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VISÃO GERAL DE TELECOMUNICAÇÕES

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Apresentação em tema: "VISÃO GERAL DE TELECOMUNICAÇÕES"— Transcrição da apresentação:

1 VISÃO GERAL DE TELECOMUNICAÇÕES
MBA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES ESPECIALIZAÇÃO EM COMUNICAÇÕES MÓVEIS VISÃO GERAL DE TELECOMUNICAÇÕES

2 Prof. Walter Antonio de Figueiredo Freire
Engenheiro Eletrônico graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1978); Trabalhou na Ecodata, e na Embratel nas áreas de vendas e de suporte à vendas; Ingressou a seguir na Varig, permanecendo até 1996, tendo ocupado diversos cargos gerenciais; Trabalhou mais recentemente na Sita do Brasil, Telemar e Prolan, estando atualmente vinculado à Unisat Engenharia, onde presta serviços de consultoria e treinamento junto ao mercado corporativo e operadoras de telecomunicações.

3 VISÃO GERAL DE TELECOMUNICAÇÕES

4 ÍNDICE Introdução Conceitos de Telecomunicações
Composição dos Sistemas de Telecomunicações Padrões Tecnologias Redes Serviços, Hábitos e Comportamento dos Clientes Ambiente e Terminais de Usuários Situação Atual e Tendências

5 INTRODUÇÃO

6 INTRODUÇÃO Qual é a leitura e interpretação que fazemos hoje do mundo em relação ao universo das comunicações de uma forma ampla, envolvendo as áreas: do audiovisual. das telecomunicações. das redes. da internet. da tecnologia da informação (TI).

7 CENÁRIO ATUAL INTRODUÇÃO Digitalização no Brasil
Telefonia fixa – anos 90 (ainda resta o terminal e a linha do assinante) Telefonia celular – 1996 Cinema – 2014? Televisão – 2014? Rádios – 2014?

8 INTRODUÇÃO CENÁRIO ATUAL

9 COMUNICAÇÃO HUMANA

10 A MÍDIA E SEU USO - ÁUDIO

11 A MÍDIA E SEU USO - TELEFONIA

12 A MÍDIA E SEU USO – IMAGEM I

13 A MÍDIA E SEU USO – IMAGEM II

14 A MÍDIA E SEU USO – DADOS

15 A MÍDIA E SEU USO – TEXTO

16 INTRODUÇÃO CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA
Convergência tecnológica é um termo utilizado para designar a tendência de utilização de uma única infra-estrutura de tecnologia para prover serviços que, anteriormente, requeriam equipamentos, canais de comunicação, protocolos e padrões independentes. Definição

17 INTRODUÇÃO CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA
A Estrada

18 INTRODUÇÃO CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA
É um conceito que integra tecnologias de: Telecomunicações. Computação, incluindo Internet. Captura e Difusão de Informações. Fornecendo ao usuário informações e aplicações: em qualquer lugar. de qualquer rede de computadores. por qualquer canal de comunicação. ou seja, ubiqüidade. Conceitos

19 INTRODUÇÃO CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA
O principal intuito da convergência tecnológica é fornecer ao usuário acesso a suas informações e aplicações em qualquer lugar, de qualquer rede, por qualquer canal de comunicação, através de uma interface homem máquina coerente (única), com qualidade adequada e de forma transparente, ou seja, tudo que a sociedade de informação atual necessita. A convergência tecnológica alia as mais avançadas técnicas de integração de sistemas computacionais distribuídos com sistemas de telecomunicações. O resultado é a integração de vídeo, dados, voz, imagem de forma única e transparente ao usuário. Outros Conceitos

20 INTRODUÇÃO CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA
Este conceito exige capacidade de: Mobilidade. Portabilidade de aplicações. Portabilidade de conteúdo. Interconectividade. Interoperabilidade entre plataformas. Interoperabilidade entre operadores. Exigências

21 INTRODUÇÃO CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA
Qualquer aplicação de tecnologia de informação e comunicação que se possa imaginar, como por exemplo: TV digital, Internet móvel, vídeo conferência, telefonia fixa ou móvel, difusão interativa de conteúdo, etc, ou seja, tecnologias que envolvam setores de telecomunicações, meios de comunicação e tecnologia de informação constituem elementos que suportam a convergência tecnológica. Conceitos

22 INTRODUÇÃO CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA
Convergência de Redes: uma mesma rede suporta serviços distintos. Como por exemplo: rede de voz e dados. Convergência de Serviços: um mesmo serviço adapta-se a diferentes meios. Como por exemplo: telefonia fixa, celular, TV a cabo e Internet. Convergência de Terminais: um mesmo terminal fornecendo acesso a distintas redes e serviços. Como por exemplo: PC e terminal móvel. Classificações

23 INTRODUÇÃO CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA
Indústrias de telecomunicações, de conteúdos e mídia, da eletrônica de consumo e de TI. Meios, incluindo transporte e acesso. Redes ? Por exemplo, Convergência Fixo-Móvel . Plataformas, Serviços e Aplicações. Terminais, Teclados, Displays e Controles Remotos. Sinalização e Numeração. Endereçamento, Comutação e Roteamento. Billing, Faturamento e Cobrança. Regulamentação. Abrangência

24 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES

25 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
DEFINIÇÃO Comunicações à distância utilizando tecnologias elétrica e eletrônica, através de meios eletromagnéticos (inclusive ópticos): EXEMPLOS: Telegrafia; Telefonia; Televisão; Teleprocessamento; Paging; Radionavegação; Rádio AM/FM; Telemetria; Radiodeterminação.

26 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CLASSIFICAÇÃO Os Sistemas de Telecomunicações usuais podem ser classificados quanto à(o): Meio de Transmissão Utilizado Alternativas Confinados; Irradiados. Abrangência Geográfica Local; Regional; Nacional; Continental; Global. ex: LAN’s, MAN’s e WAN’s

27 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CLASSIFICAÇÃO Tipo de Rede Geográfica Estrela (STAR) Malha (MESH) ex: WAN (Wide Area Network) Anel (RING) Barramento (BUS) ex: LAN (Local Area Network) Largura de Banda ou Kilobitagem ? Baixa; Média; Alta.

28 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CLASSIFICAÇÃO Serviço Telemetria; Telefonia; Paging; Fax; Televisão; TV por assinatura; Dados. Localização Fixo para Fixo; Fixo para Móvel; Móvel para Móvel: Móvel para Fixo.

