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Status da Certificação do Turismo Sustentável no Brasil “Enabling Developing Countries to Seize Eco-Label Opportunities” Projeto de Cooperação em Rotulagem.

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1 Status da Certificação do Turismo Sustentável no Brasil “Enabling Developing Countries to Seize Eco-Label Opportunities” Projeto de Cooperação em Rotulagem Ambiental

2 Do que vamos falar? Turismo no Brasil : Oferta e Demanda Sustentabilidade do Turismo no Brasil: um pouco de história Certificação do Turismo Sustentável no Brasil: construção, conceitos, conteúdo e contexto internacional O Caminho para a Frente: fortalecimento nacional e integração internacional

3 O Consumidor e as Tendencias Turismo é um produto intangível, produzido e consumido simultaneamente O turista compra uma experiência, boas historias para contar O turista quer isto “sem estresse” Cada vez mais o turista procure autenticidade – responsabilidade - facilidade Pobreza de tempo Viagens sem culpa

4 Turismo no Brasil: Oferta

5 Turismo Brasil: Oferta Grande e Variada GRANDE190+ milhões hab – 8.5 milhões km 2 MEGA BIODIVERSIDADE > 1700 pássaros, > 500 mamíferos etc Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Pampas, Zona Costeira CONSERVAÇÂO64 Parques Nacionais 500+ RPPN (Reservas Privadas) 17+2 Patrimônios Mundiais 6 Reservas da Biosfera PAISAGENSFlorestas, Savanas, Pantanal, Rios Montanhas, Semi-arido e mais de 2000 praias e centenas de ilhas HISTóRIA CULTURA AVENTURA Gondwana para Twitter Raizes em 4 continentes “soft” até radical DESTINOS65 destinos indutores internacionais 100+ destinos de ecoturismo/aventura 1800 municípios “turisticos” MEIOS HOSPEDAGEM AGÊNCIAS-OPERADORAS LOCAÇÂO DE VEÍCULOS 25 MIL 10 MIL 155 MIL

6 Turismo Brasil: Demanda 2009 vs milhões chegadas internacionais (56% longa distância) 175 milhões de viagens domésticas (30% em MH, 11% avião)

7 Fluxo Aéreo Internacional

8 Competitividade Destino Brasil (45 de 133)

9 20+ Anos Turismo Sustentável Brasil 1987 – Embratur começa a promover o turismo ecológico 1990 – The International Ecotourism Society 1992 – Roteiros de Charme 1993 – EcoBrasil 1994 – Diretrizes Nacionais de Ecoturismo 1996 – WWF Brasil – Ecoturismo de Base Comunitária 1999 – Melhores Práticas Ecoturismo – Funbio 2000 – Acordo de Mohonk 2001 – RA/WWF/SOSMA – Oficina de Certificação 2002 – Programa de Certificação em Turismo Sustentável (MTur/SEBRAE/APEX/BID) e Conselho Brasileiro de Turismo Sustentável (ONG/Trade) /06

10 Situação Internacional - Confuso proliferação de selos (certificação, prêmios etc.) + de 250 iniciativas no mundo (em geral nacionais / regionais) OMT – 2002 – levantamento de 104 iniciativas resultados concretos na área ambiental falhas comuns: falta de suporte técnico e pouco investimento em divulgação Busca pelo Alinhamento e Consolidação

11 Brasil e Iniciativas Certificação TS AnoInternacionalBrasil 2001STSC – Sustainable Tourism Stewardship Council Participa através de ONG 2002PCTS – Certificação em Turismo Sustentável 2003Red de las AméricasParticipa através de ONG 2004Norma IH/PCTS; ABETA 2005Blue Flag Brasil 2006PNUMA Força Tarefa TSNBR (base PCTS) 2007 USAID – GSTA - Global Sustainable Tourism Alliance PCTS vira Bem Receber 2008GSTC – Global Sustainable Tourism Criteria Participa e NBR atende 2009GTSC+STSC = TSCPrimeiro Hotel Certificado 2010PNUMA/GPST ISO/TC- 228 Travelife e outros no Brasil BNDES usa NBR

12 Menos Confusão Internacional? Reconhecimento Mundial Facilidade (Custo) de “Usar”

13 Brasil : Construção da NBR ( ) a) Estudando os erros e acertos internacionais b) Participativa e Representativa -Regiões -Setorial -Competências c) Alinhado com sistema oficial brasileiro (Sinmetro) d) Investindo na qualificação e comunicação

14 Conteúdo da Norma NBR ABNT Gestão Política de Sustentabilidade, Atribuir Responsabilidades, Mapear Impactos, PDCA, Transparência 2. Ambiental Preparação Emergências, Áreas Naturais, Construção, Emissões, Efluentes e Resíduos, Insumos e Eficiência 3. Sócio-Cultural Comunidade Local, Trabalho e Renda, Condições de Trabalho, Aspectos Culturais, Saúde e Educação, Populações Tradicionais 4. Econômica Viabilidade Econômica, Qualidade e Satisfação Cliente, Saúde e Segurança

15 Monitorando - Indicadores Ambiental Consumo de Água por Turista/Noite Consumo de Energia por Turista/Noite Geração de Resíduos por Turista/Noite % contribuição receita para projetos ambientais Social % Mão de Obra Local Horas de Treinamento Rotatividade % contribuição receita para projetos sociais Econômica % satisfação cliente índice acidentes taxa de ocupação média taxa de ocupação equilíbrio 1.Poucos e Bons 2. Apóia Gestão 3.Relação Norma

16 PCTS – Só participar já trouxe melhorias Média contribuição Alta contribuição Aumento da satisfação dos clientes 46% 28% Treinamento e qualificação dos funcionários da empresa 45%47% Organização das atividades da empresa 33% 61% Conhecer melhor a legislação aplicável à empresa 35% 55% Melhoria dos resultados operacionais/financeiros da empresa 52% 26%

17 2010 Brasil Status Atual Demanda de Mercado: Tendência internacional mais forte (consumidor/operadoras) Mega-eventos esportivos (destinos) Financiadores Ferramentas Disponíveis Manuais e Cursos Auditores e Consultores Treinados 4 sistemas presentes 6 Hotéis certificados (NBR e Green Globe) Apoio Governamental: Min do Turismo – SEBRAE - BNDES Política Pública Qualificação Certificação Financiamento/Compras Públicas

18 Contexto Internacional Global Partnership for Sustainable Tourism Oferta: Políticas, Destinos, Projetos, Ferramentas Tourism Sustainability Council (TSC) Demanda: Critérios e Processos, Conhecimento, Comunicação Sustainable Investment and Finance in Tourism Network (SIFT). Financiamento e Negócios

19 Considerações Importantes Certificação é um meio para um fim Valor para empreendimentos e investidores Vantagens para o consumidor e intermediários Integrar nas políticas públicas Harmonização conceitual nível global Meios para medir e replicar sucessos Transparência, credibilidade e viabilidade QUALIDADE=DURABILIDADE=SUSTENTABILIDADE BRASIL Já é reconhecido internacionalmente por ter desenvolvido um sistema muito bom


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