A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

O RIO DE JANEIRO Visto pelos artistas franceses (1551-1886) Pintores, Litógrafos e Gravadores. Mais uma homenagem ao ano da França no Brasil que se festeja.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "O RIO DE JANEIRO Visto pelos artistas franceses (1551-1886) Pintores, Litógrafos e Gravadores. Mais uma homenagem ao ano da França no Brasil que se festeja."— Transcrição da apresentação:

1

2 O RIO DE JANEIRO Visto pelos artistas franceses ( ) Pintores, Litógrafos e Gravadores. Mais uma homenagem ao ano da França no Brasil que se festeja em Pesquisa de imagens, desenhos, formatação e texto: Cau Barata – Série Artistas Franceses no Rio de Janeiro Dedicado aos apaixonados pela história do Rio de Janeiro e aos estudantes das belas-artes. PARTE II

3 Relação dos dezenove artistas franceses citados na Parte I Jean Cousin – 1551 Nasceu, na França, em 1522, e faleceu em Gravura, representando índios em festa na França. Jean de Lery – 1557 Nasceu, em 1534, em La Margellee, e faleceu em 1611, em Berna. Participou da expedição de Villegaignon. André Thevet –1556 Nasceu, na França, em 1502, e faleceu em Esteve no Rio de Janeiro, em 1556, na expedição de Villegaignon. Jacques de Vau de Claye – 1579 Cartógrafo normando, que esteve, no Rio de Janeiro, em missão secreta do governo francês em 1578 ou Anônimo – 1602 Vista do Rio de Janeiro – original manuscrito da Bibliothèque Nationale, Paris, França. François Moyen – 1744 Vista da Cidade do Rio de Janeiro, com índice remissivo, em francês. François Froger – 1695 Nasceu, em 1676, na França, e faleceu cerca de Planta que aparece em sua Relation d´um Voyage (Paris, 1698). Anônimo – 1731 Outra planta da Cidade do Rio de Janeiro, de autoria anônima. Original da Bibliothèque Nationale, Paris. Anônimo – 1717 (c) Desenho anônimo, com um extenso índice remissivo, em francês. Jean Massé – 1713 Engenheiro militar, de origem francesa, a serviço de Portugal. Em 1712, passou ao Brasil.

4 Leveux – 1757 Teria feito parte da esquadra francesa comandada pelo conde de Aché, que arribou, no Rio de Janeiro, em Louis de La Rochette – 1810 Nascido no século XVIII, na França. Coronel Louis Estanislas D´Arcy de La Rochette. Jean-Joseph Maillet –1807 Nasceu em 1751, em Paris, França, e faleceu em Gravura (água-forte). Baron de Coubertin – 1816 Julien Bonaventure de Coubertin, nascido, em 1788, na França, e falecido em Esteve no Rio de Janeiro em Charles Cochelet – 1816 Nascido do século XVIII, na França. Teria estado no Brasil, em 1816 e 1817, publicando sua viagem em Fim da Primeira Parte 1551 – 1817 Conde de Clarac – 1816 Charles Othon Fréderic Jean- Baptiste de Clarac, nascido, em 1777, em Paris, França, onde faleceu em Grandjean Montigny – 1816 Nasceu, a , em Paris, e fal. a , no Rio de Janeiro. Membro da Missão Artística Francesa de Jean-Baptiste Debret – 1816 Nascido, a , em Paris, França, onde faleceu a Membro da Missão Artística Francesa de Nicolas A. Taunay – 1816 Nasceu, a , em Paris, França, onde faleceu a Membro da Missão Artística Francesa de O RIO DE JANEIRO Visto pelos artistas franceses ( ). Pintores, Litógrafos e Gravadores.