29 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CLASSIFICAÇÃO Tipo de Sinal Analógico; Digital; Relação com o Tempo Quase tempo real; Tempo real; Consignação por demanda; Circuito dedicado; Store and forward. Direcionalidade Simplex; Half duplex; Full duplex; Multicaminhos.

30 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
DEFINIÇÃO É um conjunto de elementos, cada um com uma função bem definida, interligados entre si por um conjunto de relações de modo a formar um todo organizado, com a finalidade de atingir um certo objetivo, que nenhum componente por si só seria capaz de atingir. EXEMPLOS: Sistema de Telecomunicações; Sistema de Processamento de Dados; Sistema de Comunicação de Dados; Sistema de Teleprocessamento.

31 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
MODELO Informação Sinal Fonte Canal Destinatário O objetivo do sistema de comunicação é levar a informação da fonte até o destinatário; A informação é uma entidade abstrata. O sinal é o suporte físico que carrega a informação; A informação está associada com o padrão de variação do sinal.

32 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CARACTERIZAÇÃO Entidade objeto: a informação (entidade abstrata, carregada por um sinal físico). Elementos constituintes: fonte: gera a informação. canal: transporta a informação de um ponto a outro, sem modificar a sua natureza. destinatário: recebe a informação.

33 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CONCEITO DE CANAL E CIRCUITO É preciso montar dois canais, um para cada sentido.

34 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CANAL x CIRCUITO CANAL - entidade que permite a transmissão apenas num sentido (unidirecional); CIRCUITO - entidade que permite a transmissão nos dois sentidos; união de um canal de ida com outro canal de volta. Na prática se usa o termo circuito associado a um certo uso, isto é, na presença dos terminais. Ex.: circuito telefônico circuito de dados. Distorções de uso: Os técnicos de multiplex instalam canais aos pares e quando se referem a um canal querem dizer um par. O circuito hipotético de TV é uma entidade unidirecional.

35 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CANAL É preciso converter o sinal original em sinal elétrico para conseguir um transporte rápido e eficiente para grandes distâncias.

36 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
ANÁLISE É um sistema do tipo simétrico; Estado de saída = Estado de entrada. Em um sistema simétrico, se houver uma operação que transforme o operando, é preciso haver uma operação inversa, para restaurar o estado original.

37 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CONCEITOS ASSOCIADOS COMUNICAÇÃO UNIDIRECIONAL O modelo básico de sistema é essencialmente unidirecional; COMUNICAÇÃO BIDIRECIONAL Na maior parte das aplicações práticas interessa a comunicação nos dois sentidos. Ex.: Conversação telefônica. Envio de informação com confirmação de recepção. FONTE CANAL DESTINATÁRIO Terminal Circuito

38 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CONCEITOS ASSOCIADOS COMUNICAÇÃO PONTO-A-PONTO O conceito básico de circuito está associado a uma comunicação bidirecional ponto-a-ponto; T T CIRCUITO REDE Na maior parte das aplicações práticas existem vários terminais e eles querem se comunicar entre si; A rede é formada por um conjunto de circuitos. REDE T

39 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CONCEITO DE TERMINAL Telefonia Fonte Destinatário Canal Terminal Circuito O terminal engloba o par (Fonte + Destinatário). Processamento de Dados Fonte Processamento de Dados Destinatário Canal Terminal Computador Circuito O terminal é um dispositivo de entrada/saída de dados.

40 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
TERMINAL: DIVERGÊNCIA CONCEITUAL Circuito Canal Fonte Destinatário Terminal (Terminal!?) Para efeito de comunicação, o computador também se comporta como um terminal, pois recebe a consulta (destinatário) e envia a resposta (fonte); Para evitar maiores confusões a UIT criou no universo da comunicação de dados a figura DTE (ETD). DTE = data terminal equipment. ETD = equipamento terminal de dados.

41 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
FORMAÇÃO DE UMA REDE ELEMENTAR REDE ELEMENTAR A rede mais simples inclui 3 terminais; Um circuito só permite atingir um outro ponto; Para que um terminal consiga se comunicar com mais de um outro, os circuitos tem de se encontrar em um nó. Enlace T FUNÇÃO DO NÓ No nó se procede a uma decisão. Nó de Comutação ou e Nó de Distribuição

42 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CONCEITO DE CIRCUITO (PARA REDE) CIRCUITO CARACTERÍSTICA Ponto-a-ponto Ponto-Multiponto Comutado Sem Nó Com Nó de Distribuição Com Nó de Comutação

43 CONCEITOS DE TELECOMUNICAÇÕES
FUNÇÃO NÓ DISTRIBUÍDA Se for preciso prover a função nó em dois pontos diferentes, será preciso montar dois nós, cada um servindo a um subconjunto de terminais, interligando-os. A interligação recebe o nome de tronco. ND = Nó de Distribuição TD = Tronco de Distribuição NC = Nó de Comutação TC = Tronco de Comutação T ND TD NC TC

44 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES

45 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES

46 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
TOPOLOGIA É a descrição geométrica da rede; A topologia básica, abstrata ou conceitual é a representação geométrica, por meio de grafos, dos recursos necessários e suas conexões (relações); É de grande importância na especificação de rede para licitação (ainda não se sabe quais equipamentos serão adquiridos); É útil, por ser mais simples, como apoio para o estudo da rede. A topologia concreta é a representação geométrica com a definição física das partes; É de grande importância para as tarefas de instalação e de manutenção da rede.

47 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
ANÁLISE TOPOLÓGICA DA REDE A descrição geométrica nem sempre é significativa. Diversas configurações geométricas podem ser usadas com a mesma funciona- lidade. Ex.: Formam uma rede multiponto. T Uma mesma topologia pode ser usada com mais de uma finalidade. T Usando endereço local a rede é do tipo comutada. Usando endereço de broadcast a rede do tipo multiponto. Ex:

48 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
CONCEITOS ASSOCIADOS À FUNCIONALIDADE CONECTIVIDADE - é a propriedade pela qual é possível um terminal atingir outro através da rede; INTEROPERABILIDADE - é a propriedade pela qual sistemas que se comunicam conseguem operar harmonicamente entre si; PORTABILIDADE - é a propriedade pela qual recurso de rede pode ser levado de um ponto a outro, conseguindo trabalhar da mesma forma.

