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Inteligência Coletiva

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Apresentação em tema: "Inteligência Coletiva"— Transcrição da apresentação:

1 Inteligência Coletiva
Danilo Conte Ramalho Natalia Cristina Siqueira Renan C. Moliga Cardoso Ricardo Botter de Souza

2 Agenda Inteligência Coletiva Redes Sociais Inclusão Digital
Global Village vs. Cyber-Balkans CSCW Groupware Workflow CMS Comunidades Online Redes Sociais Facebook Twitter Foursquare Instagram Inclusão Digital Importância da Inclusão Digital Exclusão Digital Situação no Brasil Desafios à inclusão Papel das Empresas CDI C.E.S.A.R. Casa de cultura digital

3 Colaboração ETL - Executive Thought Leadership: Thomas Malone:
Como você definiria colaboração? E como ela pode ser comprada à inteligência coletiva? Thomas Malone: Bem, a própria raiz da palavra colaboração significa "trabalhar juntos". Portanto acredito que colaboração seja essencialmente trabalhar junto, mas acho que, na verdade, significa trabalhar junto de forma independente para chegar a uma meta comum. A minha definição de inteligência coletiva são grupos de indivíduos trabalhando coletivamente de formas que pareçam inteligentes. Acho que essas duas definições são bastante parecidas. É importante perceber que as duas têm implícita a idéia de um objetivo comum ou compartilhado, e a noção de que há interdependências entre as partes. Entrevista de Chris Beveridge, Cisco Executive Thought Leadership

4 Inteligência Coletiva
Inteligência Coletiva foi o termo desenvolvido por Pierre Lévy, filósofo francês, para nomear o principio onde as inteligências individuais são somadas e compartilhadas por toda a sociedade, potencializadas com o advento de novas tecnologias de comunicação como a internet. Pierre Lévy “Ela possibilita a partilha da memória, da percepção, da imaginação. Isso resulta na aprendizagem coletiva, troca de conhecimentos.” (PIERRE LÉVY, SESC Vila Mariana 2002) “São grupos de indivíduos trabalhando coletivamente de forma que pareçam inteligentes.” (THOMAS W. MALONE, 2004) Thomas W. Malone

5 Inteligência Coletiva
:10, 16/09/12

6 Inteligência Coletiva
Global Village vs. Cyber-Balkans “ Empowered by search engines, recommender systems, search agents and automatic filters, information technology (IT) users are spending more of their waking hours on the Internet, choosing to interact with information sources customized to their individual interests. But, does the emergence of a global information infrastructure necessarily imply the emergence of the global village -- a virtual community of neighbors freed of geographic constraints? Or, will the borders merely shift from those based on geography to those based on interest? ” (Erik Brynjolfsson, 2004)

7 Inteligência Coletiva
Global Village vs. Cyber-Balkans A Inocência dos muçulmanos (Trailer de suposto longa-metragem de baixo orçamento americano que mostra o profeta Maomé como um homem gay que incita à violência e ao abuso sexual de crianças, considerado ofensivo ao islamismo, o vídeo tem causado protestos em diversos países devido a sua disseminação na internet)

8 Inteligência Coletiva
CSCW (Computer Supported Cooperative Work) “Computer-supported cooperative work or CSCW is computer-assisted coordinated activity carried out by groups of collaborating individuals.” (Baecker 1995) Conferência realizada anualmente que visa a troca de informações e estudos relacionados a melhor conduzir as pessoas ao trabalho colaborativo como forma de obter melhores resultados individuais, grupais e organizacionais.

9 Inteligência Coletiva
Groupware “A interferência de vários tecnológicos e sociais, está forçando a revitalização de uma ancestral vocação humana, ou seja, de trabalhar cooperativamente e de estabelecimento de praticamente um novo paradigma sobre o uso de computadores em uma organização. A noção de trabalho em grupo apoiado no suporte computacional representa parte dessa nova dimensão” (Dornelas & Vargas, 1996)

10 Inteligência Coletiva
Groupware “É uma tecnologia que integra sistemas de computação e facilidades de comunicação e que oferece suporte às atividades de grupos engajados em alcançar um objetivo comum.” (Chen e Liou, 1991) “Group decision support systems” (Coleman, 1995). (Brink 1998)

11 Inteligência Coletiva
CSCW vs. Groupware CSCW: Metodologias Fatores sociais que influenciam -Ferramentas de Groupware -Análise/medida da utilização de Groupware: Sistemas de Mensagem instantânea Agendas eletrônicas Workflow O CSCW e o Groupware são frequentemente confundidos pois a ideia raiz de ambos é a mesma que é auxiliar o trabalho em grupo. O CSCW é um contexto mais amplo onde o Groupware está inserido, o CSCW adota métodos, técnicas e abordagens como psicologia, economia, ergonomia, teoria das organizações, aspectos culturais, etc.