5 1817 Vue de Faubourg de la Lapa et de la Montagne du Corcovado a Rio de Janeiro Desenho de sobre papel, de Charles L.Theodore Laborde, francês, oficial da embarcação francesa Uranie, comandado pelo capitão Louis de Freycinet, e que morreu na viagem, em Charles Laborde ATENÇÃO: Esta gravura não é de Charles Laborde Corveta francesa Uranie Ao se falar dos membros da Missão Artística Francesa – Grandjean (1816), Debret (1816) e Nicolas Taunay (1816), Adrien Taunay (1817) e Hippolyte Taunat (1817c), registrou-se o veleiro que teve a honrosa função de trazer este seleto grupo de artistas para o Brasil: o Calpé. Na gravura, da coluna ao lado, temos a imagem da histórica corveta francesa Uranie, de 350 toneladas, 36 m de compriento que, sob o comando do Capitão Louis-Cloude de Sauces de Freycinet, apontado pelo governo francês para conduzir a uma expedição científica, deu a volta ao mundo em Armada com 20 canhões, 120 homens, e 23 oficiais, visitaram a América do Sul, África do Sul, Mauritius, Timor, as Moluccas, as Carolines, Australia, Taiti e finalmente as ilhas Falkland, onde foram destruídos. Saiu de Toulon a , passou por Gibraltar a 11 de novembro, e chegou ao Rio de Janeiro em Do Rio de Janeiro, a corveta seguiu para o Cabo da Boa Esperança, chegando em , onde faleceu o oficial Charles Laborde, autor dos desenhos do Corcovado e da praia da Lapa, já estampado neste estudo. No entanto, a ligação da corveta com o Rio de Janeiro não foi apenas por via do desenho de Laborde. Também viajaram na Uranie o artista francês Jacques Arago (ver 1825), Alphonse Pellion (ver 1828), e o naturalista Charles Gaudichaud-Beaupré, o qual enviou para a França quatro caixas contendo plantas, cerca de 200 lepidópteros e 500 outros insetos do Brasil. Adrien Taunay também esteve na Uranie (ver 1819). Capitão Louis de Freycinet Medalha comemorativa da Expedição (Luis XVIII)

6 1817 LEOPOLDINA Sua Alteza Imperial e Real Dona Maria Leopoldina Josefa Carolina de Habsburgo, princesa imperial e arquiduquesa de Áustria. Jules Antoine Vautier ( ) Desenho do artista francês Jules Antoine Vautier (ou Vauthier). Foi gravado, em buril sobre papel, 56,3 x 40,8 cm, por Jean-François Badoureau - gravador francês -, que segue no quadro referente ao ano de Jules Vautier

7 1817 J. Alphonse Pellion Vue de la rade de Rio de Janeiro Aquarela (15,2 x 20,8 cm) do francês J. Alphonse Pellion, que também esteve à bordo da corveta Uranie, que aportou no Rio de Janeiro em fins de citada no quadro anterior e, sobre o qual, segue maiores detalhes no quadro de August Berard, de Veleiros e outras embarcações, ancorados próximo à ilha das Cobras, vendo-se, ao longe, montanhas. Estampada no livro “Journal de Madame Rose de Saulces de Freycinet d'apres le manuscrit original accompagné de notes par Charles Duplomb”, Paris, 1927, ou “Journal du voyage autour du monde a bord de l´Uranie ”.

8 1817 O povo na Rua Direita (atual Rua Primeiro de Março). Detalhes do desenho do artista francês Thomas Marie Hippolyte Taunay, que retratou a Família Real passando por baixo do arco, na rua Direita, em frente da rua do Ouvidor, erguido pelo Corpo do Comércio do Rio de Janeiro com projeto do arquiteto francês Grandjean de Montigny, citado no quadro referente ao ano de Hippolyte Taunay “A carruagem que leva suas majestades e altezas reais, vai passar debaixo do arco na atual rua Primeiro de Março, que está apinhada de povo. Além do magnífico e vívido documento histórico, temos uma perfeita visão do casario da rua até a capela real e igreja da Venerável Ordem Terceira do Carmo.” (Gilberto Ferrez, Iconografia, I, p. 190). O Arco foi construído, a , por ocasião da chegada da Arquiduquesa da Áustria, D. Leopoldina. Formado por oito estandartes (quatro na frente e quatro atrás), com medalhões e inscrições, celebrando as qualidades da princesa: Bondade, Sensibilidade, Amabilidade, Beneficência, Doçura, Constancia, Espírito, Encantos, Talentos, Graça, Ciência e Modéstia (em um dos lados).