49 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
TRANSPORTE E ACESSO Em um ambiente com função nó distribuída: O subgrafo formado pelo conjunto de nós e troncos engloba as facilidades de uso comum. Este subgrafo forma a sub-rede de transporte. O subgrafo formado pelos terminais e conexão aos nós engloba as facilidades de uso individualizado. Este subgrafo forma a infra-estrutura de acesso. T ST IA

50 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
CONECTIVIDADE TOPOLÓGICA Abrange os mecanismos pelos quais se compõe o caminho pelo qual a comunicação desejada pode ser feita. CONEXÃO PERMANENTE - O caminho entre a fonte e o destinatário fica montado permanentemente ao se construir a rede. Ex.: Circuito ponto-a-ponto (sem nós). Circuito multiponto. CONEXÃO PROVISÓRIA OU COMUTADA - existe um certo processa- mento para compor o caminho a ser usado. O caminho pode ser composto de forma programada. Ex.: Circuito alugado (sob contrato prévio). O caminho pode ser composto sob demanda do usuário. Ex.: Circuito da rede telefônica.

51 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO TRANSMISSÃO DIRETA - Já existe o circuito e o sinal pode ser enviado; TRANSMISSÃO STORE-AND-FORWARD - O circuito não existe, apenas os enlaces de nó a nó. O sinal segue de um nó a outro próximo, nele é armazenado e depois é retransmitido para um nó seguinte. O conceito mais geral de conexão é o estabelecimento de um par geral de conexão ou uma relação (x,y) entre o terminal x de origem e o terminal y de destino.

52 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
CONECTIVIDADE EFETIVA Podem existir recursos topológicos para conexão, mas ela não conseguir ser concretizada por restrições de natureza operacional. É o caso da categorização de terminais em telefonia; É o caso de bloqueios operacionais de restrição em comunicação de dados.

53 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
MECANISMOS AUXILIARES - CONECTIVIDADE IDENTIFICAÇÃO OU NUMERAÇÃO - A rede tem de possuir recursos capazes de identificar os terminais, a fim de atingir o destino desejado; ENCAMINHAMENTO OU ROTEAMENTO - A rede deve possuir inteligência para encontrar o caminho mais adequado para estabelecer a conexão.

54 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
MECANISMOS DE CONTROLE OPERACIONAL CONTROLE DE FLUXO - Mecanismo pelo qual se administra de forma adequada o transporte de informações pela rede, de modo a garantir a rapidez da operação e evitar perdas pela rede; CONTROLE DE CARGA - Mecanismo pelo qual se providencia uma distribuição equitativa do tráfego (quantidade de mensagens) processado pelos diversos recursos (nós) da rede.

55 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
MECANISMOS DE DISCIPLINA OPERACIONAL São os mecanismos que administram o processo de comunicação nas suas diversas fases.

56 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
DISCIPLINA OPERACIONAL NA EMISSÃO EMISSÃO LIVRE - O terminal pode enviar sinal sempre que quiser; EMISSÃO CONTROLADA - Existem regras que definem quando o terminal pode emitir sinais; EMISSÃO IMPEDIDA - Devido a regras operacionais ou à falta de recursos, o terminal não consegue emitir sinais.

57 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
TRATAMENTO DE COLISÃO Havendo vários terminais emissores com acesso ao mesmo circuito, se houver emissão simultânea, ocorrerá colisão (superposição de sinais); Mecanismos de combate à colisão: A posteriori O mecanismo de controle de colisão estabelece prioridades após um evento de colisão. A priori Mecanismo de controle centralizado: apenas um terminal comanda a operação da rede, ditando os direitos de emissão; Mecanismo de rodízio sistemático: cada terminal assume o direito de emissão de cada vez e transfere para um vizinho no fim da mensagem enviada.

58 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
DISCIPLINA OPERACIONAL NA TRANSMISSÃO TRANSMISSÃO LIBERADA - As regras operacionais da rede permitem que o transporte solicitado seja estabelecido: Transmissão Efetuada - Quando o transporte consegue realmente ser concluído; Transmissão Bloqueada - Quando o transporte não consegue ser concluído por falta de recursos na rede (congestionamento). TRANSMISSÃO IMPEDIDA - Devido a regras operacionais a rede não vai providenciar o transporte solicitado.

59 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
DISCIPLINA OPERACIONAL NA RECEPÇÃO RECEPÇÃO PASSIVA - O receptor está sempre disponível para receber os sinais que chegam até ele; RECEPÇÃO ATUANTE - Quando o receptor possui mecanismos de controle para sua operação: Recepção com Seleção - Quando há um receptor e vários canais, o receptor podendo se ligar ao canal desejado; Recepção com Bloqueio - Quando há regras que impedem a recepção para certas mensagens. RECEPÇÃO IMPEDIDA - Devido a regras operacionais ou a falta de recursos, o terminal não consegue receber sinais.

60 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
MEIOS DE TRANSPORTE

61 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
OTIMIZAÇÃO DOS MEIOS DE TRANSMISSÃO Multiplexação - Compartilhamento do uso do meio por várias fontes. Separação das Fontes: No espaço; Na freqüência; No tempo; No código; Na multiplexação cada fonte tem uma janela definida no domínio de definição (ocupação determinística). Concentração - Ocupação do meio autorizada apenas para fontes ativas. Muitas fontes tem períodos de silêncio Concentração exige comutação, seja física, seja lógica. Multiplexação Estatística - Combinação dos conceitos de multiplexação e concentração.

62 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
COMUTAÇÃO (SWITCHING) A comutação é uma operação que muda um estado operacional: no caso interessa definir como a operação que conecta arcos de modo a produzir um caminho; A comutação é executada a partir de um certo comando. Se o comando é realizado por um operador ou a partir de circuitos de controle existentes no equipamento tem-se a comutação programada, invisível ao usuário; Se o comando é realizado a partir de instruções ou informações entregues pelo usuário tem-se a comutação selecionada.

63 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
UTILIDADE DA COMUTAÇÃO Criar Caminhos Diferentes na Rede: O caminho pode ser composto sob demanda de prestação de serviço (comutação selecionada); O caminho pode ser configurado para permitir prestação de serviços ou sobrevivência de serviços (comutação programada). Modalidades de Serviços Comutados: Comutação de Circuitos; Comutação de Mensagem; Comutação de Pacotes.

