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Análise Macroscópica e Microscópica Parte Prática.

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Apresentação em tema: "Análise Macroscópica e Microscópica Parte Prática."— Transcrição da apresentação:

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2 Análise Macroscópica e Microscópica Parte Prática

3 Laboratório Requisitos Mínimos

4 Infraestrutura Laboratorial Salas necessárias para o funcionamento.

5 Materiais

6 Aquecedor De Água Digital. Temperatura máxima de 75 ºC. Temperatura mínima de 50 ºC. Gás.

7 Filtro de Água Filtro com tela que impede a passagem de partículas com tamanho acima de 10 micrometros. Não diminui a pressão da água. Aerador de água.

8 Tela do filtro de água Partículas presas na tela do filtro de água.

9 Ultra-som Utilizada para limpeza das telas calibradas do filtro de água, para que não ocorra danificação.

10 Autoclave Auxilia na digestão dos alimentos. A vapor. Pressão de trabalho de 1,5 Kgf/cm² Capacidade de 75 L. Capacidade de 8 amostras em Becker de 2 L.

11 Capela Local onde as etapas criticas dos ensaios são realizados. Evita inalação de gases pelo laboratorista.

12 Chapas de aquecimento e agitação Agitação - Utilizada para misturar reagentes com amostra. Aquecimento - Para acelerar o processo digestivo de alimentos de fácil digestão.

13 Sistema de filtração a vácuo Bomba de vácuo Funil de Büchner 3 Kitassatos Sílica gel

14 Percoladores Capacidade de 2 litros. Utilizado para separar fase de óleo em uma mistura heterogênia.

15 Vidraria Becker de 2 litros Becker de 1 litro Cálices de 50ml e de 250ml Provetas de 1 litro e 100 mL Armadilha de Wildner

16 Peneiras Mash 12 Mash 18 Mash 20 Mash 30 Mash 60 Mash 80 Mash 140 Mash 230

17 Lupa Microscópio estereoscópico. Capacidade de aumentos que variam de 0 a 60 vezes. Métodos da A.O.A.C. usam para contagem de sujidades, 30 vezes de aumento.

18 Microscópio Microscópio ótico. Capacidade de aumentos que variam de 100 a 1000 vezes. O mais usado é com objetivas de 10, 40 e 100 e oculares de 10.

19 Color Vídeo Printer Um instrumento para reanálises, pois possibilita a todas pessoas envolvidas a participar da observação microscópica.

20 Balança semi-analítica Utilizada para pesagem de amostras para os ensaios macroscópicos e microscópicos.

21 Balança Analítica Para pesagens que envolvem precisão.

22 Formação De RH Conhecimento teórico e prático de sistemática e de histologia animal e vegetal. Conhecimento teórico e prático em microscopia. Conhecimento em técnicas laboratoriais. Conhecimento da legislação para emissão de laudos conclusivos.

23 Controle De Contaminação Na CIENTEC utilizamos placas de Petri com vaselina sólida, como armadilhas para capturar partículas.

24 Métodos de ensaio FDA - Food Drug Administration. AOAC - Association of Official Analytical Chemists. ISO - International Organization for Standardization. IAL - Instituto Adolfo Lutz. Comissão do Codex Alimentarius, adotados por entidades internacionalmente reconhecidas. ITAL-Instituto de Tecnologia de Alimentos.

25 Reagentes Acido clorídrico Álcool 95 Clorofórmio Heptano Igepal 910 Igepal 730 Isopropanol Lauril sulf. Sódio Óleo mineral Óleo de rícino Querosene

26 Garantia de qualidade Capacitação do pessoal envolvido. Auditorias internas. Auditorias externas. Ensaios interlaboratoriais.

27 Ensaio Macroscópico

28 Material Necessário Becker de 1L Becker de 2L Bandeja de aço inox ou travessa de vidro Espátula Tesoura Abridor de lata Abridor de garrafa

29 Passos da análise Abrir embalagem da amostra e despejar seu conteúdo numa bandeja ou num Becker no caso de líquidos. Quando todo conteúdo da amostra não couber na bandeja ou no Becker repetir este procedimento quantas vezes forem necessárias. Misturar a amostra com o auxilio de uma espátula. O analista deve, por observação direta, verificar enquanto mistura a amostra a presença de matérias macroscópicas prejudiciais a saúde. Quando necessário pode-se utilizar o microscópio estereoscópico ou até o microscópio ótico para confirmar a estrutura da sujidade encontrada.

