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+ O.O.H.D.M. Requisitos Professor Andre Moura

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Apresentação em tema: "+ O.O.H.D.M. Requisitos Professor Andre Moura"— Transcrição da apresentação:

1 + O.O.H.D.M. Requisitos Professor Andre Moura

2 + O.O.H.D.M.  Object Oriented Hypermedia Design Method/Model (Método de Design Hipermídia Orientado a Objeto)  Idealizado na PUC-RJ por Daniel Schwabe e Gustavo Rossi.  Descendente direto do HDM (Hypermedia Design Method)  Método indicado para auxiliar no desenvolvimento de aplicações hipermídia de pequena, média e grande escala.

3 + Introdução  Pode ser utilizado como forma de comunicação entre projetistas, implementadores e usuários.  Permite a implementação em diversos ambientes de hardware e software, seja Orientado a Objetos ou não.  Pode ser complementado com a utilização de Design Patterns (Padrões de Projeto), e Framekorks (esqueleto de aplicações, Arquiteturas reusáveis).  Propõe o processo de engenharia de desenvolvimento em cinco etapas: Levantamento de Requisitos, Modelagem Conceitual, Modelagem Navegacional, Projeto Interface Abstrata e implementação.

4 + Introdução

5 + Ciclo de Desenvolvimento

6 +

7 + Levantamento de Requisitos  Obter o máximo possível de informações sobre o domínio da aplicação.  Também conhecido como Elicitação de Requisitos. Consiste essa etapa:  Identificação de Classes de Atores e suas Tarefas;  Especificação de cenários;  Especificação de Uses Cases;  Especificação de UIDs (User Interaction Diagram);  Validação dos Uses Cases e UIDs.

8 + Levantamento de Requisitos  Que material está disponível?  Material já organizado e formatado  Material “bruto” em diversos formatos, sem organização: deve-se então Estruturar estes  Não há (praticamente nenhum) material disponível: deve- se então Produzir e Estruturar estes  Quais os tópicos principais a serem abordados?  Como os tópicos estão relacionados entre si?  Quais as categorias de usuários a serem atendidas?  Quais as tarefas principais a serem apoiadas?  Que tarefas correspondem a que categorias de usuários?  Os recursos disponíveis são compatíveis com as informações levantadas?  Existem questões legais (copyright) envolvidas?

9 + Identificação de Atores e Tarefas  Identificar as reais necessidades dos usuários.  Como???  Interação do projetista com o domínio da aplicação.  De que forma????  Análise documentos  Interações com usuários (entrevista, brainstorming, tempo, disponibilidade)  Porque???  Para identificar os reais atores e suas tarefas

10 + Identificação de Atores e Tarefas  Ator:  Agente que interage com o sistema  Não é um usuário individual, mas sim um papel que desempenha  Um ator pode representar vários papeis  Um papel pode ser representado por vários atores  Ex.:  Escola=Aluno, Professor  Museu=Visitante, Pesquisador  Tarefa:  Objetivo que o usuário deseja alcançar  São potenciais Cenários  Ex.:  Escola, ator Aluno=Pesquisar suas notas através de seu código

11 + Especificação dos Cenários  Cenário é uma descrição textual que explica em detalhes as tarefas que o usuário deseja realizar.  Pode ser elaborada pelo usuário ou pelo projetista.  Especifica as informações que serão trocadas entre o usuário e a aplicação.  Não aborda-se aspectos de Interface e Navegação.  Descrevem as tarefas do ponto de vista do usuário que a realiza.

12 + Especificação dos Cenários  Cenário: C1 – Visualizar minhas notas através de meu código de aluno  Contexto: Sendo um aluno da Universo BH, no curso de Graduação em Análise de Sistemas, gostaria de saber quais as minhas notas nas disciplinas que cursei durante o curso.  Objetivo: Visualizar as notas por meio do código do aluno  Ações: Através da informação do código do aluno e de minha senha, o sistema me retornará as disciplinas do curso, o nome dos professores e o conceito final que obtive em cada uma delas.