64 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
TIPOS DE COMUTAÇÃO Comutação de Circuito - quando a operação é solicitada, o circuito é composto por uma sucessiva união de enlaces e após ficar estabelecido, o sinal é enviado por ele. Comutação de Mensagem - quando a operação é solicitada, a mensagem é enviada de nó a nó desde a origem até o destino, em cada nó que chega sendo armazenada para posterior retransmissão. Não se compõe um circuito para enviar a mensagem. Ela vai sendo enviada, formando o caminho no seu percurso. Comutação de Pacotes - similar ao método anterior, com a diferença que a mensagem, por ser muito longa, é dividida em pacotes.

65 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
COMUTAÇÃO x CONCENTRAÇÃO Comutação implica em existência temporária de um caminho; Concentração implica em economia no uso dos meios; A comutação nem sempre implica em concentração: Ex: intercomunicadores com comutação descentralizada. A concentração nem sempre utiliza comutação física. Ex.: comunicação seletiva em circuito multiponto.

66 COMPOSIÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
REDE MULTIPONTO E REDE COMUTADA Na rede multiponto os nós podem ser interligados usando apenas um circuito tronco. A rede multiponto é muitas vezes referida como circuito multiponto. Na rede comutada, como podem ser feitas várias ligações em paralelo entre diferentes pares de terminais, os nós precisam ser interligados com vários troncos em paralelo. Um conjunto de troncos entre dois nós forma um entroncamento.

67 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA TELEFONICO FIXO COMUTADO
SISTEMA TELEFÔNICO ENTRONCAMENTO DE LONGA DISTÂNCIA CL CTd CTr CTr CTd CL Nível de Central: central local; central tandem; central trânsito Numeração: identifica assinantes; orienta sobre o caminho a seguir. Ex.: { interurbano internacional

68 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA TELEFONICO FIXO COMUTADO
COMPOSIÇÃO TÍPICA DO SISTEMA TELEFÔNICO Usuário A Usuário B CENTRAL TANDEM CENTRAL B CENTRAL A Sinalização entre Centrais Sinalização por Canal Associado (CAS) Canal Comum (CCS) Sinalização de Usuários de Usuário/ Acústica Sinalização de Usuários de Usuário/ Acústica

69 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA TELEFONICO FIXO COMUTADO
SISTEMA DE COMUTAÇÃO DE CIRCUITO Este sistema tem sido usado nos serviços de comutação telefônica convencional. Quando uma chamada é estabelecida, o canal de comunicação é usado continuamente e exclusivamente até que a mesma seja desconectada. Durante a conversação

70 PADRÕES

71

72 PADRÕES

73 PADRÃO 3G 3G é a terceira geração para padrões e tecnologia em telefonia móvel, substituindo a 2G. É baseada na família de padrões da União Internacional de Telecomunicações (UIT) dentro do programa International Mobile Telecommunications, "IMT-2000". A visão do IMT-2000 inclui LAN,WAN e serviços satélite

74 PADRÕES 3G União Internacional de Telecomunicações (UIT): IMT-2000 consiste de seis interfaces de rádio: W-CDMA (UMTS – Universal Mobile Telephone System) CDMA2000 TD-CDMA / TD-SCDMA UW-136 (sempre implementado com EDGE) DECT WiMAX móvel Desses, apenas três fornecem rede com cobertura total, podendo ser considerados como plenamente de 3G:  WCDMA, CDMA2000 e TD-SCDMA. Dentre os outros, DECT é usado para os telefones sem fio caseiros, podendo ser utilizado em 3G de pequena escala, mas não fornece cobertura total de rede. E o UW-136 é outro nome dado ao EDGE, que é genericamente considerado como 2.5G.

75 EVOLUÇÃO DO 1G PARA 3G

76 PROJETO 3GPP O 3rd Generation Partnership Project (3GPP) é uma colaboração entre grupos de associações de telecomunicações, para realizar uma especificação global aplicável a um sistema de equipamentos móveis 3G, dentro do escopo das recomendações do projeto da ITU - IMT-2000. Os grupos que participam do Projeto são: ETSI - European Telecommunications Standards Institute. Association of Radio Industries e Businesses/Telecommunication Technology Committee (ARIB/TTC) – Japão. China Communications Standards Association. Alliance for Telecommunications Industry Solutions – América do Norte. Telecommunications Technology Association – Coréia do Sul. As especificações do 3GPP são baseadas na evolução das especificações do GSM para o UMTS (W-CDMA), permitindo que essas redes também suportem GPRS e W-CDMA. A padronização do 3GPP cobre as arquiteturas de Rádio, Transporte e de Serviços da Rede Móvel.

77 EVOLUÇÃO DAS TECNOLOGIAS 3G WCDMA (UMTS)

78 SISTEMAS 4G – LTE LTE – Long Term Evolution
É uma proposta, ainda não totalmente pronto Pretende fornecer serviços de banda larga, com transferência de dados até 100 Mbit/s Está associado ao conceito de telepresença (um tipo de realidade virtual) TELEPRESENÇA = estimulação completa de todos os sentidos necessários para proporcionar a ilusão de ser uma pessoa de verdade (uma ilusão que não se consegue diferenciar do objeto real)

79 PROJETO 3GPP2 O 3rd Generation Partnership Project 2 (3GPP2) é uma colaboração entre associações de telecomunicações, para realizar uma especificação global aplicável a um sistema de equipamentos móveis 3G, dentro do escopo das recomendações do projeto da ITU - IMT-2000. Na prática, 3GPP2 é um grupo de padronização para o CDMA2000, o conjunto de padrões 3G é baseado na antiga tecnologia 2G CDMA. Os grupos que participam do Projeto são: Association of Radio Industries e Businesses/Telecommunication Technology Committee (ARIB/TTC) – Japão. China Communications Standards Association. Telecommunications Industry Association – América do Norte. Telecommunications Technology Association – Coréia do Sul.

80 EVOLUÇÃO DAS TECNOLOGIAS 3G CDMA2000

81 WIMAX

82 TECNOLOGIA WIRELESS

83 WIMAX WiMAX - Worldwide Interoperability for Microwave Access.
Padrão wireless interface aérea da IEEE para Wireless MAN O padrão estava focando basicamente as faixas de freqüências situadas entre 10GHz e 66GHz considerando sempre aplicações com linha de visada. A versão a passou a focar as aplicações sem linha de visada, dentro das faixas de freqüência entre 2GHZ e 11GHZ, considerando também os aspectos de interoperabilidade. BWA – Broadband Wireles Access. Apenas sistemas proprietários são oferecidos sem garantia de interoperabilidade Solução: BWA chamado de WIMAX que possui o grande diferencial que é a padronização não proprietária suportada pelos 2 maiores fabricantes de chipsets do mundo, INTEL e FUJITSU, pelo IEEE e várias empresas de tecnologia de ponta. WIMAX Forum – Criado com a participação ativa de várias outras empresas que aderiram com o objetivo de facilitar essa padronização e conseguir a redução de custos o máximo possível Faixas não licenciadas e licenciadas. Back-haul urbano. Banda larga rural. Última milha.

