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Noções de Instalações de Combate a Incêndio As Instalações de Combate a Incêndio são obrigatórias e os motivos mais comuns na ocorrência de Incêndio são:

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1 Noções de Instalações de Combate a Incêndio As Instalações de Combate a Incêndio são obrigatórias e os motivos mais comuns na ocorrência de Incêndio são: Curto-circuito nas instalações elétricas, resto de cigarro nos cestos de lixo, aquecimento excessivo de ferro de passar roupa, escape de gás de cozinha etc. Os prédios devem ser apropriados com dispositivos de combate a Incêndio que podem ser:  Sob Comando  Automático A utilização de um ou a combinação desses dispositivos vai depender do tipo de ocupação, da altura e da área construída do prédio.

2 Para a extinção do fogo existe diversas substâncias, que devem ser utilizadas de acordo com as recomendações a seguir: -Madeira, tecido, algodão e papel – Usar água ou espuma química; -Equipamentos Elétricos – Usar pó químico, gás carbônico, compostos fluorcarbonados, ou se os circuitos elétricos puderem ser desligados, utilizar água ou espuma química; -Líquidos Inflamáveis, Óleos e Graxas – Usar espuma química, compostos químicos em pó, gás carbônico e compostos fluorcarbonádos; Outras substâncias utilizadas para combater o fogo: Grafite, cloreto de bário, limalha de ferro, sal gema, areia etc.

3 Sistema Sob Comando É o dispositivo que funciona sob o auxilio de um operador, que poderá utilizar água ou extintores portáteis com pó químico, gás carbônico, espuma química etc. Sistema Hidráulico sob Comando Esse sistema é utilizado de acordo com os códigos de segurança contra incêndio, que é exigido quando: A edificação possuir mais de três pavimentos, independente de sua área construída; A edificação possuir menos de três pavimentos, porém com área construída superior a m²; A edificação for destinada a garagem, independente do número de pavimento e da área construída.

4 Reserva técnica É a mínima quantidade de água necessária para combater o incêndio. Deve ser prevista e se localizar no reservatório superior. É calculada da seguinte forma: litros para quatro caixas de incêndio mais quinhentos litros por caixa excedente. R T = (N – 4) x 500, sendo N o nº de caixas de incêndio e N ≥ 4 Exercício: Calcular a reserva técnica de incêndio para um prédio de 12 pavimentos e uma caixa de incêndio em cada pavimento. Resposta: Nº de caixa de incêndio = 12 Volume da reserva técnica = (12 – 4) x 500 = litros Quando o prédio não adota o sistema de reserva de combate a incêndio em seu reservatório superior, o abastecimento da rede de combate a incêndio deverá ser feita pelo reservatório inferior através de bombeamento de acionamento independente e comando automático. Sendo assim, a reserva técnica é calculada da mesma forma anterior

5 Essa reserva para incêndio é fixada pela legislação estadual e depende do tipo de prédio, do número de pavimentos e do sistema segundo o qual são alimentadas as caixas de incêndios com hidrantes. Uma tubulação saindo do fundo de cada seção do reservatório superior, alimenta as colunas de incêndio que em cada pavimento servem às caixas de incêndio. No sistema sob comando com hidrantes, a canalização preventiva corresponde à instalação hidráulica predial de combate a incêndio para ser operada pelos ocupantes da edificação até a chegada do corpo de bombeiros em prédios de apartamentos, hotéis, hospitais e conjuntos habitacionais. A rede preventiva é o sistema de canalizações destinado a atender as descargas e pressões exigidas pelo corpo de bombeiros em fábricas, edificações mistas, públicas, comerciais, industriais, escolares, galpões grandes, edifícios-garagem, etc.

6 CANALIZAÇÃO A canalização para combate a incêndio deve resistir a uma pressão de 18,0 Kg/cm², por isso devem ser de ferro e o diâmetro nominal deve ser de 60mm (2 ½”). A canalização inicia-se do fundo do reservatório superior, alimenta as caixas de incêndio e termina no registro de passeio. Este tipo de tubulação possui seu próprio barrilete, dotado de registro de gaveta, luvas de união para a desmontagem do sistema e válvulas de retenção para impedir o transbordo de água no reservatório quando o for acionado o sistema pelo Corpo de Bombeiros no registro de passeio.

