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Universidade Federal do Pará Hospital Universitário João Barros Barreto I CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SAÚDE DO IDOSO 13 a 19 de outrubro de 2004 Prof. Edgar.

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1 Universidade Federal do Pará Hospital Universitário João Barros Barreto I CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SAÚDE DO IDOSO 13 a 19 de outrubro de 2004 Prof. Edgar Nunes de Moraes, MD, PhD Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da UFMG Coordenador do Centro de Referência do Idoso Prof. Caio Benjamin Dias/ HC-UFMG Coordenador do Programa de Residência Médica em Geriatria do HC-UFMG Coordenador da Pós-Graduação em Geriatria do HC-UFMG Coordenador do Núcleo de Geriatria e Gerontologia da UFMG AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DO IDOSO DISCUSSÃO DOS CASOS CONSTRUÇÃO DO DIAGNÓSTICO GERIÁTRICO- GERONTOLÓGICO

2 Gerontologia Básica “SENILIDADE” NÃO É DIAGNÓSTICO O Sistema de Saúde representa a principal ameaça para o idoso INDIFERENÇA  IATROGENIA Transição demográfica: Idosos representam 9% da população brasileira e % da demanda dos serviços de saúde.

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12 O que é envelhecimento? EFEITOS DA PASSAGEM DO TEMPO Tipos de envelhecimento? Envelhecimento do organismo: ENVELHECIMENTO BIOLÓGICO Envelhecimento do psiquismo: ENVELHECIMENTO PSÍQUICO

13 ENVELHECIMENTO BIOLÓGICO

14 INTERDISCIPLINARIDADE

15 CONDIÇÃO DE SAÚDE Código Internacional de Classificação de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde - CIF Fatores AmbientaisFatores Pessoais Estruturas e Funções do Corpo (Disfunção/Deficiência) Atividades (Limitação) Participação (Restrição)

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18 AVD´s básicas e instrumentais Continência esfincteriana Saúde bucal HUMORMOBILIDADE COGNIÇÃO Sono Nutrição Sistema Nervoso Central Sistema cardiovascular Sistema gastrointestinal Sistema gênito- urinário Sistema respiratório Pele e anexos Sistema endócrino metabólico Sistema músculo- esquelético COMUNICAÇÃO SUPORTE FAMILIAR SUPORTE SOCIAL LAZER SEGURANÇA AMBIENTAL

19 I NCAPACIDADE COGNITIVA I NSTABILIDADE POSTURAL I MOBILIDADE I NCONTINÊNCIA I ATROGENIA I NDIFERENÇA I SOLAMENTO SOCIAL I NSUFICIÊNCIA FAMILIAR I NSTITUCIONALIZAÇÃO GRANDES SÍNDROMES GERIÁTRICAS

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21 INFECÇÃO Pneumonia ITU IAM ICC Hipotireoidismo Hipertireoidismo APRESENTAÇÃO “ATÍPICA” Depressão Abdomen agudo

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24 COGNIÇAO / HUMORMOBILIDADECOMUNICAÇÃO

25 COGNIÇAO / HUMORMOBILIDADECOMUNICAÇÃO

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35 COGNIÇAO HUMOR

36 FUNÇÃO EXECUTIVA

37 ESQUECIMENTO “Lapsos de memória” Ausência de déficit cognitivo Percepção mais aguçada Baixo potencial cognitivo Transtorno Cognitivo LeveINCAPACIDADE COGNITIVA Depressão Delirium Demência Envelhecimento:??? LENTIFICAÇÃO DOS PROCESSOS COGNITIVOS Redução da Atenção Comprometimento da Memória de Trabalho Maior dificuldade no resgaste das informações aprendidas Redução da memória prospectiva

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41 Reconhecimento de Figuras

42 Lista de Palavras do CERAD - 10

43 Fluência Verbal

44 “Este círculo é um relógio. Desenhe todos números, marcando 11 horas e 10 minutos.” Teste do Relógio

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47 Índice de Pfeffer

48 Clinical Dementia Rating - CDR

49 Inventário Neuropsiquiátrico - NPI

50 HUMOR Escala Geriátrica de Depressão Critérios do DSM - IV

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54 Escala Geriátrica de Depressão (GDS-15 e GDS-5) ( Para cada questão, escolha a opção que mais se assemelha ao que você está sentindo nas últimas semanas) Validação: Almeida O.P. Arq Neuropsiquiat,v.57,p , Você está basicamente satisfeito com sua vida? Sim NÃO Você se aborrece com freqüência? SIM Não Você se sente um inútil nas atuais circunstâncias? SIM Não Você prefere ficar em casa a sair e fazer coisas novas? SIM Não Você sente que sua situação não tem saída? SIM Não Você tem medo que algum mal vá lhe acontecer? SIM Não Você acha que sua situação é sem esperanças? SIM Não Você acha maravilhoso estar vivo? Sim NÃO Você sente que sua vida está vazia? SIM Não Você sente que a maioria das pessoas está melhor que você? SIM Não Você se sente com mais problemas de memória do que a maioria? SIM Não Você deixou muitos de seus interesses e atividades? SIM Não Você se sente de bom humor a maior parte do tempo? Sim NÃO Você se sente cheio de energia? Sim NÃO Você se sente feliz a maior parte do tempo? Sim NÃO

