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ANÁLISE DE VIABILIDADE DE PROJETOS Rafael Olivieri Neto.

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Apresentação em tema: "ANÁLISE DE VIABILIDADE DE PROJETOS Rafael Olivieri Neto."— Transcrição da apresentação:

1 ANÁLISE DE VIABILIDADE DE PROJETOS Rafael Olivieri Neto

2 Tópicos do Curso Visão Panorâmica de Investimentos As empresas O cenário

3 Análise de Viabilidade de Projetos Investimentos Financiamento Dividendos Princípio da continuidade

4 Ferramentas Análise de Demonstrativos Financeiros. Modelo de Risco e Retorno Metodologia do Valor Presente Taxa Interna de Retorno Ponto de Equilíbrio

5 Processo de Planejamento – Onde Investir Interações de investimento e financiamento. Projeção das consequências das decisões atuais de investimento e financiamento: cenários e riscos Plano Estratégico e Orçamento Avaliação de Performance

6 Conceitos Fundamentais A Eficiência de Mercado está relacionada a velocidade com que as informações se disseminam

7 Conceitos fundamentais

8 Mercado Brasileiro No Brasil, o acionista majoritário concentra em média 41% do capital total, enquanto que os 5 maiores acionistas concentram 61%

9 S/A (cia.) e Empresa Ltda. Conceitos fundamentais

10 Mercado Brasileiro No que diz respeito às ações com direito a voto, 62% das empresas possuem um acionista com mais de 50% das ações ordinárias Em média 54% do capital total com direito a voto

11 Eficiência de Mercado - Brasil: eficiência versus concentração Conceitos fundamentais Bolsa de valores: 70% (média) do volume está concentrado em menos de 30 companhias. Há cerca de 420 empresas listadas na BOVESPA: baixo grau de eficiência de mercado.

12 Não tenha medo do mercado de ações... Tenha pavor ou não

13 O Mercado de Ações Crash da bolsa americana em 1929 Setembro de 2009

14 Tomada de Decisão Onde vamos aplicar o capital disponível Avaliação de Ações de Empresas Antes vamos recordar Juros Simples e Compostos Comparação entre os sistemas de capitalização

15 Recordando Equivalência de Taxas Descontos Séries de Pagamento Uniformes Sistemas de Amortização Rentabilidade efetiva obtida em aplicações

16 Valor do dinheiro no Tempo

17 Fluxo de Caixa – Cash Flow (+) Entradas em regime de caixa (-) Saídas em regime de caixa Linha do tempo

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19 EXERCÍCIO 1 Um investidor aplicou um capital à taxa simples de 40% a.a. Depois de 18 meses resgatou o principal e seus juros e aplicou o total a 60% a.a. linear pelo prazo de 10 meses retirando, no final desse prazo, a quantia de R$ ,00. Determinar o valor da aplicação inicial.

20 Projeto de Investimento 01 Para o projeto em questão, o investidor juntou a esse rendimento R$ ,00 e construiu um veículo, com vida útil de 5 anos e valor residual zero no final período, sendo depreciado pelo método linear. Calcular o valor da parcela mensal de depreciação e o saldo a depreciar após a 1 o. e o 13 o. meses a partir do mês da aquisição e analisar o projeto de investimento.

21 EXERCÍCIO 2 Calcular o tempo necessário para se obter o montante (FV) de R$ ,00, aplicando-se um capital (PV) de R$ ,00 a taxa de 5% ao mês

22 Projeto de Investimento 02 A empresa Competency adquire um equipamento por R$ 60, com vida útil de (vide acima) anos e com valor residual fixado em R$ 6, Sabendo-se que a depreciação é calculada anualmente e que o equipamento foi adquirido no 1 o. dia útil do exercício contábil, calcular os valores das parcelas anuais de depreciação e os respectivos saldos a depreciar, considerando o critério da soma dos dígitos. Analisar o projeto de investimento

23 EXERCÍCIO 3 Uma pessoa empresta a um parente a quantia de R$ ,00 por 5 meses à taxa de 70% a.a., no regime de juros compostos. O parente repassa a mesma quantia, e nas mesmas condições, a outro amigo, agora no regime de juros simples. Determinar quem e quanto perderá.

