A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Professor: Roberto César

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Professor: Roberto César"— Transcrição da apresentação:

1 Professor: Roberto César
Economia de Empresas Professor: Roberto César Professorrobertocesar.wordpress.com

2 Definições Objetiva identificar a melhor alocação dos recursos escassos para satisfação das ilimitadas necessidades humanas. Decisões: ● O que produzir ● Como produzir ● Para quem produzir

3 Definições Objetivos Principais da Economia Alto Nível de Emprego
Crescimento Sócio Econômico do Pais

4 Escassez a curva de possibilidade de produção
A curva de possibilidade de produção ou fronteira ilustra a noção de escassez. Assim, um aumento dos bens agrícolas só pode ser obtido a custa da redução dos bens industriais, dada a quantidade fixa de recursos produtivos. A forma de barriga dessa curva indica que os recursos não são perfeitamente adaptáveis a produção dos dois bens.

5 Microeconomia Agentes econômicos
Estudo das escolhas feitas por famílias, empresas e governos e de que forma essas escolhas afetam os mercados de bens e serviços Agentes econômicos São os responsáveis pela atividade econômica Família Empresas Setor público

6 Microeconomia Família ou unidades Familiares Empresas
Consomem bens e serviços e oferecem seus recursos (fundamentalmente trabalho e capital) as empresas. Empresas Unidade de produção básica. Contrata trabalho e compra fatores com o fim de fazer e vender bens e serviços. Individual Social Limitadas Sociedades anônimas Cooperativas

7 Microeconomia Setor Público Setores Econômicos
Estabelece um marco jurídico-institucional no qual se desenvolve a atividade econômica. É responsável também pelo estabelecimento da política econômica. Setores Econômicos Primário (Agricultura, pesca, mineração) Secundário (Indústria, construção) Terciário (Serviços, comercio)

8 Princípios econômicos
Princípio do Custo de Oportunidade O custo de oportunidade de algo consiste no sacrifício de obtê-lo Princípio Marginal Aumente o nível de uma atividade se seu benefício marginal exceder o custo marginal; porem reduza o nível de uma atividade se seu custo marginal. Se possível, selecione o nível em que o benefício marginal da atividade se iguala ao seu custo marginal

9 Princípios econômicos
Princípio dos Retornos Decrescentes Suponha que a produção de um bem seja realizada com 2 ou mais insumos e que somente a quantidade de um deles seja aumentada enquanto os outros permanecem fixos. Além de certo ponto (ponto dos retornos decrescentes) a produção aumenta a uma taxa decrescente Princípio da Externalidade Os custos ou benefícios relativos à produção ou ao consumo de determinados bens não são restritivos à pessoa ou organização que os está produzindo ou consumindo

10 Princípios econômicos
Princípio do Valor Real O que importa às pessoas é o valor real da moeda ou da renda (seu poder de compra e não seu valor nominal)

11 Medição e comparação das variáveis econômicas
Índice de preços Um índice de preços proporciona uma medida adequada do nível médio de preços. Obtém-se dividindo o valor monetário de um conjunto de bens e serviço em um dado período de tempo, e seu valor monetário em um determinado período base, multiplicando ao final o resultado por cem. Índices de Preços ao Consumidor de São Paulo IPC - Índices de Preços ao Consumidor IPCA - índice de Preços ao Consumidor Amplo; INPC - índice Nacional de Preços ao Consumidor Índices Gerais de Preços IGP – di IGP – M

12 Índice de preços ao consumidor
chamado de "IPC da FIPE", apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE, da Universidade de São Paulo - USP. O início de sua apuração data de 1939, porém em nível municipal, pois abrange apenas a cidade de São Paulo

13 Índice de Preços ao Consumidor (IPC)
IPC que é o Índice de Preços ao Consumidor e mede a variação de preços entre as famílias que percebem renda de 1 a 33 salários mínimos nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

14 Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
Índice de inflação calculado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Reflete a variação de preços das cestas de consumo das famílias com recebimento mensal de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de renda, nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além de Brasília e Goiânia. Utilizado pelo Banco Central do Brasil para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação, adotado a partir de julho de 1999, para balizamento da política monetária.

