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Carlos Alberto Pereira CFP-101 1 Programação e Operação em Torno CNC – Ergomat com comando Fanuc 0i-TB Treinamento para Docentes.

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1 Carlos Alberto Pereira CFP Programação e Operação em Torno CNC – Ergomat com comando Fanuc 0i-TB Treinamento para Docentes

2 Carlos Alberto Pereira CFP Conteúdo do Treinamento Normas para programação Sistema de referência e fixação de ferramentas Sistema de coordenadas absolutas e incremental Funções prepararatórias de deslocamento Funções auxiliares miscelâneas Controle linear e circular de deslocamento Introdução à programação Elaboração de programas Simulador EMCO WINNC32 GE Fanuc series 21T Compensação do raio de corte Ciclos automáticos de usinagem Preparação e operação do Torno TND-180 da Ergomat Transmissão de programas via Ethernet Usinagem de peça sugerida

3 Carlos Alberto Pereira CFP-1013

4 4 Revolver com 12 posições para ferramentas

5 Carlos Alberto Pereira CFP ATC – para cálculo automático de ferramentas (pre-set)

6 Carlos Alberto Pereira CFP Conceitos básicos Norma ISO 6983 A Norma ISO 6983 descreve o formato das instruções do programa para máquinas de Controle Numérico. Trata-se de um formato geral de programação e não um formato para um tipo de máquina específica. A flexibilidade desta norma não garante intercambiabilidade de programas entre máquinas. Os objetivos desta norma são : unificar os formatos-padrões anteriores numa Norma Internacional para sistemas de controle de posicionamento, movimento linear e contorneamento; introduzir um formato-padrão para novas funções, não descritas nas normas anteriores; reduzir a diferença de programação entre diferentes máquinas ou unidades de controle, uniformizando técnicas de programação; desenvolver uma linha de ação que facilite a intercambiabilidade de programas entre máquinas de controle numérico de mesma classificação, por tipo, processo, função, tamanho e precisão;

7 Carlos Alberto Pereira CFP Conceitos básicos (Norma DIN-66217) Este sistema garante que a ferramenta pode ser comandada exatamente através dos percursos que realize, porque os pontos na área de trabalho da máquina estão definidos. Podemos definir pontos através de um sistema de coordenadas Nas máquinas ferramenta, o sistema de coordenadas determinadas pela regra da mão direita, pode variar de posição em função do tipo de máquina, mas sempre seguirá a regra da mão direta, onde os dedos apontam o sentido positivo dos eixos imaginários; e o eixo “Z” será coincidente ou paralelo ao eixo árvore principal. ( ISO 841 ) A nomenclatura dos eixos e movimentos está definida na norma internacional ( ISO 841 ) (Numerical control of machines) e é aplicável a todo tipo de máquina-ferramenta. Os eixos rotativos são designados com as letras A, B e C; os eixos principais de avanço com as letras X, Y e Z.

8 Carlos Alberto Pereira CFP Regra da Mão Direita (conforme DIN-66217) Sistema Principal

9 Carlos Alberto Pereira CFP Fresadoras e Centros de Usinagem Eixo árvore na VerticalEixo árvore na Horizontal

10 Carlos Alberto Pereira CFP Eixos Rotativos “eixo A” - rotação em torno do eixo X “eixo B” - rotação em torno do eixo Y “eixo C” - rotação em torno do eixo Z

11 Carlos Alberto Pereira CFP Sistema Secundário Em máquinas com acionamento duplo, por exemplo, duas torres, é necessário diferenciar para o comando, qual o revólver-ferramenta que será movimentado. Para este fim, usa-se um sistema de eixos, igual ao sistema principal, mas que recebe outras letras para a designação dos seus eixos, que são U, V e W, sendo: Eixo U paralelo ao eixo X do sistema principal Eixo V paralelo ao eixo Y Eixo W paralelo ao eixo Z.

12 Carlos Alberto Pereira CFP Eixos auxiliares de programação Usados por exemplo, para localizar o centro dos raios de curvatura quando se usinam segmentos de arco (trechos curvilíneos do contorno das peças em usinagem), sendo estes eixos designados pelas letras I, J e K. Eixo I é paralelo ao eixo X. Eixo J relaciona-se aos movimentos executados em paralelo ao eixo Y. Eixo K representa os deslocamentos paralelos ao eixo Z.

