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Profº - Luiz Carlos CEFAPRO – RONDONÓPOLIS FEVEREIRO – 2011.

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Apresentação em tema: "Profº - Luiz Carlos CEFAPRO – RONDONÓPOLIS FEVEREIRO – 2011."— Transcrição da apresentação:

1 Profº - Luiz Carlos CEFAPRO – RONDONÓPOLIS FEVEREIRO – 2011.

2 PARA REFLEXÃO. "Não, não tenho caminho novo. O que tenho de novo é o jeito de caminhar. Aprendi. (O caminho me ensinou) A caminhar cantando Como convém A mim E aos que vão comigo. Pois já não vou mais sozinho." (Thiago de Mello, 1996 p.17).

3 TAREFA DIDÁTICA NECESSÁRIA Permanente no trabalho do Professor. Deve acompanhar todos os passos do processo de ensino e aprendizagem. Através dela que vão sendo comparados os resultados obtidos no decorrer do trabalho conjunto do professor e dos alunos. Insere-se não só nas funções didáticas, mas também na própria dinâmica e estrutura do Processo de Ensino e Aprendizagem (PEA).

4 ATRAVÉS DELA CONSEGUIMOS Fazer uma análise dos conteúdos tratados num dado capítulo ou unidade temática. 2. A avaliação reflete sobre o nível do trabalho do professor, como do aluno. 3. Não deve apenas culminar com atribuição de notas aos alunos. 4. Deve ser utilizada como um instrumento de coleta de dados sobre o aproveitamento dos alunos. 5. Breve visão geral do desempenho em relação a cada objetivo.

5 ENFIM... Determina o grau da assimilação dos conceitos e das técnicas/normas; Ajudam o professor a melhorar a sua metodologia de trabalho, Ajuda os alunos a desenvolverem a auto confiança na aprendizagem.;

6 MOTIVAÇÃO DO DOCENTE E SUA ADEQUADA FORMAÇÃO Direito de comunicar ou se expressar. Uma linguagem "normalizada" determinada pela sua evolução mental Com capacidades para: Descobrir, investigar, experimentar, aprender e fazer. Criança se comunicar a partir do vocabulário formal

7 CONCEITOS DE AVALIAÇÃO. Cipriano Carlos Luckesi: é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino e aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho. Golias: entendida como um processo dinâmico, continuo e sistemático que acompanha o desenrolar do ato educativo. Pilleti: é um processo contínuo de pesquisas que visa a interpretar os conhecimentos, habilidades e atitudes dos alunos.

8 Libânio: uma componente do processo de ensino que visa, através da verificação e qualificação dos resultados obtidos, a determinar a correspondência destes com os objetivos propostos e, daí, orientar a tomada de decisões em relação às atividades didáticas seguintes. Nérici: relaciona avaliação com a verificação de aprendizagem pois, para ele, a avaliação é o processo de atribuir valores ou notas aos resultados obtidos na verificação da aprendizagem

9 COMO AVALIAR ESTES ALUNOS ?

10 OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO. Traçar retas paralelas utilizando régua e esquadro. Dividir circunferências em 8 partes iguais. A importância reside na função social e pedagógica. Exemplo na 8ª classe na disciplina de Desenho Técnico: Tem função diagnóstica psico-pedagógica e didática.

11 AS FUNÇÕES AVALIATIVAS. Diagnóstica: identifica as dificuldades do aluno e os conhecimentos prévios. Ajuda ao professor a constatar as falhas no seu trabalho e a decidir a passagem ou não para uma nova unidade temática. Os alunos internalizam hábitos de trabalho independente. Consciencializam-se do grau consecutivo dos objetivos atingidos após um período de trabalho.

12 Pedagógico- didático: Permite um reajustamento com vista à continuidade dos objetivos pedagógicos pretendidos, ao mesmo tempo favorece uma atitude mais responsável do aluno em relação ao estudo, assumindo-o como um dever social; contribui para a avaliação para correção de erros de conhecimentos e habilidades e o desenvolvimento de capacidades cognitivas.

