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SISTEMAS OPERATIVOS MS-DOS. O DOS possui nativamente uma interface de linha de comandos através do seu interpretador de comandos, command.com. Porém não.

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1 SISTEMAS OPERATIVOS MS-DOS

2 O DOS possui nativamente uma interface de linha de comandos através do seu interpretador de comandos, command.com. Porém não existe apenas uma versão do DOS. A mais conhecida e popular é o MS-DOS, da Microsoft (daí, as iniciais MS). SISTEMA OPERATIVO MS-DOS

3 Outras versões são os PC-DOS, DR-DOS e, mais recentemente, FreeDOS. Com o aparecimento das GUIs, ou seja interface gráficas, como por exemplo o Microsoft Windows o MS-DOS ficou em segundo plano, mas não foi esquecido. Hoje em dia existem inclusive diversos emuladores como o DOSBox que nos permitem usar os antigos programas feitos para o DOS em qualquer máquina. Também existe uma alternativa livre chamada "FreeDOS". SISTEMA OPERATIVO MS-DOS

4 Prompt de comando C:\> é a prompt de comando padrão do MS-DOS, e se não for alterado, o seu aspecto indica a letra da unidade de disco e o caminho (directoria atual), em que se está posicionado. De modo semelhante, A:\ indica que se está posicionado na unidade de disquetes e assim sucessivamente... SISTEMA OPERATIVO MS-DOS

5 Ficheiros de sistema: O MS-DOS tem alguns ficheiros de sistema indispensáveis para o arranque do computador: io.sys msdos.sys command.com config.sys autoexec.bat SISTEMA OPERATIVO MS-DOS

6 Em MS-DOS, as pastas são normalmente designadas por directorias. Os nomes dos ficheiros são compostos pelo nome propriamente dito e por uma extensão: NOME.EXT Por exemplo: pauta.txt grelhas.exe SISTEMA OPERATIVO MS-DOS

7 Regras para criação de ficheiros: Máximo de 8 caracteres no nome Máximo de 3 caracteres na extensão Devem conter apenas os caracteres seguintes: letras de A até Z ou de a até z números de 0 a 9 caracteres especiais seguintes: $ ~ ! # % & - { } ( ' _ ^ Não devem conter: espaços em branco Vírgulas, barras invertidas ou qualquer outro caratere que não pertença à lista acima Não devem pertencer à lista de nomes reservados SISTEMA OPERATIVO MS-DOS

8 Extensões dos ficheiros: A extensão serve para definir o tipo de ficheiro: SISTEMA OPERATIVO MS-DOS

9 Comandos para directorias: Criar Apagar Renomear Copiar Mover SISTEMA OPERATIVO MS-DOS

10 Mas os sistemas operativos são, por definição de concepção, software de administração de recursos físicos, agindo como intermediários entre as restantes aplicações / utilizadores e a camada física de hardware, fornecendo para isso uma quantidade de serviços pré-definidos. Assim, e de acordo com as arquiteturas onde estão instalados, também os sistemas operativos se foram enquadrando em várias categorias, de acordo com o seu comportamento e grau de serviços prestados. SISTEMA OPERATIVO MS-DOS

11 Sistemas Operativos Podemos então classificar os sistemas operativos presentes no mercado como: Sistemas Operativos por Lotes (ou Batch) Sistemas Operativos em Tempo Real Sistemas Operativos de Multiprogramação ou Multitarefa Sistemas Operativos Paralelos Sistemas Operativos de Rede Sistemas Operativos Distribuidos

12 Sistemas Operativos - Lotes Os sistemas operativos por Lotes caracterizam-se por processar grandes quantidades de trabalho com pouca ou nenhuma intervenção por parte do utilizador, de forma sequencial (ou linear). Temos como exemplo deste tipo de SO o conhecido MS-DOS e, a uma escala de computação muito superior, o Scope (usado em cálculo científico pesado)

13 Sistemas Operativos – Tempo Real A sua principal característica prende-se com a priorização dos processos em detrimento dos utilizadores, sendo normalmente sistemas construídos por medida de acordo com especificações muito rígidas. Com a priorização dos processos obtém-se tempos de resposta aos eventos em tempo-real, daí o nome da categoria. Exemplos da implementação deste tipo de sistemas são o VxWorks, SPECTRA e o mais conhecido Solaris (actualmente na versão 10)

14 Sistemas Operativos – Multitarefa Caracterizam-se por ter a capacidade de realizar várias tarefas em simultâneo. A multitarefa pode ser real (quando existem vários núcleos de processamento a trabalhar em simultâneo segundo algumas regras de paralelismo) ou preemptiva (usando uma multiplexação de tempo de processador pelos processos activos). A grande maioria dos sistemas operativos domésticos enquadram-se nesta categoria, como é o caso dos sistemas da Microsoft, o UNIX, o Mac OS, entre outros.

15 Sistemas Operativos – Paralelismo Não devemos confundir estes sistemas com os anteriores, uma vez que a arquitetura de Hardware para a qual fazem interface é radicalmente diferente. Permitem a execução de dois ou mais processos em simultâneo, que competem entre si pela atribuição dos recursos físicos do sistema. Neste caso, as arquiteturas envolvidas são já consideradas como arquiteturas de alto desempenho onde variáveis como o speed-up e a eficiência do paralelismo são muito importantes. Exemplos: ALPHA, AIX, PVM

16 Sistemas Operativos – Rede Os sistemas operativos de rede surgem com a necessidade de quebrar o isolamento das máquinas e a necessidade de partilhar recursos, bem como, fornecer serviços a clientes. Caracterizam-se por permitir a conexão através de redes de comunicação não heterogéneas de vários tipos e classes de equipamento, permitindo assim o fluir de informação entre nós operacionais de rede. Estes sistemas sofreram nos últimos anos, evoluções de arquitectura consideráveis. Exemplos: Novell Netware, Windows Server, LANtastic

17 Sistemas Operativos – Distribuidos Este tipo de sistemas vem utilizar dois princípios para aumentar o poder computacional: o paralelismo e as redes de dados. Caracterizam-se por conseguir distribuir trabalho, processos ou tarefas por vários processadores (ou nós), quer os mesmos estejam integrados num sistema físico, quer estejam distribuídos em várias unidades físicas inter conectadas via rede, por forma a criar unidades virtuais de processamento de alta performance, como é o caso do Grid Computing. Exemplos: Sprite, Chorus, Amoeba


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