55 ENVELHECIMENTO BIOLÓGICO

56 TRANSTORNO COGNITIVO LEVE Os critérios (Mayo Clinic group: PETERSON RS et al, Arch Neurol) diagnósticos para o transtorno cognitivo leve (amnéstico) são:  Presença de esquecimento, confirmada pelos familiares;  Comprometimento anormal da memória;  Preservação das funções cognitivas globais: (CDR 0,5 e Mini-Mental  24);  Prejuízo mínimo ou ausente das atividades instrumentais de vida diária;  Ausência de critérios para incapacidade cognitiva (demência). Prevalência variável: 3 a 20%

57 ALTO GRAU DE FLUTUAÇÃO DIAGNÓSTICA Critérios diagnósticos variáveis Instrumentos de avaliação diferentes A probabilidade do DCL evoluir para D.Alzheimer é cerca de 50% Indicadores de conversão: Atrofia hipocampal; Alta concentração liquórica de proteína tau; Hipocaptação no córtex temporoparietal e córtex cingulado posterior FRISONI et al, maio-junho 2004, Alzheimer Dis Assoc Disord

58 ESQUECIMENTO “Lapsos de memória” Ausência de déficit cognitivo Percepção mais aguçada Baixo potencial cognitivo Transtorno Cognitivo LeveINCAPACIDADE COGNITIVA

59 Dependência nas atividades de vida diária: instrumentais e/ou básicas DEPRESSÃODELIRIUMDEMÊNCIA

60 DEMÊNCIA (DSM IV-TR) American Psychiatric Association

61 DEPRESSÃO (DSM IV-TR) American Psychiatric Association

62 Sintomas Maiores de Depressão, segundo o DSM-IV: INTERESSE OU PRAZER ACENTUADAMENTE DIMINUÍDOS Sim Não HUMOR DEPRIMIDO (SENTE-SE TRISTE OU VAZIO) Sim Não Perda ou ganho significativo de peso, ou diminuição ou aumento do apetite Sim Não Insônia ou hipersonia Sim Não Agitação ou retardo psicomotor Sim Não Fadiga ou perda de energia Sim Não Sentimento de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada Sim Não Capacidade diminuída de pensar ou concentrar-se Sim Não Pensamento recorrentes de morte, ideação suicida recorrente Sim Não Duração da sintomatologia: A sintomatologia trouxe alteração do seu funcionamento anterior Sim Não

63 DELIRIUM (DSM IV-TR) American Psychiatric Association

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65 INCAPACIDADE COGNITIVA Dependência nas atividades de vida diária: instrumentais e/ou básicas DEMÊNCIADELIRIUMDEPRESSÃO ++ Pseudo-demência Pseudo-depressão Depressão na demência Alzheimer: 22,5 a 54,5% Depressão como fator de risco para DA

66 Abordagem Diagnóstica da Síndrome Demencial Síndrome Demencial Irreversível > 95% Causas Estruturais: Hidrocefalia de pressão normal Hematoma subdural Neoplasia TCE Causas Metabólicas: Drogas: álcool, psicotrópicos Hipotireoidismo, Deficiência de vitamina B12, Insuficiência renal e hepática, Hipercalcemia,... REVERSÍVEL < 5%

67 Abordagem Diagnóstica da Síndrome Demencial Síndrome Demencial IRREVERSÍVEL Demência de Alzheimer 50 a 60% DEMÊNCIA NÃO- ALZHEIMER Reversível Início súbito Deterioração em degraus Distúrbio de marcha precoce Escala isquêmica de HACHInsKI Flutuação proeminente Alucinação Precoce Parkinsonismo precoce Hipersensibilidade a neurolépticos Apatia profunda Afasia precoce Comportamento anti-social Desinibição precoce Hipersexualidade

68 Abordagem Diagnóstica da Síndrome Demencial Síndrome Demencial DEMÊNCIA NÃO ALZHEIMER Demência VASCULAR Demência por CORPOS DE LEWY Demência FRONTO-TEMPORAL Início súbito Deterioração em degraus Distúrbio de marcha precoce Escala isquêmica de HACHINSKI Flutuação proeminente Alucinação Precoce Parkinsonismo precoce Hipersensibilidade a neurolépticos Apatia profunda Afasia precoce Comportamento anti-social Desinibição precoce Hipersexualidade

69 Abordagem Diagnóstica da Síndrome Demencial Síndrome Demencial Irreversível Demência de Alzheimer 50 a 60% Critérios de NINCDS-ADRDA McKHAN et al, 1984 Demência Não- Alzheimer ProvávelPossívelDefinitiva Reversível