13 Carlos Alberto Pereira CFP Tornos CNC Simertia Inferior Simertia Superior

14 Carlos Alberto Pereira CFP Pontos de referência  Ponto Zero da Máquina : M  Ponto de Referência: R  Ponto Zero da Peça: W

15 Carlos Alberto Pereira CFP Pontos zeros e de referências

16 Carlos Alberto Pereira CFP Ponto zero peça

17 Carlos Alberto Pereira CFP Coordenadas absolutas com o ponto zero no encosto das castanhas e torre traseira Coordenadas Absolutas PontosXZ P1060 P22060 P32040 P440 P54020 P66020 P7600

18 Carlos Alberto Pereira CFP Coordenadas absolutas com o ponto zero na face da peça e torre traseira Coordenadas Absolutas PontosXZ P100 P2200 P P P P P760-60

19 Carlos Alberto Pereira CFP Coordenadas incrementais com o ponto zero no encosto das castanhas e torre traseira Coordenadas Incrementais PontosXZ P1060 P2200 P30-20 P4200 P50-20 P6200 P70-20

20 Carlos Alberto Pereira CFP Exercício de coordenadas absolutas Coordenadas Absolutas PontosXZ P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10

21 Carlos Alberto Pereira CFP Exercício de coordenadas incrementais Coordenadas incrementais PontosXZ P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10

22 Carlos Alberto Pereira CFP Listas das funções preparatórias de deslocamento G00Interpolação linear com avanço rápido G01Interpolação linear com avanço programado G02Interpolação circular sentido horário G03Interpolação circular sentido anti-horário G04Tempo de permanência com endereço X G28Deslocamento em relação ao ponto de referência da máquina G33Ciclo básico de roscamento G40Desativa a compensação do raio de corte G41Ativa a compensação do raio de corte à esquerda G42Ativa a compensação do raio de corte à direita G53Deslocamento a partir do ponto zero máquina G54Ativa o primeiro deslocamento de ponto zero G55Ativa o segundo deslocamento de ponto zero G56Ativa o terceiro deslocamento de ponto zero G57Ativa o quarto deslocamento de ponto zero

23 Carlos Alberto Pereira CFP G58Ativa o quinto deslocamento de ponto zero G59Ativa o sexto deslocamento de ponto zero G65Chamada de sub-programa (macro) G70Ciclo de acabamento G71Ciclo de desbaste longitudinal G72Ciclo de desbaste transversal G76Ciclo de abertura de roscas G80Cancela ciclo de furação G83Ciclo de furação profunda G84Ciclo de rosca com macho rígido G90Coordenadas em valores absolutos G91Coordenadas em valores incrementais G92 Limitação de rotação do fuso G94Define o avanço em mm/min G95Define o avanço em mm/rotação G96Define o valor de giro em velocidade de corte constante G97Define o valor de giro em rotações por minuto

24 Carlos Alberto Pereira CFP Listas das funções miscelâneas M00Interrompe a execução do programa e desliga a placa M01Parada opcional do programa M03Liga o eixo árvore no sentido horário M04Liga o eixo árvore no sentido anti-horário M05Desliga o eixo árvore M07Liga o óleo refrigerante M09Desliga o óleo refrigerante M10Fechar placa M11Abrir placa M28Avançar mangote M29Recuar mangote M30Fim de Programa M98Chamada de sub-rotina ou sub-programa M99Fim de sub-rotina ou sub-programa M129Ativar rosca rígida M901Ativar modo de tombar o revolver com as setas direcionais

25 Carlos Alberto Pereira CFP Funções auxiliares para programação Função O Número de programa ou sub-programa, composto por até 4 digitos, podendo variar de 0001 até Ex.: O1965 – Programa número 1965 Função N Número da sentença, do bloco ou da linha. Exemplo: N50 – Sentença número 50 Função T Selecionar as ferramentas no revólver informando à máquina o seu zeramento (PRE- SET), raio do inserto, sentido de corte e corretores. Exemplo : T01 01 Função S S – Speed – RPM ou VCC dependendo da função G92, G96 ou G97

