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Perspectivas para o Cenário Econômico 2012 / 2013 Setembro/2012 Nathan Blanche.

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Apresentação em tema: "Perspectivas para o Cenário Econômico 2012 / 2013 Setembro/2012 Nathan Blanche."— Transcrição da apresentação:

1 Perspectivas para o Cenário Econômico 2012 / 2013 Setembro/2012 Nathan Blanche

2 2 •Cenário Mundial •Europa •China •EUA •Cenário Doméstico •Atividade Econômica •Inflação e Política Monetária •Política Fiscal •Crédito •Câmbio e Balanço de Pagamentos Estrutura

3 ΣCONOMIЛ 3 O tripé macroeconômico está bastante distorcido: Cenário Político Elaboração: Tendências Câmbio FlutuanteMetas de Inflação Superávit Primário Acúmulo de reservas e controle do fluxo de capitais, além do discurso cheio de “ameaças” aos especuladores. Política monetária com foco em crescimento. Teto da meta de inflação entra como restrição, não como objetivo. É o pilar mais robusto do tripé. Pressão de gastos e investimentos deve levar a não cumprimento já neste ano. Uma leitura atenta de tal modelo mostra que não se trata apenas de balanceamento dos instrumentos de política econômica, mas de alterações nos objetivos da política. Este múltiplo mandato impede uma gestão eficiente da política econômica, com efeitos deletérios no longo prazo. Trata-se de um modelo de decisões ad hoc, tendo como base o teste de novos instrumentos e não há um planejamento de longo prazo.

4 4 Cenário Mundial

5 5 Source: IMF (*forecast Tendências) Cenário Mundial

6 6 Autoridades seguem fazendo declarações na tentativa de atenuar o estresse no bloco, sugerindo que novas medidas serão tomadas para conter o risco de ruptura. Expectativa dos próximos dias em torno da reunião do BCE, na quinta-feira. Porém, situação na Espanha é de extrema gravidade. Além dos problemas com os bancos, economia está em recessão, desemprego é recorde e situação fiscal crítica, incluindo os governos regionais. Pedido de ajuda feito pela Catalunha ampliou tensão. Renegociação da dívida grega é outro aspecto de risco. Autoridades devem seguir atuando para evitar ruptura Fonte: Bloomberg (Elaboração: Tendências) Europa

7 7 Aposta em cenário de não-ruptura, entretanto, não significa que os desafios para a região foram minimizados. Tais ações representam apenas um importante “ganho de tempo”, enquanto avanços estruturais necessários são discutidos e lentamente implementados. Dentre estes desafios, destacam-se: Elaboração: Tendências Europa Retomar o crescimento econômico Equacionar as elevadas dívidas Reduzir o desemprego Reduzir o diferencial de competitividade entre os países do bloco

8 8 • Desemprego segue elevado, tendo atingido recorde histórico de 11,3% em julho. Pior cenário é observado na Espanha, com taxa de desemprego acima de 25%. Entre os jovens até 25 anos, desemprego no país é de 52%. • Endividamento é outro aspecto que merece atenção. Tentativas de afrouxamento das medidas de austeridade serão limitadas pela delicada situação fiscal e alto custo de financiamento. Fonte: Bloomberg e Eurostat Europa

9 9 Crescimento mundial e crises americanas Fonte: FMI Processo de descolamento entre emergentes e desenvolvidos chegou ao fim em Crise do sistema financeiro internacional iguala tendências.

10 10 EUA Fonte: Bloomberg. • Economia mantém sinais mistos de recuperação. Em julho, entretanto, predominaram números positivos de atividade. • No mercado de trabalho, após a perda de fôlego verificada ao longo do 1º semestre, a geração de empregos voltou a crescer em julho (163 mil vagas líquidas). • As vendas no varejo e a produção industrial cresceram 0,8% e 0,6% na margem, apontando uma incipiente recuperação. O mercado imobiliário também segue com resultados melhores. • PIB cresceu apenas 1,7% no 2º trimestre (anualizado), mas início do 3º tri sinaliza um desempenho melhor no período. Para 2012, projetamos crescimento de 2%.

11 11 China Fonte: Bloomberg (elaboração e projeção Tendências) • Atividade está em desaceleração, fato sinalizado pela ampla maioria dos dados. No 2º trimestre PIB cresceu 7,6%, menor ritmo desde 1T Produção industrial consolida-se em ritmo de 1 dígito de expansão anual. • Com inflação sob controle, Banco Central tem atuado para estimular a economia. Taxa de juros foi reduzida por duas vezes desde junho, após cortes na taxa dos compulsórios bancários. • Seguimos avaliando que governo está dotado de instrumentos para conduzir o inevitável processo de desaceleração de maneira suave.

