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1° MUTIRÃO DIOCESANO DE COMUNICAÇÃO DA DIOCESE DE NOVA IGUAÇU.

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Apresentação em tema: "1° MUTIRÃO DIOCESANO DE COMUNICAÇÃO DA DIOCESE DE NOVA IGUAÇU."— Transcrição da apresentação:

1 1° MUTIRÃO DIOCESANO DE COMUNICAÇÃO DA DIOCESE DE NOVA IGUAÇU

2 MIRANDA PRORSUSMIRANDA PRORSUS – Encíclica do Papa Pio XII Voltada para os meios de comunicação eletrônicos: cinema, rádio e televisão. INTER MERIFICAINTER MERIFICA - Decreto do Concílio Vaticano II sobre os meios de comunicação social Foi a primeira vez na história da Igreja que um Concílio ecumênico discutiu os meios de comunicação. Com este Decreto o Concílio cria o termo “Comunicação Social”, o Dia Mundial das Comunicações e um Secretariado mundial para as comunicações. ÉTICA NAS COMUNICAÇÕES SOCIAISÉTICA NAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS - Documento promulgado pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Foi publicado na Cidade do Vaticano em 4 de junho de 2000 Lembra o documento que os mass media são chamados ao serviço da dignidade humana, ajudando os indivíduos a viverem bem e a agirem como pessoas em comunidade. A comunicação social tem o poder de promover a felicidade e a realização humana.

3 ÉTICA NA INTERNETÉTICA NA INTERNET - Documento promulgado pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, em 22 de Fevereiro de 2002, O RÁPDO DESENVOLVIMENTOO RÁPDO DESENVOLVIMENTO - Carta Apostólica do Papa João Paulo II, aos responsáveis pelas comunicações sociais. Publicada em 24 de Janeiro de O rápido desenvolvimento das tecnologias no campo da mídia é certamente um dos sinais do progresso da sociedade de hoje. IGREJA E COMUNICAÇÃO RUMO AO NOVO MILÊNIO 35° Assembléia geral da CNBB, em abril de 2007 – Este documento inspira o planejamento da Pascom, valiosa contribuição para a prática da verdadeira comunicação, que deve ser dialógica. A COMUNICAÇÃO NA VIDA E MISSÃO DA IGREJA DO BRASIL Estudo da CNBB de 2011– orientações para uma comunicação qualificada da Igreja e as preocupações com a atual situação midiática.

4 Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 46a Assembléia Geral dos Bispos do Brasil, em Itaici, - abril de Num mundo que valoriza cada vez mais os meios de comunicação, os cristãos individualmente e as comunidades devem aprender a utilizá-los com mais desempenho, competência e profetismo, para o anúncio do Reino de Deus. No entanto, é preciso estar sempre consciente de que, na maioria das vezes, os meios de comunicação acabam por servir a fortes interesses econômicos e à mentalidade secularista.

5 origem e significado Deriva de Pastor. Está relacionado com o período Nômade da história de Israel. SER PASTOR É : GUIAR, ENSINAR GOVERNAR, DEFENDER Pastoral é o agir da Igreja no mundo. É a Igreja em marcha.

6 Origem e significado É um termo polissêmico. Significados mais usados são: -Caminho de acesso -Capacidade de trocar idéias, Ou informações através da fala, Gestos ou imagens. -ato ou efeito de emitir e receber mensagens por meio de métodos ou processos convencionados. -Tornar comum -Estabelecer comunhão Do latim –COMMUNIS

7 COMO SE DÁ A COMUNICAÇÃO  Emissor  Receptor  Mensagem  Feed-back  RUÍDOS

8 ESTATÍSTICA  uma pessoa retém 10% do que lê;  26% do que escuta;  30% do que vê;  70% do que vê e escuta;  70% do que discute com outros;  80% do que aprende experimentando;  90% do que explica para outros e  95% do que ensina para outros  COOK, J. & COOK, L. How technology enhances the quality of student learning. Quality Progress, n. 1, p , learning. Quality Progress, n. 1, p , 1999.