70 Abordagem Diagnóstica da Síndrome Demencial DEMÊNCIA DE ALZHEIMER PROVÁVEL

71 Abordagem Diagnóstica da Síndrome Demencial DEMÊNCIA DE ALZHEIMER PROVÁVEL

72 Abordagem Diagnóstica da Síndrome Demencial DEMÊNCIA DE ALZHEIMER POSSÍVEL

73 Abordagem Diagnóstica da Síndrome Demencial DEMÊNCIA DE ALZHEIMER DEFINITIVA

74 Abordagem Terapêutica Específica

75 Prof. Edgar Nunes de Moraes, MD, PhD Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da UFMG Coordenador do Centro de Referência do Idoso Prof. Caio Benjamin Dias/ HC-UFMG Coordenador do Programa de Residência Médica em Geriatria do HC-UFMG Coordenador da Pós-Graduação em Geriatria do HC-UFMG Coordenador do Núcleo de Geriatria e Gerontologia da UFMG AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DO IDOSO DISCUSSÃO DOS CASOS CONSTRUÇÃO DO DIAGNÓSTICO GERIÁTRICO- GERONTOLÓGICO Novembro e Dezembro de 2004

76 MOBILIDADE Independência Funcional

77 MOBILIDADE Fatores Extrínsecos ou Ambientais Fatores Intrínsecos

78 MOBILIDADE Fatores Extrínsecos ou Ambientais Fatores Intrínsecos Fatores Gerais: Hipotensão Ortostática Pré-síncope / Síncope Convulsão Drogas Doenças Agudas Fatores Específicos INSUFICIÊNCIAS: 1. Insuficiência cerebral 2. Insuficiência cardiovascular 3. Insuficiência osteo-muscular 4. Insuficiência respiratória 5. Insuficiência gênito-urinária 5. Insuficiência visual 6. Insuficiência auditiva

79 MOBILIDADE Fatores Extrínsecos ou Ambientais Fatores Intrínsecos Fatores Específicos POSTURAEQUILÍBRIO DESLOCAMENTO Mudança de decúbito Transferência MARCHA

80 Prevalência: 15% EQUILÍBRIO LOCOMOÇÃO

81 MARCHA Prevalência: 15% EQUILÍBRIO LOCOMOÇÃO Integridade e sintonia dos NÍVEIS SENSÓRIO-MOTORES: INFERIOR 1. Vias Aferentes: Visão Labirinto Propriocepção 2. Vias Eferentes: Sistema músculo-esquelético Vasos Nervos MÉDIO Sistemas envolvidos diretamente na locomoção/ postura: Vias piramidais (marcha hemiplégica) Vias medulares (marcha paraplégica) Cerebelo (marcha ebriosa) Gânglios da base (marcha parkinsoniana) etc... SUPERIOR Lobo Frontal e conexões Área pré-motora - Área motora suplementar - Tálamo - Glânglios da base - Substância branca periventricular Apraxia de Ignição Apraxia de Equilíbrio Apraxia Mista Marcha Cautelosa

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83 QUEDAS

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85 MOBILIDADE Normal Instabilidade Postural Incapacidade Postural Quedas de repetição ou Imobilidade CONTUSÃO MUSCULAR LUXAÇÃO HEMATOMA SUBDURAL MEDO / INSEGURAÇA FRATURA Incidência: 30 a 50%/ano Recorrência: > 50% Mortalidade por causas acidentais (6 o lugar): QUEDAS (80%)

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88 Mulheres com idade de 50 anos ou mais: Prevalência de osteoporose: 13 a 18% Prevalência de osteopenia: 50% O risco total de fratura de fêmur em um mulher de 50 anos é de 40% Uma em cada mulheres acima de 80 anos terão uma fratura de fêmur Prognóstico da fratura de fêmur: Mortalidade em 1 ano: 30% Comprometimento da mobilidade: 30%

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91 HISTÓRIA PESSOAL ATUAL E PREGRESSA USO DE DROGAS Prescrições inapropriadas: 18 a 50% Internação hospitalar: 5 a 10% Automedicação: 60% AINE, Benzodiazepínicos, Antipsicóticos, Digoxina

92 Sintoma recente: DROGAS ? Confusão mental Tonturas (Hipotensão ortostática) Quedas Incontinência urinária Constipação intestinal Parkinsonismo

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97 I NCAPACIDADE COGNITIVA I NSTABILIDADE POSTURAL I MOBILIDADE I NCONTINÊNCIA I ATROGENIA I NDIFERENÇA I SOLAMENTO SOCIAL I NSUFICIÊNCIA FAMILIAR I NSTITUCIONALIZAÇÃO GRANDES SÍNDROMES GERIÁTRICAS

98 AVALIAÇÃO AMBIENTAL

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100 Cálculo do Risco de Framingham (DAC em 10 anos)

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105 2. Diagnóstico Etiológico (Doenças) 3 a 5 doenças em média “ Saúde representa o mais completo bem-estar físico, psíquico e social e não meramente ausência de doença”

106 PLANO DE CUIDADOS


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