26 Carlos Alberto Pereira CFP Função F F – Feed – Avanço Exemplo : F0.2 Avanço de 0,2 mm por rotação Função / / – Utilizamos a função ( / ) barra quando for necessário inibir a execução de blocos no programa, sem alterar a programação, somado a acionar o botão que ativa este comando. exemplo : / N35 Função ; ; - Função EOB (End of Block) é utilizada no final de cada bloco ou sentença com o intuito de finaliza-la para que outra possa ser aberta. Exemplo : N50 X100 Z50 ; Função ( ) ( ) – Os caracteres parênteses permitem a inserção de comentários. Exemplo : O1965 ( PEÇA PROVA) ;

27 Carlos Alberto Pereira CFP Exemplo de programação utilizando interpolações Lineares Coordenadas Absolutas PontosXZ P P203 P300 P4300 P P P753-40

28 Carlos Alberto Pereira CFP Estrutura do Programa CNC O0001 (EXEMPLO-01); N05 G53 G00 X240 Z300 T00; N10 G54; N15 T0101 (ACAB. EXT.); N20 G96 S400 M4; N25 G92 S5000; N30 G00 X0 Z3 M07; N35 G01 X0 Z0 F0.3; N40 G01 X30 Z0 F0.3; N45 G01 X30 Z-30 F0.3; N50 G01 X50 Z-40 F0.3; N55 G01 X53 Z-40 F0.3; N60 G53 G00 X240 Z300 T00 M09; N65 M30;

29 Carlos Alberto Pereira CFP Estrutura do Programa CNC otimizado O0001 (EXEMPLO-01); N05 G53 G00 X240 Z300 T00; N10 G54; N15 T0101 (ACAB. EXT.); N20 G96 S400 M4; N25 G92 S5000; N30 G00 X0 Z3 M07; N35 G01 Z0 F0.3; N40 X30; N45 Z-30; N50 X50 Z-40; N55 X53; N60 G53 G00 X240 Z300 T00 M09; N65 M30;

30 Carlos Alberto Pereira CFP Sistemas de interpolações circulares Função G02 - Interpolação circular (raio) – Sentido HORÁRIO Função G03 - Interpolação circular (raio) – Sentido ANTI-HORÁRIO Sintaxe Comando Fanuc 0i-TB: N100 G02 / G03 X_ _ _ Z_ _ _ R_ _ _ F_ _ _ ; ou N100 G02 / G03 X_ _ _ Z_ _ _ I_ _ _ K_ _ _ F_ _ _ ; onde: X = posição final do arco Z = posição final do arco R = valor do raio I = coordenada do centro do arco K = coordenada do centro do arco F = avanço de trabalho (opcional)

31 Carlos Alberto Pereira CFP

32 Carlos Alberto Pereira CFP Exemplo de programação utilizando interpolações Circulares Coordenadas Absolutas PontosXZIK P P203 P300 P4100 P P P P853-40

33 Carlos Alberto Pereira CFP Estrutura do Programa CNC O0002 (EXEMPLO-02); N05 G53 G00 X240 Z300 T00; N10 G54; N15 T0101 (ACAB. EXT.); N20 G96 S400 M4; N25 G92 S5000; N30 G00 X0 Z3 M07; N35 G01 Z0 F0.3; N40 G01 X10; N45 G02 X30 Z-10 I10 K0; ou N45 G02 X30 Z-10 R10; N50 G01 Z-30; N55 G03 X50 Z-40 I0 K-10; ou N55 G03 X50 Z-40 R10; N60 G01 X53; N65 G53 G00 X240 Z300 T00 M09; N70 M30;

