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Trabalho de ajuda em Parapsicologia Tarcísio R Pallú FIES-PR / IPCMJ-SC Tarcísio R Pallú FIES-PR / IPCMJ-SC.

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1 Trabalho de ajuda em Parapsicologia Tarcísio R Pallú FIES-PR / IPCMJ-SC Tarcísio R Pallú FIES-PR / IPCMJ-SC

2 •RESUMO –O trabalho de ajuda em Parapsicologia visa pessoas que passam por experiências com características de psi e não têm referencial adequado para poder lidar com tais experiências. –Abordagens de ajuda foram propostas em momentos diversos da história da Parapsicologia. –Esses enfoques constituem o pano de fundo para reflexão e direcionamento do modelo de ajuda delineada pelos orientadores das Faculdades Integras Espírita, desde a década de –Este artigo aborda o modelo de processamento de informações psi como plano orientador do trabalho de ajuda. –Tem por objetivo apresentar as partes constituintes do modelo curitibano de orientação em Parapsicologia e suas funções no trabalho de ajuda. •RESUMO –O trabalho de ajuda em Parapsicologia visa pessoas que passam por experiências com características de psi e não têm referencial adequado para poder lidar com tais experiências. –Abordagens de ajuda foram propostas em momentos diversos da história da Parapsicologia. –Esses enfoques constituem o pano de fundo para reflexão e direcionamento do modelo de ajuda delineada pelos orientadores das Faculdades Integras Espírita, desde a década de –Este artigo aborda o modelo de processamento de informações psi como plano orientador do trabalho de ajuda. –Tem por objetivo apresentar as partes constituintes do modelo curitibano de orientação em Parapsicologia e suas funções no trabalho de ajuda.

3 Abordagens do Trabalho de Ajuda •Publicação do livro Canais Ocultos da Mente (L. E. Rhine) Com a publicação da compilação do material recebido, tivemos o primeiro movimento de ajuda, através do qual os leitores tiveram acesso a informações das características e formas de manifestação das experiências psi no cotidiano das pessoas. •Publicação do livro Canais Ocultos da Mente (L. E. Rhine) Com a publicação da compilação do material recebido, tivemos o primeiro movimento de ajuda, através do qual os leitores tiveram acesso a informações das características e formas de manifestação das experiências psi no cotidiano das pessoas.

4 Abordagens do Trabalho de Ajuda •a ocorrência de manifestações de telepatia e precognição em ambiente psicoterápico Apesar de o enfoque estar nas manifestações e na verificação dos processos envolvidos, temos o primeiro passo no trabalho que influenciou o posicionamento de profissionais de ajuda nas décadas seguintes. •a ocorrência de manifestações de telepatia e precognição em ambiente psicoterápico Apesar de o enfoque estar nas manifestações e na verificação dos processos envolvidos, temos o primeiro passo no trabalho que influenciou o posicionamento de profissionais de ajuda nas décadas seguintes.

5 Abordagens do Trabalho de Ajuda •direcionamento clínico em que se inferia que as experiências paranormais estavam em relação direta com os processos psíquicos disruptivos. No Brasil esse posicionamento foi defendido pela escola católica de Parapsicologia. •direcionamento clínico em que se inferia que as experiências paranormais estavam em relação direta com os processos psíquicos disruptivos. No Brasil esse posicionamento foi defendido pela escola católica de Parapsicologia.

6 Abordagens do Trabalho de Ajuda •a psi como habilidade inerente e que pode ser aproveitada pelo individuo. Inspirada pelo movimento transpessoal e pelo pensamento humanista da psicologia moderna, surgiram em três núcleos de desenvolvimento: Holanda, Estados Unidos e Brasil. •a psi como habilidade inerente e que pode ser aproveitada pelo individuo. Inspirada pelo movimento transpessoal e pelo pensamento humanista da psicologia moderna, surgiram em três núcleos de desenvolvimento: Holanda, Estados Unidos e Brasil.

7 Abordagens do Trabalho de Ajuda •Em síntese, a produção literária apresenta: –visão psiquiátrica de verificar a ocorrência da psi em ambientes terapêuticos, enfocando a relação médico- paciente; –visão quevediana da psi como reação a problemas psico-emocionais; –visão humanista da psi como potencialidade natural do ser humano. Essa adotada na configuração do modelo curitibano de ajuda em Parapsicologia. •Em síntese, a produção literária apresenta: –visão psiquiátrica de verificar a ocorrência da psi em ambientes terapêuticos, enfocando a relação médico- paciente; –visão quevediana da psi como reação a problemas psico-emocionais; –visão humanista da psi como potencialidade natural do ser humano. Essa adotada na configuração do modelo curitibano de ajuda em Parapsicologia.

