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Curso Técnico de Enfermagem Turma 08/13N

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Apresentação em tema: "Curso Técnico de Enfermagem Turma 08/13N"— Transcrição da apresentação:

1 Curso Técnico de Enfermagem Turma 08/13N
GRUPO 3 – SISTEMA ENDÓCRINO ADRIANA MARIA DE OLIVEIRA ANA CARLA FERREIRA MARIELE FERREIRA MARLUCY DOS ANJOS LEAL MILENA DOS SANTOS

2 Sistema Endócrino

3 O sistema endócrino é formado pelo conjunto de glândulas endócrinas, as quais são responsáveis pela secreção de substâncias denominadas, genericamente, de hormônios. Os hormônios são substâncias que lançadas na circulação sanguínea, atingem os tecidos, órgãos ou sistemas nos quais irão atuar com ação estimuladora ou inibidora.

4 Ação Hormonal

5 Principais Glândulas Endócrinas

6 A hipófise, seus hormônios e a regulação de suas secreções

7 A Hipófise e suas divisões
hipófise anterior ou adenohipófise hipófise posterior ou neurohipófise

8 Principais hormônios da Hipófise
TSH – Hormônio tireotrófico GH – Somatotrofina – Hormônio do Crescimento Ocitocina – Contrações do útero e músculos da mama Prolactina – Desenvolvimento das mamas e leite

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10 Gigantismo: excesso de GH na infância
ALTERAÇÕES DA SECREÇÃO DE GH NA INFÂNCIA. Nanismo: falta ou deficiência na infância Gigantismo: excesso de GH na infância Robert P. Wadlow ao lado do irmão Aos 20 anos, ao lado da mãe.

11 ALTERAÇÕES NA SECREÇÃO DE GH NA VIDA ADULTA
Acromegalia: excesso de secreção de GH após a puberdade.

12 Glândula Tireóide Triiodotironina (T3) Produz três hormônios:
Tiroxina (T4) Calcitonina. O excesso desses Hormônios causa o hipertireoidismo. E a deficiência desses hormônios causa Hipotireoidismo.

13 HIPOTIREOIDISMO O hipotireoidismo muito grave denomina- se mixedema.
É uma afecção em que a glândula tiróide tem um funcionamento anômalo e produz muito pouca quantidade de hormônio tireóideo. O hipotireoidismo muito grave denomina- se mixedema. O hipotireoidosmo não tem cura

14 Sintomas Gerais do Hipotireoidismo

15 Diagnóstico

16 Tratamento Reposição Hormonal
Levotiroxina Sódica 25, 38, 50, 75, 88, 100, 112, 125, 150, 175, 200 mg Nome Comercial: Puran T4, Levoid, etc. Posologia: O comprimido deve ser ingerido com estômago vazio (30 minutos a 1 hora antes ou 2 horas após o café da manhã ou ingestão de alimento) a fim de aumentar sua absorção.

17 Cuidados de Enfermagem – Hipotireoidismo
Proporcionar conforto e segurança, um ambiente repousante, calmo e tranqüilo; Dar apoio psicológico, ouvir com atenção e anotar as queixas do paciente; Oferecer dieta balanceada, rica em calorias, minerais. Estimular refeições em intervalos freqüentes. Explicar que as alterações na aparência são reduzidas com a continuidade do tratamento. Atenção cuidadosa na administração dos medicamentos.

18 Bócio

19 Hipertireoidismo É uma perturbação em que a glândula tiróide está hiperativa, desenvolve-se quando a tiróide produz demasiada quantidade de hormônios.

20 Sintomas

21 Diagnóstico

22 Tratamento Medicamentos antitireoidianos
Iodo radioativo (que destrói a tireoide e interrompe o excesso de produção dos hormônios) Cirurgia para remover a tireoide Betabloqueadores, como propranolol, são usados para tratar alguns sintomas, incluindo frequência cardíaca acelerada, sudorese e ansiedade, até que o hipertireoidismo possa ser controlado.

