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Leonil Slide “Os bens invisíveis” Apresenta: (Autor desconhecido - Trad. e adapt.: G. Cabada)

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2 Leonil Slide “Os bens invisíveis” Apresenta: (Autor desconhecido - Trad. e adapt.: G. Cabada)

3 “Os bens invisíveis” (Autor desconhecido - Trad. e adapt.: G. Cabada) Marcos era uma criança que vivia com sua mãe, uma pobre costureira, numa casinha de um só quarto. Na véspera de Natal, na sua cama, a criança esperava ansiosa a vinda de Papai Noel. Ele tinha deixado pendurada na janela da casa uma meia, esperando encontrá-la na manhã seguinte cheia de presentes.

4 Marcos era uma criança que vivia com sua mãe, uma pobre costureira, numa casinha de um só quarto. Na véspera de Natal, na sua cama, a criança esperava ansiosa a vinda de Papai Noel. Ele tinha deixado pendurada na janela da casa uma meia, esperando encontrá-la na manhã seguinte cheia de presentes. Mas sua mãe sabia que não haveria presentes de Natal por falta de dinheiro. Para evitar que ficasse desiludido, explicou-lhe: - Há bens visíveis, que se compram com dinheiro, e bens invisíveis, que não se compram, nem se vendem, nem se vêem, mas que fazem a gente muito feliz: por exemplo, o carinho da mãe. No dia seguinte, o filho acordou, correu até a janela e viu sua meia vazia. Recolhe-a com emoção e alegria e mostra-a à mãe: - Mãe, está cheia de bens invisíveis! - exclamou feliz. Mais tarde, na escola, houve um encontro de professores, pais e crianças, numa confraternização de Natal. Cada aluno mostrava, orgulhoso, seus presentes.

5 Mas sua mãe sabia que não haveria presentes de Natal por falta de dinheiro. Para evitar que ficasse desiludido, explicou-lhe: - Há bens visíveis, que se compram com dinheiro, e bens invisíveis, que não se compram, nem se vendem, nem se vêem, mas que fazem a gente muito feliz: por exemplo, o carinho da mãe. No dia seguinte, o filho acordou, correu até a janela e viu sua meia vazia. Recolhe-a com emoção e alegria e mostra-a à mãe: - Mãe, está cheia de bens invisíveis! - exclamou feliz. Mais tarde, na escola, houve um encontro de professores, pais e crianças, numa confraternização de Natal. Cada aluno mostrava, orgulhoso, seus presentes. Marcos parecia indiferente a toda essa euforia. - E você, Marcos, o que ganhou? Marcos levantou a cabeça e mostrou sua meia vazia: - Eu ganhei bens invisíveis! Diante das gargalhadas de seus colegas, sua professora se aproximou e pediu silêncio para que Marcos pudesse explicar. - Bens invisíveis - repetiu ele. - Amor felicidade amizade carinho harmonia união alegria sabedoria paciência e muitos mais... - perguntaram-lhe seus colegas

6 Mas sua mãe sabia que não haveria presentes de Natal por falta de dinheiro. Para evitar que ficasse desiludido, explicou-lhe: - Há bens visíveis, que se compram com dinheiro, e bens invisíveis, que não se compram, nem se vendem, nem se vêem, mas que fazem a gente muito feliz: por exemplo, o carinho da mãe. No dia seguinte, o filho acordou, correu até a janela e viu sua meia vazia. Recolhe-a com emoção e alegria e mostra-a à mãe: - Mãe, está cheia de bens invisíveis! - exclamou feliz. Mais tarde, na escola, houve um encontro de professores, pais e crianças, numa confraternização de Natal. Cada aluno mostrava, orgulhoso, seus presentes. Marcos parecia indiferente a toda essa euforia. - E você, Marcos, o que ganhou? Marcos levantou a cabeça e mostrou sua meia vazia: - Eu ganhei bens invisíveis! Diante das gargalhadas de seus colegas, sua professora se aproximou e pediu silêncio para que Marcos pudesse explicar. - Bens invisíveis - repetiu ele. - Amor felicidade amizade carinho harmonia união alegria sabedoria paciência e muitos mais... - perguntaram-lhe seus colegas Seus colegas não sabiam se deveriam rir ou ficar sérios. Enquanto isso, Fredy, menino muito cheio de si e mascarado, e, por esta razão, pouco simpático aos seus colegas, estava sendo gozado, por inveja, pelas outras crianças, que desfaziam do belo carrinho com controle remoto que ele ganhou de presente e que orgulhosamente exibia. Eles punham defeito em tudo. Então, Fredy, furioso, pegou o carrinho e o espatifou contra o chão. Quando seus pais perceberam este gesto, aproximaram-se: -Não sei o que fazer disse o pai à professora que também se tinha aproximado. - Nenhum presente o torna feliz. - Não sabemos o que fazer com ele acrescentou a mãe. Então, a professora, que conhecia os problemas de relacionamento de Fredy com seus pais, disse-lhes:

7 Seus colegas não sabiam se deveriam rir ou ficar sérios. Enquanto isso, Fredy, menino muito cheio de si e mascarado, e, por esta razão, pouco simpático aos seus colegas, estava sendo gozado, por inveja, pelas outras crianças, que desfaziam do belo carrinho com controle remoto que ele ganhou de presente e que orgulhosamente exibia. Eles punham defeito em tudo. Então, Fredy, furioso, pegou o carrinho e o espatifou contra o chão. Quando seus pais perceberam este gesto, aproximaram-se: -Não sei o que fazer disse o pai à professora que também se tinha aproximado. - Nenhum presente o torna feliz. - Não sabemos o que fazer com ele acrescentou a mãe. Então, a professora, que conhecia os problemas de relacionamento de Fredy com seus pais, disse-lhes: - Talvez Fredy goste do presente que ganhou Marcos. Os pais aproximaram-se de Marcos e ficaram conversando com ele durante alguns minutos. Depois comentaram com a professora: - Acho que foram esses os presentes que devíamos ter-lhe dado e não lhe demos. Obrigado. " bens invisíveis "! E foram embora, levando seu filho Fredy para dar-lhe de presente... " bens invisíveis "! Perguntem a ele - disse mostrando-lhes o menino. Música: “Heaven Forbid” Formatado por Leonil


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