8 O modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia •década de 1990 com a proposta de desenvolver bases teórico-metodológica que pudessem servir de referencial aos novos parapsicólogos interessados no trabalho de ajuda. Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

9 Psi para fins deste trabalho, é considerada uma experiência humana possível de ser experimentada sob a forma de percepção anômala que chega à consciência de vigília. Isso engloba toda experiência sugestiva ou com elementos de psi. A despeito da realidade da psi, partimos da constatação de ela ser uma experiência demonstrada e vastamente encontrada na população de forma espontânea. para fins deste trabalho, é considerada uma experiência humana possível de ser experimentada sob a forma de percepção anômala que chega à consciência de vigília. Isso engloba toda experiência sugestiva ou com elementos de psi. A despeito da realidade da psi, partimos da constatação de ela ser uma experiência demonstrada e vastamente encontrada na população de forma espontânea. Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

10 •influência dos modelos de Rex G. Stanford e de Harvey J. Irwin •linha de raciocínio quanto ao possível processo da manifestação de psi: –Fator de predisposição; –fator desencadeante; –estado de consciência; –experiência de psi; –percepção, identificação e avaliação da informação; –reação à experiência. •influência dos modelos de Rex G. Stanford e de Harvey J. Irwin •linha de raciocínio quanto ao possível processo da manifestação de psi: –Fator de predisposição; –fator desencadeante; –estado de consciência; –experiência de psi; –percepção, identificação e avaliação da informação; –reação à experiência. Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

11 Diagrama do possível processo da manifestação da psi Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

12 FATORES DE PREDISPOSIÇÃO •Como outra habilidade natural do ser humano, a psi responde a condições internas geradas por necessidades e nível ótimo de motivação ao uso. Uma função é informar aos clientes que a paranormalidade é inerente aos processos de comunicação; sendo, portanto, um mecanismo humano natural que pode ser ativado em condições de necessidade. E que, passar por episódios de psi não se relaciona, necessariamente, a implicações patológicas. •Como outra habilidade natural do ser humano, a psi responde a condições internas geradas por necessidades e nível ótimo de motivação ao uso. Uma função é informar aos clientes que a paranormalidade é inerente aos processos de comunicação; sendo, portanto, um mecanismo humano natural que pode ser ativado em condições de necessidade. E que, passar por episódios de psi não se relaciona, necessariamente, a implicações patológicas. Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

13 •Uma série de condições internas que se relacionam em uma combinação particular para cada pessoa, de modo a ativar o processo de obtenção de informações com elementos de psi ou interação psi no ambiente. •Relacionados: •à necessidade da ocorrência da psi que, de algum modo, pode trazer informações ou promover interação no ambiente físico; •à motivação ao uso da psi; •à convicção da existência da psi como um fato e na possibilidade de acessar a psi; •à expectativa de conseguir informação ou agir no ambiente através da psi. •Uma série de condições internas que se relacionam em uma combinação particular para cada pessoa, de modo a ativar o processo de obtenção de informações com elementos de psi ou interação psi no ambiente. •Relacionados: •à necessidade da ocorrência da psi que, de algum modo, pode trazer informações ou promover interação no ambiente físico; •à motivação ao uso da psi; •à convicção da existência da psi como um fato e na possibilidade de acessar a psi; •à expectativa de conseguir informação ou agir no ambiente através da psi. FATOR DESENCADEANTE Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

14 •O conjunto de motivação, expectativas, crenças e comprometimento com a informação podem ser determinados pela necessidade que será suprida pela psi. O conjunto desses elementos, ou fatores, pode preparar o organismo para acionar o processo de conscientização de informações com psi. A função previsível é mostrar que as manifestações de psi estão integradas aos processos bio-psico-emocionais e espirituais da vida; e, assim sendo, o individuo pode adquirir controle sobre os gatilhos e compreender que os episódios devem ser analisados em contexto. •O conjunto de motivação, expectativas, crenças e comprometimento com a informação podem ser determinados pela necessidade que será suprida pela psi. O conjunto desses elementos, ou fatores, pode preparar o organismo para acionar o processo de conscientização de informações com psi. A função previsível é mostrar que as manifestações de psi estão integradas aos processos bio-psico-emocionais e espirituais da vida; e, assim sendo, o individuo pode adquirir controle sobre os gatilhos e compreender que os episódios devem ser analisados em contexto. FATOR DESENCADEANTE Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