7 Reservatório de Água O reservatório de água é um compartimento construído na edificação, em concreto armado, metal apropriado ou qualquer outro material que apresente resistência mecânica às intempéries e ao fogo. Destina-se a armazenar uma quantidade de água (reserva de incêndio) que, efetivamente, deverá ser fornecida para o uso exclusivo de combate a incêndios. Quanto à localização, os reservatórios podem ser elevados, no nível do solo, semienterrados ou subterrâneos, devendo ser observadas as exigências previstas nas Normas Técnicas (NBR 13714/2000) quanto às suas características construtivas e localização. Os reservatórios devem estar – dentro das possibilidades – em local acessível aos veículos do Corpo de Bombeiros. A capacidade da reserva de incêndio deverá ser suficiente para garantir o suprimento dos pontos de hidrantes, considerados em funcionamento simultâneo, durante o tempo previsto nas especificações técnicas.

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10 Caixa de Incêndio ou Abrigo do Hidrante de parede As caixas de Incêndio deverão ter dimensões mínimas de 0,75x0,45x0,17m, devem ser em forma de paralelepípedo, semelhante a um armário de ferro, que irá armazenar uma mangueira de até 20m de comprimento. Para mangueiras maiores de 20m de comprimento as caixas devem ter dimensões de 0,90x0,60x0,17. Neste caso são obrigados a utilização de registros de gaveta de 60mm (2 ½”) acoplados a uma mangueira de 40mm (1 ½”), esguicho com requintes em sua extremidade de 7 a 13mm

11 MANGUEIRAS As mangueiras não devem ser enroladas nas caixas e sim dobradas, para facilitar o manuseio, deverão possuir comprimento entre 10m a 30m, com variação de 10; 15 ;20; 25 e 30 metros. Este comprimento deve ser calculado medindo-se a distância do percurso entre a caixa e o ponto mais distante a proteger. As mangueiras devem ser de nylon ou de borracha e resistir a uma pressão de 8,0 kg/cm². Por norma a cor padrão exigida para as caixas de Incêndio é a vermelha, no visor transparente das mesmas deverá ser escrito a palavra INCÊNDIO. A quantidade de caixas de Incêndio será determinada pelo número de pavimentos, sendo que a extensão da área a proteger não deve ultrapassar o comprimento máximo de 30,0 metros das mangueiras.

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13 ESGUICHO O esguicho consiste em peça metálica adaptada na extremidade da mangueira, destinada a dar forma, direção e controle ao jato, podendo ser do tipo regulável ou não. Os mais utilizados nos edifícios são o esguicho agulheta (13, 16, 19 ou 25 mm) e o esguicho regulável (DN 40/65 mm). Podemos encontrar os esguichos lançadores de espuma, utilizados para proteção de tanques de combustíveis ou inflamáveis, também conforme essas especificações. O esguicho agulheta, mais comum, aumenta a velocidade da água porque seu orifício é de diâmetro menor que o da mangueira, permitindo, desta forma, o jato compacto (pleno). O esguicho regulável passa de jato compacto a neblina de alta velocidade pelo simples giro do bocal. Esse esguicho produz jato ou cone de neblina, de ângulo variável de abertura, em razão da existência de um disco no interior do tubo de saída; o ângulo máximo de abertura chega a 180 graus.

14 Exemplo de Esguichos:

15 Registro de passeio Conforme foi dito antes, a tubulação de incêndio termina no registro de passeio, que geralmente é um registro de gaveta, protegido por uma caixa com dimensões de 0,30x0,40x0,40m e tampa metálica de 0,30x0,40 m, com a inscrição da palavra INCÊNDIO. A profundidade da boca do registro deverá ser de 0,15 m, com a caixa situada no passeio público, logo em frente do edifício a proteger e a uma distância de 0,60 m do meio fio.

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17 Hidrante  É um dispositivo implantado na rede pública de distribuição de água, tem a finalidade de suprir o prédio no combate a incêndio.  Os hidrantes são acionados pelo Corpo de Bombeiros, através de caminhões apropriados, que bombeiam a água com a mangueira de sucção acoplada ao hidrante e a mangueira de recalque ao registro de passeio.  Os hidrantes geralmente são localizado no passeio público, de preferência nas esquinas, devido as mesmas serem zonas de estacionamento proibido. Quando não situadas nas esquinas e mesmo nestas, devem ser colocados os sinais convencionais de proibição de estacionamento de veículos em frente ao hidrante. A distância máxima entre os hidrantes não deve ultrapassar os 100,0 metros e a distantância até o meio fio 0,60 m.