84 WIFI PARA WIMAX

85 IMS O IP Multimedia Subsystem (IMS) é um framework para fornecer serviços de multimídia IP a usuários de telefonia móvel. Originalmente desenvolvido dentro do escopo do 3GPP, e é parte da visão desenvolver redes móveis além do GSM. Sua formulação original (3GPP R5) forneceu recursos preliminares para uso do IP em redes GPRS. Esta visão foi melhorada pelo 3GPP, 3GPP2 e TISPAN para fornecer os mesmos serviços em outras redes, tais como Wireless LAN, CDMA2000 e linhas fixas. Para facilitar a integração com a Internet, IMS sempre que possível usa os protocolos do IETF. De acordo com o 3GPP, IMS não é um padrão para aplicações, mas sim um recurso para acesso a serviços multimídia e aplicações de voz entre terminais sem fio e terminais fixos Ajuda a formar um conceito de convergência entre os terminais fixos e móveis.

86 TV DIGITAL TERRESTRE

87 Situação Mundial TV DIGITAL TERRESTRE

88 Situação Mundial TV DIGITAL TERRESTRE http://en.dtvstatus.net/

89 EFICIÊNCIA DE COMPRESSÃO
HD FORUM

90 IPTV Personal Video Recorder

91 CONVERGÊNCIA DE CONTEÚDO
DSLAM Rede IP Servidor DHCP RTFC GW Video CPE Operadora TV Setup Box Modem Telefone PC Residência do Assinante Internet Roteador IP Gerência de Rede SoftX VoIP IPTV substitui a parafernália eletrônica do lar O mesmo conteúdo gerado para a televisão aberta ou via cabos é reaproveitado na rede convergente - Solução TV Paga

92 TECNOLOGIAS

93 TECNOLOGIAS

94 TECNOLOGIA DIGITAL NA REDE TELEFÔNICA
Década de 50 - A rede era totalmente analógica: linha de assinante, comutação e transmissão entre centrais. Da década de 60 até a década de 80 - A transmissão entre centrais passou a ser digital, mas a comutação e a linha de assinante continuou analógica. Nessa etapa, houve a necessidade de utilização de conversores analógicos/digitais entre centrais. A partir de década de 90 - Com a comercialização de centrais CPA’s a comutação passou a ser também digital enquanto as linhas de assinantes continuavam a ser analógicas. Dessa forma, na interface entre assinante e central, houve a inclusão dos conversores analógicos. A partir da RDSI - Os sinais passam a ser digitais de ponta a ponta possibilitando ao usuário um serviço mais sofisticado, com melhor desempenho e maior confiabilidade.

95 ALTERNATIVAS CONFINADAS E TECNOLOGIAS

96 ALTERNATIVAS IRRADIADAS E TECNOLOGIAS

97 TECNOLOGIAS: RÁDIOS TRANSPORTE E ACESSO
Baixa, Média e Alta Capacidade; Ponto-a-Ponto e Ponto-Multi-Ponto; Soluções Last Mile; Soluções Longa Distância; PDH e SDH; FDMA, TDMA e CDMA; UHF e SHF Digital; Rádio Digital Multi Acesso; Mini-Link e Pasolink; Ligação ERB-CCC.

98 TECNOLOGIAS: FIBRAS ÓPTICAS
Tipos e aplicações Anéis metropolitanos (metro rings); FTTH – Fiber to the home; FTTC - Fiber to the curb; Armários ópticos; Cabos submarinos; Longa distância terrestre; Last mile; OPGW; Fibra “apagada” e fibra “acesa”; Interconectividade; PDH e SDH.

99 SATÉLITES “By- passam” as redes terrestres;
Não tem o problema do “last mile”; Aumentam a confiabilidade das redes São ideais para “broadcast” e aplicações “multicast”; Suportam arquiteturas assimétricas; Podem prover acesso e conectividade global; Dão flexibilidade aos projetos de redes; Geo’s, Meo’s e Leo’s possuem vantagens/desvantagens entre si; Fazem parte de um mercado em franca expansão.

100 SATÉLITES – MERCADO ATUAL
CENÁRIO DE SATÉLITE NO BRASIL Fim do Monopólio Estatal da Embratel. Ocupa já 08 das 19 posições orbitais da OSG anotadas pelo Brasil na UIT. Ocupa a 6ª posição orbital desde Ago/04 com AMAZONAS. Ocupa a 8ª posição orbital desde Abr/08 com STAR-ONE C2. Hoje mais de 90% da capacidade total dos TPDR’S da STAR-ONE já está ocupada . Loral (atual Telesat) foi a 1ª empresa a vencer a licitação da Anatel para posição orbital Brasil. Novas licitações à frente.

101 FAIXAS DE FREQUÊNCIA DE SATÉLITES COMERCIAIS
Banda Downlink(GHz) Uplink(GHZ) Problemas C 3.7 – 4.2 5.92 – 6.42 Interferência Terrestre Ku 11.7 – 12.2 14.0 – 14.5 Chuva Ka 17.7 – 21.7 27.5 – 30.5 Chuva e custo do equipamento

102 RELAÇÃO DE SATÉLITES DOMÉSTICOS

103 RELAÇÃO DE SATÉLITES DOMÉSTICOS

104 REDES

105 REDE BÁSICA LEGADA

106 REDE DE ACESSO

107 REDE DE TRANSPORTE

108 REDE TELEFÔNICA LEGADA
Central de Comutação Central de Comutação Central de Comutação Central de Comutação As redes telefônicas são constituídas de várias centrais de comutação onde se ligam os assinantes, e de centrais que são utilizadas para interligar outras centrais, formando uma rede de centrais em estrela. Dependendo das necessidades de comunicação, duas centrais de assinantes podem se ligar diretamente, formando uma rede mista “malha- estrela”.

