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POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR. CEST CENTRO ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR.

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Apresentação em tema: "POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR. CEST CENTRO ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR."— Transcrição da apresentação:

1 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR. CEST CENTRO ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR

2 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR SITUAÇÃO MUNDIAL Em 2005, a OIT calculou que 2,2 milhões de pessoas morrem a cada ano 270 milhões de acidentes de trabalho não fatais que resultam em no mínimo de 3 dias de afastamento do trabalho 160 milhões de casos novos de doenças relacionadas ao trabalho trabalhadores morrem diariamente no mundo. dobro das baixas ocasionadas pelas guerras e mais do as perdas provocadas pela maioria das doenças infecto-contagiosas. 3 MORTES A CADA MINUTO

3 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR SITUAÇÃO NO BRASIL dados anuário previdência 2006 ACIDENTES LIQUIDADOS INCAPACIDADE TEMPORÁRIA INCAPACIDADE TEMPORÁRIA < 15D INCAPACIDADE TEMPORÁRIA > 15D ASSISTÊNCIA MÉDICA INCAPACIDADE PERMANENTE ÓBITOS óbito à cada 3 horas e meia 1 acidente por minuto

4 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Típico 80% Trajeto 14,7 Doenças de Trabalho 5,3

5 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 SITUAÇÃO NO PARANÁ NÚMERO DE AGRAVOS PELA PREVIDÊNCIA QUE VEM AUMENTANDO NOS ÚLTIMOS ANOS MEDIA DE 340 ÓBITOS NOS ULTIMOS ANOS ( , SIM) 1 ACIDENTE À CADA 15 MINUTOS QUASE 1 MORTE POR DIA SE CONSIDERARA DIAS UTEIS MAIS DE UMA MORTE POR DIA

6 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7

7 Perda auditiva por ruídos dados Paraná e Brasil cid h83, h90, h91, h Brasil Paran á * dados da previdência social

8 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Fonte sim

9 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Dados sim

10 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR duvida Trajeto 14, CNAE - Classificação Nacional de Acidentes de Trabaho/MTE

11 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 POLÍTICA NACIONAL SAUDE DO TRABALHADOR E SUS SAUDE DO TRABALHADOR ESTA COMO COMPONENTE DO SUS DESDE A SUA CRIAÇÃONA 8ª CONFERENCIA DE SAÚDE ONDE EXISTIU A 1ª CONFERENCIA DE SAUDE DO TRABALHADOR JÁ DELINEAVA A SAÚDE DO TRABALHADOR. INCORPORA ST NO ART 200 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL QUE É COMPETENCIA SUS EXECUTAR AÇÕES VIG SANIT, VIG EPIDEMIO E SAUDE TRABALHADOR INCISO VIII MEIO AMBIENTE E TRABALHO LEI 8080 ARTIGO VI PARAGRAFO lançou a PORTARIA 1679 Nº 2.437/GM DE 7 DEZEMBRO DE 2005.

12 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 POLÍTICA NACIONAL RENAST- Rede Nacional de Saúde do Trabalhador Nº 2.437/GM Portaria Nº 2.437/GM Portaria 777GM / º Deverão ser consideradas como estratégias de cumprimento do disposto neste artigo regionalização e a hierarquização dos serviços de saúde, a criação de mecanismos para o fortalecimento da capacidade de gestão do SUS e a atualização dos critérios de habilitação e certificação dos serviços e atividades que vierem a integrá-lo. II - pela inclusão das ações de saúde do trabalhador na atenção básica; III - pela implementação das ações de vigilância e promoção em saúde do trabalhador; IV - pela instituição e indicação de serviços de Saúde do Trabalhador de retaguarda, de média e alta complexidade já instalados, aqui chamados de Rede de Serviços Sentinela;

13 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 POLÍTICA NACIONAL RENAST- Rede Nacional de Saúde do Trabalhador CERST § 1º O CEREST tem por função o provimento de retaguarda técnica para o SUS, nas ações de prevenção, promoção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e vigilância em saúde dos trabalhadores e rurais, independentemente do vínculo empregatício e do tipo de inserção no mercado de trabalho. § 2º Serão implantados CEREST, de abrangência estadual e regional, os últimos, geridos segundo o pactuado nas Comissões Intergestores Bipartite - CIB. § 2º O controle social, no âmbito dos CEREST, deverá verificar-se por meio da criação e implementação dos Conselhos desses serviços