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25 EXERCÍCIO 7 João Jesus (JJ) necessita de um financiamento de R$ ,00 para completar o valor de compra de um apartamento no bairro da Aclimação - São Paulo. Além das prestações mensais iguais, JJ pretende, nos meses de janeiro e julho de cada ano, pagar uma prestação suplementar (extra), visto que recebe gratificações semestrais nestes meses. Sabendo-se que: o prazo da operação é de 24 meses sendo o coeficiente utilizado pela construtora de 0,05905 o valor de cada prestação mensal é de R$ ,00 a taxa de juros cobrada nas prestações suplementares (extras) é a mesma das prestações normais. o contrato foi fechado em julho e as prestações suplementares são iguais. Pergunta-se: Qual o valor da prestação suplementar exato sem os centavos?

26 Projeto de Investimento 03 A empresa Três Irmãos adquire um equipamento por (R$ ,00 + parcela suplementar acima), com vida útil de 5 anos e com valor residual fixado em R$ 6, Sabendo-se que a depreciação é calculada anualmente e que o equipamento foi adquirido no 1 o. dia útil do exercício contábil, calcular os valores das parcelas anuais de depreciação e os respectivos saldos a depreciar, considerando o critério do declínio em dobro, admitindo que a percentagem de depreciação seja equivalente a 200% da parcela linear. Analisar o projeto de investimento.

27 EXERCÍCIO 8 Elaborar a planilha de pagamentos de um financiamento de R$ ,00 pelo Sistema Francês de Amortização, a uma taxa de juros de 36% ao ano com capitalização mensal, a ser pago em 8 prestações. Qual o melhor sistema de amortização para análise de um projeto de investimento?

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29 INTRODUÇÃO Existem vários métodos para Análise de Viabilidade de Projetos. Desde a pura intuição de Administradores Até a Fixação de modelos Matemáticos sofisticados Veremos dois métodos: o método do valor presente líquido (VPL) e o Método da Taxa Mínima de Retorno (TIR). As técnicas tem um norte a ser seguido: É a Taxa Mínima de Atratividade (TMA).

30 TAXA MÍNIMA DE ATRATIVIDADE (TMA) É a taxa mínima a ser alcançada em determinado projeto; caso contrário o mesmo deve ser rejeitado. É a taxa utilizada para descontar os fluxos de caixa quando se usa o método do Valor Presente Líquido (VPL) e o parâmetro de comparação para a Taxa Interna de Retorno (TIR).

31 MÉTODO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) Consiste em calcular o Valor Presente Líquido- VPL do fluxo de caixa (saldo das entradas e saídas do caixa) do investimento que está sendo analisado, usando a taxa de atratividade do investidor. Se o valor encontrado VPL for zero, a taxa i de renda coincidirá com a taxa i a de atratividade. Se o valor for positivo – representará o quanto a renda do investimento excede a renda esperada de taxa i a. Nesse caso o investimento interessa ao investidor. Se o valor for negativo, representará o quanto falta para que a renda do investimento atinja a renda desejada. A taxa de renda que o investimento proporciona é menor que a taxa de atratividade. O investimento analisado não interessa ao investidor.

32 MÉTODO DA TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR ) Consiste em calcular a taxa que anula o Valor Presente Líquido do fluxo de caixa do investimento analisado. Também chamada de Taxa Interna de Retorno de investimento e é indicada por TIR ou Internal Rate of Return (IRR). Será atrativo o investimento cuja TIR ≥ a Taxa Mínima de Atratividade. TIR leva em conta o valor do dinheiro no tempo. Rentabilidade do projeto

33 Projeto de Investimento 04 O projeto é viável pois o VPL é igual ou maior que zero. - O VPL apurado significa que Paulo além da taxa mínima esperada (3,5%), obterá um rendimento excedente em dinheiro no valor de R$ ,81. - O projeto é viável pois a TIR é igual ou maior do que a TMA (3,5% ao mês). - A TIR apurada significa que Paulo obterá no projeto uma taxa de 5,13% ao mês, portanto bastante superior à taxa esperada. O Cenário qual é?

34 Cenários para Investimentos Critérios para Análise de Investimentos –Critérios adequados devem permitir ao analista aceitar ou rejeitar, comparar e classificar os diversos ativos de uma análise. –Não existem critérios melhores que outros. Diferentes critérios medem diferentes aspectos

35 Métodos de decisão Taxa média de retorno contábil Payback simples e descontado Valor presente líquido (VPL) Taxa interna de retorno (TIR e TIRM) Índice de Lucratividade Racionamento de Capital Ponto de Equilíbrio (break even)

36 Taxa Média de Retorno Contábil Mede a relação entre o Valor Futuro de um ativo e o seu Valor Presente Taxa média = FV/PV Vantagens - Fácil de calcular Desvantagens - Não considera o valor do dinheiro no tempo Taxa média = Valor Futuro/Valor presente Muito Inconsistente. Advertência de como não se deve analisar investimento

