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© Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher "disease-mongering" e a sexologia Dr. Eliezer Berenstein

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Apresentação em tema: "© Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher "disease-mongering" e a sexologia Dr. Eliezer Berenstein"— Transcrição da apresentação:

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2 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher "disease-mongering" e a sexologia Dr. Eliezer Berenstein  Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos. Eduardo Galeano

3 2 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  O objetivo deste encontro é trazer a conhecimento na comunidade profissional a respeito da nova tendência chamada de disease- mongering

4 3 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Tudo começa, e termina nas pessoas, e pessoas são em parte seus hormônios. Michel Lebouf, PhD  Como "disease-mongering" entende-se algo como "apregoar doenças", aqui traduzido por "fabricação de doenças"  O termo "disease-monger" foi criado em 1992 por Lynn Payer.

5 4 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher A era da feminilidade consciente.  “A mulher de hoje está diante de uma enorme tarefa cultural e social que significa talvez, o começo da nova era”.   Edward Hopper 'Uma mulher ao sol', de 1961 Edward Hopper 'Uma mulher ao sol', de 1961

6 5 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  Estamos vivendo uma aceleração dos fatos jamais vista em outras épocas. O efeito estufa, o neoliberalismo globalizado e excludente, o fim dos recursos naturais, as biotecnologias tão aterrorizantes, as guerras preventivas, tudo isso gerado pela aceleração tecnológica dentro de um mundo cada vez mais competitivo e ainda de preponderancia masculina.

7 6 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  Payer também listou os dez mandamentos para a fabricação bem-sucedida de uma nova doença: 1. Tomar uma função normal e insinuar que há algo de errado com ela e que precisa ser tratada; 2. Encontrar sofrimento onde ele não necessariamente existe; 3. Definir uma parcela tão grande quanto possível da população afetada pela "doença"; 4. Definir a condição como uma moléstia de deficiência ou como um desequilíbrio hormonal; 5. Encontrar os médicos certos; 6. Enquadrar as questões de maneira muito particular; 7. Ser seletivo no uso de estatísticas para exagerar os benefícios do tratamento disponibilizado; 8. Eleger os objetivos errados; 9. Promover a tecnologia como magia sem riscos; 10. Tomar um sintoma comum, que possa significar qualquer coisa, e fazê-lo parecer um sinal de alguma doença séria.

8 7 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Visão do todo Visão específica Visão específica x x “ Na nova visão de mundo, o universo é concebido como uma teia dinâmica de eventos inter- relacionados.”

9 8 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher A saúde não é mais atributo de uma profissão médica hiperespecializada. Ela é, antes de mais nada, uma tomada individual de consciência.

10 9 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher O que vem a ser a Inteligência Humana  Capacidade de resolver situações problemáticas novas, mediante reestruturação dos dados perceptivos (Aurélio, 1999);  A inteligência humana além da integração dos sentidos, apreensão da realidade e capacidade de agir, pode ser definida como atributo mental multifatorial, envolvendo a linguagem, o pensamento, a memória, a consciência, etc.  “Não há nada tão equitativamente distribuído no mundo como a inteligência: todos estão convencidos de que têm o suficiente.”(René Descartes)

11 10 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Neurofinanças As técnicas de “neurofinanças”, estão baseadas no fato de que as mesmas áreas do cérebro que comandam os desejos sexuais e orgasmos, comandam os circuitos neurológicos e psicológicos que são mobilizados na compra de ações ou expectativas de lucros. Daniel Kahneman, Nobel de Economia em 2002 pelo seu trabalho pioneiro quanto ao aspecto comportamental do mundo financeiro, no qual ele combina teoria econômica clássica e estudos de psicologia humana.

12 11 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Pleoaptação  A economia da natureza esta, acima de tudo, em tirar o Maximo proveito do que já existe, um processo chamado pleoaptação, ou seja a adaptação de um órgão ou sistema, a múltiplos usos.(Multifuncionabilidade)  Há no útero do tempo muitos acontecimentos que estão por vir".Shakespeare, Otelo, 1, iii

13 12 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher O dimorfismo cerebral explica porque as mulheres tantas vezes nos surpreendem ao interpretar atitudes e prever intenções alheias. Alem da habilidade demonstrada por elas na execução de tarefas simultâneas como dar banho nos filhos, falar ao telefone, avisar que a campainha está tocando e pedir para desligar o forno, enquanto dez homens na sala, assistindo ao futebol, perdem a concentração quando entra uma mulher para perguntar quem vai encomendar a pizza.