13 + Especificação dos Cenários  Cenário 1 (usuário 1): - Ler matérias sobre esportes  Contexto: Sou um admirador de atividades ligadas ao esporte. Quero estar bem informado sobre tênis, meu esporte favorito.  Objetivo: Ler notícias relacionadas ao tênis  Descrição: Quero encontrar matérias sobre tênis. Para isto, eu seleciono a seção “esportes” e espero obter uma lista com as matérias existentes sobre este assunto. Caso exista uma matéria relacionada ao tênis, eu a seleciono e a aplicação retorna o texto da matéria e o nome do autor. Seria interessante ter as opções de imprimir a matéria e de enviá-la a um amigo.

14 + Especificação dos Cenários  Cenário 2 (usuário 1): - Ler matérias de uma seção  Contexto: Gosto de estar atualizado lendo matérias de um jornal  Objetivo: Ler matérias  Descrição: Escolho uma seção e a aplicação me retorna todas as matérias desta seção. A lista de matérias deve conter a data de publicação, o título e um resumo de cada matéria. Se tiver interesse em ler a matéria completa, eu a seleciono e vejo o seu conteúdo e o nome do seu autor. Quero ver também, caso exista, uma lista de matérias relacionadas à matéria que eu selecionei, e ter a possibilidade de acessar informações sobre o autor, como por exemplo, seu nome completo, foto e biografia. Se desejar ler uma outra matéria da mesma seção, retorno à lista de matérias e seleciono outra.

15 + Especificação dos Use Cases  Um Use Cases, é uma maneira de se utilizar a aplicação.  Não são abordados funcionamentos internos da aplicação.  Originam-se dos Cenários.  Um Use Case pode englobar diversos Cenários. Isso ocorre quando estes especificam uma mesma tarefa.  Um Cenário pode ser visualizado como uma Instância de um Use Case.

16 + Especificação dos Use Cases  Use case:Visualizar minhas notas através do código do aluno  Cenários: C1/...  Descrição: 1. O usuário entra com o seu código de aluno 2. Se não souber seu código de aluno, pode pesquisá-lo (use case Pesquisar código de aluno). 3. O usuário entra com a sua senha 4. O sistema faz a verificação do código e senha. 5. Se a senha ou código for inválido, o sistema informa que os dados são inválidos e retorna a pedir o código e senha. 6. Caso os dados informados sejam válidos, o sistema retorna a opção de visualizar as suas notas, para escolha do usuário. 7. Usuário escolhe a opção visualiza notas. 8. O sistema retorna a lista de disciplinas com o nome do professor e o conceito adquirido em cada uma delas, e se está em Aprovado ou Reprovado.

17 + Especificação dos Use Cases  Use Case 1: Ler matérias de uma seção  Cenários: 1.2/2.3/...  Descrição: 1. O usuário seleciona uma das seções apresentadas pela aplicação. 2. A aplicação retorna uma lista das matérias da seção selecionada, contendo a data de publicação, o título e o resumo de cada matéria. 3. O usuário seleciona a matéria de interesse. 4. A aplicação retorna o título, a data de publicação, o conteúdo da matéria, o nome do autor e uma lista das matérias relacionadas, caso exista. Se desejar, o usuário pode imprimir a matéria ou enviá-la a um amigo. 5. O usuário solicita informações sobre o autor. 6. A aplicação retorna o nome, a foto e a biografia do autor. 7. Se o usuário tiver interesse em ler outra matéria da mesma seção, pode retornar ao passo 3.

18 + Especificação dos UIDs  User Interaction Diagram ou Diagrama de Interação do Usuário.  Representa graficamente as troca de informações (interação) entre os usuários e a aplicação, independente da forma como isso ocorre na interface.  Para cada Use Case é especificado um UID. Não leva-se em consideração Interface e Navegação.  Representa um conjunto de estados de interação conectados por transições.

19 + Especificação dos UIDs  Item de Dado  É uma informação única que aparece durante a interação.  Escrito em letra minúscula  Quando acompanhado do domínio utiliza-se dois pontos “:”  Os domínios tem a primeira letra em Maiúsculo e devem ser descritos pelo projetista. Ex.: Vídeo, Imagem, Som, etc  Quando não especificado o domínio de um item de dado o default, Texto, é assumido.  Quando o domínio for Enumerado (opções fornecidas pela aplicação), seus valores são descritos entre chaves “{...}” e separados por vírgula “,”  O nome do item de dado pode ser suprimido quando seu domínio for do tipo Som, Vídeo ou Imagem.