15 Composição do IPCA

16 Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Referencia a evolução dos preços somente com base em bens e serviços destinados ao consumo Levantamento mensal baseado em uma cesta de consumo de famílias com renda de 1 a 8 salários mínimos

17 IGP-DI - índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna.
O IGP-DI/FGV foi instituído em com a finalidade de medir o comportamento de preços em geral da economia brasileira. É uma média aritmética, ponderada dos seguintes índices: IPA que é o Índice de Preços no Atacado e mede a variação de preços no mercado atacadista. O IPA ponderada em 60% o IGP-DI/FGV. IPC que é o Índice de Preços ao Consumidor. O IPC pondera em 30% o IGP-DI/FGV. INCC que é o Índice Nacional da Construção Civil e mede a variação de preços no setor da construção civil, considerando no caso tanto materiais como também a mão de obra empregada no setor. O INCC pondera em 10% o IGP-DI/FGV. DI ou Disponibilidade Interna é a consideração das variações de preços que afetam diretamente as atividades econômicas localizadas no território brasileiro. Não se considera as variações de preços dos produtos exportados que é considerado somente no caso da variação no aspecto de Oferta Global.

18 IGP-M - índice Geral de Preços - Mercado;
O IGP-M quando foi concebido teve como princípio ser um indicador para balizar as correções de alguns títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e Depósitos Bancários com renda pós fixadas acima de um ano. Posteriormente passou a ser o índice utilizado para a correção de contratos de aluguel e como indexador de algumas tarifas como energia elétrica. O IGP-M/FGV analisa as mesmas variações de preços consideradas no IGP-DI/FGV, ou seja, o Índice de Preços por Atacado (IPA), que tem peso de 60% do índice, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% e o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC), representando 10% do IGP-M.

19 Medição e comparação das variáveis econômicas
Valores Reais e Nominais A deflação consiste precisamente em eliminar o efeito da variação dos preços nos valores correntes e nominais, ou seja, em corrigir o efeito dessa perda de valor do dinheiro ao longo do tempo. Taxa de Crescimento A taxa de crescimento de uma variável é a taxa percentual por período (normalmente um ano) em que aumenta ou diminua a referida variável.

20 Medição e comparação das variáveis econômicas
Quocientes O quociente ou razão é o resultado da divisão de uma variável qualquer por outra. Variações percentuais A variação percentual de uma variável, durante um período de tempo determinado, define-se como resultado da divisão da diferença entre o valor no instante de tempo considerado e o valor no instante de tempo inicial, multiplicando por 100.

21 INFLAÇÃO A inflação é o aumento contínuo de preços de bens, produtos e serviços em uma determinada região durante um período. Ao mesmo tempo em que os produtos se tornam mais caros, o poder de compra da moeda nacional diminui.

22 INFLAÇÃO Além de corroer o salário, a inflação elevada também encarece os produtos nacionais, aumenta a demanda por importações e reduz as exportações, desequilibrando toda a balança comercial de um País. Para evitar uma crise econômica, governos são obrigados a adotar medidas para desvalorizar a moeda e, assim, frear as importações. Esta decisão, entretanto, faz com que produtos importados essenciais – como petróleo, fertilizantes, equipamentos sem similar nacional – fiquem mais caros, aumentando o custo de produção de setores que dependem desses itens. Tudo isso provoca nova elevação de preços, entrando em um círculo vicioso que só termina com a queda real da inflação.