14 13 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher MEU CORPO, UNIVERSO BIOQUIMICO POUCO CONHECIDO  O corpo é animado por uma inteligência criadora, a mesma que suscita e preserva o universo da mais ínfima partícula subatômica à mais gigantesca das inumeráveis galáxias.  O psiquismo e conseqüentemente a carreira profissional feminina não existem independentes desta bioquímica cósmica.

15 14 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Hormônios x Psiquismo Feminino Os hormônios ignoram o que nossas mães nos disseram para fazer. Eles apenas seguem seus próprios imperativos químicos. Aprimoraram seus objetivos ao longo da historia da humanidade, para a perpetuação da vida e hoje interferem em nosso cotidiano sem que deles tenhamos consciência.

16 15 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Inteligência Hormonal Feminina QI A razão e nossas ações podem ser influenciadas por hormônios. QE Emoções agem positiva ou negativamente sobre o equilíbrio hormonal QH O s hormônios sexuais influenciam o estado psíquico e o oposto também parece ser verdadeiro.

17 16 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Impacto dos vários poderes contemporâneos sobre as relações humanas Poder Econômico Religião Educação Mídia Sociedade Poder Hormonal Poder Político

18 17 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 3 BILHÕES DE ANOS ATRÁS...

19 18 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher

20 19 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 

21 20 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  descoberto por Tim White em 1994 na região de Middle Awash na Etiópia

22 21 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher HUMANIDADE e SEUS PONTOS DE MUTACAO  1º - Ponto de mutação há 2 milhões de anos quando os Hominideos separam-se dos primatas Levou 1,5 milhões de anos  2º - Ponto há anos Pedra lascada – caça  3º - Ponto há anos Metais – agricultura – aldeias e estados  4º - Ponto 300 anos Civilização Urbano/Industrial  5º - Ponto –Novo ponto de Aceleração tecnológica e histórica

23 22 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Homens e mulheres: Os desafios na vida profissional  Do capitulo primeiro do gênesis:  Sesteava Adão, sem mais aquelas, Se achega Jeová e Diz-lhe malicioso:  “Dorme,que este é teu ultimo repouso”  E retirou-lhe Eva da costela.  Mario Quintana

24 23 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher A evolução feminina Resultado do processo evolutivo que a seis milhões de anos vem selecionando através do tempo, as características adaptativas positivas do ser humano e eliminando as características negativas, que vão se perdendo a partir de sua inutilidade.

25 24 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Disfunção sexual feminina + Viagra (sildenafil) Por volta de 1997, a febre do Viagra ameaçou contaminar também a sexualidade das parceiras, e urologistas começaram a falar numa nova doença, a "impotência" (disfunção sexual) feminina, também chamada de transtorno de excitação sexual feminino. Em 2004, segundo Leonore Tiefer, da Universidade de Nova York, fracassou de vez a busca da Pfizer para ver o Viagra aprovado para resolver o novo problema das mulheres, também, porque os testes clínicos com doença e remédio inovadores deram resultados inconsistentes sobre a eficácia do segundo em tratar a primeira. Apesar disso, médicos americanos continuam a prescrever Viagra para mulheres. SIM ?

26 25 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Transar de frente s hormônios e os neurotransmissores adaptaram-se ao amor romântico ocidental. Os hormônios e os neurotransmissores adaptaram-se ao amor romântico ocidental.