14 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Portaria 777GM /2004. notificação compulsória: I - Acidente de Trabalho Fatal; II - Acidentes de Trabalho com Mutilações; III - Acidente com Exposição a Material Biológico; IV - Acidentes do Trabalho em Crianças e Adolescentes; V - Dermatoses Ocupacionais; VI - Intoxicações Exógenas (por substâncias químicas, incluindo agrotóxicos, gases tóxicos e metais pesados); VII - (LER), (DORT); VIII - Pneumoconioses; IX - Perda Auditiva Induzida por Ruído – PAIR; X - Transtornos Mentais Relacionados ao Trabalho; e XI - Câncer Relacionado ao Trabalho.

15 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 § 2° O Instrumento de Notificação Compulsória é a Ficha de Notificação, a ser padronizada pelo Ministério da Saúde, segundo o fluxo do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Art. 2º Criar a Rede Sentinela de Notificação Compulsória de Acidentes e Doenças Relacionados ao Trabalho, enumerados no § 1° do artigo1º, desta Portaria, constituída por: I - centros de Referência em Saúde do Trabalhador; II - hospitais de referência para o atendimento de urgência e emergência e ou atenção de média e alta complexidade, credenciados como sentinela; e III - serviços de atenção básica e de média complexidade credenciados como sentinelas, por critérios a serem definidos em instrumento próprio.

16 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Politica Estadual de Saúde do Trabalhador Gestão descentralizada e pactuadas entre as diversas esferas de governo. Pautada pelo princípio da Vigilância em Saúde e organiza-se na própria rede do SUS Princípios da universalidade de acesso, integralidade da atenção, controle social, de modo regionalizado e hierarquizado, privilegiando as estratégias da Atenção Básica e o enfoque Ações realizadas da Promoção da Saúde Habilitação dos CERSTS como estratégia.

17 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Política também esta ancorada no CODIGO DE SAUDE DO PARANA PG 83 ART 100 ATÉ ART153 PG 97 CODIGO DE SAUDE DO PARANA LEI Nº 13331, de 23 de novembro de 2001 PG 83 ART 100 ATÉ ART153 PG 97 I. Sistema de Informação Epidemiológica em Saúde do Trabalhador. II. Assistência à Saúde do Trabalhador III. Vigilância Sanitária relativa à Saúde do Trabalhador

18 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Plano plurianual Aprovar e Implantar a Política Estadual de Saúde do Trabalhador no Paraná. Inclusão da política de saúde do trabalhador nas pactuações de gestão do SUS. Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado

19 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado • Construção o diagnóstico situacional da saúde do trabalhador no Estado do Paraná, desagregando as informações por regiões (perfil epidemiológico, mapa de risco do parque produtivo e da rede de atenção do SUS). • Mapeamento da rede de saúde do trabalhador nas regionais de saúde e municípios e estabelecimento, em cada regional, de 2 profissionais de referência em saúde do trabalhador. • Elaboração, debate e aprovação dos planos anuais de ação dos CERESTS estadual e regionais na CIST/CES. • Acompanhamento e auxílio ao planejamento dos CERESTs Regionais. • Manutenção e aprimoramento do processo de trabalho dos CERESTS já habilitados (Estadual, Londrina e Cascavel) e dos que vierem a ser habilitados. • Capacitação de equipes dos CERESTS para o exercício de suas atribuições.

20 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado AÇÕES REALIZADAS OFICINAS DE DIAGNÓSTICO IRATI UNIÃO DA VITÓRIA PATO BRANCO FRANCISCO BELTRÃO CORNÉLIO PROCÓPIO Programada LONDRINA 82 MUNICÍPIOS 20,55% 5 regionais 22,75

21 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7

22 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Programada para dezembro oficina de capacitação para novos cerests: Macro Campos gerais Macro Norte 2 Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado AÇÃO PROPOSTA

23 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado • Implantação dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (9 CERESTS Regionais e 1 Estadual, conforme Portaria MS 2437/05). • Estabelecimento de critérios para alocação dos CERESTs dando cobertura a todos os municípios do Estado.

