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1 Pe. Lima 2009 Pe. Lima, sdb 2009 Pe. Lima sdb - 2009.

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1 1 Pe. Lima 2009 Pe. Lima, sdb 2009 Pe. Lima sdb - 2009

2 2 CNBB - Pastoral dos Sacramentos da Iniciação Cristã: Set. 1974 – nº 2a CNBB - Pastoral da Eucaristia: Dez. 1974 – nº 2 Pe. Lima, sdb 2009 Pe. Lima sdb - 2009

3 3 A preocupação de hoje: os processos de iniciação. faz parte de um processo maior A catequese, como preparação a esses Sacramentos, faz parte de um processo maior: a Iniciação à Vida Cristã. A preocupação de hoje: os processos de iniciação. faz parte de um processo maior A catequese, como preparação a esses Sacramentos, faz parte de um processo maior: a Iniciação à Vida Cristã. Esta diapositia es buena Pe. Lima, sdb 2008 Pe. Lima sdb - 2009

4 4 O atual documento é desdobramento de Diretório Nacional de Catequese (2005) Aparecida (2007) Brasil na Missão Continental... (2008) (2008) e outros. Pe. Lima sdb - 2009

5 Apesar de todo esforço, o modelo atual de transmissão da fé é precário! A Iniciação Cristã é pobre e fragmentada (DAp 287) Pe. Lima, sdb 2008 Pe. Lima sdb - 2009

6 6 Temos uma multidão de iniciados ontologicamente na fé, mas não existencialmente!. Pe. Lima sdb - 2009

7 7 Aparecida convida a: “abandonar as ultrapassadas estruturas que já não favoreçam a transmissão da fé” e a uma “conversão pastoral e renovação missionária...” (no.375) Pe. Lima sdb - 2009

8 8 MUDANÇA DE ÉPOCA QUESTIONA-SE TODO O PROCESSO DE TRANSMISSÃO E EDUCAÇÃO DA FÉ Necessidade do retorno ao catecumenato e à dimensão catecumenal da catequese Pe. Lima sdb - 2009

9 9 Aparecida Aparecida : distinção entre: INICIAÇÃO CRISTÃ (como catequese básica) e CATEQUESE PERMANENTE (formação continuada) Pe. Lima sdb - 2009

10 10 renovação “Assumir a iniciação cristã exige não somente uma renovação da catequese, reestruturação paróquia mas também uma reestruturação de toda a vida pastoral da paróquia ”. renovação “Assumir a iniciação cristã exige não somente uma renovação da catequese, reestruturação paróquia mas também uma reestruturação de toda a vida pastoral da paróquia ”. Pe. Lima sdb - 2009

11 11 iniciação cristãem todo o Continente ordinária indispensável... “Propomos que o processo catequético de formação adotado pela Igreja [primitiva] para a iniciação cristã seja assumido em todo o Continente como a maneira ordinária e indispensável... Pe. Lima sdb - 2009

12 12 catequese básica catequese permanente... de introdução na vida cristã e como a catequese básica e fundamental. Depois, virá a catequese permanente que continua o processo de amadurecimento da fé…”. (DAp 294) Pe. Lima sdb - 2009

13 13 Processo exigente e comprometedor Processo de iniciação à vida cristã: muito mais exigente e comprometedor do que a tradicional “preparação para os sacramentos” Pe. Lima sdb - 2009

14 14 Catecumenato Catecumenato (RICA) não é só adultos não batizados para adultos não batizados, mas para também para batizados, não plenamente iniciados aprofundar para batizados, não plenamente iniciados ou que querem aprofundar a própria iniciação. Catecumenato Catecumenato (RICA) não é só adultos não batizados para adultos não batizados, mas para também para batizados, não plenamente iniciados aprofundar para batizados, não plenamente iniciados ou que querem aprofundar a própria iniciação. Pe. Lima sdb - 2009

15 15 Grandes documentos do Concílio: GAUDIUM ET SPESAD GENTES GAUDIUM ET SPES E AD GENTES – AG A redescoberta da AG hoje: contexto missionário, catecumenal. GS Vigência e importância da GS no pós-concílio: diálogo com o mundo, transformação social... Pe. Lima sdb - 2009

16 16 Não só renovar algumas metodologias, novos subsídios e melhorar a formação de catequistas alterar a própria estrutura novo paradigma Trata-se de alterar a própria estrutura da tradicional “preparação para os sacramentos” e propor um novo paradigma evangelizador - catequético. Pe. Lima sdb - 2009

