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MODELO ESSENCIAL Modelo Comportamental

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Apresentação em tema: "MODELO ESSENCIAL Modelo Comportamental"— Transcrição da apresentação:

1 MODELO ESSENCIAL Modelo Comportamental
Thelma Elita Colanzi Lopes

2 MODELO COMPORTAMENTAL
definido do ponto de vista interno; descreve de que maneira o sistema reage, internamente, aos estímulos vindos do exterior; mostra quais as ações que o sistema deve executar para responder, adequadamente, aos eventos previstos no modelo ambiental; Componentes do modelo comportamental: Um conjunto completo de Diagramas de Fluxo de Dados (DFD´s) em níveis Dicionário de Dados, incluindo um conjunto de especificações de processos primitivos Diagrama Entidade-Relacionamento (DER) Diagramas de Transição de Estados (DTEs)

3 Modelo Comportamental
1º passo - Desenhar o DFD Preliminar a partir do Diagrama de Contexto e da Lista de eventos obtêm-se o particionamento do sistema em funções; para cada evento do sistema desenha-se uma bolha (função/processo); nome da bolha: de acordo com a resposta que o sistema deve dar ao evento associado; desenham-se as entradas e saídas apropriadas de modo a que a bolha seja capaz de emitir a resposta necessária e desenham-se os depósitos, como for mais adequado, para comunicação entre as bolhas;

4 Modelo Comportamental
2º passo - Desenhar os DFD´s de níveis inferiores partindo do DFD Preliminar, pode-se, usando a abordagem top-down decompor as funções encontradas para obter os DFD´s de níveis mais baixos; via de regra, o nível de abstração mais baixo do DFD é composto apenas por funções primitivas; 3º passo – (opcional) Desenhar o DFD nível 1 obtido pelo agrupamento de funções que tenham ligações (através dos depósitos) entre si, utilizando a abordagem bottom-up; ao encontrar um grupo de processos, no DFD Preliminar, relativo ao mesmo depósito, sem que outros processos desse DFD se refiram a esse depósito, então, crie uma bolha em nível mais alto que oculte esse depósito; para chegar no DFD nível 0 => pode-se ter outros níveis de DFD;

5 Modelo Comportamental
4º passo - Elaborar o Diagrama Entidade-Relacionamento 5º passo - Elaborar o Dicionário de Dados 6º passo - Elaborar os Diagramas de Transição de Estados extremamente necessários quando se trata de sistemas em tempo-real; ?

6 Diretrizes para a Elaboração do DFD (Yourdon)
1) Escolher nomes significativos para os processos, fluxos de dados, depósitos de dados e entidades externas rotular o processo identificando o papel e não a pessoa; utilizar um verbo que represente a ação e um objeto; os nomes escolhidos devem provir de um vocabulário conhecido pelo usuário; o analista deve ter conhecimento mínimo sobre o domínio; 2) Numerar processos um modo prático de referenciar os processos de um DFD é numerá-los; isso não corresponde à uma seqüência de execução; a numeração dos processos auxilia na identificação de processos de níveis inferiores;

7 Diretrizes para a Elaboração do DFD (Yourdon)
3) Evitar DFDs complexos demais o propósito do DFD é modelar corretamente as funções que o sistema deve executar e as interações entre elas, porém deve ser lido e compreendido; modelar o DFD em uma série de níveis => DFDs de nível inferior oferecem detalhes dos processos de nível imediatamente superior (cada nível deve ter até 6 funções; para outros autores de 5 a 9 funções); o refinamento de DFDs ocorre até que sejam alcançadas as funções primitivas;

8 Diretrizes para a Elaboração do DFD (Yourdon)
4) Refazer os DFDs tantas vezes quantas forem necessárias até se obter uma boa estética, um DFD tecnicamente correto e aceitável pelo cliente; 5) Certificar-se de que o DFD seja logicamente consistente Evitar poços sem fundos (buracos negros) => processos que têm entradas mas não têm saídas; Evitar processos com geração espontânea => processos que têm saídas mas não têm entradas; Função z a b c d

9 Diretrizes para a Elaboração do DFD (Yourdon)
5) Certificar-se de que o DFD seja logicamente consistente (cont.) Cuidado com fluxos e processos sem nome; Cuidado com depósitos de apenas leitura ou apenas escrita => um depósito típico deve ter entradas e saídas; A continuidade do fluxo de informação deve ser mantida, ou seja, a entrada e a saída em cada refinamento devem permanecer a mesma; É conveniente que, em cada nível de abstração, as funções estejam em um grau de detalhamento próximo;

