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Assessoria de Comunicação Clipping Impresso Domingo e Segunda-feira, 01 e 02 de Setembro de 2013.

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1 Assessoria de Comunicação Clipping Impresso Domingo e Segunda-feira, 01 e 02 de Setembro de 2013

2 – O Estado do MA – Política – pag. 03

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4 – Jornal Pequeno – Política – pag. 04

5 – Jornal Pequeno – Política – pag. 03

6 – Jornal Pequeno – Política – pag. 04

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8 – O Imparcial – Política – pag. 03

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10 – O Imparcial – Giro – pag. 04

11 – O Estado do MA – Política – pag. 03

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13 – Jornal Pequeno – Política – pag. 03

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16 – O Imparcial – Política Entrevista – pag. 02 "O nosso objetivo maior é a eleição de Luís Fernando", diz Roberto Costa

17 – O Imparcial – Política Entrevista – pag. 02 Considerado um dos homens mais próximos da governadora Roseana Sarney (PMDB), dentre aqueles que fazem parte da base governista, o deputado Roberto Costa concedeu com exclusividade entrevista a O Imparcial. O parlamentar fala sobre a preocupação do seu partido em manter um bom contingente de representatividade no legislativo estadual, evitando novas perdas, por conta da disputa proporcional do próximo ano.homensparlamentar Roberto Costa que também é presidente municipal do PMDB, fala que a meta principal do seu partido para 2014 é eleger o secretário estadual de Infraestrutura, Luís Fernando como governador do Maranhão e o deputado ainda admite que existe a possibilidade de uma coligação com o PSDB para concretizar esse objetivo. O parlamentar disse também que não acredita que a reforma política sairá e que não existe preocupação nenhuma do partido com o processo de cassação da governadora Roseana Sarney.deputado Roberto Costa rebateu as acusações feitas a ele em relação ao convênio entre o DETRAN e a APAC, afirmou que será candidato a reeleição em 2014 e falou de projetos que apresentará ainda nesse semestre na Assembleia.projetos Confira na íntegra a entrevista exclusiva: O Imparcial - O deputado Afonso Manoel (PSD) já deixou o partido e outros demonstram interesse em sair. Podemos falar em um esvaziamento do PMDB nesse momento? Roberto Costa - De forma nenhuma. O que acontece hoje é uma acomodação natural do processo político. No final de setembro se encerra o prazo da escolha dos partidos para quem deseja disputar eleições ano que vem. A saída de deputados não acontece só no PMDB e nós estamos fazendo um trabalho de trazer alguns companheiros para reforçar a nossa chapa tanto para deputado federal quanto estadual. Mas é fato que existem deputados insatisfeitos, preocupados com a possível coligação do PMDB, custo de campanha e o risco de não eleger-se em 2014 por conta do alto coeficiente eleitoral. Existe uma preocupação dos deputados em relação a sua reeleição. Então cada um procura num momento como esse, um partido aonde ele possa ter uma chance mais tranquila de reeleição. O PMDB tem grandes nomes de filiados com grandes votações e isso assusta alguns deputados, mas esperamos que mais uma vez aconteça o que sempre aconteceu depois da acomodação natural de todas as forças políticas do estado e o partido mais uma vez ter uma base proporcional forte e fazendo um grande número de deputados. Ainda esperamos essa promessa de reforma política que não acreditamos que venha acontecer e não acontecendo, trabalharemos para compor os partidos da base aliada dentro de uma coligação.

18 – O Imparcial – Política Entrevista – pag. 02 Mas alguns deputados do PMDB reclamam do alto investimento nas campanhas e recebimento do mesmo valor de emendas que os demais? Não existe a questão de emendas em relação a isso. As emendas são usadas para investimento nas nossas bases eleitorais. Isso não entra nessa discussão agora. O que existe é a discussão sobre a composição das candidaturas no partido e coligação. Todo mundo procura uma eleição para buscar 30 mil votos em vez de uma onde você vai necessitar de 40 ou 50 mil votos. Essa é a questão que se discute no momento. Mas isso faz parte do processo político das eleições. Como o PMDB está trabalhando em relação a coligação? Temos discutido com o PV, DEM, PTB que são partidos que historicamente sempre tiveram juntos na eleição proporcional. Na questão majoritária temos definição por Luís Fernando. O que vamos iniciar agora é o processo de fortalecimento da pré-candidatura de Luís Fernando. O PSDB poderá caminhar com o PMDB nas eleições estaduais de 2014? Política é a arte de quem consegue aglutinar mais em torno de um projeto e isso nós temos conseguido fazer, conseguido aglutinar mais força que os candidatos da oposição. Trabalhamos com a hipótese de ter o PSDB dentro desse grande projeto que é levar Luís Fernando ao governo do estado. Claro que historicamente nós vamos buscar alguns posicionamentos nossos contrários ao PSDB, até na própria administração municipal de João Castelo. Mas isso já foi superado. E a relação hoje é extremamente madura. Quem fez uma oposição clara e desestabilizou o ex-prefeito João Castelo foi a oposição, o PCdoB de Flávio Dino e o PSB de Marcelo Tavares. Temos as condições de acomodar tanto o PSDB quanto o PT. O que se tá discutindo aí é um projeto para o Maranhão. E vamos respeitar a posição individual e nacional de cada partido. Qual a meta do PMDB no Maranhão em relação a 2014? O nosso objetivo maior é a eleição de Luís Fernando a governador. A questão de senador ainda tem um caminho aberto. Depende da governadora Roseana Sarney (PMDB) se sairá ou permanecerá no governo. Se a governadora sair para senadora nós não temos dúvidas quanto a sua eleição. Mas se não for ela já tem o nome do ministro Gastão Vieira (PMDB) como uma alternativa que é um nome forte e com certeza ganhará a eleição. Queremos fazer uma grande bancada de deputado estadual e federal, aumentando ou mantendo os sete estaduais e os cinco federais, respeitando que os nossos aliados também possam ter uma grande bancada para ajudar a continuar a administrar o Maranhão. A questão do processo de Cassação da governadora Roseana Sarney preocupa ou incomoda? Existe um plano B em caso de cassação? Preocupação nenhuma em relação ao pedido de cassação da governadora Roseana. O processo é muito frágil. Foi apresentado pelas acusações 31 cidades que teriam sido beneficiadas em Dessas em 2006 sem ser governadora e contra a máquina do governo ela ganhou em 24. O poder do convênio não existiu. A vitória da governadora é fruto da consolidação da sua liderança no Maranhão. Na eleição de 2010 em Imperatriz a governadora fez convênios e não ganhou a eleição lá. E em São Luís ela não fez convênios e ganhou a eleição. Então mostra que não houve abuso de poder político e econômico. A governadora ganhou a eleição de forma tranquila com 700 mil votos a mais que o segundo colocado. Foi uma eleição extremamente tranquila e limpa.


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