37 Payback Simples Tempo que o investimento leva para pagar de volta o investimento inicial Vantagens - Fácil de calcular – através da soma aritmética dos fluxos de caixa Desvantagens -Não considera o valor do dinheiro no tempo -Não dá atenção ao fluxo de caixa após o período de payback t=0 t =1 t=2 t=3 t= No tempo t=3 recupera-se o investimento inicial Não deve nortear a decisão de realizar ou não um investimento

38 Payback Descontado Baseia-se na soma dos valores presentes dos fluxos de caixa Muito importante na comparação com prazos necessários para o retorno do investimento Vantagens - Consistente para um projeto isolado Desvantagens - Não considera o fluxo de caixa após o período de payback TempoCash FlowFluxo Desc. Total girando Trazer para Valor Presente Taxa 10% Total girando acumulado dos valores presentes Equilíbrio após o 4 ano Para cálculo exato tempo -58/621 = 0,093 => 4,093 anos Saldo negativo / fluxo do ano de equilíbrio

39 Valor Presente Líquido (VPL) VPL é a diferença entre o Valor Presente e o custo de investimento VPL = VP – I.` VPL > 0 = projeto lucrativo VPL < 0 = projeto recusado Vantagens -Mede o Lucro em termos absolutos -Internacionalmente aceito Desvantagens -Exige um fluxo de caixa futuro estimado -Exige a determinação da taxa TempoCash FlowValor presente VPL = ( ) – VPL = 563,00 Taxa 10%

40 Taxa Interna de Retorno (TIR) A TIR é o lucro que você obteve ao investir num certo projeto. Usar quando no fluxo de caixa há somente uma inversão de sinal. TIR é a taxa que anula o VPL, isto é, ele fica igual a zero Maior ou igual a TMA ( taxa mínima de retorno ou taxa de desconto) = projeto lucrativo Vantagens -Permitir que o projeto resuma-se a sua rentabilidade intrínseca; -Amplamente usada no mercado financeiro Desvantagens -Não existe uma forma fácil de cálculo, pois para um ativo de n períodos teremos uma equação do grau n TempoCash Flow CHS gCFo gCFj gCFj gCFj gCFj gCFj fIRR Taxa 10% Na HP 12c TIR = 12,03%

41 Taxa Interna de Retorno Modificada (TIRM) Utilizada quando há uma grande discrepância entre a TIR e a TMA ( taxa de desconto ). Usar quando no fluxo de caixa há mais de uma inversão de sinal. Os valores negativos do fluxo são trazidos para o valor presente e os positivos são levados para o valor futuro. TFluxoPV (Saídas) FV (entradas) , , , , , , , , , ,00 total , , CHS PV ; 15 i; 9 n ; FV CHS FV ; 15 i; 8 n ; PV CHS PV ; 15 i; 8 n ; FV CHS FV ; 15 i; 3 n ; PV TIRM ? ,08 CHS FV ,88 PV 10 n i = 19,68% A TIR desse fluxo é 36% muito superior a 15% ( TMA )

42 Índice de Lucratividade Líquida ( ILL ou LI ) Relação entre o valor recebido e o custo do investimento. ILL = PV / I. ILL projeto rejeitado ILL > 1 => projeto aceito Vantagens - Fornece valor relativo pode ser interpretado como benefício líquido de caixa por unidade de real investido Desvantagens - Semelhantes a da TIR - Não indica o volume da riqueza TempoCash FlowValor presente Taxa 10% ILL = ( ) / ILL = 1,038 O investidor receberá 1,038 vezes o que investir

43 Ponto de Equilíbrio ( Break Even ) É o ponto em que uma empresa ou um projeto tem resultado ZERO, nem lucro nem PREJUÍZO ( VPL = 0 ) É quantidade que deve ser produzida e vendida a fim de que o faturamento seja igual aos custos. Operacional : P.Q = CF + CV.Q Contábil : P.Q = CF + CV.Q + Depre+IR(P.Q-CF-CV.Q – Depre) Econômico : P.Q = CF + CV.Q + C.Cap.+IR(P.Q-CF-CV.Q – Depre) Q = quantidade Depre = depreciação CF = Custo fixo IR = alíquota do imposto P = faturamento C.Cap = custo do capital CV = custo variável Vantagens - Serve para orientar os administradores quanto as metas de vendas mínimas -Bastante abrangente, serve para tomadas de decisões estratégicas Desvantagens - Empresas com produtos diferentes há dificuldade de alocar corretamente os custos para cada um.