24 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado AÇÕES REALIZADAS CERSTS implantados: MACRO OESTE: Cascavel, Foz do Iguaçu e Toledo ( 52 municipios) CERST ESTADUAL atua também como o CEST CERST reestruturação e novos cersts MACRO NORTE Macro Norte 1 Londrina e Cornélio com Nucleo CERST municipal no Município de Londrina ( 42 municípios) Macro Norte 2 : Apucarana, Ivaiporâ e Jacrezinho ( 55 municípios) MACRO CAMPOS GERAIS: Irati, Ponta Grossa, União da Vitóri e Telêmaco Borba (37 municípios) MACRO LESTE: 1ª regional de Saúde Região Metropolitana, exceto o município de Curitiba e Nucleo na 2ª Regional (35 municípios) CERST MUNICIPAL de Curitiba 1 município TOTAL de 222 municipios 55,6 população ,67% dados pop 2007

25 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado • Em fase de Negociação com as Regionais MACRO CENTRO SUL : Pato Branco, Guarapuava e Francisco Beltrão MACRO NOROESTE 2 CERSTS: Umuarama, Cianorte, Campo Mourão, Paranavaí e Maringá

26 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado

27 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado

28 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Estímulo ao fortalecimento do controle social no âmbito da Saúde do Trabalhador: • Implantação dos Conselhos Gestores de Saúde dos CERESTS do Paraná, nosmoldes estabelecidos pela Portaria 2437/05 e Resolução n.º 36/03 do CES; • Criação nos CERESTS dos Núcleos de Apoios (Sala de Situação) equipados de modo a disponibilizar as ferramentas para potencializar a ação do controle social. • Estímulo para a criação das CIST municipais com apoio da CIST estadual e CES. • Criação de mecanismos de discussão da política estadual, regional e municipal de Saúde do Trabalhador nos CMS e CES. •

29 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Estímulo ao fortalecimento do controle social no âmbito da Saúde do Trabalhador: • Discussão e aprovação dos planos de ação em saúde do trabalhador municipais,regionais e estadual nos respectivos conselhos de saúde e inclusão de metas no pacto pela vida. • Capacitação para representantes do controle social em saúde do trabalhador no SUS, garantindo a deliberação das instâncias de controle social do SUS. • Apresentação e aprovação do Plano de Ação e Aplicação dos recursos financeiros nas instâncias de controle social do SUS, bem como dos respectivos relatórios de gestão com a prestação de contas das ações realizadas.

30 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no estado Ações realizadas • Com a constituição dos CERSTS houve aumento do numero de CISTS CISTS municipais ( Londrina, Curitiba, Cascavel) 1 CIST estadual 2008/2009 novas CISTS – Umuarama, Cornélio Procópio, Foz de Iguaçu, Irati, articula Ponta Grossa, Telemaco Borba e União da Vitória mas também em articulação Apucarana, Jacarezinho e Ivaiporã Na parte de informação – Fazer um levantamento e dispor na Pagina os materiais que foram utilizados nos eventos do CEST e outros com parcerias Aprovação do Plano estadual 2008/2011 Proxima reunião discussão do Plano de Gestão e aplicação de recursos do CERST Sugestão para que Saúde do Trabalhador, faça parte da discussão nas conferência municipais de Saúde

31 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Organização e aprimoramento da rede de informação em Saúde do Trabalhador: • Estruturação da rede de notificação, definindo a Rede de Unidades Sentinela no Paraná, realizando o cadastro e capacitação das equipes de saúde e a pactuação nas instâncias gestoras do SUS. • Organização, divulgação e capacitação de profissionais para a notificação de agravos relacionados ao trabalho, constantes na Portaria MS n.º 777/04. • Estruturação de sistema estadual de informação em saúde do trabalhador para acompanhamento de notificações e seleção de prioridades. • Estruturação e supervisão da atuação das Regionais de Saúde na alimentação, sistematização e análise das bases de dados. • Manutenção e aprimoramento dos sistemas de informação já existentes (SINANNET, Banco do Comitê, SIM, DO, SIAB) e implantação do SIMPEAQ (benzeno e amianto).

