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Linguagem: Formas e usos – L í ngua Portuguesa I AULA 8 Professora: Rosimeri Claudiano da Costa.

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1 Linguagem: Formas e usos – L í ngua Portuguesa I AULA 8 Professora: Rosimeri Claudiano da Costa

2 São funções da linguagem: Função referencial ou denotativa; Função emotiva ou expressiva; Função conativa ou de apelo; Função fática; Função metalinguistica; Função poética.

3 Função referencial (ou denotativa ou informativa) É aquela centralizada no referente, pois o emissor oferece informações da realidade. Objetiva, direta, denotativa, prevalecendo a terceira pessoa do singular. Linguagem usada na ciência, na arte realista, no jornal, no “campo” do referente e das notícias de jornal e livros científicos.

4 Exemplo: Brasil receberá 18 milhões de doses de vacina contra a gripe suína até janeiro da Agência Brasil Até janeiro, 18 milhões de doses de vacina contra o vírus da gripe suína – influenza A (H1N1) – Devem chegar ao Brasil. Do total, um milhão já estará pronta para imunizar a população, conforme os Critérios adotados pelo Ministério da Saúde, e como 17 milhões restantes Serão Finalizadas pelos pesquisadores do Instituto Butantan, em São Paulo.

5 Função emotiva (ou expressiva) É aquela centralizada no emissor, revelando sua opinião, sua emoção. Nela prevalece a primeira pessoa do singular, interjeições e exclamações. É a linguagem das biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor. Primeira pessoa do singular (eu), Emoções, Interjeições; Exclamações; Blog; Autobiografia; Cartas de amor.

6 Exemplo: ”Eu não digo que eu tenha muito, mas tenho ainda a procura intensa e uma esperança violenta! Eu não choro! Se for preciso um dia eu grito! Eu estou em plena luta e muito mais perto do que se chama de Vitória Humana. EU já poderia ter você com meu corpo e minha alma. esperarei Sejam Que Nem anos corpo que você também tenha-alma para amar. Nós ainda somos moços, podemos perder algum tempo sem perder uma vida inteira! “(...)

7 Função apelativa (ou conativa) É aquela que centraliza-se no receptor; o emissor procura influenciar o comportamento do receptor. Como o emissor se dirige ao receptor, é comum o uso de tu e você, ou o nome da pessoa, além de vocativos e imperativos. Usada nos discursos, sermões e propagandas que se dirigem diretamente ao consumidor. Segunda pessoa do singular, Imperativo; Discursos políticos, Sermões, Promoção em pontos de venda - Propaganda.

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9 Função fática É aquela centralizada no canal, tendo como objetivo prolongar ou não o contato com o receptor, ou testar a eficiência do canal. Linguagem das falas telefônicas, saudações e similares. Interjeições, lugar comum, saudações e comentários sobre o clima.

10 Exemplo: - Como vai, Maria? - Vou bem. E você? - Você vai bem, Maria? - Já disse que sim! - Eu também. Está tão bonita! “ - Ah bem, eu que é … - Ah, é. (Dalton Trevisan)

11 Função poética É aquela centralizada na mensagem, revelando recursos imaginativos criados pelo emissor. Afetiva, sugestiva, conotativa, ela é metafórica. Valorizam-se as palavras, suas combinações. É a linguagem figurada apresentada em obras literárias, letras de música, em algumas propagandas. Subjetividade, figuras de linguagem, brincadeiras com o código, poesia e letras de música.

12 Exemplo: Rosa de Hiroshima Ney Matogrosso Pensem nas crianças Mudas telepáticas Pensem nas meninas Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas Pensem nas feridas Como rosas cálidas Mas, oh, não se esqueçam Da rosa da rosa Da rosa de Hiroshima A rosa hereditária A rosa radioativa Estúpida e inválida A rosa com cirrose A anti-rosa atômica Sem cor sem perfume Sem rosa sem nada

13 Função metalinguística É aquela centralizada no código, usando a linguagem para falar dela mesma. A poesia que fala da poesia, da sua função e do poeta, um texto que comenta outro texto. Principalmente os dicionários são repositórios de metalinguagem. Referência ao próprio código, Poesia sobre poesia, Propaganda sobre propaganda, Dicionário.

14 Exemplo: crepúsculo (latim crepusculum, -i ) s. m. 1. Claridade frouxa que precede a escuridão da noite. = anoitecer, arrebol, lusco-fusco, ocaso 2. Claridade frouxa que precede o clarão do dia. = alvorada, amanhecer, arrebol, lusco-fusco, madrugada 3. Fig. Período que antecede o fim de algo. = decadência, declínio, ocaso ≠ início, começo.


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