44 Mostra a quantidade mínima que a empresa terá que vender para assegurar a rentabilidade real, dada pela taxa de mínima remuneração do capital investido. É adequado para análises de longo prazo. Os custos de oportunidade são muito subjetivos e difíceis de serem calculados - são apenas um instrumento gerencial de apoio à tomada de decisões, não representando os custos reais da empresa. Informa o quanto a empresa terá que vender para não ficar sem dinheiro e, assim, ter que tomar empréstimos, prejudicando ainda mais sua lucratividade. É adequado para análises de curto prazo. Se a empresa estiver operando abaixo do ponto de equilíbrio financeiro, ela poderá até mesmo cogitar uma interrupção temporária de suas atividades.

45 preço de venda: $ 10 / unidade custos variáveis = $ 4 / unidade custos: fixos operacionais = $ financeiros = $ ponto de equilíbrio operacional: Q = Fo = = 4500un p – v

46 Exemplo abrangendo todos os métodos de decisão , t1t2t3t4t5 1)Payback Simples Tempo Cash Flow Total girando TempoCash Flow Fluxo Desc. Total girando )Payback Descontado 3) VPL =PV – I VPL = ,00 – ,00=563, CHS gCFo gCFj gCFj gCFj gCFj gCFj fIRR 4) TIR = 12,03% TFluxoPV (Saídas) FV (entradas) ) TIRM CHS PV FV 5 n i = 10,81% 6) ILL ILL = VPL / Investimento ILL = 563 / ILL = 1, /3000 = 0,666 Resp : 2,66 anos -58/621= 0,093 Resp: 4,093 anos

47 RESPOSTAS MétodoResultadoAprovadoPor que ? Payback simples2,66 anosSimA razão de obtermos o dinheiro de volta Payback desc.4,195 anosSimObtermos nosso dinheiro de volta, mesmo após descontar o custo de capital VPLR$ 563,00SimVPL > 0 ILL1,0375SimILL > 1 TIR12,03%SimMaior que o custo do capital (TMA) TIRM10,81%SimMaior que o custo do capital (TMA)

48 EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO 1 Um equipamento no valor de R$ 70 milhões é integralmente financiado para pagamento em 7 parcelas: as 3 primeiras de R$ 10 milhões, as duas seguintes de R$ 15 milhões, a 6ª de R$ 20 milhões e a 7ª de R$ 30 milhões. Determinar a taxa interna de retorno dessa operação __1_______2_______3_______4_______5______6_____ 7_ n = 7 meses Continua...

49 EXERCÍCIO 1 - Continuação 70 = 10 x (1+i) 3 – 1 + ___15_ + ___15_ + __20__ + __30__ (1 + i) 3 x i (1 + i) 4 (1 + i) 5 (1 + i) 6 (1+ i) 7 i = TIR = 10,40 %

50 Esses investimentos podem ser repetidos, pois se supõe que, terminada a vida útil do equipamento, a empresa poderá adquirir um novo. Toma-se o menor múltiplo comum entre 2 e 3:6. Considera-se o equipamento A repetido três vezes e o equipamento B repetido duas vezes. Tendo em vista a repetição, tem-se os diagramas:

51 A: ___________ ____________ ___________ |__  __  _____  __  __  ______  ___  __  _____  ________ meses   

52 B: ___________ ____________  __  _  _______  __  __  _______  _______________ meses  PMT PMT 72 n 3 n 5 i 100(1,05 24 – 1) i ? PV  ,46 BEGIN PV  ,50 NPVA = ,46 – ,50 = , PMT PMT 72 n 2 n 5 i 100(1,05 36 – 1) i ? PV  ,04 BEGIN PV  ,33 NPVB = ,04 – ,33 = ,71 (Resposta : A segunda alternativa é melhor)

53 Os fluxos de caixa das duas hipóteses são os seguintes: a)Máquina menor ( R$ 1.000) |____________________________________________

54 b) Máquina maior (em R$ 1.000) | __________________________________________

55 Alternativa A (comprar a peça): |___________________________________________ meses    _______________________ Custo = 3.500,00

56 Alternativa B (fabricar a peça): |_____________________________________  ________     __________________

57 Continuando a alternativa b PMT , (1,02 12 – 1) i ,88 3 n ,79 ? PV  , , FV ,09 PV 2 i 36 n 0 PMT 0 FV ? PV  ,79 ? PMT  3.346,02 Resposta: É melhor comprar a máquina e fabricar a peça (o custo será menor).

