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SHADISH, William R.; COOK, Thomas D.; CAMPBEL, Donald T.

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1 SHADISH, William R.; COOK, Thomas D.; CAMPBEL, Donald T.

2  Os séculos 16 e 17 marcaram o surgimento da ciência moderna  Há três formas de usar a observação comum, depois do século 17: ◦ O uso de observação para corrigir erros na teoria ◦ O uso de observações pelo método ativo ◦ A aceitação da influência de fatores externos

3  quase nunca é possível dizer qual é a causa exata de um evento=>uma constelação causa fogo na floresta=>retorno infinito ◦ ‘constelação’ designa uma combinação de fatores em um momento dado, em que um ou mais deles são influenciados pelos demais e se comportam como tais apenas na presença um dos outros (Karl Mannheim).  relacionamentos causais não determinam, mas criam condições probabilísticas para que um evento ocorra=>generalização problemática

4  Correlação não prova causalidade=>boa educação é causa ou efeito de um bom salário? E inteligência (variável de confundimento)?  No mundo da pesquisa há dois tipos de causa: ◦ Manipuláveis (experimentos)  Efeito=>causa: alimentação em uma comunidade  Causa=>efeito: efeito de drogas ◦ Não-manipuláveis (não-experimento)  Efeito=>causa: valor imobiliário x terremoto  Causa=>efeito: impacto econômico das eleições

5  Em um experimento podemos: ◦ manipular a causa suposta e observar o resultado depois ◦ ver se a variação na causa está relacionada com a variação do efeito ◦ usar vários métodos para reduzir a plausibilidade de explicações alternativas ◦ ampliar a compreensão do evento, mas reduzir a generalização

6  Descrição causal: ◦ Descreve a relação entre dois eventos  Explicação causal: ◦ Diz como e porque dois eventos se relacionam ◦ Possibilita solucionar falhas no sistema e generalizar ◦ Tem o número de partes e a complexidade da explicação diretamente afetados pelo nível de análise ◦ Depende do conhecimento total do contexto ◦ Uma explicação factível não é completa

7  Hume: ◦ é necessário se obter uma evidência contrafactual para se identificar o fato:  Mesmo momento/grupos distintos=>erro  Mesmo grupo/momentos distintos=>erro ◦ justificação para a validade da indução  indução ‘I 1 ’ obteve sucesso, a indução ‘I 2 ’ obteve sucesso, a indução ‘I 3 ’ obteve sucesso, a indução ‘I n ’ obteve sucesso, então é lícito afirmar que a indução é um processo válido

8  Stuart Mill: ◦ existe uma relação causal se:  a causa precedeu o efeito  a causa estava relacionada com o efeito  não podemos encontrar nenhuma explicação alternativa plausível  O sistema de Mill  Método da diferença, que constata a presença de um evento e de um fator em uma coleção de casos e a ausência desse mesmo fator na ausência do evento em outra coleção de casos, sendo as duas coleções de casos em tudo o mais semelhantes: [(Aa + Aa + Aa)/(A + A + A) = a]

9  Método da concordância, que constata a presença de um evento e de um fator comum entre casos em tudo diferentes: (Aa + Ba + Ca) = a(A + B + C);  Método conjunto de concordância e diferença, que constata a presença de um evento e de um fator em uma coletânea de casos em tudo o mais diferentes e a ausência dos mesmos evento e fator em outra coletânea de casos também diferentes: [(Aa + Ba + Ca)/(A + B + C) = a]

10  Método dos resíduos, que, a partir da eliminação de fatores, cuja relação causa- efeito é conhecida, identifica o evento residual com o fator remanescente: [(Aab + Bab + Bab)/(Ab + Bb + Cb)= a].  Método das variações concomitantes, que correlaciona dois ou mais fatores entre si e à ocorrência de um fenômeno (B) quando os fatores (x), em uma coleção de casos, sempre apresentam variações concomitantes (A): [∀x:A(x)  B(x)]

11  Popper ◦ uma afirmativa não pode nunca ser, definitivamente, confirmada, mas pode ser, definitivamente, refutada.  Kuhn ◦ nem confirmar nem refutar, definitivamente, é possível. ◦ o conhecimento científico não é autônomo em relação a variáveis sociais e aos interesses comuns da comunidade científica

12  A adesão a um paradigma concorrente, assemelha-se a uma conversão religiosa  Anomalias=> ciência extraordinária x ciência normal => crise=> revolução  Uma versão falibilista da falsificação: ◦ "Diferentes procedimentos operacionais não compartilham as mesmas múltiplas teorias" (p. 16) ◦ Julgamento contextualizado das explicações alternativas: importância e empiria=absolvição (plausibilidade) ◦ se nossa teoria é falha, nossas escolhas falham também (H. pyllori)

13  EXPERIMENTO RANDOMIZADO: a escolha de unidades experimentais é feita por sorteio e a causa é manipulável; um grupo submetido a tratamento, em comparação com um grupo controle.  QUASE-EXPERIMENTO: escolha randomizada, causa manipulável antes da avaliação do efeito; existem características diferentes entre os grupos (criação de explicações alternativas); pré-testes são algo muito comum.

14  EXPERIMENTO NATURAL: muitas vezes não há um tratamento manipulável e pesquisadores fazem inferências a partir do efeito para a causa.  DESENHO NÃO-EXPERIMENTAL: não há pré- testes, controle da variável ou afirmativas contrafactuais, apenas se faz uma observação passiva para estabelecer uma correlação entre as variáveis, muitas vezes não se sabe se a "causa" precede os "efeitos”.

15  Confiança permeia a ciência, apesar de sua retórica de ceticismo  o mundo ontológico e os mundos da ideologia, interesses, valores, esperanças e desejos desempenham um papel na construção do conhecimento científico.  “o mundo natural tem um papel pequeno ou inexistente na construção do conhecimento científico” (Collins, 1981 apud Shadish et al, 2002, p. 28)

16  OBRIGADO!


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