17 17 insistente pedidoAparecida Baseia-se no insistente pedido de Aparecida: Impõe-se atarefa irrenunciávelde oferecer uma modalidade [operativa!] iniciação cristãque além de marcar o quedê também elementos para o quem comoondese realiza “Impõe-se a tarefa irrenunciável de oferecer uma modalidade [operativa!] de iniciação cristã, que além de marcar o que, dê também elementos para o quem, o como e o onde se realiza... (nº 287). Pe. Lima sdb - 2009

18 18 assumiremos o desafiode uma nova evangelização..Dessa forma, assumiremos o desafio de uma nova evangelização, à qual temos sido reiteradamente convocados” (nº 287). 4 elementos por quê? para quem? A esses 4 elementos (o quê, quem, como e onde) acrescentou-se: por quê? e para quem? Pe. Lima sdb - 2009

19 19 cinco capítulos O texto ficou estruturado em cinco capítulos por quê? -  I – Iniciação à vida cristã: por quê? - Motivações o que é? –  II – Iniciação à vida cristã: o que é? – Natureza como? -  III – Iniciação à vida cristã: como? - Metodologia para quem? –  IV – Iniciação à vida cristã: para quem? – Destinatários - Interlocutores com quem? onde? –  V – Iniciação à vida cristã: com quem? onde? – Agentes e Lugares. O texto ficou estruturado em cinco capítulos  I – Iniciação à vida cristã: por quê? - Motivações  II – Iniciação à vida cristã: o que é? – Natureza  III – Iniciação à vida cristã: como? - Metodologia  IV – Iniciação à vida cristã: para quem? – Destinatários - Interlocutores  V – Iniciação à vida cristã: com quem? onde? –– –– Agentes e Lugares. Pe. Lima sdb - 2009

20 20 São cinco categorias distintas, mas que se completam. Escrito originalmente por cinco pessoas, foi depois unificado, mas apresenta ainda: Lacunas Repetições Repetições Imperfeições conceituais Imperfeições conceituais Falhas redacionais.... Falhas redacionais.... Pe. Lima sdb - 2009

21 21 Cap. I – MOTIVAÇÕES E RAZÕES: POR QUÊ A INICIAÇÃO CRISTÃ?  Parte da indagação sobre Deus.  A resposta da fé.  Insuficiência de respostas apenas doutrinais.  Adesão vital a Jesus Cristo. Cap. I – MOTIVAÇÕES E RAZÕES: POR QUÊ A INICIAÇÃO CRISTÃ?  Parte da indagação sobre Deus.  A resposta da fé.  Insuficiência de respostas apenas doutrinais.  Adesão vital a Jesus Cristo. Pe. Lima sdb - 2009

22 22 religiosa antropológica O PROCESSO INICIÁTICO é uma necessidade religiosa e antropológica Importância dos ritos, símbolos, celebrações na realidade humana religiosa antropológica O PROCESSO INICIÁTICO é uma necessidade religiosa e antropológica Importância dos ritos, símbolos, celebrações na realidade humana JESUS JESUS assim procedeu: formou aos poucos, houve etapas no envio, na missão, no aprofundamento dos “segredos do Reino” Pe. Lima sdb - 2009

23 23 processo catecumenal Os cristãos formados pelo processo catecumenal tiveram grande influência na sociedade Pe. Lima sdb - 2009

24 24 O DESENVOLVIMENTO DO CATECUMENATO seu início (séc. II), seu início (séc. II), seu ponto alto (séc. III – V) seu ponto alto (séc. III – V) e sua decadência (séc. VI). e sua decadência (séc. VI). Cristandade: o catecumenato social (a partir do séc. VII... até hoje? ) Cristandade: o catecumenato social (a partir do séc. VII... até hoje? ) Pe. Lima sdb - 2009

25 25 sacramentalização iniciação à vida cristã....em muitos lugares e situações: houve e há mais sacramentalização do que verdadeira iniciação à vida cristã. secularização descristianização... medíocre pragmatismo (Ratzinger) [IVC 26-29] Fenômeno histórico da secularização e descristianização... medíocre pragmatismo (Ratzinger) [IVC 26-29] maravilhosos frutos Apesar dos maravilhosos frutos da Evangelização... Pe. Lima sdb - 2009