9 As muitas formas de comunicar-nos. -A comunicação aparente as pessoas falam e respondem, sem prestarem verdadeiramente atenção ao outro e ao que ele está dizendo. -A comunicação superficial A comunicação superficial É uma interação limitada, com trocas previsíveis sobre temas socialmente definidos e com limites pré-estabelecidos -A comunicação autoritáriaA comunicação autoritária É uma troca ou interação dentro de um sistema fechado, onde se expressam relações de poder, de dominação. É uma troca desigual. -A comunicação realA comunicação real Na interação real os parceiros estão abertos e querem trocar idéias, vivências, experiências, das quais ambos saem enriquecidos.

10 3 grandes modelos: 1. Dialógica presencial (calor humano, boca a boca) 2. De massa (Rádio, TV, Jornais, Revistas etc.) 3. Dialógica não presencial (MSN, SKYPE, Orkut, Webradios etc.)

11 Na história da Salvação, a pessoa de Jesus Cristo, é o evento comunicativo por Excelência, sacramento do encontro de ser humano com DEUS. Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (João 4 : 9)

12 Na história da Salvação, a pessoa de Jesus Cristo, é o evento comunicativo por Excelência, sacramento do encontro de ser humano com DEUS. "Deixai vir a mim os pequequinos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham. Em verdade vos digo: todo o que não receber o Reino de Deus com a mentalidade de uma criança, nele não entrará." (Marcos 10)

13 A evangelização, anúncio do Reino, é comunicação. Para a Igreja e para o discípulo missionário, inserir-se na cultura da comunicação e usar os meios modernos de comunicação para o anúncio do Evangelho é uma opção evangélica, é nossa missão.

14 O cristão, em comunhão com a Igreja, é chamado A inserir-se na cultura da comunicação e a evangelizar com meios modernos de comunicação. O medo das novas tecnologias, a falta de recursos necessários e de preparação adequada não pode esconder nem limitar a Mensagem de JESUS.

15 A revolução tecnológica e os processos de Globalização formataram o mundo atual como uma grande cultura midiática.

16 A pastoral da Igreja tem como objetivo prolongar e atualizar o ministério de Jesus no aqui e agora do acontecer histórico. Evangelização é a tarefa que deve ser realizada - O QUÊ A pastoral é o modo de concretizá-la – O COMO

17 O TELEFONE - DEMOROU 35 ANOS PARA ATINGIR 50 MILHÕES DE USUÁRIOS. O RADIO - 22 ANOS A TV - 26 ANOS O CELULAR - 13 ANOS E A INTERNET - 4 ANOS. O FENÔMENO DA INTERNET

18 Estamos assistindo a um processo de midiatização, entendido como tendência a virtualizar as relações Humanas, os sentimentos,as emoções, o imaginário e os desejos.

19 RANHING MUNDIAL DE ACESSO

20 “Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade“. A mensagem dirige-se, em especial, à chamada geração digital.

21 QUANTAS E QUAIS SÃO AS REDES SOCIAIS? Hoje, são mais de 300 redes sociais no mundo. Blog Twitter Youtube Flickr Orkut Facebook Skoob Myspace Essa mudança de uma comunicação clássica para uma interativa, de uma linear para uma de hiperlink, e de uma cultura mais racional para outra mais pós-moderna é o desafio da Igreja hoje.

22 (...) Por isso, é necessário que sacerdotes, religiosos e religiosas conheçam de que modo se geram opiniões e mentalidades na sociedade atual, e assim se adaptem às condições do mundo em que vivem, uma vez que é aos homens de hoje que a Palavra de Deus deve ser anunciada, e que precisamente os meios de comunicação podem prestar valioso auxílio. Os que revelam qualidades e gosto especial, recebam uma formação mais acurada neste campo.” COMMUNIO ET PROGRESSIO, 111 COMMUNIO ET PROGRESSIO, 111

23 ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers)

24 É comunhão, é ligação entre todas as atividades, pastorais, movimentos, associações que existem na comunidade, bem como com os meios de comunicação fora dela (jornais de bairro, rádios comunitárias, etc) Ela não é mais uma pastoral, mas é a que dá comunhão, pulsação nas atividades e na existência da comunidade. È a presença efetiva de toda a comunidade nos processos comunicacionais. Não se limita ao uso dos meios para a evangelização.

