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A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

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Apresentação em tema: "A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE"— Transcrição da apresentação:

1 A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
OFICINA A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE SES - MINAS GERAIS

2 O QUE É ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE?

3 1. O PRIMEIRO CONTATO

4 2. LONGITUDINALIDADE

5 APS 3. INTEGRALIDADE

6 Coordenação é um “estado de estar em harmonia numa ação ou esforço em comum”.

7 5. CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA

8 6. ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA

9 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: PRINCÍPIOS
A APS, segundo Starfield (2002) deve ser orientada pelos seguintes princípios: primeiro contato longitudinalidade integralidade coordenação abordagem familiar enfoque comunitário

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11 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: CONCEITO
Para o CONASS (2004): “A Atenção Primária à Saúde é um conjunto de intervenções de saúde no âmbito individual e coletivo que envolve: promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação. É desenvolvida por meio do exercício de práticas gerenciais e sanitárias, democráticas e participativas, sob forma de trabalho em equipe, dirigidas às populações de territórios (território-processo) bem delimitados, das quais equipes assumem responsabilidade. Utiliza tecnologias de elevada complexidade e baixa densidade, que devem resolver os problemas de saúde de maior freqüência e relevância das populações. (cont.)

12 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: CONCEITO (continuação)
“É o contato preferencial dos usuários com o sistema de saúde. Orienta-se pelos princípios da universalidade, acessibilidade (ao Sistema), continuidade, integralidade, responsabilização, humanização, vínculo, eqüidade e participação social. A APS deve considerar o sujeito em sua singularidade, complexidade, integralidade e inserção sócio-cultural, e buscar a promoção de sua saúde, a prevenção e tratamento das doenças e a redução dos danos ou de sofrimento que possam estar comprometendo suas possibilidades de viver de modo saudável”

13 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: CONCEITO
Para Starfield (2002: 28) “A AP é aquele nível do sistema de serviço de saúde que oferece a entrada no sistema para todas as novas necessidades e problemas, fornece atenção sobre a pessoa (não direcionada para enfermidade) no decorrer do tempo, fornece atenção para todas as condições, exceto as muito incomuns ou raras e coordena ou integra a atenção fornecida em algum outro lugar ou por terceiros”. Assim: “É definida como um conjunto de funções que, combinadas, são exclusivas da atenção primária”.

14 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE : FUNÇÕES
Organização: organizar os fluxos e contra-fluxos dos usuários pelos diversos pontos de atenção à saúde, no sistema de serviços de saúde; Responsabilização: responsabilizar-se pela saúde dos usuários em quaisquer ponto de atenção à saúde em que estejam; Resolução: resolver a grande maioria dos problemas de saúde da população. (MENDES, 2002)

15 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: PRINCÍPIOS
A APS, segundo Starfield (2002) deve ser orientada pelos seguintes princípios: primeiro contato longitudinalidade integralidade coordenação abordagem familiar enfoque comunitário

16 PRINCÍPIOS DA APS: O PRIMEIRO CONTATO

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19 PRINCÍPIOS DA APS: O PRIMEIRO CONTATO
Para Starfield (2002) deve ser a porta de entrada,ou seja, o ponto de entrada de fácil acesso ao usuário para o sistema de serviços de saúde.

20 PRINCÍPIOS DA APS: O PRIMEIRO CONTATO
O acesso foi definido por Millman (1993) citado por Starfield (2002:225) como “o uso oportuno de serviços pessoais de saúde para alcançar os melhores resultados possíveis em saúde”. O acesso só é importante quando tem efetividade  alcançar os resultados

21 PRINCÍPIOS DA APS: O PRIMEIRO CONTATO
Para Donabedian (1973) Apud Starfield (2002: 226) o acesso pode ser classificado em socioorganizacional e geográfico; O primeiro diz respeito aos recursos que facilitam ou atrapalham (barreiras) os esforços dos cidadãos de chegarem ao atendimento; O segundo envolve as características relacionadas à distância e ao tempo necessários para alcançar e obter os serviços.

22 PRINCÍPIOS DA APS: O PRIMEIRO CONTATO
A acessibilidade pode se analisada através da: disponibilidade; Acessibilidade; comodidade; Custos acessíveis; aceitabilidade do serviço pelos usuários

23 PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATO
A disponibilidade  diz respeito à obtenção da atenção necessária ao usuário e sua família, tanto nas situações de urgência/emergência quanto de eletividade. SATISFAÇÃO

24 PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATO
A comodidade  está relacionada ao tempo de espera para o atendimento, a conveniência de horários, a forma de agendamento, a facilidade de contato com os profissionais, o conforto dos ambientes para atendimento, entre outros CONVENIÊNCIA DO LOCAL DE ATENDIMENTO

25 Tempo de espera e relação médico-paciente
PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATO A aceitabilidade  está relacionada à satisfação dos usuários quanto a localização e a aparência do serviço, a aceitação dos usuários quanto ao tipo de atendimento prestado e, também, a aceitação dos usuários quanto aos profissionais responsáveis pelo atendimento. Tempo de espera e relação médico-paciente

26 PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADE

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29 PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADE
A longitudinalidade  deriva da palavra longitudinal que é definido como “lidar com o crescimento e as mudanças de indivíduos ou grupos no decorrer de um período de anos” (STARFIELD, 2002:247)

30 PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADE
É uma relação pessoal de longa duração entre profissionais de saúde e usuários em suas Unidades Básicas de Saúde, independente do problema de saúde ou até mesmo da existência de algum problema.