26 26 Aparecida Aparecida questiona a maneira como educamos na fé e alimentamos a experiência cristã..: encararcomdecisãocom coragemcriatividade iniciação cristãpobre fragmentada “ É um desafio que devemos encarar com decisão, com coragem e criatividade, visto que em muitas partes a iniciação cristã tem sido pobre e fragmentada ” (DAp 287). Pe. Lima sdb - 2009

27 27 INICIAÇÃO CRISTÃ METODOLOGIA“VINDE E VEDE” ! A INICIAÇÃO CRISTÃ EXIGE A METODOLOGIA DO “VINDE E VEDE” ! PROCESSO CONSISTENTE DE INICIAÇÃO CRISTÃ Um PROCESSO CONSISTENTE DE INICIAÇÃO CRISTÃ indispensável é indispensável ao tipo de missão os sinais dos tempos que os sinais dos tempos estão pedindo à Igreja! Pe. Lima sdb - 2009

28 28 Aparecida: renova desperta “Uma comunidade que assume a iniciação cristã renova sua vida comunitária e desperta seu caráter missionário. Isso requer novas atitudes pastorais por parte dos bispos, presbíteros, pessoas consagradas e agentes de pastoral” (DAp 291) Pe. Lima sdb - 2009

29 29 mistério Iniciação Mistério Iniciação está sempre relacionada ao mistério. Muitas não se entende o que é Iniciação pois não se entende o que é Mistério... Pe. Lima sdb - 2009

30 30 “A vós é confiado o mistério do Reino de Deus” (Mc 4, 11) Mistério  Mistério aparece pouco no Antigo Testamento,  é muito usado no Corpus Paulinum; desígnio divino de salvação  significa o desígnio divino de salvação, na pessoa de Jesus,  que para Paulo se concentra na pessoa de Jesus, sua vida, morte e ressurreição. Pe. Lima sdb - 2009

31 31 Mistério  Mistério: algo de fascinante, sublime, fantástico, inacessível... segredo que se manifesta somente aos iniciados. Pe. Lima sdb - 2009

32 32 acesso  O acesso ao mistério não é através de ensino teórico, ou aquisição de certas habilidades. preciso ser iniciado experiênciasmarcam profundamente a pessoa.  É preciso ser iniciado a essas realidades maravilhosas através de experiências que marcam profundamente a pessoa.  São os ritos iniciáticos, tão desenvolvidos na antiguidade... acesso  O acesso ao mistério não é através de ensino teórico, ou aquisição de certas habilidades. preciso ser iniciado experiênciasmarcam profundamente a pessoa.  É preciso ser iniciado a essas realidades maravilhosas através de experiências que marcam profundamente a pessoa.  São os ritos iniciáticos, tão desenvolvidos na antiguidade... Pe. Lima sdb - 2009

33 33 Os cristãos lançaram mão da dinâmica das religiões iniciáticas para a transmissão do mistério cristão. mistério de Cristo Jesus Para participar do mistério de Cristo Jesus era preciso passar  por uma experiência impactante de transformação pessoal  e deixar-se envolver pela ação do Espírito. Os cristãos lançaram mão da dinâmica das religiões iniciáticas para a transmissão do mistério cristão. mistério de Cristo Jesus Para participar do mistério de Cristo Jesus era preciso passar  por uma experiência impactante de transformação pessoal  e deixar-se envolver pela ação do Espírito. Pe. Lima sdb - 2009

34 34 O processo de transmissão da fé tornou-se, sim, iniciático em sua metodologia: mistério da pessoa de Jesus mistérios do Reino  descobrir o mistério da pessoa de Jesus e os mistérios do Reino, compromissos  assumir os compromissos de seu caminho, ascese  viver a ascese requerida pela moral cristã... realidades muito exigentes  são realidades muito exigentes: Sem um verdadeiro processo de iniciação (catecumenato) não se alcança seu verdadeiro sentido. O processo de transmissão da fé tornou-se, sim, iniciático em sua metodologia: mistério da pessoa de Jesus mistérios do Reino  descobrir o mistério da pessoa de Jesus e os mistérios do Reino, compromissos  assumir os compromissos de seu caminho, ascese  viver a ascese requerida pela moral cristã... realidades muito exigentes  são realidades muito exigentes: Sem um verdadeiro processo de iniciação (catecumenato) não se alcança seu verdadeiro sentido. Pe. Lima sdb - 2009