12 12 Cenário doméstico

13 13 PIB Fonte: IBGE e Tendências (projeção Tendências) • PIB teve desempenho ligeiramente melhor no 2º trimestre, com expansão de 0,4% na margem. Consumo das famílias e do governo evitou resultado pior, mas investimentos seguem em queda. • Na comparação anual, alta de 0,5% foi a menor desde o 3ºT 09. Para 2012, projeção de 1,6% contempla melhora importante ao longo do 2º semestre. • Ficam cada vez mais evidenciadas as limitações do crescimento do PIB doméstico, embora o cenário externo possa estar prejudicando.

14 14 • Os investimentos estão crescendo mais do que o PIB, aumentando a sua participação, que atingiu 19,3% em No curto prazo investimentos tem recuado. • Este movimento representa aumento de construção e em máquinas e equipamentos. Ambos os tipos de investimentos têm empréstimos com subsídios. • O governo também está fazendo mais investimentos em infra estrutura. Nós estimamos que estes investimentos representem cerca de 2,5% do PIB e que atinjam 3,4% até 2014, devido aos investimentos para a Copa do Mundo. • BNDES concede empréstimos para investimentos privados e há um novo tipo de empréstimo para os Estados investirem em infra estrutura. Investimentos Fonte: IBGE e Tendências (projeções Tendências)

15 15 • Média da taxa de desemprego em 2011 foi a mais baixa da série (6,0%) e em julho atingiu mínima histórica de 5,4% (dessazonalizado). Dados do Caged apontaram melhora no ritmo de criação de empregos formais no mês. • Renda real teve queda de 0,2% em julho, para patamar 2,8% acima do registrado no mesmo mês de Nas mesmas bases, massa salarial caiu 0,3% e subiu 4,4%. Números foram estimados, por conta de greve no IBGE. • Para os próximos meses se espera menor dinamismo no mercado de trabalho. Em 2013 emprego deve crescer 2,2% e renda 2,5%, com menor aumento do salário mínimo. Mercado de trabalho Fonte: IBGE (projeção Tendências)

16 Ao longo do segundo semestre de 2012, o declínio da taxa Selic e a utilização de medidas macroprudenciais anticíclicas deverão permitir uma retomada do crescimento dos saldos de crédito. No médio prazo, o crescimento esperado para a massa salarial (já descontados os efeitos da inflação) e a confiança do consumidor mantida em níveis relativamente elevados sugerem perspectivas favoráveis para o crédito. Por outro lado, a necessidade de uma política de aperto monetário a partir de 2013, associada a um efeito saturação/ base de comparação oriundo do longo ciclo de crescimento elevado, deve ser um limitante para um crescimento mais expressivo do crédito. 16 Cenário de Crédito Os primeiros resultados do ano do balanço de crédito fizeram acender uma luz amarela com relação às perspectivas para as condições de crédito neste ano. Embora alguma melhora já tenha sido observada e os condicionantes reforcem nosso quadro favorável nos próximos meses, fica evidente que os próximos resultados serão cruciais para a materialização do cenário atual, haja vista algumas incertezas ainda importantes. O principal risco do cenário consiste no comportamento da inadimplência, que vem mostrando resistência em níveis elevados, colocando em dúvida a capacidade de pagamento dos tomadores, em particular das famílias. Nossa percepção, no entanto, é de que melhores condições de pagamento devem favorecer uma queda na inadimplência ao longo do ano, permitindo uma retomada das concessões de crédito. Destaques

17 Saldo de Crédito – Pessoa Física Para 2012, esperamos crescimento robusto nos saldos de crédito, em virtude: (i) do afrouxamento no requerimento de capital para as operações de crédito à pessoa física; e (ii) do processo de redução da taxa Selic (projeção de queda para 7,50% a.a. em ago/12). Em 2013, no entanto, com a expectativa de um novo ciclo de aperto monetário, o crédito deve perder um pouco de fôlego e a inadimplência deve mostrar resistência em níveis elevados Projeção Anual – Saldo PF Saldo de crédito PF - total 17 Fonte: Banco Central. Projeções Tendências. Dados realizados até Jul/12

18 Taxa de inadimplência – Pessoa Física As variáveis mais importantes para explicar a dinâmica da inadimplência bancária estão relacionadas às condições de financiamento (taxas de juros, prazos e seletividade dos bancos) e ao mercado de trabalho (massa de rendimentos e ocupação). Com a redução da taxa Selic e o afrouxamento das medidas macroprudenciais, começamos a observar algum alívio nos indicadores de inadimplência bancária, que subiram ao longo de 2011 em decorrência justamente do processo de aperto monetário entre abr/10 e ago/11 e das medidas macroprudenciais. Além disso, a sustentação de um mercado de trabalho bastante robusto também deverá contribuir para a reversão da inadimplência nos meses à frente. O maior risco para a inadimplência reside em um possível recrudescimento das pressões inflacionárias acima do que já esperamos, o que tenderia a corroer a renda real dos trabalhadores e exigir uma forte desaceleração da atividade econômica a partir de Projeção Anual Taxa de Inadimplência PF (%) Projeção Anual Taxa de Inadimplência PF (%) Taxa de Inadimplência PF 18 Fonte: Banco Central. Projeções Tendências. Dados realizados até Jul/12