15 •A manifestação dos fenômenos psi é observada em estados de consciência específicos, denominados de estados psi condutivos ou estados facilitadores da psi. Apesar de não haver garantias da necessidade de alterações do estado de consciência para facilitação da percepção paranormal. No trabalho de ajuda, ao pontuarmos a vinculação da experiência a determinados estados de consciência, tem-se a função de mostrar ao individuo que as manifestações apresentam um contexto de ocorrência e, assim, ele pode vigiar e controlar as manifestações dos estados de consciência. Isso o ajudará a compreender que a manifestação de psi relaciona-se a estados de desatenção. •A manifestação dos fenômenos psi é observada em estados de consciência específicos, denominados de estados psi condutivos ou estados facilitadores da psi. Apesar de não haver garantias da necessidade de alterações do estado de consciência para facilitação da percepção paranormal. No trabalho de ajuda, ao pontuarmos a vinculação da experiência a determinados estados de consciência, tem-se a função de mostrar ao individuo que as manifestações apresentam um contexto de ocorrência e, assim, ele pode vigiar e controlar as manifestações dos estados de consciência. Isso o ajudará a compreender que a manifestação de psi relaciona-se a estados de desatenção. ESTADOS DE CONSCIÊNCIA Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

16 •Os episódios de psi se distinguem pelas características internas de cada fenômeno. •Uma das funções em se verificar as características das experiências é a de estabelecer uma avaliação diferencial entre fenômenos e com isso poder ajudar a pessoa a conhecer melhor o tipo e a forma como a experiência se manifesta. Como conseqüência, a pessoa poderá identificar o sinal psi e distingui-lo das percepções sensoriais e da fantasia. •Outra função associada é podermos diferenciá-lo das experiências psicológicas e psicopatológicas. •Um aspecto importante nessa diferenciação é o teste de realidade sobre as informações adquiridas na experiência, pela confirmação delas. •Os episódios de psi se distinguem pelas características internas de cada fenômeno. •Uma das funções em se verificar as características das experiências é a de estabelecer uma avaliação diferencial entre fenômenos e com isso poder ajudar a pessoa a conhecer melhor o tipo e a forma como a experiência se manifesta. Como conseqüência, a pessoa poderá identificar o sinal psi e distingui-lo das percepções sensoriais e da fantasia. •Outra função associada é podermos diferenciá-lo das experiências psicológicas e psicopatológicas. •Um aspecto importante nessa diferenciação é o teste de realidade sobre as informações adquiridas na experiência, pela confirmação delas. INFORMAÇÃO PSI Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

17 •Em algum momento, a psi é percebida pela consciência do indivíduo, que processa essas informações da mesma maneira que o faz para as informações sensoriais e imaginadas, pois a informação com elementos de psi se constituirá em uma representação interna, tendo, portanto, uma estrutura identificável. A função em se identificar os referenciais de memória de comparação e de avaliação está em prever que informações serão necessárias ao indivíduo para que esse possa identificar o tipo de experiência que tem ou teve. Isso permitirá que se faça nova avaliação e responda melhor às experiências de psi. •Em algum momento, a psi é percebida pela consciência do indivíduo, que processa essas informações da mesma maneira que o faz para as informações sensoriais e imaginadas, pois a informação com elementos de psi se constituirá em uma representação interna, tendo, portanto, uma estrutura identificável. A função em se identificar os referenciais de memória de comparação e de avaliação está em prever que informações serão necessárias ao indivíduo para que esse possa identificar o tipo de experiência que tem ou teve. Isso permitirá que se faça nova avaliação e responda melhor às experiências de psi. PERCEPÇÃO, IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DA INFORMAÇÃO Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

18 •basicamente: –reação à forma de como a experiência chega ao indivíduo, e –reação ao conteúdo da informação que chega até o indivíduo. –os níveis de reação podem variar de leve ao disruptivo. Para os casos de reação à forma faz-se um trabalho pedagógico para esclarecer os mecanismos que a psi usa para se manifestar. Nos casos de reação ao conteúdo, a proposta engloba uma abordagem de aconselhamento aos processos mentais envolvidos. •basicamente: –reação à forma de como a experiência chega ao indivíduo, e –reação ao conteúdo da informação que chega até o indivíduo. –os níveis de reação podem variar de leve ao disruptivo. Para os casos de reação à forma faz-se um trabalho pedagógico para esclarecer os mecanismos que a psi usa para se manifestar. Nos casos de reação ao conteúdo, a proposta engloba uma abordagem de aconselhamento aos processos mentais envolvidos. REAÇÃO À EXPERIÊNCIA Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

19 •trabalho pedagógico de orientação; •aconselhamento - dentro das limitações da formação do Parapsicólogo - e •clínico, na limitação do trabalho do profissional com habilitação em Psicoterapia. •trabalho pedagógico de orientação; •aconselhamento - dentro das limitações da formação do Parapsicólogo - e •clínico, na limitação do trabalho do profissional com habilitação em Psicoterapia. Aportes do trabalho de ajuda Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia

20 Obrigado pelo interesse ! Modelo curitibano de Orientação em Parapsicologia


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