109 INTERCONEXÕES - LEGADO
Central Local Tandem Central de Comutação e Controle Interurbana Internacional Rede Interurbana Rede Local Para outros Países ERB CPCT RI

110 EVOLUÇÃO DA REDE TELEFÔNICA
A/D D/A A/D D/A A/D D/A

111 EVOLUÇÃO DA REDE TELEFÔNICA
Componentes de uma Rede de Próxima Geração - NGN

112 SERVIÇO MÓVEL CELULAR - LEGADO
DIAGRAMA DE BLOCOS FUNCIONAL Projetado para superar os defeitos do serviço móvel convencional; Projetado inicialmente para serviço telefônico: - ligação de EM a EF; - ligação da EF a EM; - ligação da EM a EM. Mais tarde foi ampliado para outros tipos de uso, em especial comunicação de dados. EM EM ERB ERB CCC RTFC EM - estação móvel (celular); CCC - central de controle de comunicações celulares; RTFC - rede telefônica fixa comutada.

113 REDES CORPORATIVAS São redes constituídas para atender aos objetivos específicos de uma organização; São também conhecidas como redes empresariais ou redes privativas; Utilizam “backbones” via terrestre, via satélite ou híbridas; Podem interligar os PABX’s das empresas, bem como suas LAN’s, MAN’s, CPD’s e salas de videoconferência; As INTRANET’s são também parte das redes corporativas; Dessa forma, as redes corporativas em sua maioria envolvem o conceito de WAN’s (Wide Area Network).

114 INTERCONEXÃO - REDES PRIVADA X PÚBLICA
Rede Privada Rede Pública A rede privada pode ser isolada (sem interconexão); A rede privada pode ser interconectada por uma estrutura que deixe passar o sinal, apenas fazendo conversões ou compatibilizações (ex: roteador, gateway, etc); A rede privada pode ser interconectada por uma estrutura que mascare uma rede para a outra (ex: proxy).

115 SERVIÇOS, HÁBITOS E COMPORTAMENTO DOS CLIENTES

116 SERVIÇOS, HÁBITOS E COMPORTAMENTO DOS CLIENTES
AQUISIÇÃO – GERAÇÃO – OBSOLESCÊNCIA (ciclo cada vez menor) Valor do Conhecimento Geração de Valor Aquisição do Conhecimento Obsolescência do Conhecimento Tempo FASE 1 FASE 2 FASE 3

117 SERVIÇOS, HÁBITOS E COMPORTAMENTO DOS CLIENTES
Características 1ª Fase 2ª Fase 3ª Fase Comportamento do Usuário Novidade Familiarização Dependência Complexidade da Tecnologia Básica Intermediária Avançada Preço do Serviço Alto Médio Baixo Qualidade Apresentada Baixa Média Alta

118 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes Novas Características
Mais exigentes em termos de qualidade e disponibilidade. Mais exigentes em flexibilidade (mobilidade, interatividade). Menos tradicionais (receptivos a evolução). Menos fiéis (receptivos a ofertas de novas vantagens). Receptivos a conteúdos inovadores e personalizados. Influenciados pelas suas “tribos”, experiências conhecidas via redes sociais, e por publicidade e propagandas inovadoras e personalizadas. Novas Características

119 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes Serviços Over-The-Top
Over-The-Top é expressão utilizada para se referir a um serviço que usufruímos “sobre uma rede” que não é “ofertada” por aquele operador de rede. É chamado “Over-The-Top" pelo motivo desses serviços trafegarem “no topo” do serviço que já possuímos, e não exigir qualquer envolvimento de tecnologia ou de negócio com o nosso operador de rede. Nesse sentido, o Skype pode ser considerado um serviço “Over-The-Top” para ligações telefônicas locais, interurbanas e internacionais. Observar que essas ligações são efetuadas através de linhas de outras operadoras. Assim sendo, podemos chamar de “Over-The-Top Telephony”. Serviços Over-The-Top

120 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes Serviços Over-The-Top
Muitas vezes, existem semelhanças entre o serviço que o nosso operador de rede oferece e o serviço prestado pelas provedoras de serviços “Over-The-Top”. Os serviços “Over-The-Top” poderão desempenhar um papel bem importante na disseminação de Internet TVs e das TVs Conectadas (Broadband TVs). Está crescendo o uso de termos como Over-The-Top TV, Over-The-Top Video e Over-The-Top Internet Video, entre outros. Serviços Over-The-Top

121 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes
Serviço de Telefonia Fixa Comutada do STFC e Exemplo de Contraponto Internet: Serviço Local Serviço de Longa Distância Nacional. Serviço de Longa Distância Internacional. Serviço Móvel Pessoal Serviço de TV por Assinatura Serviços de Redes Sociais e Twitter Serviços de Mensageiros Serviços de Buscas Serviços de Videoconferência Serviços de Games Serviços de Compras Alternativas

122 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes
TELEFONIA LOCAL TELEFONIA DE LONGA DISTÂNCIA NACIONAL TELEFONIA DE LONGA DISTÂNCIA INTERNAC.

123 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes
TV POR ASSINATURA LOCADORAS DE VÍDEO TV ABERTA

124 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes

125 OPERADORAS Redes Corporativas. Redes Públicas de Telefonia Fixa.
Redes Públicas de Serviços Móveis. Acesso à Internet. TV por Assinatura. TV aberta. Rádios AM e FM.

126 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes
EMBRATEL OI TELEFONICA TIM/INTELIG GVT Fixo Local 42,0 milhões Fixo LD Móvel ,2 milhões NÃO TV por Assin. 9,9 milhões Banda Larga 13,8 milhões Internet milhões Cont. Center

127 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes
TV P&B TV a Cores TV a Cabo MMDS DTH SBTVD IPTV “E na Copa de 2014 no Brasil, o que será Televisão ?”

128 Serviços, hábitos e comportamento dos clientes

129 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS

130 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
Redes Fixas Redes Móveis TV por Assinatura TV Digital TV Analógica Internet Pares Metálicos Cabos Coaxiais Fibras Ópticas Rádio Terrestre Satélite Conteúdos Online Ambiente não IP Conteúdos Armazenados Ambiente IP DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS DO LAR: CLIENTES CONECTADOS ?