12 Inteligência Coletiva
Workflow “A automação total ou parcial de um processo de negócio, durante a qual documentos, informações e tarefas são passadas entre os participantes do processo.” (WfMC, 2006) Em série ou paralelo Transforma radicalmente a maneira de toda empresa executar processos, atividades, tarefas, politicas e procedimentos.

13 Inteligência Coletiva
Workflow Principais tipos de soluções de Workflow: Ad hoc: concebidos por processos simples onde é difícil encontrar um esquema para a coordenação de tarefas; adequado para um processo executado uma única vez e geralmente usa-se o como plataforma. Ex.: proposta de venda Produção: concebido para a automatização do fluxo de papéis na organização, transformando-os em “imagens” digitais. Ex.: processamento de reembolso de despesas médicas Administrativo: meio-termo entre Ad hoc e de produção; concebidos para o roteamento inteligente de formulários através da organização, envolve atividades fracamente estruturadas, repetitivas, previsíveis e com regra simples de coordenação. Ex.: pedido de compra de materiais

14 Inteligência Coletiva
Workflow Reduzir tempos de ciclo Minimizar erros Melhorar as condições de trabalho e aumentar a eficiência operacional Direcionamento automático dos documentos necessários a cada ponto da cadeia de produção Gerenciar o processo completo desde a simulação, modelagem, desenho, formulação de regras e análise de métricas

15 Inteligência Coletiva
CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo) É um software que mantém o controle de cada parte do conteúdo em seu site, bem como sua biblioteca pública local mantém registro de livros e armazena-os. Ou seja, é um sistema gestor de websites e intranets que integra ferramentas necessárias para criar, gerir conteúdo em tempo real sem a necessidade de programação de códigos. Não requer habilidades técnicas ou conhecimentos Permite administrar conteúdo em meio digital

16 Inteligência Coletiva
CMS É um premiado sistema de gerenciamento de conteúdo, que lhe permite construir sites e poderosas aplicações online.

17 Inteligência Coletiva
CMS É uma ferramenta que teve foco na experiência do usuário desde sua criação (engenharia de usabilidade).

18 Inteligência Coletiva
Comunidades Online

19 Inteligência Coletiva
Comunidades Online Segundo Rheingold, comunidades online são “agregados sociais que surgem da rede [Internet], quando uma quantidade suficiente de gente leva adiante essas discussões públicas durante um tempo suficiente, com suficientes sentimentos humanos, para formar redes de relações pessoais no espaço cibernético [ciberespaço].” Este tipo de comunidade é caracterizada pela co-atuação de seus participantes, os quais compartilham valores, interesses, metas e posturas de apoio mútuo, através da interação do universo online.

20 Redes Sociais Fonte: natanaeloliveira.com.br “Rede Social é uma estrutura composta por  pessoas ou organizações , conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das Características fundamentais de definição das Redes é a  sua porosidade e abertura, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes.”

21 Redes Sociais 1995 1997 1997 2002 2003 2004 2004 / 2006 2007

22 Redes Sociais Trailer do Filme A Rede Social Filme que retrata o surgimento da ideia da rede social Facebook. O Facebook foi criado por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes, ex-alunos de Havard. Os então estudantes desenvolveram o Facebook em 2004 somente para os alunos da universidade, aproveitando a onda dos blogs.

23 Redes Sociais A atual estratégia de Mark Zuckerberg é cada vez mais aumentar as possibilidades de coisas para você fazer conectado ao Facebook. 55% dos usuários de rede social no Brasil preferem o Facebook Entrada do Facebook na bolsa de valores já rendeu 12% às ações da empresa. Fonte: Folha.com Fonte: info.abril.com.br

24 Redes Sociais Memes de Internet “É simplesmente uma idéia que se propaga através da World Wide Web. Essa idéia pode assumir a forma de um video, hirperlink, imagem, website ou mesmo apenas por uma frase.” (Gerson, Jen, 2006)

25 Redes Sociais “uma pequena explosão de informações sem importância”
“pios de pássaros” Microblogging O que você está fazendo? Hashtags Retuite Retweet Manifestações Trending topics Publicidade

26 Redes Sociais

27 Redes Sociais Rede Social e Microblogging
Compartilhamento de Localização (Check-in) Vinculo com Facebook e Twitter Promoções especiais Rede Social e Microblogging Eleito melhor applicativo da AppStore de 2011 Compartilhamento de Fotos Vinculo com Facebook e Twitter.