31 PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADE
A Longitudinalidade está associada a diversos benefícios: menor utilização dos serviços; melhor atenção preventiva; atenção mais oportuna e adequada; menos doenças preveníveis; melhor reconhecimento dos problemas dos usuários; menos hospitalizações; custos totais mais baixos.

32 PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADE
Os maiores benefícios estão relacionados: ao vínculo com o profissional ou equipe de saúde; ao manejo clínico adequado dos problemas de saúde, através da adoção dos instrumentos de gestão da clínica – diretriz clínica e gestão de patologias.

33 PRINCÍPIOS DA APS: A INTEGRALIDADE
HOSPITAL APOIO DIAGNOS TICO Unidades Especiali-zadas Urgência e Emergência CAPS

34 Unidades Especiali-zadas
APS HOSPITAL APOIO DIAGNOS TICO Unidades Especiali-zadas Urgência e Emergência CAPS

35 Atenção Primária em Saúde
Alta Compl. Média Complexidade Atenção Primária em Saúde

36 PRINCÍPIOS DA APS: A INTEGRALIDADE
A integralidade exige o reconhecimento das necessidades de saúde da população e os recursos para abordá-las. Assim a APS deve prestar, diretamente, todos os serviços para as necessidades comuns e agir como um agente para a prestação de serviços para as necessidades que devem ser atendidas em outros pontos de atenção.

37 PRINCÍPIOS DA APS: A INTEGRALIDADE
Faz-se necessário: O diagnóstico adequado da situação de saúde da população adscrita; O atendimento pela UBS –> prevenção de doenças e agravos, restauração e manutenção da saúde, para dar conta dos problemas mais comuns ou de maior relevância.

38 PRINCÍPIOS DA APS: A INTEGRALIDADE
A integralidade preconiza: a organização das redes de atenção à saúde; a identificação de outros pontos de atenção necessários o sistema de apoio diagnóstico e terapêutico o sistema logístico: transporte sanitário, central de agendamento de consultas e internamentos, prontuário eletrônico, etc...

39 PRINCÍPIOS DA APS: A COORDENAÇÃO

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42 PRINCÍPIOS DA APS: A COORDENAÇÃO
Coordenação é um “estado de estar em harmonia numa ação ou esforço em comum”. (SARFIELD, 2002:365)

43 PRINCÍPIOS DA APS: A COORDENAÇÃO
A essência da coordenação é a disponibilidade de informação a respeito dos problemas de saúde e dos serviços prestados; Os prontuários clínicos eletrônicos e os sistemas informatizados podem contribuir para a coordenação da atenção, quando possibilitam o compartilhamento de informações referentes ao atendimento dos usuários nos diversos pontos de atenção, entre os profissionais da APS e especialistas.

44 PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA

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47 PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA
A Centralização  é aquele olhar da equipe de saúde sobre os problemas de saúde dos membros da família.

48 PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA
Para o Ministério da Saúde (2001): “A família é o conjunto de pessoas, ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, que residem na mesma unidade domiciliar. Inclui empregado (a) doméstico (a) que reside no domicílio, pensionista e agregados” .

49 PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA
No Brasil, a centralização na família é implementada a partir da estratégia de Saúde da Família, desde 1994, como uma reorientação do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implantação de equipes multiprofissionais em UBS.

50 PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA
Estas equipes são responsáveis pelo acompanhamento de um número definido de famílias, localizadas em uma área geográfica delimitada e atuam com ações de promoção da saúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais freqüentes, e na manutenção da saúde desta comunidade.

51 PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA
A centralização na família  requer mudança na prática das equipes de saúde, através da abordagem familiar, intervenções personalizadas ao longo do tempo, a partir da compreensão da estrutura familiar.

52 PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA
A associação da equipe com o usuário e sua família  é um requisito básico para a abordagem familiar e fundamenta-se no respeito à realidade e às crenças da família, por parte da equipe de saúde.

53 PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA

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55 PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA
A APS com orientação comunitária  utiliza habilidades clínicas, epidemiológicas, das ciências sociais e de pesquisas avaliativas, de forma complementar, para ajustar os programas para que esses atendam as necessidades específicas de saúde de uma população definida.

56 PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA
Para tanto, faz-se necessário: Definir e caracterizar a comunidade; Identificar os problemas de saúde mais relevantes; Modificar os programas para abordar estes problemas; Monitorar a efetividade das modificações dos programas.

57 PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA
No Brasil, os Agentes Comunitários de Saúde reforçam a orientação comunitária e possibilitam maior vínculo entre as equipes de saúde e as respectivas comunidades.

58 PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA
A orientação comunitária diz respeito também ao envolvimento da comunidade na tomada de decisão em todos os níveis de atenção, através do controle social, com a instituição de Conselhos Locais e Municipais de Saúde, além das Conferências de Saúde.

59 “Fazer Atenção Primária à Saúde, aplicando seus princípios fundamentais não é apenas um desafio, é sonho de todos os profissionais que se dedicam a uma prática assistencial voltada para as necessidades da população. A concretização desse sonho não depende apenas dos profissionais, a gestão municipal, estadual têm que estar imbuídas neste processo de transformação da prática de saúde onde a família seja o espelho das nossas realizações A saúde precisa ser uma política pública.” Rizoneide/07

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61 atende de forma incipiente
Os itens de verificação são frases afirmativas relacionadas aos princípios da APS CRÍTERIO PONTOS atende com excelência 4 atende 3 atende parcialmente 2 atende de forma incipiente 1 não atende


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