27 26 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher A Vida Menstrual Nos Séculos Passados No Século XXI MENSTRUAÇÃO, GRAVIDEZ, AMAMENTAÇÃO anos MENARCA 33 MENARCA MENOPAUSA

28 27 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Tendência passiva, receptora, retentora, cooperadora e coletora Tendência... Ciclo Menstrual e Sexualidade ANDRÓGENOSPROGESTÁGENOS CICLO MENSTRUAL Tendência psico- ativa-extrovertida competitiva e caçadora ESTRÓGENOS

29 28 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Estrógenos  Antidepressivos e anorexígenos  Melhoram a cognição (QI), o humor(QE), o desempenho, a reação e a vigilância(QI)  São inibidores de MAO (antidepressivo suave)  Não agem sobre o desejo e sim sobre a receptividade, feminilidade, tônus genital, pele, liberação de ferormônios)  Criam o cenário, melhoram o desempenho, e promovem a freqüência sexual

30 29 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Andrógenos  São proceptivos, aumentam o impulso sexual agressivo em homens e mulheres.  Aumentam os pensamentos e fantasias sexuais, a resposta a novidades, inspira romances fortuitos e casos amorosos  Aumentam a auto-estima e a autoconfiança  Aumentam como reação à vitória, a posição social e a hierarquia social  Podem desfechar ou contribuir para o comportamento psicótico  Apresentam níveis mais elevados que o normal em profissionais do sexo feminino

31 30 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Progestágenos  Reduzem os ferormônios  Tornam as mulheres irritáveis em relação aos homens e agressivas para a proteção da prole  Sedativos em pequenas doses; anestésicos em doses elevadas  Aumentam os níveis cerebrais de opióides  Embotam a percepção  Promovem o senso de proteção e a agressão defensiva

32 31 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Feminilidade  Conjunto de convenções que cada sociedade mantém como tipificadores do feminino, as vezes tomando como referencia as convenções masculinas

33 32 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Os hormônios construíram a humanidade, seriam eles agora agentes modificadores do status social ?

34 33 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 5 BILHÕES E 400 MILHÕES DE HABITANTES 80% VIVEM NO TERCEIRO MUNDO 1 BILHÃO E 156 MILHÕES VIVEM EM POBREZA ABSOLUTA RELAÇÕES RELAÇÕES SEXUAIS / DIA SEXUAIS / DIA GESTAÇÕES / DIA 150 MIL ABORTOS 910 MIL NASCIMENTOS POR DIA NASCEM 2 CRIANÇAS POR SEGUNDO

35 34 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Hormônios x Psiquismo Feminino Muitas vezes nossos problemas mais íntimos são ligados aos hormônios, aos quais obedecemos sem o conhecimento de suas influencias. Os hormônios ignoram o que nossas mães nos disseram para fazer. Eles apenas seguem seus próprios imperativos químicos. Aprimoraram seus objetivos ao longo da historia da humanidade, para a perpetuação da vida e hoje interferem em nosso cotidiano sem que deles tenhamos consciencia.

36 35 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher

37 36 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher A profissional e a cliente mulher  Profissionais e clientes aparentemente saudáveis fisicamente, podem estar acometidas por estas doenças, em permanente e silencioso sofrimento, com serias influencias sobre todos processos e relacionamentos.

38 37 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher FNUAP começa o seu relatório oficial de 2001, o primeiro deste milênio  : “A raça humana vem saqueando a Terra de forma insustentável. Dar às mulheres maior decisão sobre o seu futuro é o que ainda pode salvar o planeta da destruição”.

39 38 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Mudanças Sociais Femininas  Quebra de estereótipos – domínio da fecundidade, do aborto, voto,do poder econômico e direitos universais  Ganha três novas doenças:Endometriose,Tensão Pré Menstrual e o climatério descompensado  Passa das lutas feministas para feminismo  Do gineco-centrismo medico para a feminologia  Do doméstico para o ecológico.

40 39 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  "Alguns já disseram que o corpo não mente. Mais que isso, ele conta muitas histórias e em cada uma delas há um sentido a descobrir. Como o significado dos acontecimentos, das doenças ou do prazer que anima algumas de suas partes. O corpo é nossa memória mais arcaica. Nele nada é esquecido. (...) Como faziam os terapeutas de Alexandria, que cuidavam do corpo, do psiquismo e também do ser espiritual (...) [devemos] entrar em relação íntima com estas partes de nós mesmo, com cada um de nossos membros, observando como acolhem o Sopro da Vida." Jean-Yves Leloup  Há no útero do tempo muitos acontecimentos que estão por vir".Shakespeare, Otelo, 1, iii