10 Sistema Hotelaria (parcial)
Estudo de Caso Sistema Hotelaria (parcial)

11 Modelo Comportamental – DFD Preliminar
Nr. Evento Tipo Estímulo Ações Respostas Externas 1 Cliente reserva quarto F Pedido_reserva Reservar quarto Quarto_reservado ou quarto_indisponivel * 1. Reservar quarto Cliente pedido_reserva reservas dados_reserva quartos q_reservado Explosão

12 Modelo Comportamental – DFD Preliminar
Nr. Evento Tipo Estímulo Ações Respostas Externas 2 Cliente cancela reserva F Pedido_cancelamento_reserva Cancelar reserva Cliente reservas 2. Cancelar reserva quartos pedido_cancelamento_ quarto_disponível reserva_cancelada

13 Modelo Comportamental – DFD Preliminar
Nr. Evento Tipo Estímulo Ações Respostas Externas 3 É hora de cancelar reserva T Cancelar não comparecimento reservas 3. Cancelar não compare- cimento quartos quartos_disponíveis reservas_canceladas

14 Modelo Comportamental – DFD Preliminar
Nr. Evento Tipo Estímulo Ações Respostas Externas 4 Cliente registra-se no hotel F Dados_ cliente Registrar hospedagem do cliente Cliente_rejeitado ou cliente_registrado * 4. Registrar hospedagem de cliente Cliente clientes dados_cliente reservas dados_cliente_cad d_reserva_efetuada quartos quarto_ocupado Explosão

15 Modelo Comportamental – DFD Preliminar
Nr. Evento Tipo Estímulo Ações Respostas Externas 5 Cliente solicita saída do hotel F Pedido_saída Providenciar saída do cliente Conta_fornec * 5. Providenciar saída do cliente Cliente reservas pedido_saída quartos conta_ fornec d_reserva quarto_disp_limpeza Explosão

16 Modelo Comportamental – DFD Preliminar
Nr. Evento Tipo Estímulo Ações Respostas Externas 6 Cliente paga a conta F Pagto_conta Efetuar pagto conta Recibo * 6. Efetuar pagto de conta Cliente pagto_conta clientes reservas d_cli hospedagem_pg recibo

17 Modelo Comportamental – DFD Preliminar
Nr. Evento Tipo Estímulo Ações Respostas Externas 7 Gerente disponibiliza o quarto F Ger_disp_quarto Disponibilizar quarto 7. Disponibilizar quarto quartos Gerente ger_disp_quarto quarto_limpo

18 Modelo Comportamenal – DFD nível 1
3º passo – (opcional) Desenhar o DFD nível 1 obtido pelo agrupamento de funções que tenham ligações (através dos depósitos) entre si, utilizando a abordagem bottom-up; ao encontrar um grupo de processos, no DFD Preliminar, relativo ao mesmo depósito, sem que outros processos desse DFD se refiram a esse depósito, então, crie uma bolha em nível mais alto que oculte esse depósito; para chegar no DFD nível 1 => pode-se ter outros níveis de DFD;

19 Modelo Comportamenal – DFD nível 1
1, 2, 3 Tratar reserva dados_reserva Cliente pedido_reserva reservas reserva_cancelada pedido_cancelamento_ reserva Gerente q_reservado quarto_disponível ger_disp_quarto quartos quarto_limpo quarto_ocupado quarto_disp_limpeza d_reserva_efetuada 7 Disponibilizar quarto 4, 5, 6 Tratar cliente dados_cliente d_reserva d_cliente pedido_saída clientes conta_fornec dados_cliente_cad

20 Modelo Comportamental Refinamento do DFD Preliminar – Explosão do Processo 1
1.1 Verificar disponibilidade quarto Cliente pedido_reserva reservas dados_reserva quartos q_reserv. quartos_cad 1.2 Efetuar reserva quartos_disp. quarto_indisponível quarto_reservado Voltar

21 Modelo Comportamental Refinamento do DFD Preliminar – Explosão do Processo 4
4.1 Verificar reserva Cliente clientes dados_cliente reservas dados_cliente_cad d_reservas_cad quartos quarto_ocupado 4.2 Cadastrar cliente 4.3 Efetuar Hospedagem cliente_rejeitado d_cli_reserva d_reserva_cliente d_reg_reserva cliente_registrado Voltar

22 Modelo Comportamental Refinamento do DFD Preliminar – Explosão do Processo 5
clientes 5.1 Gerar conta Cliente d_cliente pedido_saída conta_fornec d_reserva reservas nr_quarto quartos 5.2 Tornar quarto disp. p/ limpeza quarto_disp_limpeza Voltar


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