32 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Organização e aprimoramento da rede de informação em Saúde do Trabalhador: • Articulação com outras instituições (INSS, DRT, Sindicatos, IPARDES). • Monitoramento da alimentação regular das bases de dados e realização de análises de consistência das informações produzidas. • Criação de banco de dados para cadastro de empresas dos ramos produtivos considerados prioritários para a vigilância, bem como das inspecionadas. • Desenvolvimento de estudos e pesquisas em ST, em parceria com instituições de ensino. • Construção de indicadores para avaliação em saúde do trabalhador.

33 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Organização e aprimoramento da rede de informação em Saúde do Trabalhador: Ações associadas ao plano Rever o conceito de Unidades Sentinelas Pactuação na programação de ação da Vigilância em Saúde PAVS unidade sentinela ( já existente o Hospital do Trabalhador) institruição de 2 fluxos ( Acidente Biológico e Acidentes Graves e Fatais) Portaria Unidades por Macro Regional 8 Fluxos Portaria 777 Organização no CEST de um setor para trabalhar as Informações, Inclusive sendo uma fonte de orientação sobre banco de dados existentes

34 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação e estruturação de sistema de comunicação em Saúde do Trabalhadorno SUS do Paraná: • Divulgação de informações à rede SUS e à sociedade e, em especial, aos trabalhadores e suas entidades representativas sobre seus direitos e riscos/ danos à saúde identificados nos ambientes e processos de trabalho. • Produção de boletins informativos para divulgação das ações desenvolvidas pelos CERESTS e demais serviços que comporão a RENAST no Paraná. • Estruturação do Observatório Estadual de ST e divulgação de informações através da página da internet e boletins impressos. • Apresentação de relatórios periódicos à CIST-PR para acompanhamento sistemático das ações de ST no Estado. • Organização de web conferências sobre temas de interesse da ST. • Elaboração de material educativo sobre os direitos do trabalhador e prevenção de agravos relacionados ao trabalho.

35 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Implantação e estruturação de sistema de comunicação em Saúde do Trabalhadorno SUS do Paraná: Ações associadas ao plano: Agenda para temas de saúde do trabalhador na radio Saúde Disponibilzação de assuntos palestras na Pagina do Cest mas ainda Uma regularidade

36 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Vigilância sistemática de ambientes e processos de trabalho priorizados no Estado: • Implementação da Instrução Normativa de Saúde do Trabalhador (Portaria GM/MS nº 3.120/98). • Estímulo e viabilização de apoio técnico às RS e municípios para a investigação de agravos relacionados ao trabalho Portaria 777 e outros • Fortalecimento da articulação entre as vigilâncias epidemiológica, ambiental e sanitária, atenção básica e ações de média e alta complexidade. • Definição de metodologias de intervenção e capacitação de equipes para a execução.

37 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Vigilância sistemática de ambientes e processos de trabalho priorizados no Estado: • Participação e suporte à atuação do Comitê Estadual de Investigação de Óbitos e Amputações Relacionados ao Trabalho e outros fóruns interinstitucionais. • Participação e suporte à atuação da Comissão Estadual do Benzeno e do Fórum Estadual de Combate aos Agrotóxicos. • Capacitação de profissionais da vigilância em saúde, para as ações de saúde do trabalhador.

38 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Vigilância sistemática de ambientes e processos de trabalho priorizados no Estado: Ações associadas ao plano: Paraná junto com o comite esta trabalhando em projeto sobre as condições de trabalho dos frentistas de postos de gasolina com a Comissão de Benzeno Participação no Comitê de benzeno Projeto de avaliação das empresas de chumbo no estado Paraná Forum do agrotóxico Forum do ambiente do trabalho Ação insterinstitucional em relação aos motoboys Capacitações e ações junto com a Fundacentro Ação conjunta na questão do trabalho infantil, participação de ações integradas,capacitação das equipes das regionais

39 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Organização e aprimoramento da rede de informação em Saúde do Trabalhador: Ações associadas ao plano: Oficina do Comite de òbitos e amputação PATO BRANCO FRANCISCO BELTRÃO GUARAPUAVA IRATI PONTA GROSSA TELEMACO BORBA UNIÃO DA VITORIA PARANAVAI MARINGA CASCAVEL TOLEDO FOZ DO IGUAÇU UMUARAMA CIANORTE 234 MUNICÍPIOS 58,6% 14 REGIONAIS 63,6% Média de 2 atores do municipio e envolvendo a sociedade em geral Varios atores, ministerio publico Ministerio do trabalho (SRT), SETEP, INSS, Fundacentro,