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59 Risco e Retorno Retorno (%) = (Δ Valor Mercado + Dividendos) Valor Inicial de Mercado A primeira parte é o ganho de capital A segunda é a lucratividade

60 Tudo tem risco... Risco e retorno Poupança/títulos do governo versus tráfico de drogas/armas Teoria Keynesiana Perigo Oportunidade

61 Risco e retorno Rentabilidade ou retorno Retorno (%)= Dividendos + ∆ Valor de Mercado Valor Inicial de Mercado (compra)

62 “Fuja da opinião da maioria. Provavelmente está errada” Na tentativa desesperada de reter capital de giro, de 1979 a 81 cortou pela metade os dividendos aos acionistas Em 1980 não pagou nada de dividendos Todos (sindicatos, analistas, economistas, Wall Street) acreditavam que esse segmento estava num buraco sem fundo. Quem comprasse ações dessas empresas deveria ter passado por um psiquiatra antes...

63 “Jamais embarque nas especulações da moda. Geralmente, a melhor hora de se comprar alguma coisa é quando ninguém a quer” 1981/2: US$ 34 (mais baixo da história). Previsões chegaria a US$ /2: US$ 11 (mais baixo da história). Previsões chegaria a US$ 5 Quem ignorou a corrente majoritária e investiu em meados de 82. Em 1983: - GM: US$ 80 - Ford: US$ 46

64 Risco e retorno Histórico de rentabilidade/retorno Se US$ 1 fosse aplicado em 1925, no ano de 2008 temos: - ações de grandes empresas: US$ 1, ; - ações de pequenas empresas: US$ 6,123.07; - títulos do governo de longo prazo: US$ 34.54; - títulos do governo de curto prazo: US$ 22.02; - inflação: US$11.

65 Risco e retorno Histórico de 1925 a 2008 CarteiraRetorno médio Ações de grandes empresas 13% a.a. Ações de pequenas empresas 17,7% a.a Títulos do governo de longo prazo 6,1 a.a. Títulos do governo de curto prazo 3,8% a.a. Inflação3,2% a.a.

66 Risco e retorno Prêmio por risco CarteiraRetorno médioPrêmio por risco Ações de grandes empresas 13% a.a.9,2% a.a. Ações de pequenas empresas 17,7% a.a13,9% a.a. Títulos do governo de longo prazo 6,1% a.a.1,8% a.a. Títulos do governo de curto prazo 3,8% a.a.0%

67 Risco e retorno Risco está ligado a variabilidade dos retornos O retorno de qualquer investimento é proporcional ao seu risco Quanto maior a volatilidade, maior o risco Pode ser medida pela variância ou desvio padrão dos retornos de um ativo Medida de dispersão, ie, distância dos pontos observados em relação à média (retorno médio)

68 Risco e retorno Variância dos retornos Acesita PNAmbev PNBradespar PN Cemig PNEmbratel PN 0,015550, , , ,

69 Risco e retorno Minimizar risco - diversificar (manter valor) - entender Clássico e acadêmico Por que carteiras e não um único título? - diversificação = diluir risco (não por todos os ovos na mesma cesta) - uma única ação (tem risco) e uma carteira com várias ações com o mesmo risco, a rentabilidade da carteira tende a ser maior do que a da ação individual

70 Risco e diversificação Retorno da ação = Ret _(esp) + Ret _(inesp) - Ret _(esp) : expectativas em relação ao desempenho da empresa - Ret _(inesp): surpresas... risco sistemático ou de mercado - Juros - PIB - Inflação - Guerras - US$

71 Risco e diversificação Retorno da ação = Ret _(esp) + Ret _(inesp) - Ret _(esp) : expectativas em relação ao desempenho da empresa - Ret _(inesp): surpresas... risco sistemático ou de mercado - Política - Clima - Tecnologia - Moda / desejo do consumidor ?

72 Risco e diversificação Ret _(esp) Surpresas relacionadas à empresa ou ao segmento... risco não sistemático ou específico - Fraudes e falências (Enron, Mappin, Parmalat etc.) - Mudanças na administração (TAM) - Novos contratos (Embraer) - Queda brusca de faturamento (setor de energia, aéreo pós 11 set 01) - Fusões e aquisições (Ferro Ligas – Vale)

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74 DIVERSIFICAÇÃO

75 CUSTO DE CAPITAL CAPITAL DE GIRO

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77 Rafael Olivieri Neto


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