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JR MAQUINAS E FERRAMENTAS APRESENTA FONE/FAX: (47) 3028-0315

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Apresentação em tema: "JR MAQUINAS E FERRAMENTAS APRESENTA FONE/FAX: (47) 3028-0315"— Transcrição da apresentação:

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2 JR MAQUINAS E FERRAMENTAS APRESENTA FONE/FAX: (47)

3 Conceito Multi Material Lamina Technologies •A Lamina Technologies traz ao mercado um novo conceito aplicado às ferramentas de corte de metal duro, para torneamento e fresamento: –Apenas uma classe para toda a gama de materiais usinados; –Rendimento igual ou superior ao das classes dedicadas dos concorrentes em cada material; –Qualidade Top suíça; –Preço acessível; –Linha padrão ISO; –´Formador de cavaco padronizado para as operações de semi-desbaste a super-acabamento;

4 Conceito Multi Material Lamina Technologies Vantagens: –Redução da quantidade de ítens no estoque; –Melhor aproveitamento das arestas (não é necessário trocar a pastilha quando se troca de material); –Simplificação das ordens de compra (menos linhas nos pedidos); –Redução dos tempos de setup de máquina.

5 Modelo econômico de produção : •De 100% das horas de usinagem possíveis: –20% Deslocamentos adicionais –20% Feriados –60% Produção •Dos 60% de produção: –10% troca de peça –10% parada por quebra –10% Preparação e controle –10% troca de ferramenta –20% usinagem •Somente em 20% do tempo de usinagem o cliente ganha dinheiro

6 Modelo econômico de produção : •O custo com ferramentas é somente 2-4% do custo total de produção, então obter 30% de redução no custo com ferramentas resultará em, no máximo, 1% de redução no custo de produção. •50% de aumento na vida útil da ferramenta resultará em, no máximo, 1-2% de redução no custo de produção. •20% de aumento na velocidade de corte, ou no avanço, resultará em 15% de redução no custo total de produção. Faça mais peças por hora-máquina, otimizando os parâmetros e reduzindo o tempo de setup!!!!!

7 Conclusão: Com o conceito Multi-Material Lamina você tem sempre a ferramenta certa na hora certa!!! Conclusão: Com o conceito Multi-Material Lamina você tem sempre a ferramenta certa na hora certa!!! •Reduza o tempo perdido entre setup e troca de ferramentas, usando o inserto multi-material, quando troca-se o material da peça ou a operação (de semi-desbaste a super acabamento) •A Lamina desenhou o inserto para cortar melhor, empurrar menos, obter cavacos melhores, menor consumo de energia, menos vibrações, melhor acabamento superficial e menos desgaste da máquina.

8 Gerenciamento do processo •Além da opção Multi-Material, a Lamina Tecnologies oferece a seus clientes um sistema de gerenciamento do processo, complementando a otimização dos custos de usinagem.

9 •O máximo rendimento e produtividade são alcançados com a aplicação dos parâmetros de corte apropriados, e os resultados são análisados matematicamente, com o apoio de planilhas e banco de dados elaborados especificamente para: –Controle do custo global do processo; –Otimização da produtividade; –Identificação dos gargalos de produção e TOP de custos com ferramentas. Gerenciamento do processo

10 •O gerenciamento é modelado conforme as necessidades específicas de cada cliente, adaptando-se às características de cada organização. •Após a realização de um estudo prévio, a equipe técnica da Lamina define, em conjunto com a equipe do cliente, as melhores técnicas de controle dos custos globais do processo. Gerenciamento do processo

11 Metal Duro •Metalurgia do pó WC A base é o Carbeto de Tungstênio (Tungsten carbide) WC Co « Liga » Cobalto Co (6 à 12%) Tic – TaC – Cr – V Aditivos Tic – TaC – Cr – V (  30%)

12 Sub micronWC cobalto over micron Estrutura após a sinterização

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15 Processo de cobertura tipo CVD alta temperatura + gás tipo PVD baixa temperatura + plasma

16 Ti(C,N) Al 2 O 3 TiN

17 Cobertura e dureza Vickers 450 Aços Vidro Metal duro Cobertura Diamante Cobertura 10’000

18 Volume e densidade Al Aluminio 2,7 Ti Titanio 4,54 Fe Aço 7,86 Pb Chumbo 11,34 Hg Mercurio 13,54 WC Metal Duro 14,70 Volume para 1 kg de material U Uranio Au Ouro 19.3

19 Detalhes de um inserto Ângulo de folga Superfície de apoio Aresta de corte Quebra-cavaco Raio de ponta

20 Preparação de aresta - honing Está aqui! Tipo F Tipo E Tipo T (S)  L

21 Codificação de insertos •D = Formato •N = inserto negativo ou positivo •M = Classe de tolerância •G = uma ou duas faces, furo cilíndrico ou com rebaixo cônico •15 = Comprimento da aresta •06 = espessura •08 = raio de ponta •NN = Tipo de quebra cavaco, específico do fabricante. DNMG NN DNMG EN - NN