34 Carlos Alberto Pereira CFP Simulador EMCO-WINNC32 GE Fanuc series 21 T

35 Carlos Alberto Pereira CFP

36 Carlos Alberto Pereira CFP Clicar com o botão direito do mouse

37 Carlos Alberto Pereira CFP Cilcar em REF

38 Carlos Alberto Pereira CFP Desabilitar a tecla NUM LOCK e apertar a tecla de número 5 para Referenciar a máquina

39 Carlos Alberto Pereira CFP Compensação do raio de corte da ponta da ferramenta

40 Carlos Alberto Pereira CFP Compensação do raio de corte da ponta da ferramenta Função G40 - Cancela compensação do raio da ponta da ferramenta Função G41 - Compensação do raio da ponta da ferramenta à esquerda Função G42 - Compensação do raio da ponta da ferramenta à direita

41 Carlos Alberto Pereira CFP Ponta da ferramenta Simetria superior

42 Carlos Alberto Pereira CFP Exemplo de programação com compensação de raio de corte da ponta da ferramenta O0003 (EXEMPLO-03); N05 G53 G00 X240 Z300 T00; N10 G54; N15 T0202 (ACAB. EXT.); N20 G96 S400 M4; N25 G92 S5000; N30 G00 X0 Z3 M07; N35 G42 G01 Z0 F0.2; N40 G01 X20; N45 G03 X30 Z-5 I0 K-5; ou R5 N50 G01 Z-30; N55 G01 X50 Z-40; N60 G40 G01 X53; N65 G53 G00 X240 Z300 T00 M09; N70 M30;

43 Carlos Alberto Pereira CFP Ciclos de desbaste longitudinal comando Fanuc 0i-TB Função G71 Aplicação: Ciclo automático de desbaste longitudinal. A função G71 deve ser programada em dois blocos subseqüentes, visto que os valores relativos a profundidade de corte e sobremetal para acabamento nos eixos transversal e longitudinal são informados pela função “U” e “W”, respectivamente. A função G71 no primeiro bloco requer: N100 G71 U_ _ _ R_ _ _ ; onde: U = valor da profundidade de corte durante o ciclo (raio) R = valor do afastamento no eixo transversal para retorno ao Z inicial (raio) A função G71 no segundo bloco requer: N105 G71 P_ _ _ Q_ _ _ U_ _ _ W_ _ _ F_ _ _; onde: P = número do bloco que define o início do perfil Q = número do bloco que define o final do perfil U = sobremetal para acabamento no eixo “X” (positivo para externo e negativo para o interno/ diâmetro) W = sobremetal para acabamento no eixo “Z” (positivo para sobremetal à direita e negativo para usinagem esquerda) F = avanço de trabalho

44 Carlos Alberto Pereira CFP Ciclo de acabamento Função G70 Aplicação: Ciclo de acabamento. Este ciclo é utilizado após a aplicação dos ciclos de desbaste o G71, G72 e G73 para dar o acabamento final da peça sem que o programador necessite repetir toda a sequencia do perfil a ser executado. A função G70 requer: G70 P_ _ _ Q_ _ _ ; onde: P = número do bloco que define o início do perfil Q = número do bloco que define o final do perfil NOTAS: Após a execução do ciclo, a ferramenta retorna automaticamente ao ponto posicionado.

45 Carlos Alberto Pereira CFP Exemplo de programação utilizando G70 e G71 usinagem externa O0004 (EXEMPLO-04); N05 G53 G00 X240 Z300 T00; N10 G54; N15 T0101 (DESBASTE EXTERNO); N20 G96 S400 M4; N25 G92 S5000; N30 G00 X63 Z0 M07; N35 G01 X-1.5 F0.25; N40 G00 X63 Z3; N45 G71 U2 R1; N50 G71 P55 Q105 U0.5 W0.2 F0.25; N55 G00 X15 Z3 (INICIO DO PERFIL); N60 G01 Z0; N65 X20 Z-2.5; N70 Z-29; N75 G02 X26 Z-32 I3 K0; N80 G01 X34; N85 X40 Z-35; N90 Z-53; N95 G02 X50 Z-58 I5 K0; N100 G01 X54; N105 X60 Z-61 (TERMINO DO PERFIL); N110 G53 G00 X240 Z300 T00; N115 T0202 (ACAB. EXTERNO); N120 G96 S500 M04; N125 G92 S5000; N130 G42; N135 G70 P55 Q105 F0.18; N140 G40; N145 G53 G00 X240 Z300 T00 M09; N150 M30;

