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Ruby Viviane Souza (vess). Roteiro  Teoria  Prática  Testes em Ruby  Conclusões  Dúvidas.

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Apresentação em tema: "Ruby Viviane Souza (vess). Roteiro  Teoria  Prática  Testes em Ruby  Conclusões  Dúvidas."— Transcrição da apresentação:

1 Ruby Viviane Souza (vess)

2 Roteiro  Teoria  Prática  Testes em Ruby  Conclusões  Dúvidas

3 Ruby Teoria

4 Introdução  Linguagem de script:  Interpretada;  Orientada a objetos;  Tipagem dinâmica e forte;  Boa API de extensões;  Portável;  Totalmente livre:  Não paga para usá-la;  Liberdade de copiar, modificar e distribuí-la.

5 História  Criada por Matz em 1993, inicialmente popular no Japão;  Busca simplicidade e concisão, para reduzir o tempo dos programadores na frente de um computador;  Agrega as melhores características das outras linguagens (na visão do seu idealizador).

6 Paradigma de Programação  Orientada a objeto:  Tudo é objeto;  Não há tipos primitivos;  Não há operadores  Tudo é método (o que dá grande liberdade de modificação);  Suporte a polimorfismo;  Dinâmica e fortemente tipada;

7 Semelhanças Perl Ortogonalidade SmalTalk Inexistência de tipos primitivos Python Manipulação de exceções

8 Utilização  Administradores de sistemas UNIX  Desenvolvimento de Scripts;  Sketchup – Desenhos em 3D;

9 Utilização  Framework Web – Ruby on Rails:  Responsável por boa parte da divulgação de Ruby entre os programadores;  Extremamente completo;  Arquitetura bem definida e acessível. RubyGems Ferramenta para Gerenciamento de Pacotes e Bibliotecas

10 Sintaxe  Estrutura Léxica - o conjunto de caracteres é baseado em ASCII:  Identificadores;  Comentário;  Documentação embutida;  Palavras chave;  Programa:  É uma seqüência de expressões.

11 Variáveis Globais precedidas por: $ Instâncias Precedidas Locais Pseudo-variáveis nil true False...

12 Estruturas de Controle Condicionais if...elsif...else...end case...when...else...end... Loops while for...

13 Especificação  Documentação de Referência:  Ruby Core Reference;  Ruby Standard Library Reference;  Ruby C API Reference;  Manuais:  Programming Ruby;  Ruby User’s Guide  Tutoriais “Rápidos” :  Try Ruby!  Ruby in Twenty Minutes

14 Implementação  Ruby é implementado em várias plataformas e há 3 formas principais de contato com o programador;  Interpretador Ruby:  Utiliza arquivos na extensão.rb para rodar o programa;  Sintaxe Básica : ruby hello.rb;  Interactive Ruby Shell – IRB:  Interpretador interativo onde o usuário executa o programa linha a linha;  JRuby:  Uma implementação em Java do Interpretador Ruby. Muito usado na comunicação de Ruby com Java;

15 Ambientes de Desenvolvimento  FreeRIDE:  É instalado automaticamente;  Não dá suporte à expressões regulares;  Muito Lento e péssima interface gráfica;

16 Ambientes de Desenvolvimento  Arachno:  É mais rápido, dá suporte à expressões regulares sem precisar instalar plugins;  Permite visualizar o código dos plugins, debbug simultâneo;  Permite visualizar as mensagens da rede;  Permite o uso e a definição de Templates;

17 Ambientes de Desenvolvimento  Eclipse RDT / Aptana:  Traz as facilidades do eclipse;  Muitos programadores já a conhecem;  Tem que configurar(plugins + interpretador);  Checa a sintaxe do código (bastante básico);  Traz assistente de conteúdo para Ruby.

18 Vantagens  Simplicidade e consistência;  Há manipulação de variáveis;  Checa os tipos das variáveis em tempo de execução;  Gerenciamento de memória;  Biblioteca facilmente expansível;  Portável.

19 Desvantagens  Modelo de threading  Pouco eficiente;  Impossibilita múltiplas CPU’s  É lenta:  Toda operação em Ruby é feita por invocação de método;  É interpretada;  Gerenciamento de memória automático.

20 Ruby Prática

21 Configurando o Ambiente Baixar Eclipse disponível em: IDE já configurada por motivos didáticos Baixar Arquivos “*.rb” disponíveis em:

22 Criando um novo Projeto

23 Selecionando um Projeto Ruby

24 Atribuindo nome ao projeto

25 Finalizar Criação do Projeto

26 Criando Arquivos

27 Atribuindo nome ao arquivo IMPORTANTE: Não esquecer de colocar a extensão (.rb) no nome do arquivo

28 Criando Classes Construtor Variável de instância Método Herança Interpolação de expressão/ substituído pelo valor da expressão

29 Criando métodos Método “get” / atributos virtuais Retorna true ou false Modifica valores

30 Exemplos Variados Cópia de variáveis Listas / Arrays Procedimentos

31 Executando *.rb

32 Resultados no Console

33 Ruby Testes

34 Testes Unitários SuiteTest TestCase assert_nil assert_instance_of assert_match assert_same assert_kind_of

35 Criando Arquivo de Teste Semelhante a criação de um arquivo qualquer Inclui a extensão.rb “Importar” arquivo a ser testado require “Arquivo” “Importar” libs de UnitTest Require “test/unit”

36 Classe de Teste Métodos de Teste Destrutor Construtor

37 Resultado do Teste Erro no test_subtrai, analisar e corrigir

38 Ruby Conclusões

39  Como foi visto, Ruby nasceu da idéia de que a linguagem tem que se adaptar ao programador, e não o contrário;  Ruby tem tido grande aceitação em todo o mundo e continua a crescer, está hoje em 10º no ranking TIOBE.  Muito pouco foi mostrado, Ruby tem muito mais recursos.

40 Ruby Dúvidas ???

41 Ruby Obrigada! vess at cin.ufpe.br


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