25 Nasce da conjunção de duas realidades que interagem reciprocamente: Comunicação Pastoral PASTORAL da COMUNICAÇÃO

26 Só um boletim, um mural, pagina de internet, etc., não é Pastoral da Comunicação, mas são formas utilizadas pela pastoral. Não devemos reduzir a Pascom a um desses meios, o que significa prejuízo da qualidade de um trabalho.

27 -Para fortalecer a comunhão. -Divulgar eventos para toda a comunidade, assim como a paróquia para dentro e fora dela. -Para saber utilizar a linguagem adequada para cada meio. -Levar a Boa-Nova a todos sem distinção, sem separação, sem medos, sem preconceitos.

28 Características VISIBILIDADE INTERNA EXTERNA PASCOM INTEGRAÇÃO INTERNA EXTERNA ARTICULANDO PASTORAIS DIVULGANDO AÇÕES INTERPESSOAL – INTER-PASTORAL RELAÇÃO SOCIEDADE - IGREJA situa-se nas práticas políticas de comunicação

29 A PASCOM é ação organizada, em diversos níveis com a comunidade, paróquia, prelazia, diocese, regional. Organizar uma equipe com pessoas qualificadas na área ou não, mas comprometidas com a comunicação e envolvidas com a Palavra de Deus; Fazer levantamento dos recursos humanos, físicos e econômicos já existentes no regional, nas dioceses, nas paróquias, na comunidade e no bairro Passos para iniciar a Pascom

30 PASTORAL DA COMUNICAÇÃO Relação da comunidade com a sociedade: –Boletins – Jornais –Programas de rádio e de TV –Relação com profissionais de comunicação –Diálogo com a cultura Atuar nos meios – através dos meios COMUNICAÇÃO NAS PASTORAIS Os processos de comunicação no interno das pastorais Relação dos participantes no serviço à comunidade: –Acolhida –Liturgia –Catequese... Ter presente a pessoa do/a comunicador/a Diálogo “inter-pastorais” PASCOM articuladora das pastorais

31 Em termos do Brasil, o primeiro documento publicado sobre o tema é o 59, da CNBB, com o título Igreja e Comunicação rumo ao Novo Milênio, fruto da Assembléia Geral dos Bispos do Brasil, realizada em abril de 1997, em São Paulo. É esse o primeiro documento da CNBB que trata da necessidade da criação e organização da Pascom nas dioceses e paróquias

32 Primeiro passo: a iniciativa deve partir do padre ou dos fiéis, quando perceberem a necessidade de ter uma pastoral que cuide da comunicação na Igreja (comunicação interna e externa). Daí, é só convidar as pessoas certas para formar a equipe. É importante lembrar que a melhor forma de convidar é ir diretamente à pessoa, ou seja, o convite pessoal, chamando pelo nome. A pessoa convidada vai se sentir valorizada. Quem devo convidar para fazer parte da Pastoral da Comunicação? Em primeiro lugar, a pessoa deve gostar de se comunicar com os outros. Ela também deve ser uma pessoa dinâmica, desinibida, aberta a adquirir novos conhecimentos e, acima de tudo, comprometida com a ação da Igreja.

33 Segundo passo: pessoas convidadas e convite aceito é hora de marcar uma reunião para a implantação da Pascom. É importante entrar em contato com a coordenação arquidiocesana e ou com o articulador da Pascom, para participar desta reunião.

34 É o processo no qual respondemos criativamente a estas perguntas..O que fazer?. Para quê?. Como fazer?. Com quem?. Quando?. Onde?. Com quais recursos? O conjunto das respostas que damos às perguntas acima é o plano.

35 Evita que façamos as coisas aleatoriamente. Fazer por fazer, sem saber porque se está fazendo, é irracional e provoca desperdício de tempo, de recursos e, o pior, provoca o desânimo. É preciso avaliar sempre, para ver o que foi bom e o que precisa melhorar.

36 • Formação - conhecer os documentos da Igreja sobre comunicação, ler, estudar, cursos práticos. Investimento tecnológico e pessoal. • Amar a Pastoral da Comunicação. • Formar uma equipe • Articular a Pascom, integrar-se com as outras pastorais • Cultivar a espiritualidade. • Exercitar o discernimento. • Planejar estrategicamente.