18 Existem dois tipos de hidrantes: O de coluna e o subterrâneo, sendo que os mais usados são os de coluna. A cor adotada para estes também é o vermelho e em ambos a pressão máxima de serviço será de 10,0 kgf/cm²

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22 RISCOÁREA DE PROTEÇÃO DISTANCIA MÁXIMA PARA ALCANCE DO OPERADOR Pequena250 m²20 m Média150 m²15 m Grande100 m²10 m EXTINTORES PORTÁTEIS É obrigatório, além do sistema hidráulico de combate a Incêndio, o uso de extintores portáteis de pó químico, gás carbônico, entre outros. Devem ser colocados em pontos estratégicos e visíveis, onde o fogo não impeça o acesso aos mesmos. A área destinada aos extintores devem receber pintura de um círculo de cor vermelha e bordas amarelas de raio mínimo de 0,10 m. A parte superior do extintor deverá está a 1,80 m do piso acabado. A tabela a seguir indica a quantidade de extintores que devem ser adotados de acordo com a classe de risco, área de proteção e distância máxima do operador TABELA 1

23 TIPOS DE EXTINTORES Extintor com água pressurizada É indicado para incêndios de classe A (madeira, papel, tecido, materiais sólidos em geral). A água age por resfriamento e abafamento, dependendo da maneira como é aplicada. Extintor com gás carbônico Indicado para incêndios de classe C (equipamento elétrico energizado), por não ser condutor de eletricidade. Pode ser usado também em incêndios de classes A e B. Extintor com pó químico seco Indicado para incêndio de classe B (líquido inflamáveis). Age por abafamento. Pode ser usado também em incêndios de classes A e C. Extintor com pó químico especial Indicado para incêndios de classe D (metais inflamáveis). Age por abafamento.

24 Extintores portáteis É obrigatório, além do sistema hidráulico de combate a Incêndio, o uso de extintores portáteis de pó químico, gás carbônico, entre outros. ÁGUA CO2 PQSESPUMA

25 Classificação dos extintores Os extintores de incêndio são classificados pelo tipo de incêndio que conseguem apagar. Classe A - conseguem apagar incêndios de "combustíveis comuns" como madeira, plástico ou papel. Classe B - conseguem apagar líquidos inflamáveis como gasolina ou graxa. Classe C - conseguem apagar incêndios elétricos. Os extintores que forem marcados com A, B e C conseguem apagar todos os tipos. Classe D - projetados para apagar metais que estejam pegando fogo, são raros. Os extintores de incêndio são classificados pelo tipo de incêndio que conseguem apagar.

26 Espuma

27 Sistema Automático Dentre os sistemas automáticos o “sprinkler” é o mais usual. Esse sistema de chuveiros funciona tão logo inicia-se o incêndio, sem a necessidade de ação de um operador. O “Sprinkler” possui uma peça especial que veda a passagem da água. Essa peça tem baixo ponto de fusão, isso faz com que a mesma se rompa com a elevação da temperatura e comece a lançar água em forma de chuveiro em toda região a seu alcance. Opera somente nos locais onde há aumento de temperatura. Esse sistema também permite o uso de outros líquido ou gases apropriado quando o uso da água for contra indicado.

28 Tipos de Sprinkler

29 Tipo de Sprinklers e Funcionamento De modo geral, empregam-se os sprinklers da marca Grinnall, Tipo “Quartzoid”, que é apresentado na figura a seguir. MARCA GRINNELL Rubo Quartzoid (Ampola) Cone Defletor Corpo Mola Disco de vedação

30 Para cada classe de risco a um tipo específico de sprinkler, identificado pela cor do líquido na ampola. Classificação do sprinkler Temperatura que não deverá ser execidida onde o sprinkler esta localizado Cor do liquido na ampola ºFºCºFºC 155º68º120º49ºVERMELHO 157º79º140º60ºAMARELO 200º93º165º74ºVERDE 286º141º250º121ºAZUL 360º182º320º160ºVIOLENTA 410º227º400º204ºPRETO 500º260º460º238ºPRETO

31 Número de “Sprinkler” e reserva técnica A quantidade de “Sprinkler” é determinado de acordo com a tabela 2 a seguir. Sendo que estes são diretamente ligados ao reservatório superior e o valor da reserva técnica é calculado em função do número de bicos a funcionar, de acordo com a classe de risco, com a vazão de descarga de cada bico e o tempo necessário para a extinção do Incêndio. Risco Área por Sprinkler m² Distância entre Sprinkler m Vazão l/min. Reserva Técnica m³ Pequena21,0 m²4,5 m479,0 à 11,0 Média12,0 m²4,0 m6055 à 185 Grande9,0 m²3,5 m67,5225 à 500 Por ser uma instalação altamente especializada, o projeto e execução da intalação são, geralmente, feito por firmas fornecedores de equipamentos. A tabela a seguir, apresenta a área de influência de um sprinkler e a distância maxima entre eles.