30 Exemplos De Estruturas Encontradas Nas Análises

31 Fibras de mandioca no leite

32 Emaranhado de cordas em bolachas

33 Pregos em extrato de tomate

34 Larvas em sanduíche

35 Larvas desidratadas em sanduíche

36 Larva em presunto

37 Chocolate com fezes de larvas

38 Larva em chocolate

39 Larva entrando no chocolate

40 Piercing (encontrado num bombom)

41 Fezes de larvas com teias em bombom

42 Larva de traça

43 Larva de mosca varejeira em charque

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45 Larva em pepino em conserva.

46 Furo característico de larva em pepino em conserva

47 Corte com bisturi em mosca varejeira com larvas

48 Mosca varejeira com suas larvas

49 Oryzaephilus spp. (Besouro)

50 Besouro de cevada (Oryzaephilus spp.)

51 Plodia (Traça)

52 Barbulas e Coleoptero (Tribolium spp)

53 Sitophilus spp. em lasanha

54 Sitophilus spp.

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56 Pupa de Sitophilus spp. (gorgulho)

57 Sitophilus spp.

58

59 Sitophilus spp. Gorgulho de cereais

60 Besouro em cereais

61 Grão de feijão com Coleoptero morto

62 Caruncho do feijão Acanthocelides spp.

63 Soja no feijão

64 Pedras no feijão

65 Ephestia spp. Traça de farinha

66 Ephestia spp. Traça da farinha

67 Pupa de Ephestia spp.

68 Barata Periplaneta spp.

69 Ooteca de barata

70 Baratinha doméstica (Ordem Orthoptera)

71 Barata

72 Pão com fezes de rato

73 Pão com passas e fezes de rato

74 Fezes de rato

75 Queijo com rato

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77

78

79 Local onde o rato estava alojado

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81 Detalhe da consistência do queijo modificado

82 Detalhe da boca do rato que estava no queijo

83 Rato em mortadela

84 Local onde o rato estava alojado

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88 Marcação do posicionamento do rato na mortadela.

89 Marcação no corpo do rato.

90 Rato encontrado no leite

91 Fezes de rato em arroz

92 Arroz com ossos e couro cabeludo de roedor

93 Bolacha com pêlo humano

94 Milho de pipoca com pedras, caco de vidro e outras sujidades

95 Unha humana em feijoada

96 Papilas gustativas

97 Fragmento de dente

98 Pulgão em alface

99 Mariola com fita plástica

100 Ensaio microscópico Exige preparação laboratorial para procurar as sujidades e identificar elementos histológicos. Dividem-se em: 1. Sujidades pesadas. 2. Sujidades leves: - Por peneiração - Por filtração 3. Identificação de elementos histológicos 4. Identificação de amidos

101 Etapas dos ensaios

102

103

104

105 Exemplos de estruturas encontradas

106 Erva-mate com cristais de açúcar sem peneiração

107 Erva-mate peneirada com cristais de açúcar

108 Erva-mate peneirada com cristais de açúcar separados

109 Erva-mate com outras espécies vegetais: Boldo do Chile (Pneumus boldo), Menta (Mentha spp.) e Gramineas

110 Erva-mate com outras espécies vegetais (fundo branco)

111 Ácaro em farinha de trigo

112

113 Ácaro em alho

114 Ácaro em geléia de figo

115 Ácaro em farinha de milho

116 Ácaro em ravióli

117 Ventosas de ácaro parasita

118 Ácaro parasito de insetos

119 Ácaros e areia em molho de tomate

120 Liposcelis spp.

121 Liposcelis spp. piolho de livro

122 Esporos de fungos em grãos de arroz

123 Hifas de fungos em extrato de tomate

124 Hifas de fungos em refrigerante

125 Hifas de fungos em fibras musculares

126 Mandíbula Plodia spp.

127 Mandíbula Ephestia spp.

128 Escama de asas e Ephestia spp.

129 Mandíbula Liposcelis spp.

130 Mandíbula esquerda de Sitophilus spp.

131 Tecido muscular de carne

132 Osso

133 Célula em carretel (soja)

134 Larva de Drosophila spp.

135 Cristais de açúcar

136 Cristais de açúcar com amido

137 Cristais de açúcar, com amido colorido com lugol

138 Amido de trigo, amido de milho e fécula de mandioca

139 Plaqueta de dextrina

140 Fragmentos de insetos

141 Pêlo de roedor

142 Crina de cavalo e pêlos de roedor

143 Pêlo de morcego em arroz

144 Massa para pastel (fragmentos de plástico)

145 Obrigado


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