23 Posologia - Hipertireoidismo
Tapazol® (Tiamazol) : VO, usualmente em três doses iguais a intervalos de aproximadamente 8 horas. Adultos: A dose diária inicial é de 15 mg para o hipertiroidismo leve; 30 a 40 mg para o hipertiroidismo moderadamente grave; e 60 mg para o hipertiroidismo grave, dividida em três doses a intervalos de 8 horas. A dose de manutenção é de 5 a 15 mg/dia. Propranolol: VO., 10 a 80 mg, 3 vezes ao dia. Doses maiores (até 640 mg ao dia podem ser necessárias para suprimir as arritmias ventriculares crônicas). 

24 Cuidados de Enfermagem - Hipertireoidismo
Proporcionar conforto e segurança, um ambiente repousante, calmo e tranqüilo; Manter uma ventilação adequada no ambiente; Dar apoio psicológico, ouvir com atenção e anotar as queixas do paciente; Orientar as visitas e familiares para evitar conversas que perturbem o paciente; Orientar a restrição de bebidas estimulante com chá e café; Supervisionar a dieta e incentivar ingestão nutritiva e hídrica.

25 Nódulos Tireoidianos

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27 Cuidados de Enfermagem no Pré-operatório Tireoidectomia:
Assistir psicologicamente o paciente com hiperfunção glandular pois eles são bastante inquietos e apreensivos . Estimular inspirações profundas. Verificar sinais vitais. Orientar o paciente que faça jejum de 8 horas para a cirurgia Orientar o paciente que não use medicamentos que contenham ácido acetilsalicítico (AAS), por 10 dias antes da cirurgia , pois pode aumentar o risco de sangramento durante a cirurgia e no pós-operatório . Orientar ao paciente sobre os riscos do procedimento cirúrgico.

28 Cuidados Pós-Operatório Tireoidectomia:
Após a recuperação anestésica manter o leito em semi-fowler para facilitar a drenagem, regredir o edema e reduzir a dor. Examinar o paciente , para verificar se há presença de hematoma no local da cirurgia. Examinar a cicatriz operatória para verificar se há formação de queloides . Verificar se o paciente apresenta dificuldade de falar. Solicitar triagem sanguínea para verificar o nível de cálcio.

29 Doenças reumatóides Artrite é uma doença crônica de causa desconhecida. A característica principal é a inflamação articular persistente. Artrose é uma doença crônica das articulações e eventualmente dos elementos periarticulares caracterizada pela degeneração da cartilagem e do osso. A febre reumática é uma doença inflamatória que se desenvolve após uma infecção pela bactéria estreptococo (como faringite estreptocócica ou escarlatina). A doença pode afetar o coração, as articulações, a pele e o cérebro.

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31 Causas Doença autoimune (o sistema imunológico do corpo ataca erroneamente tecidos saudáveis) Osso quebrado Desgaste geral das articulações Infecção, normalmente por bactéria ou vírus

32 Tratamento O tratamento pode ser medicamentoso, fisioterápico ou os dois segundo prescrição médica. Anti-inflamatório prescrito pelo médico (geralmente num intervalo de 8/8h ou 12/12h) Analgésicos Fisioterapia

33 Cuidados de Enfermagem com doenças Reumáticas
Orientar o paciente quanto a importância do tratamento medicamentoso com anti-inflamatórios e analgésicos e fisioterápico segundo Prescrição Médica. Orientar o paciente a evitar movimentos repetitivos e bruscos Orientar a perder peso corporal (se necessário) para evitar que as dores se agravem. Fazer compressas geladas em momentos de crise de dor para aliviar as dores.

34 Afecções Otorrinolaringológicas
São afecções que acometem a região da Faringe e ouvido. São afecções otorrinolaringológicas: Sinusite Rinite Laringite Faringite Otite

35 Infecções Otorrinolaringológicas
Faringite é uma infecção na faringe A faringite gera uma inflamação na garganta e pode ser provocada tanto por vírus, no caso da faringite vira​l, como por bactérias, sendo chamada de faringite bacteriana.

36 Sinusite, Rinite e Otite
Sinusite é uma inflamação da mucosa dos seios da face, região do crânio formada por cavidades ósseas ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos. A doença pode ser secundária a uma infecção, quadro alérgico ou qualquer fator que atrapalhe a correta drenagem de secreção dos seios da face.