41 40 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  Assim que um homem chega perto de uma mulher de seu interesse, uma carga de testosterona é liberada.  Em uma pesquisa feita de uma forma muito interessante, universitários foram recrutados para que fossem ao laboratório e medissem os elementos químicos de suas salivas.  Quando os estudantes chegavam para coletar a saliva, eram recebidos por uma jovem cientista.  Só isso já era o suficiente para que os níveis de testosterona aumentassem em até 30% a mais do que o normal.  Aqueles jovens que se sentiram mais atraídos, foram os que liberaram mais o hormônio masculino.  A jovem também conseguiu apontar o mais interessado. Depois dos resultados, os cientistas viram que esse voluntário foi o que teve um salto hormonal maior. O que corrobora a tese.  Para confirmar de vez que a libido masculina é relacionada com a testosterona, outro grupo de estudantes fez o mesmo teste, só que foram recebidos por um grandalhão. Nesse caso, nenhum deles liberou testosterona.  A liberação de testosterona nos animais dispara um comportamento agressivo ou galanteador, no homem o impele aos lucros.  O estudo publicado na revista Evolution and Human Behavior.

42 41 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Dinheiro e Inteligencia Hormonal  Tradição Romântica pregava o amor “verdadeiro e único”  Despreza e desafia o dinheiro como vil manifestação das coisas terrenas  Realidade  Dinheiro como forma de poder pessoal  Exerce efetiva atração em ambos os generos

43 42 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher CADÊ O DEFEITO?  Com 1,74 metro de altura e 55 quilos, a modelo Ana Carolina Gequelin sempre enxerga um problema. "Vivo vendo uma gordurinha na barriga ou na coxa", Universidade Harvard e da London School of Economics, duas prestigiadas instituições acadêmicas daquela época, dava conta de que 87% das mulheres se sentiam acima do peso.

44 43 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Muitas vezes nossos problemas mais íntimos são ligados aos hormônios, aos quais obedecemos sem o conhecimento de suas influencias.

45 44 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Moléstias Peri-Menstruais  Conjunto de sofrimentos atrelados ao ciclo hormonal feminino com Implicações negativas sobre a performance ocupacional, relacionamentos e emoções  Ocorrência de várias síndromes individual ou simultaneamente.

46 45 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Síndrome Inter-Menstrual (SIM)  Conjunto de sintomas físicos, psicológicos e comportamentais que ocorrem durante o ciclo (período compreendido entre o 12º e 16º dia do ciclo menstrual)  Na sua plenitude, pode:  Limitar o desempenho pessoal da paciente  Diminuir a sua qualidade de vida  Comprometer seu desempenho profissional

47 46 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Disforia Lútea Tardia  Severa forma de SPM  Ocorre no período de 10 dias que antecedem o fluxo menstrual (fase lútea)  Debilita a paciente emocional e socialmente, alterando sua personalidade  Pode interferir gravemente em suas relações profissionais  Pode ser motivo para internação ou mesmo exclusão da sociedade

48 47 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Exacerbação pré-menstrual de patologia já existente  Agravamento temporário de patologia pré-existente  Exacerbação cíclica e temporária, durante o pré-mênstruo, de doença da qual a paciente já estava acometida

49 48 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Depressão Pós-Parto  Quadro agudo de depressão sem causa justificável, no período que sucede o parto

50 49 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Síndrome da Fadiga Crônica Feminina  Geralmente é o resultado de anos de MPM sem tratamento adequado  Sua sintomatologia vaga cria perambulações frustrantes  Fadiga e fraqueza  Cefaléia  Linfoadenopatia dolorosa  Dores musculares e articulares  Falta de concentração  Alibidinia

51 50 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Depressão Climatérica  Quadro progressivo de depressão sem causa justificável  Ocorre durante o climatério, período que antecede a menopausa

52 51 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  O reconhecimento de maneiras específicas ao gênero de pensar e sentir, tornadas ainda mais críveis dadas essas diferenças bem estabelecidas, poderia ser benéfico para a melhora de relações interpessoais.  Não porque os homens desistiram das guerras. Mas sim porque as mulheres não desistiram do sonho de um mundo melhor.