46 Carlos Alberto Pereira CFP Ciclos automático de roscamento G76 Esta função permite abrir roscas externas e internas, paralelas ou cônicas N100 G76 P (m) (r) (a) Q.. R.. ; N105 G76 X... Z... P... Q... R... F... ; Onde: N100 G76 P (m) (r) (a) Q.. R.. ; G76 = Chamada do ciclo P(m) (r) (a) (m) = número de repetições do último passe (r) = comprimento da saída angular da rosca [(r: passo) x 10] uma vez o passo da rosca ex.: [(1.5 : 1.5) x 10 = 10] (a) = Penetração pelo flanco ou radial Q = mínima profundidade de corte R = Sobre metal para acabamento no fundo do filete N105 G76 X... Z... P... Q... R... F... ; X = Diâmetro final da rosca (X = Ø externo – H) H= (0.65 x passo) x 2 Z = Ponto final da rosca P = Altura do filete da rosca (raio sem ponto decimal) (0.65 x passo) x 1000 Q = Profundidade de 1ª passada (Q = 0.65 x passo) / pela raiz quadrada do nº de passadas * (vezes 1000) F = Passo da rosca

47 Carlos Alberto Pereira CFP Exemplo de programação com Ciclo automático de roscamento G76 Operação: Executar a rosca M30 x 2,5 utilizando 11 passadas e RPM = 1000 O0007 (EXEMPLO-07); N05 G53 G00 X240 Z300 T00; N10 G54; N15 T0404 (ROSCA EXTERNA); N20 G97 S1000 M3; N25 G00 X35 Z7.5 M07; N30 G76 P Q100 R0.05; N35 G76 X26.75 Z-26 P1625 Q489 F2.5; N40 G53 G00 X240 Z300 T00 M09; N45 M30;

48 Carlos Alberto Pereira CFP Exemplo de programação com Ciclo automático de roscamento G76 Operação: Executar a rosca M30 x 2,5 (2 Entradas) utilizando 11 passadas e RPM = 500 O0008 (EXEMPLO-08 DUAS ENTRADAS); N05 G53 G00 X240 Z300 T00; N10 G54; N15 T0404 (ROSCA EXTERNA); N20 G97 S500 M3; N25 G00 X35 Z7.5 M07; N30 G76 P Q100 R0.05; N35 G76 X26.75 Z-26 P1625 Q489 F5; N40 G00 X35 Z10; N45 G76 P Q100 R0.05; N50 G76 X26.75 Z-26 P1625 Q489 F5; N55 G53 G00 X240 Z300 T00 M09; N60 M30;

49 Carlos Alberto Pereira CFP Ciclo de furação profunda G83 N100 G83 Z... R... Q... P... F...; Onde: G83 = Chamada do ciclo Z = Profundidade final de furação R = Distância do posicionamento Inicial (antes do ciclo) até o Início do furo Q = Profundidade de corte para cada avanço de corte (em microns) P = Tempo de espera na base do furo F = Avanço de corte

50 Carlos Alberto Pereira CFP Exemplo de programação com Ciclo furação simples G81 e profunda G83 Ferramentas : Broca de centro Ø3 x 8 mmVC = 20 m/minAv = 0,08 mm/rpm Broca Ø 20mmVC = 20 m/minAv = 0.1 mm/rpm O0009 (EXEMPLO-09); N05 G53 G00 X240 Z300 T00; N10 G54; N15 T0505 (BROCA DE CENTRO); N20 G97 S1270 M3; N25 G00 X0 Z5 M07; N30 G81 Z-7 R-3 F0.08; N35 G53 G00 X240 Z300 T00 M09; N40 T0606 (BROCA DIAM=20MM); N45 G97 S318 M3; N50 G00 X0 Z5 M07; N55 G83 Z-50 R-3 Q15000 F0.1; N60 G53 G00 X240 Z300 T00 M09; N65 M30;

51 Carlos Alberto Pereira CFP Elaborar exercício proposto para usinar e Bom Divertimento!!!


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