37 Rinite alérgica constitui-se numa reação alérgica da mucosa nasal a determinados antígenos, principalmente inalatórios

38 Otite

39 Tratamento - Otite Geralmente, são administrados remédios para ouvido contendo antibióticos, por 10 a 14 dias. Se o canal auditivo estiver muito inchado, uma mecha pode ser inserida no ouvido para permitir que as gotas cheguem até o final do canal. Os antibióticos podem ser ingeridos por via oral no caso de infecção do ouvido médio ou infecção que se espalhe além do ouvido. Corticosteroides para reduzir a coceira e a inflamação Analgésicos

40 Cuidados de Enfermagem - Otite
Orientar ao paciente quanto a importância de seguir a prescrição médica Fazer a correta higienização do ouvido Evitar compartilhar fones de ouvido, para evitar contato com novas bactérias.

41 É a inflamação das meninges
Meningite É a inflamação das meninges

42 Tratamento Após a avaliação médica e a análise preliminar de amostras clínicas, o paciente ficará internado e o tratamento da meningite será realizado com antibióticos específicos.

43 Cuidados de Enfermagem - Meningite
Providenciar ambiente obscurecido e calmo Manter repouso no leito Administrar analgésicos SEGUNDO prescrição médica. Hipertermia Monitorizar os sinais vitais Avaliar o estado de consciência Isolar o doente.

44 Afecções Oftalmológicas
São as afecções que acomete que acometem os olhos As mais conhecidas são: Conjuntivite Glaucoma Catarata

45 Conjuntivite

46 Tratamento É determinado de acordo com o agente causador da doença. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Já o tratamento da conjuntivite bacteriana inclui a indicação de colírios antibióticos, que devem ser prescritos por um médico, pois alguns colírios são altamente contraindicados, porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

47 Cuidados De Enfermagem – Conjuntivite
Alguns cuidados importantes que os indivíduos infectados devem ter são: Lavar o rosto e as mãos várias vezes ao dia; Manter os olhos sempre secos e limpos; Não partilhar nenhum objeto que entre em contato com o rosto, como sabonetes, toalhas, maquiagem, travesseiros e etc.

48 Catarata

49 Cuidados de Enfermagem – Catarata
Tratamento Ulitizar antiimflamátorio e antibióticos por aproximadamente 30 dias. Em alguns casos há necessidade de colírios pra dilatar as pupilas. Cuidados de Enfermagem – Catarata Fazer o acompanhamento pré-operatório corretamente (que é pingar o colírios um dia antes). O pós operatório é mais importante. Não pode fazer extravagâncias como: Ler, ver TV, abaixar a cabeça.

50 Glaucoma

51 Tratamento O tratamento consiste no uso de inibidores da anidrase carbônica (acetazolamida 250 mg via oral de 6/6 ou de 8/8 horas ou 500 mg por via endovenosa) e agentes hiperosmóticos (glicerol ou isosorbitol 1,5 ml/kg/peso de solução a 50% por via oral; manitol 1,5 g/kg/peso de solução a 20% por via endovenosa.  Há ainda, as medicações tópicas como os mióticos (colírios de pilocarpina 2% 3 vezes a cada hora) que atuam favoravelmente, quando a pressão intraocular está abaixo de 40 mm Hg.

52 Cuidados de Enfermagem - Glaucoma
Oferecer um ambiente calmo e ficar em repouso Orientar o paciente sobre a auto-medicação, pois certos medicamentos podem provocar o aumento da pressão ocular Colocar o paciente em posição de semi-fowler.

53 Higiene Ocular

54 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GLAUCOMA. Disponível em: < Acesso em 19/05/2014. CATARATA. Disponível em: < Acesso em 19/05/2014. MENINGITE. Disponível em: < Acesso em 19/05/2014. OTITE. Disponível em: < Acesso em 19/05/2014. HIPOTIREOIDISMO. Disponível em: < Acesso em 21/05/2014. ARTRITE. Disponível em: < Acesso em 21/05/2014.


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