23 Os anos da hiperinflação
Nos anos 80, o investimento externo no Brasil diminuiu abruptamente, a dívida explodiu e a economia entrou em parafuso. Desse caldo pavoroso, emergiu o dragão da inflação MÁQUINAS FRENÉTICAS Remarcadores em ação em um supermercado: nos tempos da inflação galopante, os produtos amanheciam com um preço e anoiteciam com outro A maior inflação anual já registrada foi de 2 477%, em A menor, de 1,6%, em 1998

24 DESCONTROLE TOTAL O governo Sarney consolidou a volta da democracia ao Brasil. Na economia, porém, marcou o início de experiências desastrosas calcadas no populismo. Para tentar conter a inflação, Sarney anunciou o Plano Cruzado, em 1986, baseado no congelamento geral de preços. Foi o período dos "fiscais do Sarney" – cidadãos que, espontaneamente, mo-nitoravam as gôndolas dos supermercados. A medida conteve a inflação artificialmente, mas produziu desabastecimento. Com os produtos em falta, o comércio passou a cobrar ágio. A inflação voltou sem dó. Em 1989, atingiu 1 973% ao ano. O recorde mensal foi batido em março de 1990, quando a taxa alcançou 82%. Os comerciantes remarcavam os preços diariamente. Nesse quadro pré-apocalíptico, os brasileiros levavam às últimas conseqüências a correção monetária, uma loucura econômica institucionalizada no Brasil. Com ela, preços e salários eram reajustados automaticamente as-sim que era divulgada a inflação do mês anterior. Essa prática realimentava o monstro, pois a alta de preços era replicada no futuro. Uma praga só extinta com o Plano Real, em 1994.

25 MOEDAS BRASILEIRAS A primeira moeda genuinamente brasileira foram feitas em 1963, era o real cujo plural era Réis. Moeda Vigente Símbolo Período Cruzeiro Cr$ A partir de 10/11/1942 Cruzeiro Novo NCr$ A partir de 13/02/1967 A partir de 15/05/1970 Cruzado Cz$ A partir de 28/02/1986 Cruzado Novo NCz$ A partir de 16/01/1989 A partir de 16/03/1990 Cruzeiro Real CR$ A partir de 10/08/1993 Real R$ A partir de 10/07/1994

26 Dados Financeiros em Ambientes Inflacionários
Taxa de Inflação: 10% a.a. Evolução das vendas: $ 8,5 milhões $ 8,0 milhões Crescimento nominal das vendas: Crescimento real das vendas: 20X0 20X1

27 Determinação da Taxa de Inflação
Identidade de mensuração da taxa de inflação INF = taxa de inflação medida segundo determinado índice de preços; I = índice de preços utilizado para a mensuração da taxa de inflação n = data de levantamento atual n-t = data de levantamento do período anterior Exemplo IGP-M de 1999 = 178,099 IGP-M de 2000 = 195,827 Finanças Corporativas e Valor – ASSAF NETO

28 Taxa de Desvalorização da Moeda - TDM
Indica o decréscimo do poder de compra (poder aquisitivo) da moeda Pode ser apurada partindo-se de um índice específico de preços ou da taxa de inflação ou Exemplo INF = 9,95% ou 9,05%

29 Taxa Real É a taxa resultante de uma operação após retirado o efeito da inflação. i = taxa nominal INF = taxa de inflação r = taxa real ou Exemplo Uma pessoa comprou uma casa por R$ e vendeu por R$ sabendo que a inflação no período foi de 9,95% qual foi a taxa nominal e a TAXA REAL de ganho? ou 30% ou 18,24%

30 O sistema de economia de mercado
Mercado e toda instituição social na qual bens e serviços, assim como os fatores produtivos, são trocados livremente

31

32 DEMANDA A chamada Lei da Demanda é a quantidade de um bem que os consumidores desejam e podem comprar, em um certo intervalo de tempo, variam inversamente ao preço deste bem, desde que todas as demais condições permaneçam inalteradas (Demanda Efetiva). P No gráfico pode-se representar esta relação, onde, (P) é o preço unitário do bem e (Q/t) é a quantidade demandada por unidade de tempo. Q/t