35 Quais são estes mistérios? Jesus Cristo I g r e j a Sacramentos Pe. Lima, sdb 2009

36 Jesus Cristo é o Sacramento do Pai A I g r e j a é o Sacramento de Jesus Cristo Os 7 sacramentos são os grandes sinais pelos quais a Igreja manifesta e realiza a ação de Deus que salva Pe. Lima, sdb 2009

37 A catequese hoje adquire uma dimensão catecumenal A dimensão catecumenal significa que a catequese é:  Experiência de Deus  Aprendizado de leitura bíblica  Celebrativa (símbolos e sinais)  E orante = Escola de oração Pe. Lima, sdb 2009

38 iniciação A iniciação consiste num processo a ser percorrido, com metas, exercícios e ritos. Considerada como parte da iniciação cristã, a catequese  N ão é uma supérflua introdução na fé,  Nem um verniz ou um cursinho de admissão à Igreja. Pe. Lima, sdb 2009

39  É um processo exigente:  um itinerário prolongado de preparação e compreensão vital,  de acolhimento dos grandes segredos da fé (mistérios),  da vida nova revelada em Cristo Jesus e celebrada na liturgia. Pe. Lima, sdb 2009

40 40 Catecumenato :  Caminho antigo e eficiente  desenvolvido pelas comunidades cristãs,  aprofundado pelos Santos Padres  acolhido e institucionalizado pela autoridade eclesiástica  núcleo do próprio desenvolvimento do ano litúrgico, gerado nesse processo mistagogia. Valor e pedagogia do Rito  A mistagogia. Valor e pedagogia do Rito Catecumenato :  Caminho antigo e eficiente  desenvolvido pelas comunidades cristãs,  aprofundado pelos Santos Padres  acolhido e institucionalizado pela autoridade eclesiástica  núcleo do próprio desenvolvimento do ano litúrgico, gerado nesse processo mistagogia. Valor e pedagogia do Rito  A mistagogia. Valor e pedagogia do Rito Pe. Lima sdb - 2009

41 41 + Os processos iniciáticos, bem vividos, possuem a capacidade de fazer assimilar vitalmente as grandes experiências cristãs. itinerário iniciático-catecumenal + necessidade de revalorizar hoje esse itinerário iniciático-catecumenal. + Os processos iniciáticos, bem vividos, possuem a capacidade de fazer assimilar vitalmente as grandes experiências cristãs. itinerário iniciático-catecumenal + necessidade de revalorizar hoje esse itinerário iniciático-catecumenal. Pe. Lima sdb - 2009

42 42 O que os ritos de iniciação representam para a vida sociocultural de um grupo, a catequese deveria representar para a vida cristã. É um processo profundo que integra a pessoa num estilo evangélico de vida. Pe. Lima sdb - 2009

43 43  Necessidade de formas de catequese  que estejam verdadeiramente a serviço da iniciação cristã,  na complexidade de suas exigências, Diretório Geral para a Catequese Diretório Nacional de Catequese.  como bem afirmam o Diretório Geral para a Catequese e o nosso Diretório Nacional de Catequese. Pe. Lima sdb - 2009

44 44 Iniciação Iniciação não é missão só da catequese:  é trabalho de toda a comunidade,  principalmente da dimensão litúrgica  e dos ministros ordenados!  urgente união entre Liturgia e Catequese! Pe. Lima sdb - 2009

45 45 Documento de Aparecida assumir o processo iniciático Ênfase do Documento de Aparecida ao falar da necessidade urgente de assumir o processo iniciático na evangelização: “Ou educamos na fé, * colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo * e convidando-as para seu seguimento, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora” (nº 287) Pe. Lima sdb - 2009

46 46 Teologicamente, a Iniciação Cristã Teologicamente, a Iniciação Cristã : 1) É obra do amor de Deus. 2) Esta obra divina se realiza na Igreja e pela mediação da Igreja. 3) Requer a decisão livre da pessoa: sentido dos escrutínios 4) É a participação humana no diálogo da salvação. Pe. Lima sdb - 2009

47 47 III – COMO REALIZAR A INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ? Aqui são descritas: dinâmica catecumenal a dinâmica catecumenal, processos e itinerários seus processos e itinerários que sempre devem incluir anúncio da Palavra + “o anúncio da Palavra, acolhimento do evangelho + o acolhimento do evangelho, conversão féBatismoEspírito Santocomunhão eucarística + que implica a conversão, a profissão de fé, o Batismo, a efusão do Espírito Santo, o acesso à comunhão eucarística.” (Catecismo 1229) Pe. Lima sdb - 2009