32 Canalizações A canalização dos “Sprinklers” geralmente é aparente e presa ao teto por meio de braçadeiras. A pressão mínima em cada ponto deve ser de 1,0 kg/cm². Caso não haja pressão suficiente, a rede deve ser pressurizada através de um tanque de pressão ligado a rede de alimentação dos sprinklers, por meio de uma bomba que é posta a funcionar através de um pressostato. Nesse sistema existe também uma válvula de fluxo que acionará um alarme ao passar água pela mesma, decorrente do funcionamento de um ou mais bicos. Este alarme normalmente deve ficar localizado na portaria do edifício.

33 A canalização de “Sprinkler” é composta de três partes: - coluna - ramal - sub-ramal Coluna Tem início no barrilete de combate a Incêndio e alimenta os ramais em cada pavimento do prédio e o dimensionamento é de acordo com a tabela abaixo. TABELA 3 Diâmetro das colunasNúmero de Sprinklers Risco PequenoRisco MédioRisco Grande 40 mm (1’ 1/2 ”) mm (2”) mm (2’ 1/2 ”) mm (3”) mm (4”) mm (5”) mm (6”)

34 Ramal O ramal inicia-se na coluna e alimenta os sub-ramais. Para dimensionamento dos ramais é adotado os valores da tabela 4 a seguir. TABELA 4 Sub-ramal Tem origem no ramal, onde são ligado os “Sprinklers”, sendo que esta quantidade deverá ser igual ou menor a 06 (seis). O dimensionamento é feito de acordo com os mesmos procedimentos dos ramais, seguindo a indicação da tabela 4. Diâmetro dos Ramais e Sub-ramais Número de Sprinklers Risco PequenoRisco MédioRisco Grande 25 mm (1”) mm (1’ 1/4 ”) mm (1’ 1/2 ”) mm (2”) mm (2 ’1/2 ”) mm (3”) mm (4”) mm (5”) mm (6”)

35 Exercício Achar o número de Sprinklers e dimensionar a coluna, o ramal e os sub- ramais de um sistema automático de proteção contra Incêndio para um compartimento de 18,0 x 15,0 m e com grande risco de sinistro. Resultado a - Cálculo do número de Sprinklers = 18,0 x 15,0 / 9,0 = 30 b – Cálculo da coluna : Para o nº de Sprinklers igual a 30, usando a TABELA 3 temos então o Ǿ = 100mm ( 4”)

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37 d – Cálculo dos sub-ramais Trecho 1-2 – nº de Sprinklers = 1 TAB. 4 Ǿ = 25mm (1”) Trecho 2-3 – nº de Sprinklers = 2 TAB. 4 Ǿ = 32mm (1 1/4”) Trecho 3-4 – nº de Sprinklers = 3 TAB. 4 Ǿ = 40mm (1 1/2”) Trecho 4-5 – nº de Sprinklers = 4 TAB. 4 Ǿ = 40mm (1 1/2”) Trecho 5-G– nº de Sprinklers = 5 TAB. 4 Ǿ = 40mm (1 1/2”) c – Cálculo do ramal Trecho AB – nº de Sprinklers = 30 TAB. 4 Ǿ= 100mm (4”) Trecho BC – nº de Sprinklers = 25 TAB. 4 Ǿ= 75mm (3”) Trecho CD – nº de Sprinklers = 20 TAB. 4 Ǿ= 75mm (3”) Trecho DE – nº de Sprinklers = 15 TAB. 4 Ǿ= 60mm (2 1/2”) Trecho EF – nº de Sprinklers = 10 TAB. 4 Ǿ= 60mm (2 1/2”) Trecho FG – nº de Sprinklers = 5 TAB. 4 Ǿ= 40mm (1 1/2”)

38 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA

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