33 OFERTA É a quantidade de um bem que uma ou várias empresas estão determinadas a colocar no mercado. A oferta depende dos gastos para produzir. P No gráfico pode-se representar esta relação, onde, (P) é o preço unitário do bem e (Q/t) é a quantidade ofertada em dado intervalo de tempo. Q/t

34 CURVAS EM EQUILÍBRIO P Oferta Demanda Q/t

35 DEMANDA X OFERTA A curva da oferta depende do tipo de bem que se está estudando, seus custos de produção e o período de tempo. Na curva da demanda existem outros fatores além do preço; tais como: disponibilidade de insumos, desenvolvimento tecnológico, taxas de subsídios, etc.

36 CLASSIFICAÇÃO DOS BENS
Também conhecido como de consumo corrente. Ex.: Comida. não duráveis de consumo Ex.: Geladeira, automóvel, televisor. duráveis BENS São bens não duráveis utilizados como fator de produção. Ex.: Matéria prima (milho). Intermediários de produção Ex.: Equipamentos, máquinas, prédios. de capital

37 VARIÁVEIS RELEVANTES Nos bens de consumo não duráveis
População e suas características. (Taxa de crescimento, composição das faixas etárias, sexo, migração, etc.) Tendência de Consumo secular per capta do produto. (Ciclo de vida do produto, tendência de saturação, etc.) Renda e suas características. (Renda per capita, distribuição da renda, poder de compra, etc.) Preço do bem e dos sucedâneos. (O impacto do preço no orçamento familiar e seus substitutos.)

38 VARIÁVEIS RELEVANTES Nos bens de consumo duráveis
A durabilidade destes bens torna conveniente a decomposição da demanda em dois tipos: Demanda de expansão: associada à compra efetuada por uma pessoa que ainda não possui aquele bem. Demanda de Reposição: a pessoa que já possui o bem compra outro para substituir o antigo.

39 VARIÁVEIS RELEVANTES Nos bens de consumo duráveis
O número de famílias. (Número médio de pessoas na família, taxa de formação de novas famílias, etc.) Renda disponível e concentração de renda. (Preço alto do bem e o status que este bem pode agregar.) Condições de crédito. (A troca do consumo presente pelo custo do financiamento) Preço do produto e dos sucedâneos. (O preço elevado pode restringir o consumo, adiar a troca, etc.) Durabilidade e estoque. (Perecível, obsoleto, quantidade em estoque.)

40 VARIÁVEIS RELEVANTES Nos bens de produção intermediária
São bens que sua demanda depende da demanda de outros bens. Pode ser compreendido pela seguinte função: P = f (X1, X2, X3, , Xn) Onde: P = quantidade produzida de certo bem final X1, X2, X3, , Xn = as quantidades dois itens necessários para produzir P.

41 VARIÁVEIS RELEVANTES Nos bens de produção ou de capital
Rentabilidade do setor. (Saber se o investimento é rentável é rentável.) Nível de Utilização. (Capacidade produtiva utilizada.) Taxa de juros a longo prazo. (Custos do dinheiro.)

42 CICLO DE VIDA DO PRODUTO
Faturamento Lucro ($) Tempo Introdução Crescimento Maturidade Saturação Declínio

43 ELASTICIDADE É um conceito da teoria econômica onde mostra comportamento na quantidade demandada de certo produto quando há mudança em outras variáveis como preço e renda. Tipos de elasticidade a serem estudados: Elasticidade-preço da demanda – EPD Elasticidade cruzada da demanda – EXY Elasticidade-renda da demanda – ERD

44 ELASTICIDADE Matematicamente a quantidade demandada de certo produto pode ser representada pela seguinte função: Q= f (P, Pc , Ps , R) Q = Quantidade demandada Ps = Preço do produto substituto P = Preço do produto R = Nível de renda dos consumidores Pc = Preço do produto complementar Quando há vários produtos complementares e/ou substitutos, seus preços (Pc e Ps ) devem ser calculados com base nas médias ponderadas dos preços destes produtos. Qual a repercussão da variação de 1% em cada variável (isoladamente) sobre a demanda de um certo produto?