48 48 catecumenato batismal. catecumenato pós- batismal,iniciação integral batizados O protótipo do processo que conduz à vida cristã é o catecumenato batismal. Hoje a situação pastoral exige também o catecumenato pós- batismal, para a iniciação integral de jovens e adultos batizados, mas não suficientemente envolvidos no compromisso cristão Pe. Lima sdb - 2009

49 49 O modelo do itinerário catecumenal, em sua dimensão litúrgica é o RICA itinerários diversos Ele possibilita a elaboração de itinerários diversos, de acordo com as necessidades de cada realidade. cristocêntrico gradualMistério Pascal É um itinerário cristocêntrico e gradual, impregnado do Mistério Pascal Pe. Lima sdb - 2009

50 50 Itinerário catecumenal: lugar privilegiado de inculturação garante uma formação intensa e integral, está vinculado a ritos, símbolos e sinais, e sinais, e está em função da comunidade cristã. Pe. Lima sdb - 2009

51 51 quatro tempostrês celebraçõesetapas É organizado em quatro tempos (períodos) e em três celebrações ou etapas, como passagem para o tempo seguinte. quatro tempostrês etapas No texto: descrição dos quatro tempos com suas três etapas. catecúmenos catequizandos Faz distinção entre catecúmenos (não batizados) e catequizandos (já batizados) quatro tempostrês etapas No texto: descrição dos quatro tempos com suas três etapas. catecúmenos catequizandos Faz distinção entre catecúmenos (não batizados) e catequizandos (já batizados) Pe. Lima sdb - 2009

52 52 O pré-catecumenato (1º tempo) Rito de admissão ao catecumenato (1ª etapa) O catecumenato (2º. Tempo) Celebração da eleição/inscrição (2ªetapa) Purificação e iluminação (3º. Tempo) Celebração dos Sacr. da Iniciação (3ª etapa) Mistagogia (4ºTempo). Pe. Lima sdb - 2009

53 53 etapas entregas Nas etapas (grandes celebrações da passagem de um tempo para o outro) são feitas as entregas:  Palavra de Deus  Símbolo da Fé (Credo)  Oração do Senhor... e outras. unções, exorcismos, escrutínios (cf word arq. 18)  Outros rituais: unções, exorcismos, escrutínios. (cf word arq. 18) Pe. Lima sdb - 2009

54 54 O catecumenato é caracterizado pela: formação a atenção à formação integral e vivencial, orante a dimensão orante, prática da caridaderenúncia a prática da caridade e a renúncia de si mesmos acompanhamento acompanhamento dos introdutores, padrinhosmembros da comunidade a contribuição dos padrinhos e membros da comunidade, celebrações a participação gradativa nas celebrações da comunidade testemunho e estímulo ao testemunho de vida. Íntima cooperação entre catequese e liturgia Íntima cooperação entre catequese e liturgia. O catecumenato é caracterizado pela: formação a atenção à formação integral e vivencial, orante a dimensão orante, prática da caridaderenúncia a prática da caridade e a renúncia de si mesmos acompanhamento acompanhamento dos introdutores, padrinhosmembros da comunidade a contribuição dos padrinhos e membros da comunidade, celebrações a participação gradativa nas celebrações da comunidade testemunho e estímulo ao testemunho de vida. Íntima cooperação entre catequese e liturgia Íntima cooperação entre catequese e liturgia. Pe. Lima sdb - 2009

55 55 IV – INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ... PARA QUEM? DESTINATÁRIOS COMO INTERLOCUTORES IV – INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ... PARA QUEM? DESTINATÁRIOS COMO INTERLOCUTORES Como Jesus no diálogo com a Samaritana e outros: nossos destinatários = interlocutores. Quem são?  Multidão, com rostos variados...  sedentos que procuram água viva.  Cada um com uma realidade... Como Jesus no diálogo com a Samaritana e outros: nossos destinatários = interlocutores. Quem são?  Multidão, com rostos variados...  sedentos que procuram água viva.  Cada um com uma realidade... Pe. Lima sdb - 2009

56 56  Diversas são motivações: nem sempre buscam (ou não sabem que existe) um processo de iniciação.  Há os que foram evangelizados insuficientemente;  Uns aprofundaram a experiência cristã, ou só guardam vaga lembrança;  Outros se decepcionaram pelo caminho,  Muitos abandonaram a Igreja  Diversas são motivações: nem sempre buscam (ou não sabem que existe) um processo de iniciação.  Há os que foram evangelizados insuficientemente;  Uns aprofundaram a experiência cristã, ou só guardam vaga lembrança;  Outros se decepcionaram pelo caminho,  Muitos abandonaram a Igreja Pe. Lima sdb - 2009

