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Professor Mário Dantas A NÁLISE O RIENTADA A O BJETOS Out/2010.

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1 Professor Mário Dantas A NÁLISE O RIENTADA A O BJETOS Out/2010

2 Aula 06 - Agenda  Classe e Objeto  Atributo  Métodos  Associações  Dependência  Simples: multiplicidade, papel, navegabilidade  Com valor semântico adicional: agregação e composição  Generalização/especialização  Diagrama de classes 2

3 Classe: Definição, atributos e métodos 3

4 Classe 4  É uma descrição de um conjunto de objetos que compartilham os mesmos atributos, operações, relacionamentos e semântica  É um tipo de (e dá origem a) objeto

5 Objeto 5  Qualquer elemento identificado no domínio do negócio que tenha:  identidade - qualquer objeto é único e diferenciado dos demais  estado - valores dos atributos em determinado momento  comportamento – funcionalidade do objeto  É a instância de uma classe.

6 Atributo 6  Definem os dados da classe  Possuem tipo  Podem ser referências (do tipo de) a outras classes (delegação)  Possuem visibilidade, muito freqüentemente privados  O tipo de dado depende da linguagem de programação que será usada para implementação.

7 Métodos 7  Expressam o comportamento da classe  Acessam e modificam os atributos da classe  Na implementação, são os métodos (similares a procedimentos e funções)  Possuem definição de visibilidade (geralmente públicas)  Podem retornar valor ou não (void)  Podem receber parâmetros ou não (entre parênteses obrigatórios)

8 Modelagem dos Métodos 8  Serviços que a classe deve prestar (normalmente relacionados aos seus atributos)  Parâmetros necessários a prestação dos serviços  Retorno dos serviços prestados pela classe  Saídas geradas pelos serviços da classe (não serão expressas no diagrama)  Manutenção de classes persistentes (estereótipo >)

9 Visibilidade 9  Definida por meio de modificadores de acesso:  Público (public, +)  Protegido (protected, #, depende de herança)  Padrão (ausência de modificador, ~, pacote)  Privado (private, –)  Serve para encapsular, proteger, organizar o acesso à membros de uma classe

10 Representação da UML 10

11 Representação em Pseudocódigo 11

12 Implementação em Java 12

13 Utilização da Classe em Java 13

14 Associação entre Classe 14

15 Dependência 15  Associação mais fraca entre classes  Indica utilização  Geralmente acontece quando:  Na passagem de parâmetro a um método  Na criação de um objeto (e/ou referência) dentro de um método

16 Dependência 16

17 Herança 17  Relacionamento entre tipos mais genéricos e tipos mais específicos;  Classe filha e a classe mãe;  Relacionamento do tipo “é-um”;  Aceita apenas a adição de características na classe filha; nunca a exclusão;  Possibilita o reuso da estrutura e da funcionalidade;  Necessária para o polimorfismo.

18 Herança 18

19 Herança 19

20 Associação simples 20  Ligação estrutural entre duas classes  Permite navegar de um objeto para outro  Tempos de vida independentes.

21 Associação simples 21

22 Associação simples 22

23 Associação por Agregação 23  Adiciona valor semântico (pouco) a associação, indicando que uma classe é mais importante na associação  Associação do tipo “parte-de”  Tempo de vida independente: a existência da parte não está vinculada ao tempo de vida do todo, podendo a parte compor outros todos

24 Associação por Agregação 24

25 Associação por Composição 25  Conotação semântica mais forte que a agregação  Denota forte interdependência entre as partes  Tempo de vida dependente  A multiplicidade do lado do “todo” não pode ser maior que 1, pois a parte é exclusiva de um todo

26 Associação por Composição 26

27 Propriedades das Associações 27  Nome  Papel  Navegabilidade  Multiplicidade

28 Nome 28  Demonstra o objetivo da associação  Deve ser uma frase com verbo  É preferível usar papeis ao invés do nome do relacionamento  Normalmente utilizada no modelo em fase de análise, quando ainda não existem informações suficientes para nomear os papéis

29 Nome 29

30 Papel 30  Descreve a função da classe na associação  Deve ser um substantivo  Não deve ser usado junto com o nome de associação  Há situação em que o papel designará o nome de um atributo, na implementação de uma das classes. Nesse caso, deve ser colocado no modelo.

31 Papel 31

32 Navegabilidade 32  Indica que, a partir de um objeto, é possível chegar a outro que esteja associado a ele  Pode ser implementado por:  Referência a objetos  Arrays ou coleções de objetos  Quando não especificada, assume-se a dupla navegabilidade (mais complexa)  Nunca há setas nas duas extremidades da associação

33 Navegabilidade 33

34 Multiplicidade 34  Indica quantos objetos de uma classe podem ser associados  Pode ser qualquer número de zero até muitos (indicado por *)  Valores mais comuns:  0..* - zero ou qualquer número maior  1 - obrigatoriamente um e apenas um  1..* - um (no mínimo) ou qualquer número

35 Multiplicidade 35

36 Diagrama de Classes 36

37 Diagrama de Classes 37  É criado para representar o conjunto das classes e suas associações  É a base estrutural que dá suporte a todas as funcionalidades de um sistema  Serve como modelo conceitual e lógico de dados  Constitui mais uma forma, junto com diagramas de casos de uso, de comunicação bastante útil entre projetistas e clientes  Identifica os objetos manipulados pelo sistema

38 Diagrama de Classes 38  Deve ser desenvolvido nas versões necessárias a compreensão de cada uma das fases do ciclo de vida do software (análise, projeto, implementação)  É formal e pode servir para geração de código em uma linguagem de programação

39 Diagrama de Classes 39  Trata-se de uma representação estática: é importante para definir que classes prestarão cada uma dos serviços demandados pelo sistema

40 Construir o diagrama de classes, usando o diagrama de caso de uso e diagrama de atividade do sistema: Locadora de Filmes Online Estudo de Caso 40

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42 Segunda versão

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44 © 2004 by Pearson Education

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