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Porous Media Equivalents for Networks of Discontinuos Fractures Equivalentes ao Meio Poroso para Redes de Fratures Descontínuas J. C. S. LONG, J.S. REMER,

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1 Porous Media Equivalents for Networks of Discontinuos Fractures Equivalentes ao Meio Poroso para Redes de Fratures Descontínuas J. C. S. LONG, J.S. REMER, C.R. WILSON, P. A. WITHERSPOON 1982, Water Resources Research, 18(3),

2 1. I NTRODUÇÃO

3 Questão? Uma das mais importantes questões levantadas quando se considera o escoamento através das fraturas é: A rede de fraturas comporta-se como meio poroso?

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5 Pode-se modelar o sistema por um tensor de permeabilidade equivalente e proceder com a análise do movimento do fluido sob condições iniciais e de contorno conhecidas?

6 Snow [1965] Fez estudos matemáticos de extensivos sistemas de fraturas. Desenvolveu uma expressão matemática para o tensor de permeabilidade de uma fratura isolada de orientação e abertura arbitrárias em relação a um sistema de coordenadas. Ele mostrou que o tensor de permeabilidade de uma rede de fraturas é formado por se adicionar os respectivos componentes do tensor de permeabilidade para cada fratura individual.

7 No campo constata-se que as fraturas tem comprimento finito. Assim, cada fratura pode contribuir para a permeabilidade da rocha a medida que ela intercepta outras fraturas.

8 Uma fratura isolada, que não intercepta nenhuma outra fratura evidentemente não contribui para a permeabilidade da rocha. Assim, o escoamento em dada fratura não é independente do escoamento em outras fraturas. A permeabilidade da rocha então, não é a soma das permeabilidades de cada fratura.

9 2. PERMEBAILIDADE HOMOGÊNEA ANISOTRÓRICA

10 A lei de Darcy foi originalmente postulada para escoamento unidimensional. Considerações A permeabilidade foi apresentada como um simples escalar.

11 Ferrandon [1948], Collins [1961] propuseram: Onde k ij é simétrico e a matriz pode ser transformada em diagonal pela rotação do sistema de coordenadas. Escoamento 3D | Anisotrópico

12 nãoEm rochas anisotrópicas, o gradiente hidráulico (c h /c l ) e o vetor velocidade não são paralelos.Eles o são em rochas isotrópicas! C. W. Fetter – Applied Hydrogeology, página 155

13 KAssim K não é um escalar em rochas como em rochas isotrópicas. Em vez disso, há um tensor de condutividade (K ij ) Os valores do tensor dependem das direções x,y,z, os quais transformam os componentes do gradiente hidráulico nos de velocidade. Escoamento 3D | Anisotrópico

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15 Experimentos comprovam esta teoria. Contudo, Collins [1961] destaca que não há garantia de que todo material poroso tenha um tensor de permeabilidade ortogonal.

16 3. ESTATÍSTICA DA GEOMETRIA DAS FRATURAS

17 inteiramenteSob um dado número de condições de contorno, o comportamento hidráulico de uma rocha fraturada com uma matriz impermeável é determinado inteiramente pela geometria do sistema de fraturas. simplificadaPara o escopo deste estudo a a descrição da geometria foi simplificada

18 Descrição Cada fratura é individualmente descrita em termos de: 1.Abertura efetiva (ou hidráulica) 2.Orientação 3.Localização 4.Tamanho

19 Comportamento Hidráulico abertura efetivaÉ função da abertura efetiva. permeabilidade abertura hidráulicaA determinação da permeabilidade da fratura requer a determinação de sua abertura hidráulica. muito difícil campoInfelizmente, é muito difícil realizar testes hidráulicos em fraturas isoladas no campo. não foi bem sucedidoGale [1975] tentou fazer estes experimentos mas não foi bem sucedido.

20 4. MÉTODO DE ANÁLISE NUMÉRICA

21 geraramostraUm código numérico foi desenvolvido para gerar uma amostra do sistema de fraturas em duas dimensões usando as propriedades geométricas. Q g na direção do gradientePor elementos finitos calcula-se Q g, o componente da vazão na direção do gradiente.

22 Usando a Lei de Darcy: condutividade hidráulicaA condutividade hidráulica na direção do gradiente da amostra gerada é calculada por: AOnde: A é a área total perpendicular ao escoamento.

23 5. GERAÇÃO DA MALHA

24 SET1 e SET2 INDEPENDENTES!

25 Distribuição Log-Normal Distribuição Normal Distribuição Poisson Distribuição Log-Normal

26 6. MEDIÇÃO DA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA

27 condutividade direção do escoamentodireção do gradienteA condutividade em um meio homogêneo pode ser definida na direção do escoamento ou na direção do gradiente. heterogêneo de rocha fraturadaQueremos medir a condutividade em um meio heterogêneo de rocha fraturada. linearO gradiente pode ser aproximadamente linear.

28 direção do escoamento direção das fraturasA direção do escoamento é controlada pela direção das fraturas. condutividade na direção do gradienteUm método que obtenha a condutividade na direção do gradiente precisa ser usado.

29 K xx =K g

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31 7. ROTAÇÃO DA REGIÃO DO ESCOAMENTO

32 A condutividade pode ser medida em qualquer região escolhida.

33 Meio Homogêneo Anisotrópico PODE SER APROXIMADO COMO MEIO POROSO!

34 Meio Heterogêneo Anisotrópico NÃO PODE SER APROX. COMO MEIO POROSO!

35 8. PROGRAMA “FRACTURE FLOW”

36 Elementos Finitos Desenvolvido por Wilson [1970]. As Fraturas são representadas por elementos lineares. Escoamento obedecendo a lei cúbica. Matriz da rocha impermeável. Estado permanente.

37 9. VALIDAÇÃO DO MÉTODO NUMÉRICO

38 Exemplo 110 cm 75 cm

39 FLOW REGION

40 RESULTADOS

41 REDE 3 1,019x ,42x ,98x ZERO! Q [cm³/s] Q 2 ≠Q 4  Q=0 ≠ Meio Poroso!

42 75 cm Permeabilidade Direcional

43 Não há um tensor de Condutividade simétrico!

44 10. EFEITO DA DENSIDADE DE FRATURA

45 40 cm 30 cm 25 cm 625 f.m f.m f.m -2

46 AC Número de interseções cresce de A para C AC Aproxima-se de uma elipse de A para C AC Isopotenciais: Linear de A para C

47 11. EFEITOS DA ABERTURA E DA ORIENTAÇÃO

48 ABERTURA = LOG-NORMAL ORIENTAÇÃO = CONSTANTE ABERTURA = CONSTANTE ORIENTAÇÃO = NORMAL

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50 12. EFEITO DE ESCALA

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52 A região de escoamento deve ser maior que o comprimento da fratura!

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