13 CONTROLE DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM. Investigar, identificar os fatores do ensino o professor se adapta aos diferentes comportamentos dos alunos. Permite que haja um controle contínuo. Interacão professor - alunos no decorrer das aulas.. Exigi mais dos professores, pois a observação visa:

14 CARACTERÍSTICAS DA AVALIAÇÃO EDUCACIONAL. Para o que estão trabalhando No que estão sendo avaliado Quais serão os métodos utilizados Novas atitudes O aluno precisa saber :

15 OBJETIVOS DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM. É que todos os alunos desenvolvam as suas capacidades: 1. Físicas 2. Intelectuais, 3. Sua criticidade para a vida em sociedade.

16 TAREFAS DA AVALIAÇÃO Conhecer o aluno : Pode-se orientar e guiar o aluno no processo educativo avaliando-o, para melhor conhecer a sua personalidade, atitude, aptidões, interesses e dificuldades, para estimular o sucesso de todos. Verificar os ritmos de progresso do aluno: Coleta de dados através de provas, exercícios ou de meios auxiliares, como observação do desempenho e entrevista, para verificar se houve um progresso do aluno desde o ponto de partida da aprendizagem até ao momento.

17 Detectar as dificuldades de Aprendizagem : Ao avaliar, o professor pode detectar algumas dificuldades dos alunos.. Por exemplo, o Carlos tem "problemas na representação do afastamento de um ponto", escreve corretamente e conhece bem a Gramática. Este registo deve ser acompanhado de modo a superar as dificuldades. Orientar a aprendizagem : Os resultados obtidos pela avaliação devem ser utilizados para corrigir, melhorar e completar o trabalho.

18 ETAPAS DA AVALIAÇÃO. Determinar o que vai ser avaliado; Estabelecer os critérios e as condições para a avaliação; Selecionar as técnicas e instrumentos de avaliação; Realizar a aferição dos resultados.

19 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO. Diagnóstica: como técnica pode se utilizar o pré-teste, a ficha de observação ou qualquer instrumento elaborado pelo professor para melhor controle. Somativa: encontramos os dois instrumentos mais utilizados que são as provas: 1. objetivas e 2. subjetivas. Formativa: temos como técnicas a observação de trabalhos, os exercícios práticos, provas,...

20 EM QUAL DAS SITUAÇÕES VOCÊ GOSTARIA DE SER AVALIADO (A)? Meu primeiro emprego.

21 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Realiza-se no início do curso, do ano letivo, do semestre/ trimestre; Identifica alunos com padrão aceitável de conhecimentos; Constata deficiências em termos de pré-requisitos; Constata particularidades.

22 AVALIAÇÃO FORMATIVA Ocorre ao longo do ano letivo. faz o acompanhamento progressivo do aluno; ajuda o aluno a desenvolver as capacidades cognitivas, ao mesmo tempo fornece informações sobre o seu desempenho. Informa sobre os objetivos se estão ou não a sendo atingidos pelos alunos; Identifica obstáculos que estão a comprometer a aprendizagem; Localiza deficiência/dificuldades.

23 AVALIAÇÃO SOMATIVA Classifica os alunos no fim de um semestre/trimestre, do curso, do ano letivo, segundo níveis de aproveitamento. Tem a função classificadora.

24 TIPOS DE TESTES. Provas orais Diálogo entre professor e o aluno, obedecendo os seguintes critérios: 1. Criar condições favoráveis para que os alunos se sintam seguros. 2. Criar uma conversa amigável com o aluno para que este se sinta à vontade. 3. Feita a pergunta, deve-se dar tempo para que esta seja objeto de reflexão. (Exemplo). 4. O professor deve fazer perguntas claras precisas, diretas e formuladas de maneira pensada.