40 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Vigilância sistemática de ambientes e processos de trabalho priorizados no Estado: Ações associadas ao plano: Oficina do Comite de òbitos e amputação PATO BRANCO FRANCISCO BELTRÃO GUARAPUAVA IRATI PONTA GROSSA TELEMACO BORBA UNIÃO DA VITORIA PARANAVAI MARINGA CASCAVEL TOLEDO FOZ DO IGUAÇU UMUARAMA CIANORTE 234 MUNICÍPIOS 14 REGIONAIS Média de 2 atores do municipio e envolvendo a sociedade em geral Varios atores, ministerio publico Ministerio do trabalho (SRT), SETEP, INSS, Fundacentro,

41 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Organização e aprimoramento da rede de informação em Saúde do Trabalhador: Somando as oficinas de Diagnóstico Conseguimos conversar Com 65,9% dos municípios (aprox 263) Realizando Londrina 70,9% ( 283 municipios) 15 regionais 68,18%

42 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Vigilância sistemática de ambientes e processos de trabalho priorizados no Estado: Ações associadas ao plano: Oficina do Comite de òbitos e amputação PATO BRANCO FRANCISCO BELTRÃO GUARAPUAVA IRATI PONTA GROSSA TELEMACO BORBA UNIÃO DA VITORIA PARANAVAI MARINGA CASCAVEL TOLEDO FOZ DO IGUAÇU UMUARAMA CIANORTE 234 MUNICÍPIOS 14 REGIONAIS Média de 2 atores do municipio e envolvendo a sociedade em geral Varios atores, ministerio publico Ministerio do trabalho (SRT), SETEP, INSS, Fundacentro,

43 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Organização da assistência à Saúde do Trabalhador no SUS do Paraná, incluindo ações na rede básica, de média e de alta complexidade. Prestar atenção integral à saúde do trabalhador no SUS do Paraná. Ações Estratégicas: - Estruturação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) no Paraná, incluindo ações na atenção básica, de média e alta complexidade. - Definição das linhas de cuidado para os agravos de notificação compulsória da Portaria MS n.º 777/04. - Desenvolvimento de práticas de aplicação e validação dos Protocolos de Atenção em Saúde do Trabalhador. - Determinação de fluxos de referência e contra- referência de cada linha de cuidado de atenção integral à saúde do trabalhador.

44 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Organização da assistência à Saúde do Trabalhador no SUS do Paraná, incluindo ações na rede básica, de média e de alta complexidade. -Proposição de normas relativas a diagnóstico, tratamento e reabilitação de pacientes portadores de agravos decorrentes do trabalho. -Eventos técnicos, elaboração protocolos clínicos e manuais. -Capacitação de profissionais do SUS, tanto da assistência como da vigilância em saúde, para as ações de saúde do trabalhador. - Estímulo e apoio à formação de profissionais do SUS em saúde do trabalhador em cursos de especialização, mestrado e doutorado. Pactuação de ações nas instâncias gestoras do SUS (CES e CIB).

45 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 Vigilância sistemática de ambientes e processos de trabalho priorizados no Estado: Ações associadas ao plano: OFICINAS DE DIAGNÓSTICO QUE NORTEARAM AS AÇÕES DE MANEIRA REGIONALIZADA DESAFIO DE CONSTRUIR A REDE DE ASSISTENCIA DENTRO DO SUS INTEGRAÇÃO COM CENTRO FORMADORES

46 POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR Trajeto 14,7 CEST PARANÁ À DISPOSIÇÃO Antonieta Milléo Handar Bernadete Lunardelli Celeste David Domênica Coccia Eliane Larsen Rossi Eunice de Carvalho João Luís Athayde José Manoel da Silva Júnior Madalena Pacífico Maria Lúcia de Paula Leonardo Michele Nanci Ferreira Silvia Albertini Zuher Handar Rafaela Renan

47 SESA SVS SESA


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