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O impacto da agricultura no meio ambiente: exemplo da bacia hidrográfica dos Rios Mogi-Guaçú e Pardo Junho, 2007 Feni Agostinho*; Luis Alberto Ambrósio**;

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Apresentação em tema: "O impacto da agricultura no meio ambiente: exemplo da bacia hidrográfica dos Rios Mogi-Guaçú e Pardo Junho, 2007 Feni Agostinho*; Luis Alberto Ambrósio**;"— Transcrição da apresentação:

1 O impacto da agricultura no meio ambiente: exemplo da bacia hidrográfica dos Rios Mogi-Guaçú e Pardo Junho, 2007 Feni Agostinho*; Luis Alberto Ambrósio**; Enrique Ortega* *FEA – UNICAMP; **IAC

2 Introdução e Justificativa  Desenvolvimento sustentável: “é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades atuais sem comprometer a habilidade das futuras gerações em satisfazer suas necessidades” (Relatório Brundtland, 1987); Meio Ambiente EconomiaSociedade

3 Introdução e Justificativa  A agricultura não produz somente alimentos e energia, ela também produz externalidades negativas e serviços ambientais; Externalidades negativas* Reino Unido milhões USD EUA** Alemanha** milhões USD Água Ar Solo Não avaliado Biodiversidade e paisagem Saúde humana Total milhões USD: Total USD/ha: * Pretty et al. (2001); ** Dados preliminares

4 Source: Millennium Ecosystem Assessment Serviços ambientais Serviços ambientais

5 Bioma Valor em USD/ha* 1. Marinho Oceano aberto Costa Terrestre Floresta Área de pastagem Brejos Lagos e rios Desertos Tundra Gelo e Rocha Culturas agrícolas Áreas urbanas - Serviços ambientais Serviços ambientais * Costanza et al. (1997)

6 Informação Informação Ortega (2007) – What is Info? The role of information in agricultural systems

7 Análise emergética 1.transformidade  Tr = Y/Ep 1.transformidade …………………………………………………..……. Tr = Y/Ep 2.renovabilidade  %R = R/Y 2.renovabilidade …………………………………….……………….…… %R = R/Y 3.razão de rendimento emergético  EYR = Y/F 3.razão de rendimento emergético ……………………….... EYR = Y/F 4.razão de investimento emergético  EIR = F/I 4.razão de investimento emergético …………………….... EIR = F/I 5.razão de carga ambiental  ELR = N/R 5.razão de carga ambiental ……………………………………….. ELR = N/R 6.índice de sustentabilidade emergética  SI = EYR/ELR 6.índice de sustentabilidade emergética ………………... SI = EYR/ELR

8 Estudo de Caso: Diagnóstico ambiental da produção agrícola na bacia dos rios Mogi- Guaçú e Pardo

9 Área de estudo Mogi-Guaçú e Pardo ,04 ha

10 Uso da terra Área (ha) Percentual (%) Cana-de-açúcar ,7651,5 Cafeicultura22.588,200,7 Cultura anual ,362,6 Cultura anual-irrigação (pivô) ,871,1 Fruticultura ,757,5 Pastagem ,7212,4 Silvicultura ,433,5 Seringueira3.401,430,1 Floresta e vegetação ripária ,5514,7 Cerrado62.778,072,0 Área de mineração 655,760,0 Áreas urbanas ,062,4 Corpos d’água ,101,6 Outros4.481,990,1 Total ,04100,0 * Projeto ECOAGRI (2007)

11 Uso da terra (1962) * Projeto ECOAGRI (2007)

12 Uso da terra (1988) * Projeto ECOAGRI (2007)

13 Uso da terra (2002) * Projeto ECOAGRI (2007)

14 Vegetação Natural (2002) 17% da área total Floresta Floresta Vegetação Ripária Vegetação Ripária Cerrado Cerrado

15 Cana-de-Açúcar (2002) 51% da área total Cana-de-açúcar Cana-de-açúcar

16 Performance Emergética (1) cana; (2) cana+amendoim; (3) cana+soja; (4) cana+amendoim+soja; (5) café grupo 1; (6) café grupo 2; (7) café grupo 3; (8) café grupo 4; (9) cultura anual irrigada por pivô; (10) cultura anual não irrigada por pivô; (11) fruticultura; (12) pastagem; (13) eucalipto e pinus; (14) seringueira; (15) floresta e vegetação ripária; (16) cerrado;

17 Performance Emergética  Transformidade: Tr = Y/Ep

18 Performance Emergética  Renovabilidade: %R = R/Y

19 Performance Emergética  Taxa de rendimento emergético: EYR = Y/F

20 Performance Emergética  Taxa de carga ambiental: ELR = N/R

21 Performance Emergética  Índice de Sustentabilidade Emergética: ESI = EYR/ELR

22 Índice de Sustentabilidade Emergética

23 Políticas Públicas Diferenciadas

24 Boas Práticas de Manejo  A cana-de-açúcar deve ser produzida consorciada com soja e/ou amendoim. Deveriam ser ampliadas as atividades com os meeiros e arrendatários ;  É necessário encontrar outras formas de manejar o cafezal, através da inclusão de conceitos agroecológicos (cafezal em áreas com sombra; consorciamento de culturas; adubos orgânicos; controle de praga orgânico; etc.), com o objetivo de depender cada vez menos dos recursos da economia do petróleo e utilizar cada vez mais recursos renováveis;  As áreas de pastagem tiveram o pior desempenho em quase todos os índices, indicando que seu manejo deve ser alterado e/ou sua área reduzida, pois está prejudicando o desempenho ambiental da bacia;  Exceto para os sistemas naturais, em todos os outros devem ser inseridos conceitos ecológicos na produção, para diminuir a dependência de recursos externos, aumentarem a porcentagem de energia provinda de recursos naturais e diminuir as externalidades negativas.

25 Contato e Informações Laboratório de Engenharia Ecológica e Informática Aplicada Faculdade de Engenharia de Alimentos – UNICAMP


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