45 ELASTICIDADE Elasticidade Variável Fórmula Sinal/ Classificação Preço
Preço - P % Q % P < 0 NORMAL > 0 BEM DE GIFFEN Cruzada Preço do complementar –Pc % Pc < 0 COMPLEMENTAR Preço do substituto - Ps % Ps > 0 SUBSTITUTO Renda Nível de Renda - R % R > 0 NORMAL > 1 SUPÉRFULO < 0 INFERIOR Fonte: Clemente, 2008, p. 74.

46 ELASTICIDADE Bem Normal – São bens cuja demanda diminuem com o aumento do preço ou aumenta com o aumento da renda do consumidor. Bem Superior – São bens cuja demanda é altamente elástica, ou seja, com sensibilidade relativamente alta da demanda em relação ao preço. Ex.: Uma variação percentual de 5% no preço reflete numa variação da quantidade demandada em 20%. Bem Inferior – São bens cuja demanda é inelástica, ou seja, com sensibilidade relativamente baixa da demanda em relação ao preço. Ex.: Uma variação percentual de 20% no preço reflete numa variação da quantidade demandada em 5%. Bem Neutro – São bens cuja demanda varia exatamente em função do preço. Ex.: Uma variação percentual de 20% no preço reflete numa variação da quantidade demandada em 20%.

47 Elasticidade-preço da demanda – EPD
Mede a variação percentual na quantidade demandada de um bem quando ocorre uma variação percentual no seu preço. O preço de um bem era de R$ 10,00 e se vendia 100 unidades, este preço passou a ser de R$ 14,00 e passou a vender 50 unidades. Calcule a elasticidade - preço da demanda. EPD < -1  Demanda elástica (Bem superior) EPD = -1  Elasticidade unitária (Bem Neutro) EPD > -1  Demanda inelástica (Bem inferior)

48 Elasticidade cruzada da demanda – EXY
Mede a variação percentual na quantidade demandada de um bem quando ocorre uma variação percentual no preço de outro bem; podendo ele ser substituto, complementar ou independente. O preço da margarina passou de R$ 2,00 para R$2,50 e a venda de manteiga passo de 50 unidades para 60 unidades. Calcule a elasticidade - preço da demanda.

49 Elasticidade-renda da demanda – ERD
Mede a variação percentual na quantidade demandada de um bem quando ocorre uma variação percentual na renda do consumidor. Renda   Bem Inferior   Bem Superior  = Bem neutro A renda do consumidor passou de R$ 1.000,00 para R$ 1.500,00 a demanda por um produto aumentou de 100 para 180. Calcule a elasticidade - preço da demanda. ERD >0 e <=1  Bem ou serviço normal ERD > 1  Bem de luxo ou superior ERD < 0  Bem ou serviço inferior ERD = 0  Bem ou serviço neutro

50 CRITÉRIOS QUANTITATIVOS
Quando o preço é de R$ 60,00; 10 bolsas são vendidas, porém, quando o preço é de R$ 50,00 , são vendidas 15 bolsas. Usando sistemas: y = a + bx  Função linear 60 = a + b10 50 = a + b15 P 60 60 = a + b.10 -50 = -a – b.15 (-1) 10 = 0 – 5.b 5b =  b = - 2 60 = a + - 2x10 a = = 40 y = 40 – 2x 50 Q a = intercepto (valor de y quando x = 0) b = coeficiente angular da reta b = y x

51 Empresa e a Produção O objeto principal da empresa consiste em buscar a maximização do lucro Lucro? Curto Prazo x Longo Prazo

52 Produção e Custo no curto prazo
O curto prazo é definido como um período onde um insumo no processo permanece fixo como por exemplo a instalação Para os 15 primeiros funcionários a produção aumenta. O ponto “d” é o ponto de retorno decrescente. Além deste ponto, o acréscimo de funcionários aumenta a produção a uma taxa decrescente

53 Custo fixo custo variável e custo total
O curto total = Custo fixo + Custo variável

54 Produção e Custo de longo prazo
A diferença entre o curto e o longo prazo é que não existe retornos decrescentes no longo prazo uma vez que a empresa pode expandir suas instalações.