57 57 Citando o cap. VI do DNC são elencadas as seguintes situações, com um comentário sobre cada uma: (cf IVC nº 119)  Necessidade de conhecer a situação de cada candidato à iniciação.  De fato: nossa proposta deve ser resposta à sua “sede”.  Daí a necessidade de uma iniciação diversificada, com itinerários especiais  Necessidade de conhecer a situação de cada candidato à iniciação.  De fato: nossa proposta deve ser resposta à sua “sede”.  Daí a necessidade de uma iniciação diversificada, com itinerários especiais Pe. Lima sdb - 2009

58 58 a)Adultos e jovens não batizados; b)Adultos e jovens batizados que desejam completar a iniciação cristã; c)Adultos e jovens com prática religiosa, mas insuficientemente evangelizados; d)Pessoas de várias idades marcadas por um contexto desumano ou problemático; e)Grupos específicos, em situações variadas; f)Adolescentes e jovens; g)Crianças não batizadas e inscritas na catequese; h)Crianças e adolescentes batizados que seguem o processo tradicional de iniciação cristã; a)Adultos e jovens não batizados; b)Adultos e jovens batizados que desejam completar a iniciação cristã; c)Adultos e jovens com prática religiosa, mas insuficientemente evangelizados; d)Pessoas de várias idades marcadas por um contexto desumano ou problemático; e)Grupos específicos, em situações variadas; f)Adolescentes e jovens; g)Crianças não batizadas e inscritas na catequese; h)Crianças e adolescentes batizados que seguem o processo tradicional de iniciação cristã; Pe. Lima sdb - 2009

59 Não conseguindo todo o modelo renovar todo o modelo tradicional de iniciação cristã tradicional de iniciação cristã, será possível, aos poucos, dar um caráter mais catecumenal catecumenal à catequese, para formar discípulos missionários. Pe. Lima, sdb 2008 Pe. Lima sdb - 2009

60 60 V - INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ... COM QUEM CONTAMOS? ONDE? Aqui consideram-se os sujeitos e lugares da Iniciação Cristã. agentes interlo- cutores Os agentes: pessoas capazes de considerar os destinatários da Iniciação como interlo- cutores; sua preparação também no estilo catecumenal Cuidado especial em sua preparação e acompanhamento, também no estilo catecumenal. V - INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ... COM QUEM CONTAMOS? ONDE? Aqui consideram-se os sujeitos e lugares da Iniciação Cristã. agentes interlo- cutores Os agentes: pessoas capazes de considerar os destinatários da Iniciação como interlo- cutores; sua preparação também no estilo catecumenal Cuidado especial em sua preparação e acompanhamento, também no estilo catecumenal. Pe. Lima sdb - 2009

61 61 V - INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ... COM QUEM CONTAMOS? ONDE? é a comunidade eclesial que evangeliza. A missão dos responsáveis diretos pela Iniciação engloba todas as forças da Igreja: é a comunidade eclesial que evangeliza. primeiro sujeitoa ação da graçaresposta humana. Cf ICV 126 O iniciando como primeiro sujeito de sua iniciação: a ação da graça e a resposta humana. Cf ICV 126 V - INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ... COM QUEM CONTAMOS? ONDE? é a comunidade eclesial que evangeliza. A missão dos responsáveis diretos pela Iniciação engloba todas as forças da Igreja: é a comunidade eclesial que evangeliza. primeiro sujeitoa ação da graçaresposta humana. Cf ICV 126 O iniciando como primeiro sujeito de sua iniciação: a ação da graça e a resposta humana. Cf ICV 126 Pe. Lima sdb - 2009

62 62. percorrer um itinerário adequado de vivência da fé Preocupação primeira: não sacramentalizar, mas percorrer um itinerário adequado de vivência da fé cristã; cf IVC 127 Não se faz um processo de Iniciaçãosem priorizar a pessoa do iniciando. Não se faz um processo de Iniciação sem priorizar a pessoa do iniciando. IVC 129 Pe. Lima sdb - 2009

63 63. acolhida, fraternidade, solidariedade. Cuidar da qualidade da atenção às pessoas e das relações humanas: acolhida, fraternidade, solidariedade. comunidade jeito de casa acolhedora Com relação à comunidade: seu modo de viver e de se relacionar, deve ter um jeito de casa acolhedora, tornando-se cativante e atraente. Pe. Lima sdb - 2009