53 52 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher O sexo contextualizado O Todo que compõe o teu íntimo reage ao Todo que falta em você e ao Todo que está fora de nós. “O que me preocupa, não é como as coisas são, mas como as pessoas pensam que elas são.” Epictetus

54 53 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Revolução Hormonal A modificação na bioquímica humana que vem ocorrendo com o advento da modernidade levou  antecipação da menarca  Prole de 2 dois filhos  aparecimento da menopausa prolongada e sexualizada  Assim, esses processos sociais interferem no mais íntimo comportamento e compõe o elo entre corpo-mente-sociedade–ambiente.  Elo tradicionalmente misterioso, negado pela antiga medicina cartesiana

55 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher As Moléstias Peri Menstruais e a saúde ocupacional feminina Eliezer Berenstein "Vivemos num mundo cheio de miséria e ignorância. O dever evidente de cada um de nós é tentar tornar o pequeno canto em que vive em algo um pouco menos miserável e menos atrasado do que antes de sua chegada.“ Aldous Huxley

56 55 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 1. Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.

57 56 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 2. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.

58 57 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 3. Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.

59 58 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 4. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.

60 59 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 5. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho.

61 60 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 6. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.

62 61 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 7. Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo.

63 62 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 8. A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.

64 63 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 9. A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.

65 64 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher 10. A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.

66 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Obrigado! Dr. Eliezer Berenstein

67 66 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Obrigado!!!!!!

68 67 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher MECANISMOS DE AÇÃO HORMONAL Hormônios proteicos e hormônios esteróides

69 68 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  Enquanto as áreas cerebrais controladoras da linguagem masculina estão limitadas ao hemisfério cerebral esquerdo, a mulher utiliza os dois hemisférios ao falar. Graças a essa versatilidade, as meninas começam a falar mais cedo (e, segundo os maledicentes, não param mais) e se saem melhor nas atividades escolares que privilegiam a linguagem.

70 69 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  Biologicamente diferente do homem, a mulher ovula, menstrua, dá à luz, amamenta e entra na menopausa. Durante muito tempo ela foi vista somente como um ser reprodutor, merecendo atenção apenas na gravidez.  Além dos aspectos biológicos, é imprescindível entendê-la sob a ótica da sua história cultural, social e econômica e de seu espaço de atuação na vida privada e pública. Apesar do progresso técnico-científico, vivemos ainda num contexto de desigualdades, marcado por uma herança patriarcal de discriminação baseada fundamentalmente na subordinação feminina.

71 70 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher A Inteligência Hormonal Feminina e as bases químicas da nova era.  O controle do humor e dos comportamentos humanos envolvem diversos sistemas de hormônios sexuais e sistêmicos, neurotransmissores como a serotonina, dopamina, noradrenalina e neuropeptídeos.  E há muitas formas de entrarmos em contato com o a inteligência hormonal que abrigamos. Trata-se de um caminho no qual quanto mais avançamos, mais nos tornamos capazes de alcançar graus cada vez mais altos de desenvolvimento.

72 71 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Situações que favorecem a depressão feminina mudança da menor necessidade de cuidados dos filhos (síndrome do ninho vazio)  frustração pela incapacidade de ter criado filhos independentes (síndrome do ninho cheio),  a revisão do relacionamento conjugal frente às novas situações domésticas  as mulheres, de maneira geral, tem momentos de maior receptividade, expansividade, disponibilidade e desejo sexual em períodos específicos do mês, claramente associados com as fases do ciclo menstrual o envelhecimento

73 72 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Situações que favorecem a depressão feminina mudança da menor necessidade de cuidados dos filhos (síndrome do ninho vazio)  a revisão do relacionamento conjugal frente às novas situações domésticas  o envelhecimento

74 73 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher  frustração pela incapacidade de ter criado filhos independentes (síndrome do ninho cheio) Situações que favorecem a depressão feminina

75 74 © Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher Enquanto o "humor masculino" varia:  De acordo com a curva do saldo da conta bancária  De acordo com a privação sexual, imposta muitas vezes pela parceira como forma de chamar a atenção a outros valores.


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