55 Economias de Escala Curva de custo médio tem inclinação negativa.
Caso esta curva seja positiva a empresa tem deseconomias de escala.

56 Concorrência Perfeita
Os mercados diferem quanto ao numero de empresas que competem entre si pelos clientes. Possui um numero muito grande de empresas. O bem e padronizado ou homogêneo. As empresas podem entrar ou sair do mercado no longo prazo. Cada empresa aceita o preço do mercado como um dado.

57 Forças de Porter

58 Nível ideal de Produção
O lucro é mostrado pela distância vertical entre a curva da receita e a do custo.

59 Nível ideal de Produção
Uma empresa perfeitamente competitiva toma o preço de mercado como um dado

60 Monopólio Mercado atendido por uma única empresa.
A empresa coloca o preço (Oferta e Demanda) Em um monopólio existe uma barreira à entrada de outras empresas. Pode ocorrer um monopólio natura, quando a entrada de uma 2 empresa faz com que o preço fique abaixo do custo.

61 Monopólio Para maximizar o lucro o ponto ideal é o “m” Preço = 15
Custo Médio = 8 Lucro = 7 (15 - 8) Lucro total = 6.300 (7 * 900)

62 Oligopólio Neste mercado existem um numero reduzido de vendedores e grande quantidade de compradores. Uma das características deste mercado é a interdependência mútua. As empresas determinam seus preços em função de sua demanda, levando em conta a reação de seus rivais. Para isso existem diversas possibilidades. Adivinhar as ações dos rivais, Fazer um acordo sobre os preços e competir na publicidade, Formar um cartel.

63 Intervenção do estado na economia
Keynesianos – Sim a intervenção Não aceitam a tese que a economia tende ao pleno emprego dos recursos produtivos. Recomendam a intervenção do estado mediante as políticas monetárias e fiscal. Monetaristas – Não a Intervenção Confiam no livre jogo das forças de mercado. A intervenção do estado deve-se reduzir ao mínimo possível. Na essência, controlar apenas o volume de dinheiro.

64 Intervenção do estado na economia
Funções Fiscalizadora Reguladora Provedora de bens e serviços. Estabilizadora Objetivos Maior nível possível de emprego Estabilidade nos preços Crescimento econômico

65 Intervenção do estado na economia
Depressão Recuperação Auge Recessão

66 Fontes de Financiamento para a empresa
Passivo Circulante Externa Passivo Não Circulante Aporte de capital dos atuais sócios Capital Ações preferenciais Própria Abertura de capital Ações ordinárias Lucros Retidos

67 Fontes Externas Aumento do nível de endividamento.
Redução da capacidade de reobter empréstimos. Risco de cobertura. Lucro operacional.

68 Fontes Próprias Melhora o nível de endividamento.
Possibilita reobter empréstimos. Melhora os indicadores econômicos e financeiros. Lucro operacional.

69 Fontes Próprias Aporte de Capital Lucros Retidos Abertura de Capital

70 O mercado de capitais é fundamental para o crescimento econômico.
Aumenta as alternativas de financiamento. Reduz o custo do financiamento. Diversifica e distribui o risco. Facilita o acesso ao capital

71 Mercado de Capitais Especuladores Investidores Objetivo
Alavancagem de ganhos Manutenção de ganhos Formas de ganho Ganho através de comercialização de ações. Ganho através da propriedade de ações Prazo Curto Longo Risco Busca o risco Avesso ao risco

72 Mercado de Capitais Para ter ações em Bolsas, a companhia deve:
Companhia Pública Companhia aberta Atender aos requisitos estabelecidos pela Lei das S.A. (Lei nº , de 27 de maio de 2009) e pelas instruções da CVM, além de obedecer a uma série de normas e regras estabelecidas pelas próprias bolsas.