22 Códigos ISO D C M T 11 T NN S Quadrado T Triangular D Rômbico 55 graus (V) R Redondo A Retangular O Octogonal

23 Códigos ISO D C M T 11 T NN Ângulo de folga B = 5° E = 20° C = 7° F = 25° P = 11° G = 30° D = 15° N = 0°

24 Códigos ISO D C M T 11 T NN Classes de tolerância A F C H E G J K L M N U Estreita Ampla

25 Códigos ISO D C M T 11 T NN Tipo de inserto A Furo cilíndrico sem quebra cavaco M Furo cilíndrico com quebra cavaco G Furo cilíndrico com quebra cavaco W Rebaixo cônico sem quebra cavaco T Rebaixo cônico com quebra-cavaco N Sem furo R Sem furo com quebra-cavaco

26 Códigos ISO D C M T 11 T NN Largura da aresta de corte LL L L L L

27 Códigos ISO D C M T 11 T NN Espessura 01 1,59 T102M303T304M505 1,982,38 3,00 3,18 3,974,765,005,56 L

28 Códigos ISO D C M T 11 T NN Raio de ponta 010, ,20 0,40 0,80 121,20

29 Códigos ISO A P K T PD TR P = 90°E = 75°A = 45°

30 Códigos ISO A P K T PD TR D = 15°

31 Códigos ISO D C M T 11 T3 04 EN - NN Preparação de aresta - honing F E T

32 Códigos ISO D C M T 11 T3 04 EN - NN L N R

33 Suportes para torneamento Insertos positivos Insertos negativos

34 Geometrias e aplicações

35 Insertos com Wiper (alisadores) CNMG WM « inserto wiper " CNMG NN « inserto normal" Avanço (passo)

36 Temperatura durante a usinagem 1025 °C 975 °C 925°C 875°C Está aqui!

37 Tipos de falha em insertos Desgaste lateral

38 Tipos de falha em insertos Canal Ap

39 Tipos de falha em insertos Craterização

40 Tipos de falha em insertos Choque térmico

41 Quebra Tipos de falha em insertos

42 Deformação plástica

43 Tipos de falha em insertos Aresta postiça

44 Insertos para torneamento F max Ap min Ap max F min

45 Controle de cavaco Profundidade de corte Ap[mm] Avanço [mm/rot] Seção max [mm 2 ] f min f max Ap min Ap max

46 Controle de cavaco Profund. Corte Ap[mm] Avanço [mm/rot] f min f max Ap min Ap max Seção max [mm 2 ]

47 Controle de cavaco Seção max 1.20 mm 2 Ap [mm] Avanço [mm/rot] f 0.24 f 0.30

48 CCMT 09T308-NN Avanço [mm/U] Ap [mm] SPFSFIC CCMT 09T308-WM CCMT 09T304-NN CCMT NN Inserto tipo CCMT…

49 Inserto tipoCNMG… Inserto tipo CNMG… Avanço [mm/U] Ap [mm] SPFSFIC CMNG NN CNMG WM CNMG NN CNMG WF

50 Inserto tipoD… Inserto tipo D… DNMG NN Avanço [mm/U] Ap [mm] SPFSFIC DNMG NN DCMT 11T304-NN DCMT NN

51 Avanço [mm/U] Ap [mm] SPFSFIC TNMG NN Inserto tipoT.… Inserto tipo T.… TCMT 16T308-NNTNMG NN

52 Inserto tipoV.… Inserto tipo V.… Avanço [mm/U] Ap [mm] SPFSFIC VNMG NN VBMT NN VNMG NNVBMT NN

53 Inserto tipoWNMG… Inserto tipo WNMG… Avanço [mm/U] Ap [mm] SPFSFIC WMNG NN WNMG WM WNMG NN WNMG WF

54 Inserto tipo. NMP… Avanço [mm/U] Ap [mm] SPFSFIC CNMP NN CNMP NN WNMP NN WNMP NN WNMP NN

55 Dados de corte

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57 Influência da velocidade de corte Velocidade de corte Vida da ferramenta

58 Aplicações Kappa 90° Kappa 75° Kappa 45°

59 Faceamento

60 Chanframento

61 Rebaixo lateral

62 Canal

63 Posição dos insertos de fresamento hm = f avanço / faca efetivo hm = f x hm = f x 0.97

64 Posição dos insertos de fresamento L = f / L = ap / 0.97 L = ap Profundidade de corte efetiva na aresta

65 Avanço mínimo Avanço baixo Chanfro T Avanço normal Chanfro T

66 Inserto alisador tipo Wiper Avanço

67 Direção da usinagem convencional - 30 à 50%Concordante

68 Direção da usinagem Canal com fresa de topo

69 Dados de corte

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71 Influência da velocidade de corte VC Vida da ferramenta

72 JR MAQUINAS E FERRAMENTAS Obrigado por sua atenção!


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