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Estudo de “O Livro dos Espíritos”. Sua primeira edição foi lançada em 18 de abril de 1857, em Paris.

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1 Estudo de “O Livro dos Espíritos”

2 Sua primeira edição foi lançada em 18 de abril de 1857, em Paris.

3 FILOSOFIA ESPIRITUALISTA Contendo os princípios básicos da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade (segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e coordenados por Allan kardec)

4 O Prof. Denizard Hippolyte Léon Rivail fez as perguntas que eram respondidas pelos Espíritos, sob a direção do Espírito de Verdade, através das cestinhas-de-bico. Os médiuns colocavam as mãos nas bordas da cesta e o lápis (o bico) escrevia numa lousa.

5 Podemos dizer e afirmar que "O Livro dos Espíritos", é o código de uma nova fase da evolução humana. Este não é um livro comum, que se pode ler de um dia para o outro e depois esquecer num canto da estante. Nosso dever é estudá-lo e meditá-lo, lendo-o e relendo-o constantemente. Sobre este livro se ergue todo um edifício: o da Doutrina Espírita. Ele é a pedra fundamental do Espiritismo, o seu marco inicial. O Espiritismo surgiu com ele e com ele se propagou, com ele se impôs e consolidou no mundo. Antes deste livro não havia Espiritismo, e nem mesmo esta palavra existia. Falava-se em Espiritualismo. Os fatos espíritas, que sempre existiram, eram interpretados das mais diversas maneiras. Mas, depois que Allan Kardec o lançou à publicidade, "contendo os princípios da Doutrina Espírita", uma nova luz brilhou nos horizontes mentais do mundo.

6 Há uma sequência histórica que não podemos esquecer: quando o mundo se preparava para sair do caos das civilizações primitivas, apareceu Moisés, como o condutor de um povo destinado a traçar as linhas de um novo mundo: e de suas mãos surgiu a Bíblia. Não foi Moisés quem a escreveu, mas foi ele o motivo central dessa primeira codificação do novo ciclo de revelações: o cristão.

7 Mais tarde, quando a influência bíblica já havia modelado um povo, e quando este povo já se dispersava por todo o mundo gentio, espalhando a nova lei, apareceu Jesus: e das suas palavras, recolhidas pelos discípulos, surgiu o Evangelho.

8 A Bíblia é a codificação da primeira revelação cristã, o código hebraico em que se fundiram os princípios sagrados e as grandes lendas religiosas dos povos antigos. O Evangelho é a codificação da segunda revelação cristã, a que brilha no centro da tríade dessas revelações, tendo na figura do Cristo, o sol que ilumina as duas outras, que lança a sua luz sobre o passado e o futuro, estabelecendo entre ambos a conexão necessária.

9 Mas, assim como, na Bíblia, já se anunciava o Evangelho, também neste aparecia a predição de um novo código, o do Espírito da Verdade, como se vê em João, XVI. E o novo código surgiu pelas mãos de Allan Kardec, sob a orientação do Espírito da Verdade, no momento exato em que o mundo se preparava para entrar numa fase superior do seu desenvolvimento.

10 A CODIFICAÇÃO ESPÍRITA "O Livro dos Espíritos" não é apenas a pedra fundamental ou o marco inicial da nova codificação. Porque é o seu próprio delineamento, o seu núcleo central e ao mesmo tempo o arcabouço geral da doutrina. Examinando-o, em relação às demais obras de Kardec, que completam a codificação, verificamos que todas essas obras partem do seu conteúdo.

11 Assim como, na Bíblia, há o núcleo central do Pentateuco, e no Evangelho, o do ensino moral do Cristo, no "O Livro dos Espíritos" podemos encontrar uma parte que se refere a ele mesmo, ao seu próprio conteúdo: é o constante dos Livros I e II, até o capítulo quinto. Este núcleo representa, dentro da esquematização geral da codificação, que encontramos no livro, a parte que a ele corresponde. *

12 1º) "O Livro dos Médiuns", sequência natural deste livro, que trata especialmente da parte experimental da doutrina, tem a sua fonte no Livro II, a partir do capítulo sexto, até o final. Toda a matéria contida nessa parte é reorganizada e ampliada naquele livro, principalmente a referente ao capítulo nono: "Intervenção dos Espíritos no mundo corpóreo".

13 2.º) "O Evangelho segundo o Espiritismo" é uma decorrência natural do Livro III, em que são estudadas as leis morais, tratando-se especialmente da aplicação dos princípios da moral evangélica, bem como dos problemas religiosos da adoração, da prece e da prática da caridade. Nessa parte o leitor encontrará, inclusive, as primeiras formas de "Instruções dos Espíritos", comuns aquele livro, com a transcrição de comunicações por extenso e assinadas, sobre questões evangélicas.

14 3.º) "O Céu e o Inferno" decorre do Livro IV, "Esperanças e Consolações, em que são estudados os problemas referentes às penas e aos gozos terrenos e futuros, inclusive com a discussão do dogma das penas eternas e a análise de outros dogmas, como o da ressurreição da carne, e os do paraíso, inferno e purgatório.