73 BOVESPA - Bolsa de Valores de São Paulo
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) é o principal mercado de negociação de ações de empresas de capital aberto do Brasil. Fundada em 1890, sua sede localiza-se no centro da cidade de São Paulo. Em 2008, a Bovespa integrou-se operacionalmente com a BM&F - principal bolsa de mercadorias e contratos futuros do Brasil - criando a BMF&Bovespa. O Mercado Bovespa abrange a negociação de valores mobiliários, de renda variável e renda fixa, tanto no mercado de bolsa quanto no mercado de balcão organizado. As principais empresas do país estão listadas no mercado de ações da Bovespa, inclusive a própria BM&FBovespa (BOV:BVMF3).

74 Análise Fundamentalista
A análise fundamentalista é um importante instrumento utilizado para a análise de investimento em ações. O princípio desta análise está baseado na avaliação quantitativa da empresa. O analista fundamentalista busca estudar a situação financeira, econômica e mercadológica de uma empresa e suas expectativas e projeções para o futuro. Pode-se conceituar a análise fundamentalista como o estudo de toda a informação disponível no mercado sobre determinada empresa, com a finalidade de obter o preço justo da companhia.

75 Análise Fundamentalista
A análise fundamentalista é um importante instrumento utilizado para a análise de investimento em ações. O princípio desta análise está baseado na avaliação quantitativa da empresa. O analista fundamentalista busca estudar a situação financeira, econômica e mercadológica de uma empresa e suas expectativas e projeções para o futuro. Pode-se conceituar a análise fundamentalista como o estudo de toda a informação disponível no mercado sobre determinada empresa, com a finalidade de obter o preço justo da companhia.

76 Indicadores Financeiros
Endividamento Rentabilidade do Patrimônio Líquido Índice Preço/Lucro Liquidez Corrente Valor Nominal Liquidez Geral Valor Patrimonial Margem Líquida Valor Unitário da Ação Margem Operacional Dividend Yield Pay-out Lucro por Ação (LPA) Rentabilidade do Ativo Preço-justo Margem de segurança

77 Análise Técnica “Na maior parte do tempo as ações estão sujeitas a flutuações de preço irracionais e excessivas em ambas as direções como consequência de uma tendência, impregnada na maioria das pessoas, para especular ou jogar ... Abrindo caminho para a esperança, o medo e a ganância.” (CARDOSO e LEMOS, 2010; p 31 aput BENJAMIM GRAHAM, 2007)

78 Análise Técnica Projeção do comportamento de preços de ações a partir de cotações passadas para se chegar a uma opinião sobre a compra ou sobre a venda destes títulos. Essas análises são baseadas em gráficos construídos a partir da variação das cotações passadas, procurando-se identificar padrões gráficos que sinalizem o comportamento futuro da ação. Estudos técnicos analíticos podem ser adicionados aos padrões gráficos formados pelos preços das cotações. Também conhecida por análise gráfica.

79 Análise Técnica

80 Análise Técnica

81 Análise Técnica

82 Movimento de Preços Estamos lidando com uma matéria ainda bastante subjetiva, muito mais próxima da arte que da ciência. Os padrões gráficos , raramente são tão claros a ponto de vários investidores concordarem ao mesmo tempo com sua interpretação. Além disso, as decisões são tomadas levando em conta vários aspectos. É preciso ter noção de que os preços são afetados diretamente pela lei da Oferta e da Procura. - Teoria Randon Walk

83 Petrobras

84 Petrobras

85 Petrobras


Carregar ppt "Professor: Roberto César"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google