64 64 Quem trabalha na iniciação lida com a: iniciandos  história de vida dos iniciandos, Escrituras Sagradas  as Escrituras Sagradas, liturgia  com a liturgia, comunidade  a vida da comunidade necessidades e desafios  e se confronta com as necessidades e desafios da realidade. Catequizandos e Catecúmenos necessitam: do testemunho  do testemunho de discípulos missionários, do acompanhamento  do acompanhamento dos introdutores, amigos e companheiros, catequistas, ministros ordenados, fraternidade  a fraternidade vivida na comunidade postura da Igreja  e a postura da Igreja em geral diante da sociedade. Quem trabalha na iniciação lida com a: iniciandos  história de vida dos iniciandos, Escrituras Sagradas  as Escrituras Sagradas, liturgia  com a liturgia, comunidade  a vida da comunidade necessidades e desafios  e se confronta com as necessidades e desafios da realidade. Catequizandos e Catecúmenos necessitam: do testemunho  do testemunho de discípulos missionários, do acompanhamento  do acompanhamento dos introdutores, amigos e companheiros, catequistas, ministros ordenados, fraternidade  a fraternidade vivida na comunidade postura da Igreja  e a postura da Igreja em geral diante da sociedade. Pe. Lima sdb - 2009

65 65 Conforme as propostas do RICA (41- 48) o texto descreve: Conforme as propostas do RICA (41- 48) o texto descreve:  Ministérios e as funções dos implicados no processo iniciatório;  Isso precisa ser conhecido e adaptado a cada situação. Conforme as propostas do RICA (41- 48) o texto descreve: Conforme as propostas do RICA (41- 48) o texto descreve:  Ministérios e as funções dos implicados no processo iniciatório;  Isso precisa ser conhecido e adaptado a cada situação. Nessa relação, além dos vários agentes, estão também os sujeitos da iniciação e suas famílias: Pe. Lima sdb - 2009

66 66 a) Introdutores/as: ção nova, tarefa específica e indispensável – Primeiro Anúncio: tarefa missionária. Cf IVC 134-137 a) Introdutores/as: função nova, tarefa específica e indispensável – Primeiro Anúncio: tarefa missionária. Cf IVC 134-137 b) Padrinhos e madrinhas: superar critérios de amizade e compadrio; precisam conhecer o candidato e testemunhar sobre ele. Cf IVC 138-139 c) As famílias no processo da Iniciação: primeiros e principais educadores na fé; integram o processo de catequese com adultos; considerações sobre as dificuldades com relação à vida de fé das famílias; insiste na colaboração da Pastoral Familiar. Cf IVC 140- 146 a) Introdutores/as: ção nova, tarefa específica e indispensável – Primeiro Anúncio: tarefa missionária. Cf IVC 134-137 a) Introdutores/as: função nova, tarefa específica e indispensável – Primeiro Anúncio: tarefa missionária. Cf IVC 134-137 b) Padrinhos e madrinhas: superar critérios de amizade e compadrio; precisam conhecer o candidato e testemunhar sobre ele. Cf IVC 138-139 c) As famílias no processo da Iniciação: primeiros e principais educadores na fé; integram o processo de catequese com adultos; considerações sobre as dificuldades com relação à vida de fé das famílias; insiste na colaboração da Pastoral Familiar. Cf IVC 140- 146 Pe. Lima sdb - 2009

67 67 d ) Os catequistas: sua ação se dá sobretudo no 2o. tempo (Catecumenato propriamente dito): - sejam apresentados os à comunidade. O texto repete orientações e critérios do DNC. - sejam apresentados os à comunidade. O texto repete orientações e critérios do DNC. - insiste em sua formação no estilo catecumenal: - insiste em sua formação no estilo catecumenal: - formar não só o pedagogo, mas sobretudo o mistagogo. - formar não só o pedagogo, mas sobretudo o mistagogo. - critérios para ser catequista: ver nº 152 - critérios para ser catequista: ver nº 152 d ) Os catequistas: sua ação se dá sobretudo no 2o. tempo (Catecumenato propriamente dito): - sejam apresentados os à comunidade. O texto repete orientações e critérios do DNC. - sejam apresentados os à comunidade. O texto repete orientações e critérios do DNC. - insiste em sua formação no estilo catecumenal: - insiste em sua formação no estilo catecumenal: - formar não só o pedagogo, mas sobretudo o mistagogo. - formar não só o pedagogo, mas sobretudo o mistagogo. - critérios para ser catequista: ver nº 152 - critérios para ser catequista: ver nº 152 Pe. Lima sdb - 2009

