if (fclose( arquivo ) != 0) { printf("Erro ao fechar o arquivo!"); } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

161 Exemplo Completo Gravando
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { FILE *arquivo; int dados[3] = {4, 5, 6}; arquivo = fopen("arquivo.txt", "wb"); if (arquivo == NULL) { printf("Erro ao abrir o arquivo! \n"); getch(); return 0; } fwrite(dados, sizeof(int), 3, arquivo); if (fclose( arquivo ) != 0) { printf("Erro ao fechar o arquivo!"); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

162 Funcionamento Após rodar o código anterior o programa irá gravar o conteúdo do vetor chamado a em um arquivo de nome arquivo.txt. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

163 Abrindo o Arquivo para Ler o Valor
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { FILE * arquivo; int dados[3], cont; arquivo = fopen("arquivo.txt", "rb"); if (arquivo == NULL) { printf("Erro ao abrir o arquivo! \n"); getch(); return 0; } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

164 Lendo o Valor Gravado em Arquivo
fread(dados, sizeof(int), 3, arquivo); for (cont = 0; cont <= 2; cont++){ printf("Valor lido: %d \n", dados[cont]); } if (fclose(arquivo) != 0) { printf("Erro ao fechar o arquivo!"); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

165 Exemplo completo lendo o valor
#include <stdio.h> #include <conio.h> int main() { FILE * arquivo; int dados[3], cont; arquivo = fopen("arquivo.txt", "rb"); if (arquivo == NULL) { printf("Erro ao abrir o arquivo! \n"); getch(); return 0; } fread(dados, sizeof(int), 3, arquivo); for (cont = 0; cont <= 2; cont++){ printf("Valor lido: %d \n", dados[cont]); } if (fclose(arquivo) != 0) { printf("Erro ao fechar o arquivo!"); } } Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

166 Funcionamento Após rodar o código anterior o programa irá ler o conteúdo do arquivo de nome arquivo.txt e armazenar esse conteúdo no vetor chamado dados. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

167 Simplificando a escrita em arquivo
FILE *arquivo; int dados[3] = {4, 5, 6}; /* declara */ arquivo = fopen("arquivo.txt", "wb"); /* abre */ fwrite(dados, sizeof(int), 3, arquivo);/* grava*/ fclose(arquivo); /* fecha */ Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

168 Simplificando a leitura de arquivo
FILE *arquivo; int dados[3]; arquivo = fopen("arquivo.txt", "rb"); fread(dados, sizeof(int), 3, arquivo); /* leitura */ for (int cont = 0; cont <= 2; cont++){ printf("Valor lido: %d \n", dados[cont]); } fclose(arquivo); Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

169 Exercícios Crie um programa que leia
Nome Sexo Idade Salário Grave as informações em um arquivo. Busque as informações do arquivo e imprima. Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso Alegre

170 Bibliográfica Bibliografia Básica Bibliografia Complementar

171 Regras Celular em sala de aula é proibido por lei.
Acessórios como os fones de ouvido também são proibidos durante a aula. O horário de aula, ou seja, o tempo em sala de aula, está descrito no plano pedagógico do curso, portanto sair mais cedo ou chegar mais tarde, somente a critério do professor.


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