28 Kevin Bacon – Ator norte-americano que estrelou mais de 50 filmes
Todo ator já trabalhou em um filme com Kevin Bacon, ou já trabalhou com alguem que ja trabalhou com Kevin Bacon, ou já trabalhou com alguem, que trabalhou com alguem, que trabalhou com Kevin Bacon, ou . . .

29 EU?! O The Oracle of Bacon utiliza uma base do IMDb – Internet Movie Database’s, o qual conta com 1.5 milhões de atores e 1.2 milhões de filmes em suas bases.

30 Inclusão Digital “Desenvolvimento sem a Internet seria equivalente a
industrialização sem eletricidade na era industrial.” (Manuel Castells, da Universidade da California, Berkeley, em seu livro A Galáxia da Internet (2001:269) “It’s not about the technology, it´s about the people.” (Bridges.org)

31 Inclusão Digital A importância da Inclusão Digital
12 critérios para avaliar o acesso real a tecnologia: Acesso Físico Adequação Preço Acessível Capacidade Conteúdo Relevante Integração Fatores Socioculturais Confiança Estrutura Legal e Regulatória Ambiente Econômico Local Ambiente Macroeconômico Vontade Política

32 Inclusão Digital Exclusão Digital
“A exclusão digital é uma das muitas formas de manifestação da exclusão social.” (Livro “O QUE AS EMPRESA PODEM FAZER PELA INCLUSÃO DIGITAL, Renato Cruz) “Toda nova tecnologia cria seus excluídos.” Pierre Lévy

33 Inclusão Digital Situação no Brasil Fórum Econômico Mundial
(142 países) Índice de Aptidão para Integrar Redes, Ambiente ( Como?) - 101ª posição Aptidão (Eficiência) ª posição Uso (Adoção) - 54ª posição Impacto (Economia ) - 53ª posição

34 Inclusão Digital Situação no Brasil

35 “Estudo: 98% das empresas do Brasil usam web e 60% têm sites”
Inclusão Digital Situação no Brasil Empresas e o uso da Internet “Estudo: 98% das empresas do Brasil usam web e 60% têm sites” 25 de maio de 2012 • 20h43 • atualizado às 20h45, Terra Tecnologia.

36 Inclusão Digital Desafios à inclusão
Incluído Digital Versus Usuário com Acesso Software livre x software proprietário; Capacitação em tecnologia Educação a distância;

37 Inclusão Digital Desafios à inclusão
Software livre x software proprietário;

38 Inclusão Digital Desafios à inclusão Capacitação em tecnologia
Fundação Vale do Rio Doce (Projeto Vale Informática) Parceria com CDI Integração do conhecimento com seu dia a dia. Projeto de conscientização ecológica CDI Pará

39 Inclusão Digital Desafios à inclusão Educação a distância;

40 Inclusão Digital Desafios à inclusão

41 Inclusão Digital Papel das Empresas
“Deixado por sua própria conta, o mercado de informação aumentará a brecha entre países ricos e pobres, e entre pessoas ricas e pobres” (Livro “O que Será”, Professor Michael Dertouzos (MIT)) O computador no trabalho; Doação de Computadores; Presença na Comunidade; Capacitação e emprego; Voluntariado; Inclusão de pessoas com Deficiência.

42 Inclusão Digital CDI (Comitê para Democratização da Informática
Fundado em 1995 no Rio de Janeiro por Rodrigo Baggio Pioneiro da inclusão digital na America Latina MISSÃO Mobilizar pessoas e transformar comunidades através da tecnologia de informação e comunicação para maior cidadania e qualidade de vida. Rede de EICS ( Escolas de Informática e Cidadania ) Implementação de propostas pedagógicas e avaliação de resultados

43 Inclusão Digital VIDEO – ENTREVISTA COM RODRIGO BAGGIO (Segue um resumo sobre a Entrevista). Aos 12 anos de idade Rodrigo ganhou seu primeiro computador e descobriu sua paixão por tecnologia. Aos 12 anos, começou a trabalhar como voluntario com meninos de rua, o primeiro movimento que trabalhou com meninos de rua no Rio de Janeiro. Foi então que encontrou sua segunda paixão, o trabalho social e voluntario, e assim deu inicio a uma organização que foi a primeira na área de inclusão digital na América latina. Em 93 ele teve um sonho, onde jovens com baixa renda, usariam tecnologia para refletir, para impactar e transformar a realidade em que viviam. Ele criou um modelo de organização auto-sustentável que acabou se multiplicando e difundindo não só no Brasil, mas em outros países. O que seria então essa Inclusão Digital Sustentável? Segundo o próprio Rodrigo Baggio, seria a criação de projetos com o uso da tecnologia e que tem como objetivo formar cidadãos que vão exercer sua cidadania de uma forma ativa ética e empreendedora. As CDIs, são administradas pela própria comunidade onde é implantada, fazendo com que a organização seja uma verdadeira fabrica de transformadores sociais. O intuito é fazer seus participantes mergulharem na realidade em que vivem e utilizem a tecnologia para criar projetos que impactem na realidade em que vivem. O trabalho das CDIs é muito mais do que apenas ensinar tecnologia, seu verdadeiro objetivo é dar poder a essas pessoas, a comunidade como um todo através da tecnologia.