15 4.º) "A Gênese, os milagres e as predições, segundo o Espiritismo", relaciona-se aos capítulos II, III e IV do Livro I, e capítulos IX, X e XI do Livro II, assim como a parte dos capítulos do Livro III que tratam dos problemas genésicos e da evolução física da Terra. Por seu sentido amplo, que abrange, ao mesmo tempo as questões da formação e do desenvolvimento do globo terreno, e as referentes a passagens evangélicas e escriturísticas, esse livro da codificação se ramifica de maneira mais difusa que os outros, na estrutura da obra-mater.

16 5.º) O pequenos livro introdutório ao estudo da doutrina, "O que é o Espiritismo", que não se inclui propriamente na codificação, também ele está diretamente relacionado com "O Livro dos Espíritos", decorrendo da "Introdução" e dos "Prolegômenos".

17 6.º) "Obras Póstumas", que representa o testamento doutrinário de Allan Kardec. Reúne os seus derradeiros escritos e as anotações íntimas, destinadas a servir mais tarde para a elaboração da História do Espiritismo que ele não pôde realizar.

18 "O Livro dos Espíritos" não é apenas a pedra fundamental ou o marco inicial da nova codificação. Porque é o seu próprio delineamento, o seu núcleo central e ao mesmo tempo o arcabouço geral da doutrina.

19 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA Espiritismo x Espiritualismo

20 Espiritualismo Doutrina filosófica que admite a existência de Deus e da alma. Diferente do Materialismo, que só admite a matéria. Segundo o Materialismo no ser humano só haveria o corpo físico. O Universo seria formado por acaso e seria explicado dentro das leis das ciências exatas (Matemática, Física, Química, Astronomia, etc.). Todos os religiosos que aceitam a Alma e Deus, são, por isto mesmo, espiritualistas. Assim, a palavra espiritualista tem significado abrangendo o católico, o protestante, o umbandista, o candomblecista, o israelita ou judeu, o islâmico ou maometano, etc.

21 São, por exemplo, espiritualistas:  Os panteístas que não creem na individualidade da alma após a morte do corpo físico;  Os católicos e protestantes, que não acreditam em sua independência do corpo nem em sua capacidade de comunicar-se nem na reencarnação.

22 Espiritismo O Espiritismo é a doutrina codificada por Allan Kardec. Ele a chamou assim, de Doutrina Espírita ou Espiritismo, por ter sido ditada pelos Espíritos, através da mediunidade. Também é espiritualista, mas que se diferencia das outras correntes por ter características bem definidas, e saber: Acredita na concepção tríplice do homem: Espírito – Perispírito – Corpo Físico; Sobrevivência do Espírito como individualidade; Continuidade da responsabilidade individual; Progressividade do Espírito dentro do processo evolutivo em todos os níveis da natureza;

23 Comunicação mediúnica disciplinada (esclarecimento e a consolação de encarnados e desencarnados); Volta do Espírito a matéria (reencarnação) tantas vezes quantas necessárias para alcançar a perfeição relativa a que se destina, não admitindo, no entanto, a volta do Espírito no corpo de animal (mentepsicose) para pagar dívidas, como aceita o Hinduísmo. Conforme o Espiritismo, o Espírito não retrocede; Ausência total de hierarquia sacerdotal; Abnegação na prática do bem, ou seja, não se cobra nada por esta ou aquela atividade espírita;

24 Ausência de culto material (imagens, altar, roupas especiais, oferendas, velas, etc.); Terminologia própria: perispírito, lei de Causa e efeito, etc.; Nunca corpo astral, karma, Exu, Orixá, “cavalo”, “terreiro”, “encosto”, vocabulário usado por outras correntes religiosas; Ausência total de hierarquia sacerdotal; Na prática espírita não há batismo nem culto ou cerimônia para oficializar o casamento; Respeito a todas as demais religiões; A moral espírita é a moral cristã: “Fazer ao próximo aquilo que dele se deseje”.

25 EspiritualismoEspiritismo Oposto do materialismo; crê que exista “algo” além da matéria. Crença na existência dos Espíritos e em suas comunicações com o mundo material, além dos demais princípios da Doutrina (evolução, reencarnação, livre-arbítrio, lei de causa e efeito, vida na erraticidade, etc.) Fé em necessidade de compreensão racional. Fé raciocinada

26 Nasceu junto com a Humanidade, da intuição da existência de um ou de vários poderes que governam o Universo. Nasceu no dia 18 de abril de 1857, com a publicação de O Livro dos Espíritos, que contém os princípios da Doutrina Espírita. Pode necessitar de intermediários (sacerdotes) e lugares especiais (templos) para a ligação com Deus. Ensina que a ligação com Deus é feita por qualquer pessoa e em qualquer lugar, através da prece sincera. Crença no sobrenatural. Certeza de que tudo o que existe é resultado das leis naturais, sendo que nada existe de sobrenatural. Seus adeptos são espiritualistas. Seus adeptos são os espíritas.

27 Ótima Semana! Jesus te acompanhe!


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