20 + Especificação dos UIDs  Item de Dado. Exemplos:

21 + Especificação dos UIDs  Estruturas  Coleção de informações relacionas entre si.  Essas informações podem ser: itens de dados, estruturas ou conjunto de itens de dados.  O nome da estrutura é obrigatório e tem a primeira letra em Maiúsculo.  A especificação da estrutura é entre parênteses e seus elementos separados por vírgula.  Exemplos:  Aluno(código:Número,nome,cidade,estado)  Professor(código:Número,nome,foto:Imagem, )

22 + Especificação dos UIDs  Conjunto  Representa um conjunto de itens de dados ou estruturas.  Sua multiplicidade é esboçada por um valor mínimo e um máximo com a seguinte notação: mín..máx  A multiplicidade default é 1-para-N e tem a notação “...”  Exemplos: ...Aluno(código:Número,nome,cidade,estado)  1..2 telefones  cnpj:Número ...Professor(código:Número,nome,foto:Imagem, )

23 + Especificação dos UIDs  Dados Opcionais  Representa um item de dado ou estrutura opcional.  Pode possuir multiplicidade  Um dado opcional é identificado pelo ponto de interrogação “?”  Um item de dado opcional também pode ser representado por uma cardinalidade 0..N  Quando se estiver representando uma Entrada do usuário que seja Opcional, utiliza-se um retângulo de linha pontilhada.  Exemplos: ...Aluno(código:Número,nome,:Imagem?,cidade,estado)  1..2 telefones_alternativos? ...Cliente(nome,cpf:Número,endereço,end_coml?)

24 + Especificação dos UIDs  Entrada de Usuário  Especifica um item de dado ou estrutura que é inserida pelo usuário durante a execução da aplicação  A digitação de valor pelo usuário é representado por um retângulo de linha contínua  Itens de dados dependentes entre si podem ser feitos usando-se os conectivos: E/OU (pelo menos 1), OU (somente um)  Quando o usuário deve escolher entre opções oferecidas, define- se como Entrada Enumerada. As opções são colocadas entre colchetes “[...]” e separadas por vírgula “,”  Quando houver a possibilidade de mais de uma escolha, utiliza- se a notação de multiplicidade com mín..máx

25 + Especificação dos UIDs  Entrada de Usuário  Exemplos:

26 + Especificação dos UIDs  Estado da Interação  Esboça um momento da interação entre o usuário e a aplicação  Um estado da interação é representado por uma elipse de linha contínua  Exemplos:

27 + Especificação dos UIDs  Texto  É a representação da exibição de um texto explicativo e/ou informativo ao usuário.  A notação é apresentar o texto a ser exibido entre aspas “...”  Exemplo:

28 + Especificação dos UIDs  Saída do Sistema  Representa uma informação retornada pela aplicação.  É tudo o que aparece fora de retângulos e dentro de um estado  Exemplo:

29 + Especificação dos UIDs  Estado Inicial da Interação  Representa o estado inicial da aplicação é uma transição sem precedentes.  Exemplo:

30 + Especificação dos UIDs  Estados Alternativos da Interação  Ocorre quando um estado produz mais de uma saída do sistema como resposta a uam requisição.  Exemplo:

31 + Especificação dos UIDs  Sub-estados de um Estado da Interação  Ocorre quando há exlusão mútua de partes de um estado da interação. Quando ocorrer o usuário deverá optar por um ou por outro estado da interação.  Exemplo:

32 + Especificação dos UIDs  Chamada de outro UID  Usado para indicar a mudança de foco da interação para outro UID.  Se após a execução da UID chamada não ocorrer a transição para um novo foco, haverá o retorno automático do foco da interação para o estado precedente a chamada do outro UID.  É representado por uma elipse de linha contínua e com um sombreamento em interior.  É identificado pelo termo “UID” seguido do nome do UID que será chamado.  Os Landmarks, mais conhecidos como ícones de navegação são exemplos de chamada de outro UID.