44 Inclusão Digital C.E.S.A.R.
“O C.E.S.A.R é um centro privado de inovação que utiliza engenharia avançada em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para solucionar problemas complexos para empresas e indústrias de diversos setores, a exemplo de telecomunicações, eletroeletrônicos, automação comercial, financeira, mídia, energia, saúde e agronegócios.”

45 Inclusão Digital C.E.S.A.R. Silvio Meira O Pai do C.E.S.A.R
Reconhecimento pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

46 Inclusão Digital Casa de cultura digital 10 organizações ligadas CCD:
Idéias Projetos Pessoas “São pessoas e organizações tentando encontrar um modo de convivência e de convergência que respeite as individualidades, as diferenças, as diversidades. Pra quem acredita que o digital é algo mais do que uma mudança estética.” (http://www.casadaculturadigital.com.br/2009/11/hello-world/)

47 Inclusão Digital Casa de cultura digital
Ônibus Hacker “Proposta para 2012, a idéia é visitar pequenos munícipios (5.000 habitantes) levando Install Fest, Hackday, Workshops de Desenvolvimento e outras atividades – concentradas em um final de semana – para chacoalhar a realidade local. Por que concentradas em um final de semana? Há atividades que podem durar mais, o tempo depende de cada uma delas.” (http://www.casadaculturadigital.com.br/2009/11/hello-world/)

48 Bibliografia BRYNJOLFSSON, E. ; VAN ALSTYNE, M . Electronic Communities: Global Village or Cyberbalkans? MIT Sloan School, 1997 LÉVY, P. Inteligencia Colectiva, Washington, DC MALONE, T ; LAUBACHER, R ; DELLAROCAS, C . Harnessing Crowds: Mapping the Genome of Collective Intelligence MIT Center for Collective Intelligence, 2009 DORNELAS, J. S. ; HOPPEN, N. A Gestão Participativa e o Uso de Sistemas de Apoio à Decisão em Grupo como Propulsores de Novas Estruturas Organizacionais, v.8 – n.21 – 2011 WOOLLEY, A. W. Evidence for a Collective Intelligence Factor in the Performance of Human Groups, Washington, DC – 2010 CRUZ, R. ; GONCALVES, B. ; SILVA, C. A. ; WEINGRILL, C. ; PACHI, F. ; SILVA, L. ; COZER, M. T. S. . O QUE AS EMPRESAS PODEM FAZER PELA INCLUSÃO DIGITAL. 1. ed. São Paulo: Instituto Ethos, v p. Disponível em visualizado em 26/09/2012 às 22:10 Disponível em visualizado em 26/09/2012 às 22:30. Disponível em visualizado em 16/09/12 às 11:10 Disponível em visualizado em 17/09/12 às 18:30 FLEURY, N. ; VILLAS, M. Workflow, Rio de Janeiro, 2010 WENDELL, J. Sistemas Workflow: Uma Aplicação ao IC, Alagoas, 2006 Pierini, F. ; Leão, I. ; Erigleidson, J. ; Soares, M. Comunidades Virtuais de Aprendizagem: Vivências Reais, São Paulo, 2008

49 Bibliografia Disponível em: Acesso em 08/09/2012 às 17:00h Disponível em: Acesso em 26/09/2012 às 19:00h Disponível em: Acesso em 26/09/2012 às 19:30h Disponível em: Acesso em 21/09/2012 às 17:00h Disponível em: Acesso em 21/09/2012 às 17:25h Disponível em: Acesso em 21/09/2012 às 17:40h Disponível em: Acesso em 21/09/2012 às 18:30h Disponível em: .Acesso em 21/09/2012 às 21:00h Disponível em: .Acesso em 21/09/2012 às 21:30h Disponível em - Acesso em 16/09/2012 às 16:00h Disponível em - Acesso em 16/09/2012 às 18:30h

50 FIM OBRIGADO!


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