19 Taxas de juros e Spread – Pessoas físicas  O afrouxamento da política monetária deve fazer com que a taxa de juros à pessoa física mostre tendência de queda em  O acirramento da competição entre os bancos deve conter o spread, e portanto, os juros finais.  Por outro lado, aumento da incerteza macroeconômica inibe recuo mais acelerado do spread.  Novo aumento nas taxas deve ocorrer em meados de 2013, consequência do início de um novo aperto monetário. Spread e taxa de Aplicação - PF 19 Fonte: Banco Central. Projeções Tendências. Dados realizados até Jul/12

20 Participação Estatal no Crédito 20 Fonte: Banco Central. Projeções Tendências. Dados realizados até Jul/12

21 Comprometimento da renda Nível de endividamento Com o avanço do processo de aprofundamento financeiro, o endividamento das famílias (total do saldo de crédito às pessoas físicas em relação à massa de rendimentos familiar) deverá continuar se elevando, processo salutar e esperado. Aumento do endividamento não é preocupante por conta do cenário positivo, principalmente para variáveis do mercado de trabalho. Melhor do que a taxa de endividamento, o nível de comprometimento da renda com serviços da dívida bancária é uma medida mais relevante para avaliar a sustentabilidade da expansão do crédito no Brasil, não havendo indicações até aqui de que esse processo esteja ocorrendo de modo insustentável. O nível de comprometimento de renda tem mostrado elevação bem mais modesta que a do endividamento nos últimos anos no Brasil em razão: (i) do aumento consistente da renda das famílias; (ii) do alongamento adicional dos prazos; (iii) da redução de juros; e (iv) do crescimento mais forte nas linhas de prazos mais longos e juros menores, em especial, financiamento imobiliário, crédito consignado e financiamento de automóveis. Em linhas gerais, isso deve continuar ocorrendo, porém, em períodos de alta nos juros, tal como esperado para 2013, consequências devem ser acompanhadas com cuidado. Comprometimento e Endividamento Serviço da dívida/Massa de renda disponívelEstoque de crédito/Massa de renda disponível 12 meses 21 Fonte: Banco Central. Projeções Tendências. Dados realizados até jun/12

22 22 • Vendas no varejo (PMC) em junho subiram 1,5% na margem. Em relação a junho de 2011, as vendas mostraram alta de 9,5% e, no acumulado em 12 meses, o crescimento já é de 7,5%. • O resultado sugere que o consumo segue em ritmo bem favorável no País, reagindo positivamente às recentes medidas de estímulo envolvendo desonerações tributárias e reduções dos juros. Em princípio, o desempenho imprime um viés altista à nossa projeção de 6,5% para • O índice ampliado registrou avanço de 6,1% na margem puxado por veículos (+16,4%), reflexo da redução do IPI. Consumo Fonte: IBGE (projeção Tendências)

23 23 • Desempenho no primeiro semestre foi muito decepcionante na indústria. Produção recuou 3,8% no período, na comparação com mesmo período de • Após alta de 0,2% em junho, produção cresceu 0,3% em julho. Para agosto, primeiro sinal positivo foi dado pela alta de 1,4% do índice de confiança da indústria (ICI-FGV) na margem. • Confiança do setor deve manter melhora nos próximos meses, mas de forma lenta e instável. Cenário é de recuperação moderada até final do ano e ao longo de Produção Industrial Fonte: FGV e IBGE (elaboração Tendências)

24 24 • O modelo de crescimento puxado pelo consumo traz reflexos ao mercado de trabalho, que ajuda a explicar a perda de competitividade da indústria. • De janeiro de 2005 a junho de 2012, produtividade do trabalho cresceu 10,8% enquanto o aumento real da folha salarial foi de 25,4%. • Neste mesmo período, inflação medida pelo IPCA foi de 45,2% e os preços de duráveis recuaram 8,4%. Produção Industrial Fonte: IBGE (elaboração Tendências) Diferença importante pré e pós crise de 2008

25 25 • Após inflação ter encerrado o ano no teto da meta (6,50%), tivemos um período mais benigno para o quadro inflacionário. Em 12 meses, IPCA desacelerou de 7,31% (set/11) para 4,92% (jun/12). Porém, em julho voltou a subir para 5,20%. • Alguns fatores pontuais ajudam a explicar a melhora. No entanto, núcleos continuam instáveis e aceleração recente inviabilizou convergência para a meta de 4,5%. Nossa projeção para 2012 está 5,4%. • Mesmo com redução da tributação sobre energia elétrica em 2013, o que deve reduzir a pressão inflacionária, expectativa é que IPCA termine o ano ainda acima da meta, com 5,4%. Inflação Fonte: IBGE e Banco Central