131 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
Serviços Baseados em TV Digital (TV por Assinatura e TV Aberta) AMBIENTE NÃO IP SET-TOP-BOX Avançado Console de Games Mídia de Armazenamento Removível (ex: BD e DVD) Dispositivos de Mídias Portáteis Adaptador de Mídias Conectadas Televisão Monitores Dispositivo Móvel Pessoal Serviços de Mídia entregues Via Internet AMBIENTE IP PC com Media Client Ambiente Residencial com ou sem Media Center inclui Diversos Dispositivos, Formatos, Segurança e Protocolos

132 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
Os fabricantes de eletrônica de consumo (CE) estão fornecendo cada vez mais “aparelhos OTT” (Over-The-Top Home Entertainment Media), como DVD players, consoles de Video Games and TVs com conectividade Wi-Fi embarcada. Estes “aparelhos OTT” se conectam em uma rede Wi-Fi existente, “puxam” conteúdo da Internet e entregam ao terminal de TV e de Áudio. Normalmente estes dispositivos não precisam de cabeação adicional, mais hardware ou conhecimento de tecnologia por parte do usuário para operar. O conteúdo adequado para exibição no aparelho de TV poderá ser entregue via Internet. As “aplicações OTT” podem incluir TERRA TV, Skype, YouTube e Facebook, entre outros. Dispositivos OTT

133 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
Dispositivos OTT

134 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
São terminais de TV (Over-The-Top-TV) habilitados para exibir alguns ou uma grande parte dos conteúdos da Internet. Os conteúdos exibidos via Internet nas TVs Conectadas, podem ou não ser no modelo “walled garden” (“jardim murado”), ou seja, sob controle de acesso do usuário. Estes aparelhos OTT além de se conectarem a uma rede Wi-Fi existente podem ser conectadas à Internet via Set-Top-Boxes adequados, aparelhos Blu-Ray, Consoles de Video Games, Media Centers, PCs, ou através de outros dispositivos. Faz-se necessário o uso de um novo conceito de controle remoto, agora combinado em um compacto bloco sem fio com teclado e mouse. Algumas versões podem incluir PVR - Personal Video Recorder, também chamado de DVR - Digital Video Recorder. TVs BROADBAND

135 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
TVs Broadband

136 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
iPhone SmartPhones com MP5, ... MP5, 6,… MP4 iPod SmartPhones PDA

137 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
Consoles de Video-games e Acesso a Serviços via Int.

138 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
Outros Dispositivos

139 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS
DTCP/IP (mandatory) WMDRM-ND (optional) Proteção de Enlace Modo de como o conteúdo comercial é protegido na Rede Doméstica MPEG2, MPEG4, AVC/H.264, LPCM, MP3, AAC LC, JPEG, XHTML-Print + optional formats Formatos de Mídia Como o conteúdo da mídia é codificado e identificado para interoperabilidade HTTP (mandatory) RTP (optional) Quality of Service Transporte de Mídia Como o conteúdo da mídia é transferido UPnP AV 1.0 UPnP Print Enhanced 1.0 Gerenciamento de Mídia Como o conteúdo da mídia é identificado, gerenciado e distribuído Camadas de Interoperabilidade UPnP Device Architecture 1.0 Descoberta & Controle Como os dispositivos descobrem e controlam um ao outro IPv4 Protocol Suite IP Networking Como os dispositivos com e sem fio fisicamente se conectam e se comunicam Mandatory Ethernet or Wi-Fi , Optional: MOCA Conectividade

140 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS - TABLETS
ITEM APPLE IPAD APPLE IPAD AIR SAMSUNG GALAXY TAB SAMSUNG GALAXY Note G TELA 9.7in Retina 9.7in 10.1in RESOLUÇÃO 1024x768 pixels 2048x1536 pixels 1280x800 pixels 1280×800 pixels TIPO DE TELA WXGA touch screen LCD LED-backlit TFT active matrix TOUCH SCREEN Yes SO Apple IOS 5.1 Apple IOS 7.0 Android 4.0 Android 4.3 CPU 1 GHz Apple A4 system Chip A7 dual core com arquitetura de 64 bits e coprocessador de movimento M7 NVIDIA Tegra 2 Dual Core processor (1GHz) Snapdragon 800 quad core 2.3 Ghz MÍDIAS H.264, MOV, MPEG-4, TIFF, PPT, JPEG, GIF, PPTX, AAC, WAV, AIFF, MP3, ePub H.264, MOV, MPEG-4, MP5, TIFF, PPT, JPEG, GIF, PPTX, AAC, WAV, AIFF, MP3, ePub H.264, H.263, MPEG4, GIF, JPEG, TIFF, MP3, AAC, e AAC+, OGG, MIDI, AMR-NB/WB H.263, H.264, MPEG4, VP8, AAC, AAC+, AMR NB, AMR WB, MP3, XFM MEMÓRIA INTERNA/RAM Up to 64GB / 256MB Up to 128GB / 1GB Up to 16GB + Micro SD / 1GB 64GB + micro SD / 3GB CARTÃO DE MEMÓRIA No TECLADO Touch screen CÂMERA WEB BROWSING PREÇO Discontinued From $500,00 From $399 From $550,00 Wi-Fi Bluetooth 2.1, a/b/g/n Bluetooth 4.0, a/b/g/n Bluetooth 4.0, b/g/n 3G HSDPA/4G LTE Yes (select models) / No Yes (select models) TEMPO DE BATERIA Up to 10 hours Unknown Up to 9 hours PÊSO 680g  469g 599g 600g DIMENSÕES 242.8x189.7x13.4mm 240x169,5x7,5mm 246.2x170.4x10.9mm 180 x 262 x 8.9 mm

141 AMBIENTE E TERMINAIS DE USUÁRIOS CLIENTES RESIDENCIAIS - TABLETS

142 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS

143 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS BRASIL
Liderados pelo YouTube, os sites Google registram a maior audiência de vídeos da internet brasileira Sites do Grupo Globo UOL Microsoft Megavideo.com IG Terra VideoLog.TV CollegeHumor Media 4Shared.com Portal da Record Justin.TV Turner Network Livestream.com Dailymotion.com Mattel Sites POP Sites Yahoo! Sites Amazon Sites Disney Online Grupo Abril Viacom Digital Audiência de Vídeos via Internet no Brasil

144 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS BROADBAND TVS
O esforço dos fabricantes para vender TVs Conectadas dará resultado. Nos Estados Unidos, onde, a partir do ano de 2011, apenas broadband TVs estarão à venda, o número de domicílios com pelo menos uma TV Conectada deve passar dos 2 milhões, registrados no início de 2010, para mais de 43 milhões, o equivalente a um terço das residências norte-americanas até o ano de A estimativa é parte do estudo “How To Make Connected TVs The Future of TV”, da Forrester Research. A má notícia é que, atualmente, cerca de 40% dos norte-americanos donos de TVs conectadas ignoram a funcionalidade e não utilizam nenhum aplicativo embarcado. E pior, 14% desses donos de broadband TVs nunca sequer conectaram a TV à Internet. Estados Unidos