37 1. Amor e paixão pela comunicação 2. Vibrar pela missão 3. Interagir com a diversidade (grupos que pensam, agem e tem posturas diferentes) 4. Criatividade na busca de soluções 5. Visibilidade / Testemunho 6. Aprendiz permanente 7. Aberto ao diálogo e a escuta

38 Papel do agente da Pascom (Estudos da CNBB n º 75, ) Incentivar o uso dos meios Despertar consciência da comunidade Dinamizar a Assessoria de Imprensa Formar Equipe de Pascom Paroquial Formar Equipe de Pascom Diocesana Ajudar na formação e capacitação para a comunicação Elaborar Plano de Pascom concreto e viável Dinamizar a Educação para a comunicação

39 Plano da Pascom  Análise da realidade;  Obstáculos;  Levantamento das necessidades;  Identificação das prioridades  Uma vez definidas as estratégias, setores e equipe, se faz necessária a construção de um plano, que deve levar em conta:

40 1. Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais - Roma/Vaticano 2. DECOS (Departamento de Comunicação Social) - América Latina 3. CNBB - Educação, Cultura e Comunicação - Brasil (Dom Orani João Tempesta é o coordenador geral) 4. Regionais - Nós estamos no Leste 1 5. Dioceses 6. Paróquias

41 Comunicar a pessoa e os valores de Jesus Cristo e do seu Reino, promovendo as relações humanas, criando comunhão e formando a consciência dos comunicadores na construção de uma sociedade mais justa e solidária. - Pastoral das relações humanas - Formar a consciência dos comunicadores - Zelar pela imagem da Igreja - Incentivar o uso dos meios de comunicação social - Formar equipes da PASCOM nas paróquias e arquidiocese

42 - Equipe Executiva e Equipe Regional A) Equipe Executiva a. Período de Assessoria: 3 (três) anos b. Membros: 10 pessoas (9 membros e o Bispo responsável pela PASCOM Regional) *Os membros serão escolhidos entre os coordenadores de dioceses e pessoas ligadas a área da comunicação.Na equipe haverá o coordenador (a) Regional e o secretario (a). c. Período de Realização das reuniões: serão 6 (seis) reuniões, sendo que quatro exclusivas da equipe executiva e duas juntamente com a equipe regional.

43 B) Equipe Regional a. Período de Assessoria: 3 (três) anos b. Membros: É formada pelos coordenadores (as) das dioceses e da aquidiocese e o Bispo responsável pela PASCOM Regional. c. Período de Realização das reuniões: serão duas reuniões anuais (uma em cada semestre)

44 O processo de avaliação utilizado consistirá em dois modos de avaliação, a saber: pequenas avaliações a cada reunião e uma avaliação geral que será feita no final de cada semestre. Quanto à celebração será feita no final de cada semestre.

45 A Igreja encara os meios de comunicação social como "dons de Deus", na medida em que, segundo a intenção providencial, criam laços de solidariedade entre os homens, pondo-se assim ao serviço da Sua vontade salvífica. Do mesmo modo que o Espírito ajudou os antigos profetas a decifrar o plano de Deus através dos sinais dos tempos, Ele ajuda hoje a Igreja a interpretar os sinais do nosso tempo e a realizar a sua tarefa profética, que comporta o estudo, a avaliação e o bom uso, que hoje se tornaram fundamentais, das tecnologias e dos meios de comunicação.

46 CELAM (Conselho Episcopal Latino-americano) Comunicação: missão e desafio. Trad. Roque Frangiotti. São Paulo, Paulinas, CNBB. Comunicação e Igreja no Brasil. São Paulo, Paulus, (Estudos da CNBB 72) Igreja e comunicação rumo ao novo milênio. São Paulo, Paulus, (Estudos da CNBB 75) Igreja e comunicação rumo ao novo milênio. Conclusões e compromissos. São Paulo, Paulinas, (Documentos da CNBB 59) Estudos da CNBB 73 INSTRUÇÃO PASTORAL « AETATIS NOVAE » Formatação:

47 OBRIGADO


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