68 O Catequista hoje, mais do que um pedagogo, deve ser um mistagogo. Pe. Lima, sdb 2009

69 A palavra mistagogia vem do grego Misté+aguéin = ou seja  conduzir ao mistério: Assim como Pedagogia Paidós +aguéin = ou seja  conduzir a criança

70 e) Organize-se uma Comissão de Coordenação da Iniciação à Vida Cristã da Iniciação à Vida Cristã, com os encarregados da tradicional preparação ao Batismo, à Confirmação e à Eucaristia, substituída pelo processo da a ser substituída pelo processo da Iniciação à Vida Cristã Iniciação à Vida Cristã. fundamental Essa equipe é fundamental para desenvolvimento o bom desenvolvimento do processo da Iniciação cf nºs 153-155 Pe. Lima, sdb 2008 Pe. Lima sdb - 2009

71 71 f) A comunidade e seu estilo de vida: processo iniciático de conversão vivência da fé f) A comunidade e seu estilo de vida: importância do testemunho comunitário. Diante do frágil compromisso de parte de católicos com o testemunho e a missão, urge um processo iniciático de conversão que dinamize catequizandos e catecúmenos na vivência da fé. O processo de iniciação é benéfico e educativo para a comunidade inteira, não apenas para os iniciantes. cf IVC 156-157 Pe. Lima sdb - 2009

72 72 g) Ministros ordenados inculturação Cf IVC 158 g) Os Ministros ordenados: competências da Conferência Episcopal, inculturação. Cf IVC 158 O Bispo : Catequista por excelência prioridade das prioridades Cf IVC 159-160 Catequista por excelência; deve ter a catequese como a prioridade das prioridades (são citados: Catechesi Tradendae 63; Código e Diretório dos Bispos). Cf IVC 159-160. Pe. Lima sdb - 2009

73 73 O Bispo : zelo especial Iniciação Cristãformação continuada Cabe-lhe um zelo especial para com o processo da Iniciação Cristã e da formação continuada na diocese. importância do Bispo no catecumenato primitivo mistagogia Releva a importância do Bispo no catecumenato primitivo, principalmente por ocasião da mistagogia. Pe. Lima sdb - 2009

74 74 Ministros ordenados Os Ministros ordenados Presbíteros e diáconos  Deles depende muito o êxito do processo iniciático;  Preparação constante para poderem orientar, acompanhar e animar o processo iniciático ; Pe. Lima sdb - 2009

75 75  Zelar pela formação dos responsáveis pelos quatro tempos da Iniciação;  E garantir a celebração e ritos das três etapas. Pe. Lima sdb - 2009

76 76 Igreja particular: espaço de testemunho e evangelização por excelência; não se reduz a espaço geográfico ou estrutura pastoral. Igreja particular: espaço de testemunho e evangelização por excelência; não se reduz a espaço geográfico ou estrutura pastoral. A Igreja deve estar presente e atuante nas diversas situações, lugares e ambientes... A Igreja deve estar presente e atuante nas diversas situações, lugares e ambientes... Movimentos de nível regional, nacional ou internacional: sigam orientações locais e participem a Pastoral Orgânica da Diocese. Movimentos de nível regional, nacional ou internacional: sigam orientações locais e participem a Pastoral Orgânica da Diocese. A unidade da Igreja: mais importante que a afinidade com grupos ou movimentos... A unidade da Igreja: mais importante que a afinidade com grupos ou movimentos... Pe. Lima sdb - 2009

77 77 alegria, otimismo e ação de graçasAparecida Palavra final de alegria, otimismo e ação de graças, citando Aparecida : alegria do discípulo mundo atemorizado Conhecer a Jesusmelhor presente qualquer pessoa pode receber foi o melhor que ocorreu em nossas vidasfazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria “A alegria do discípulo é antídoto frente a um mundo atemorizado pelo futuro e oprimido pela violência e pelo ódio. [...] Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria” (DAp 29) Pe. Lima sdb - 2009

78 Pe. Lima, sdb 2009 Pe. Lima sdb - 2009

79 Pe. Lima, sdb 2009 Pe. Lima sdb - 2009


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