33 + Especificação dos UIDs  Chamada de outro UID  Exemplo:

34 + Especificação dos UIDs  Chamada a partir de outro UID  Representa que o foco da interação foi transferido de outro UID para o UID atual.  Ao final da execução deste o foco da interação retornará para o UID que o chamou. Semelhante a interrupção do S.O.  Exemplo:

35 + Especificação dos UIDs  Transição  Indicam a mudança do foco da interação.  Para que ocorra uma transição no mínimo uma informação deve ser requisitada ao sitema para que este devolva uma resposta.  Notações de transição:

36 + Especificação dos UIDs  Transição

37 + Especificação dos UIDs  Transição  Exemplo de transição com Seleção de Elemento:

38 + Especificação dos UIDs  Transição  Exemplo de transição com Seleção de Opção:

39 + Especificação dos UIDs  Transição  Exemplo de transição com Seleção de Opção:

40 + Especificação dos UIDs  Transição  Exemplo de transição com Seleção de Opção:

41 + Especificação dos UIDs  Transição  Exemplo de transição com Condição:

42 + Especificação dos UIDs  Transição  Exemplo de transição com Seleção de Elemento e Opção:

43 + Especificação dos UIDs  Transição  Exemplo de transição com Seleção de Elementos de conjuntos diferentes e Opção:

44 + Especificação dos UIDs  Transição  Exemplo de transição com Seleção de Opção e Condição:

45 + Especificação dos UIDs  Pré-Condição e Pós-Condição  Utilizado quando um UID só pode ser visualizado de for preenchida uma condição de Pré ou Pós.  Pré-condição ocorrem antes da interação do UID  Pós-condição ocorrem depois da execução do UID  Para ambos os casos as informações são inseridas dentro de retângulos de linha contínua, abaixo do UID e com a identificação de Pré-condição ou Pós-condição.

46 + Especificação dos UIDs  Pré-Condição e Pós-Condição  Exemplo:

47 + Especificação dos UIDs

48 +  Notas Textuais  Utilizado quando não houver a possibilidade de se representar graficamente algum informação de cunho importante para o UID.  Pode ser utilizado também para se ressaltar algum aspecto importante do UID.

49 + Especificação dos UIDs  Notas Textuais  Exemplo:

50 + Especificação dos UIDs  UIDs parametrizados  Utilizado para representar UIDs que possuem a mesma sequência de interação, porém com informações diferentes.  Neste caso as informações a serem parametrizadas, são apresentadas dentro do estado da interação com a notação de Parâmentro N, onde N é o número do parâmetro.

51 + Especificação dos UIDs  UIDs parametrizados  Exemplo:

52 + Especificação dos UIDs  Exemplos de UIDs

53 + Especificação dos UIDs  Exemplos de UIDs

54 + Especificação dos UIDs  Relacionamento entre UIDs  É construído após a elaboração de todos os UIDs - Tem o objetivo de representar os relacionamentos mais significativos, bem como representar alguns relacionamentos que não foram descritos nos UIDs, mas que constam nos Use Cases. - Podem ser de três tipos:  Inclui  Estende  Precede  A notação utilizada é: >, >, >

55 + Especificação dos UIDs  Relacionamento Inclui  Usado para indicar que um UID está contido em outro, que um UID faz parte do outro UID.  Mas como eu sei que dever ser Inclui???  Quando as interações definidas no UID incluído não fizerem sentido de serem executadas sozinhas.  Exemplo:

56 + Especificação dos UIDs  Relacionamento Estende  Indica que um determinado UID pode ser estendido.  Utilizado quando um UID apresenta um comportamento alternante ou opcional.  O UID estendido pode ser executado sozinho ou em qualquer outro ponto da aplicação.  Exemplo:

57 + Especificação dos UIDs  Relacionamento Precede  Usado quando a execução de um UID depende de outro.  Indica que um determinado UID somente poderá ser executado se o outro UID for executado com sucesso.  Exemplo:

58 + Especificação dos UIDs  Representação do UID inicial  Representa as tarefas a serem executadas quando a aplicação é inicializada.  Quando for necessário se representar esse UID utiliza-se o relacionamento Inclui.  É possível incluir nesse UID inicial tantas, quantas, UIDs forem necessárias para iniciar a aplicação.  Exemplo:

59 + Especificação dos UIDs  Validação entre UIDs  Última etapa da fase de Levantamento de Requisitos  É feita através da interação entre designers, projetistas e usuário  Cada Use Case e UID é apresentado ao usuário, para apreciação e simulação de funcionamento da aplicação  Cada sugestão, inconsistência e problemas são anotados  Esses testes são necessários para que o usuário chegue a um consenso  O número de testes será definido pelo tempo disponível e também pela disponibilidade do usuário.


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