25 TIPOS DE TESTES Provas escritas Usadas em qualquer aula. Se é para repetir, ratificar ou prosseguir, dependendo da situação vivida no momento quando ao saber, saber fazer e saber ser. As provas escritas frequentemente utilizadas são: 1. ACS, (Avaliação do Conhecimento Somativo) 2. ACP, (Avaliação do Conhecimento Parcelado) 3. ACF; (Avaliação do Conecimento Formativo) 4. Exame Final, dependendo ainda delas a atribuição de notas ou classificação, quais vão determinar a aprovação e reprovação do aluno.

26 EXEMPLOS ACS ACP ACF

27 Provas práticas Neste tipo de prova o aluno e posto diante duma situação problemática que há de ser resolvido por uma realização material, um conhecimento de elementos visuais. (Como alcançar uma fruta se minha altura é pouca com relação a altura que ela se encontra?).

28 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. Deve obedecer os seguintes: 1. Tem que ser benéfico; 2. Deve ser justo e uniforme; 3. Deve ser global; 4. Deve ser eficaz na produção e mudanças no comportamento; 5. Deve estar ao alcance dos alunos; 6. O processo de avaliação deve ser aberto; 7. As conclusões finais devem ter certa validade e longo prazo. 8. Deve ser praticável e não deve ser incomoda e inútil.

29 TÉCNICAS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. Dependem: 1. Dos objetivos de avaliação; 2. Dos meios, 3. Dos conteúdos/complexidade da matéria; 4. Tempo disponível/duração; 5. Número de alunos na turma; 6. O tipo do aluno; 7. A idade dos alunos; 8. As condições da sala de aula.

30 MOACIR GADOTTI Diz que "a avaliação é essencial à educação, inerente e indissociável enquanto concebida como: 1. Problematização, 2. questionamento, 3. Reflexão, sobre a acção. Entende-se que a avaliação não pode morrer.

31 ELA ENQUANTO MITO A avaliação é decorrente de sua caminhada histórica, sendo que seus fantasmas ainda se apresentam como forma de controle e de autoritarismo por diversas gerações. Acreditar em um processo avaliativo mais eficaz é o mesmo que cumprir sua função didático-pedagógica de auxiliar e melhorar o ensino/aprendizagem.

32 MODELOS DE AVALIAÇÃO TRADICIONAL 1. Ação individual e competitiva 2. Concepção Classificatória 3. Apresenta um fim em si mesma 4. Postura disciplinadora e diretiva do professor 5. Privilégio à memorização 6. Pressupõe a dependência do aluno. TENDÊNCIAS 1. Ação coletiva e consensual 2. Concepção investigativa e reflexiva 3. Atua como mecanismo de diagnóstico da situação 4. Postura cooperativa entre professor e aluno 5. Privilégio à compreensão 6. Incentiva a conquista da autonomia do aluno.

33 EXERCÍCIO. Reunir-se com seus pares e escrever sobre os seguites quesitos: 1. Que tipo de teste você aplica aos seus orientandos ao avaliá- los. 2. Justificar sua resposta. 3. Suas considerações serão socializadas com seus pares.

34 UMA PARCERIA... Nós, Profissionais da Educação vamos procurar estabelecer vínculos que aproximem os questionamentos das respostas e, trabalharmos com um foco: "TER NO ESTADO DE MATO GROSSO UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE". Profº Luiz Carlos. 05/02/2011

35 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA BORDENAVE, Juan Dias & PEREIRA, A. Martins; Estratégias de Ensino- Aprendizagem. Vozes. São Paulo FIRME, T. P. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação. Rio de Janeiro GADOTTI, M. Uma escola para todos os caminhos da autonomia escolar. Petrópolis: Vozes, LIBÂNEO, José (1985); A Prática Pedagógica de Professores da Escola Pública. São Paulo. LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. 14ª Ed. São Paulo: Cortez, PILETti, Nelson (2000); Psicologia Educacional, Editora Ática, 17ª Edição, São Paulo Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Avalia%C3%A7%C3%A3o_educacional"


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