145 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS BROADBAND TVS
As informações foram publicadas no blog da Forrester por seu vice-presidente e principal analista, James L. McQuivey. Ele avalia que quem compra TVs conectadas o faz mais porque são os melhores modelos de TV disponíveis no mercado do que possibilidade de conexão à internet em si. A exceção são os assinantes do serviço NetFlix, que para McQuivey é a aplicação de maior valor para TVs conectadas nos EUA. Outro fator que está impulsionando o uso de aplicações em TVs Conectadas nos EUA é a Google TV, uma plataforma de conteúdos premium de TV e similares. Estados Unidos

146 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS

147 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS
Grau de Conectividade Social WEB Conecta Informação Grau de Conectividade de Informação Portais de Conteúdo Ferramentas de Busca Portais Corporativos WebSites Bancos de Dados Servidores de Arquivo “Push” Pub-Sub Compatilhamento PIM’s O CÉREBRO GLOBAL

148 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS
Grau de Conectividade Social WEB Conecta Informação Software Social Conecta Pessoas Grau de Conectividade de Informação Portais de Conteúdo Ferramentas de Busca Portais Corporativos WebSites Bancos de Dados Servidores de Arquivo “Push” Pub-Sub Compatilhamento PIM’s Leilões de Mercado Wikis Portais de Comunidades RSS e.mail Videoconferências VSENET Audioconferências Redes Sociais O CÉREBRO GLOBAL Weblogs Groupware Arquivos P-2-P IM

149 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS
WEB Conecta Informação WEB Semantica Conecta Conhecimento Software Social Conecta Pessoas Grau de Conectividade de Informação Portais de Conteúdo Ferramentas de Busca Portais Corporativos WebSites Bancos de Dados Servidores de Arquivo “Push” Pub-Sub Compatilhamento PIM’s Leilões de Mercado Wikis Portais de Comunidades RSS e.mail Videoconferências VSENET Audioconferências Redes Sociais Inteligência Artificial Assistentes Pessoais Agentes Inteligentes Webs Semantes Ontologias Taxonomias Bases do Conhecimento Gerenciamento do Conhecimento O CÉREBRO GLOBAL Weblogs Groupware Arquivos P-2-P IM Grau de Conectividade Social

150 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS
WEB Conecta Informação WEB Semântica Conecta Conhecimento A METAWEB Conecta Inteligência Software Social Conecta Pessoas Grau de Conectividade Social Grau de Conectividade de Informação Portais de Conteúdo Ferramentas de Busca Portais Corporativos WebSites Bancos de Dados Servidores de Arquivo “Push” Pub-Sub Compatilhamento PIM’s Leilões de Mercado Wikis Portais de Comunidades RSS e.mail Videoconferências VSENET Audioconferências Redes Sociais Inteligência Artificial Assistentes Pessoais Agentes Inteligentes Webs Semantes Ontologias Taxonomias Bases do Conhecimento Gerenciamento do Conhecimento Mentes Empresariais Mentes de Grupos Redes de Conhecimento Mercados Inteligentes Lifelogs Weblogs Semanticas “A Web de Relacionamento! Comunidades Descentralizadas O CÉREBRO GLOBAL Groupware Arquivos P-2-P IM

151 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS
Serviços Aplicações Plataforma Rede Usuário Infraestrutura Application Platform Velha “Arena” “Arena” Atual

152 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS
Serviços Aplicações Plataforma Rede Usuário Infraestrutura Application Platform Velha “Arena” “Arena” Atual

153 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS a nova indústria de multimídia
Indústria das mídias. Indústria de telecomunicações. Indústria de TI. Segmento de Conteúdo. Segmento de Empacotamento. Segmento de Processamento. Segmento de Transmissão. Segmento de Equipamentos. Conceituação

154 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS CERTEZA, DÚVIDAS E PROFECIAS
A palavra convergência vem sendo usada em uma grande variedade de contextos e em grande parte das vezes de maneira vaga. É uma palavra muito utilizada em diversas áreas do conhecimento humano. Convergir significa, de certa forma, se dirigir à uniformidade. Mas o que entendemos como convergência em telecomunicações e nas áreas do audiovisual (inclusa a radiodifusão), da internet e das tecnologias da informação? Qual é realmente a nossa compreensão sobre convergência? Há uma definição precisa sobre o que vem a ser convergência digital ? Cenário de convergência digital? Tecnologias Convergentes? Convergência

155 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS CERTEZA, DÚVIDAS E PROFECIAS
Ainda há sentido em se falar de convergência? Onde, quando e como? Ou será que aquilo que entendemos como convergência já vem sendo feito através da internet e o nosso conceito está “obsoleto”? “Tudo relacionado a oferecer voz, dados, vídeo e uma gama de serviços avançados sobre rede IP e redes de diferentes tecnologias de acesso”. “Deverá envolver todos os players da cadeia de valor dos produtos e serviços das operadoras (emissoras), desde os produtores de conteúdo, até os fabricantes de Home Gateways, Set Top Boxes, TVs, Home Theaters e outros”. “Os provedores de serviços integrados verticalmente estão fadados a desaparecer”. Convergência

156 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS CERTEZA, DÚVIDAS E PROFECIAS
na história – a indústria de serviços competitivos desregulamentados continuará a se especializar, ao invés de generalizar em cada nível. A convergência está obsoleta”. “A entrega de serviços de valor está mudando – estamos vendo agora o valor do usuário baseado em interações através de sistemas overlay que tratam a rede como um simples serviço de transmissão. E é como a rede deve ser tratada”! “A utopia de convergência das operadoras do velho mundo permanece somente como um pedaço da mitologia monopolística nostálgica, sem imaginação e tola, dentro da atual indústria de telecomunicações”. “O mundo da internet sem convergência é diverso, rico, vibrante, inovador, excitante e muito cheio de vida. Talvez por isso mesmo é que seja uma coisa muito boa”! Convergência

157 BIBLIOGRAFIA

158 WALTER A DE FIGUEIREDO FREIRE
Obrigado! WALTER A DE FIGUEIREDO FREIRE


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