26 26 •Redução de juros desde meados do ano passado está ancorado em viés desinflacionário do cenário externo e desaceleração doméstica. •Após reduzir Selic para 7,5% em agosto, comunicado do Copom sinalizou que ciclo atual de queda pode ter sido encerrado – nosso cenário considera estabilidade em outubro. Segundo o texto, caso ocorra um último ajuste, este seria de 0,25 p.p. •Política terá que ser parcialmente revertida apenas no início de 2014, a fim de evitar estouro do teto da meta. Política Monetária Fonte: Banco Central (projeção Tendências)

27 27 Política Fiscal Fonte: Banco Central (projeção Tendências) • Cenário de cumprimento da meta de superávit primário (3,1% do PIB) foi revisto para baixo (2,6% do PIB), afetado por novas desonerações e menor ritmo da arrecadação. • Para 2013, esperamos que primário se mantenha em 2,6% do PIB. Maiores gastos com pessoal, ampliação dos investimentos e desaceleração da receita sustentam tal visão.

28 28 Política Fiscal Fonte: Banco Central (projeção Tendências) • Somente em 2012, os custos com as desonerações totalizam cerca de R$ 50 bilhões • Para o próximo exercício, o governo já contratou novas renúncias fiscais, por conta da redução das tarifas de energia e da desoneração da folha de pagamentos: • A redução das tarifas de energia custará cerca de R$ 6 bilhões à União e R$ 7 bilhões aos estados (por conta da redução da base do ICMS) • A desoneração da folha, já considerando a arrecadação prevista com a contribuição sobre faturamento, deverá custar cerca de R$ 13 bilhões • Espaço para ações fiscais adicionais está cada vez menor. Abrir mão de meta fiscal seria sinalização negativa para a política monetária.

29 29 Contas Externas e Taxa de Câmbio

30 30 Balanço de Pagamentos Fonte: Banco Central (elaboração Tendências)

31 31 Inflação - Câmbio e CRB Taxa de câmbio, que antes amortecia parte das flutuações internacionais nos preços de commodities quando convertidas em reais, a partir de maio, com o câmbio em bandas, deixa de funcionar na prática.

32 32 Câmbio de equilíbrio Fonte: Tendências • Desde o pós-crise, o governo tem feito o possível para manter o câmbio um pouco mais desvalorizado do que o modelo sugere. • Desde maio, no entanto, o governo foi mais enfático ao operar com bandas cambais, pondo de lado os fundamentos e provocando uma desvalorização adicional do câmbio real.

33 33 Termos de Troca Fonte: Funcex (elaboração Tendências) Var. Set-11/ Jul-12: -6,4% • Tendência é que relação se estabilize nos próximos meses em patamar ainda favorável, mas abaixo de 2011, o que permite ainda robustos superávits comerciais.

34 34 Produtividade Fonte: Funcex e IBGE (elaboração Tendências) • A alta de importações de bens de capital trás inúmeras vantagens, sendo a principal delas o aumento da produtividade. Desde 2006, já foram importados US$ 161,4 bilhões em bens de capital.

35 35 Reservas: por que FSB? Fonte: Banco Central; Bloomberg (elaboração Tendências) • Depois de quase US$ 100 bilhões adquiridos pelo BC, desde janeiro de 2010, o CDS permaneceu praticamente estável no período.

36 36 Reservas/Dívida Externa Fonte: Banco Mundial (2009) (elaboração – Tendências)

37 37 Produção Industrial x Taxa de câmbio Fonte: IBGE e BCB.

38 38 Renda real x Taxa de câmbio Fonte: IBGE e BCB

39 39 Exportações Contratadas e Físicas Fonte: Banco Central e Secex

40 40 Movimento de câmbio Fonte: Banco Central e BM&F (elaboração Tendências) Posição dos bancosSpotFutura dez/ dez/ ago/ *- Negativo=Vendido

41 41 Mercado Futuro Fonte: Bloomberg (projeção Tendências)

42 42 Europa Fonte: Bloomberg (projeção Tendências)

43 43 • Desde meados de agosto de 2011, a volatilidade imposta pela questão europeia trouxe o câmbio a novo patamar, próximo dos R$ 1,80/US$ Taxa de Câmbio Fonte: Banco Central (projeção Tendências) • No entanto, desde maio o governo impôs um regime de bandas cambiais entre R$ 2,00/US$ e R$ 2,10/US$.

44 44 Câmbio Fonte: Bloomberg Variações acumuladas em 12 meses(%)

45 45 Rua Estados Unidos, 498, , São Paulo, SP Tel , Fax


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