9 1819 Detalhe 1Detalhe 2 Detalhe 3 Malhando Judas em uma rua do Rio de Janeiro. Título original: Scéne Brasilienne; aquarela de Adrien Aimé Taunay, Representação de negros, malhando Judas no sábado de Aleluia, na presença de um oficial, numa rua do Rio de Janeiro. “On abandonne aux Nègres de chaque Paroise dans la semaine Sainte um manequin em orizer representant Judas qu´ils brulent après l´aveir trainé dans toutes les rues”. Adrien Taunay Detalhe 4Detalhe 5 Aimé-Adrien Taunay, nasceu em 1803, em Paris, França, e faleceu em 1828, em Vila Bela de Mato Grosso, MT. Pintor e desenhista. Muda-se para o Rio de Janeiro, em 1816, acompanhando seu pai, o pintor francês Nicolas Antoine Taunay (ver quadro de 1816). Em 1818, participa da expedição do capitão Louis Claude Freycinet, ao redor do mundo, embarcado na corveta Uranie. (ver quadro de Charles Laborde, 1817) Substituiu Rugendas na famosa expedição Langsdorff, percorrendo os estados de São Paulo, Mato Grosso e Pará. Auto-retrato do artista – lápis sobre papel, 21,5 x 31,2 cm, cerca de Malhando Judas em uma rua do Rio de Janeiro - Galeria de Adrien Taunay - Outros trabalhos do artista.

10 1819 (c) Detalhes da aquarela (24,0 x 30,0 cm) do grande cenógrafo, pintor, gravador, desenhista e arquiteto francês, Arnaud Marie Julien Pallière, nascido a , em Bordeaux, França (batizado na Igreja de Saint-Seurin), falecido, na mesma cidade, a Filho do pintor e gravador Jean Baptiste Palliére e de Marie Potier. Chegou ao Rio de Janeiro a , onde permaneceu até Em algumas de suas biografias, seu primeiro nome Arnaud aparece como Armand. Foi casado, no Rio de Janeiro (Lagoa), com Augustine Élie Julie Grandjean de Montigny, filha do grande arquiteto Auguste Henry Victor Grandjean-de Montigny – aqui citado no quadro referente ao ano de Arnaud Julien Pallière Fontaine des Marecas près de la promenade publique à Rio Jan.ro, Iere Rue que j´ai habitée. “Chafariz das Marrecas – Precioso por ser o único documento deste chafariz que ficava na atual rua Evaristo da Veiga, em frente à rua das Marrecas. No primeiro plano vários negros aguadeiros.” (Gilberto Ferrez, Iconografia, I, 218). Esta aquarela, pertenceu a Djalma da Fonseca Hermes, que o vendeu ao Governo, no leilão de Julho de 1941, lote 950). O Padre Luiz Gonçalves dos Santos, vulgo Padre Perereca, em suas memórias, escritas no princípio do século XIX, assim descreve este chafariz: “Esta fonte é elegante, em semi-círculo a sua figura, cuja corda fica ao correr da rua (Evaristo da Veiga), onde estão dois tanques, com bocas de leão vomitando água, para nêles beberem as bestas; no plano superior, está outro tanque com cinco marrecas de bronze, que nelle lançam água pelos bicos; na achada desta fonte se vê uma grande inscrição lapidar e, no alto, sobresaem as armas de d. Luiz de Vasconcellos; perpendiculares aos tanques e escada de oito degraus, estão dois baleões de ferro, os quais pegam em duas pilastras de pedra lavrada, que estão nas extremidades do semi-círculo e sôbre as quais estão duas figuras de metal que representam o Caçador Narciso e a Ninfa Eco”. Desenho de Magalhães Corrêa

11 Nicolas Maurin Igreja de N.S. da Glória do Outeiro Em 1671, foi edificada a antiga Ermida da Glória, pelo famoso ermitão carioca, Antonio de Caminha, nascido em Cláudio Gurgel do Amaral, antigo proprietário do sítio da Glória, fez doação à confraria, estabelecida no Outeiro, das terras e da capela, por escritura pública de , sob a condição de a confraria edificar às suas custas a Igreja. Deu-se começo a um templo mais amplo, que teria ficado concluído entre 1714 e Nesse tempo, fizeram-se as obras magníficas do seu suntuoso adro, todo lajeado de cantaria, sistema e ladeira. Sua confraria recebeu o beneplácito canônico de irmandade em A festa do outeiro da Glória é celebrada, anualmente, a 15 de agosto. Litografia de Nicolas Maurin, segundo desenho do artista francês Jacques Arago (ver 1825). Nicolas Eustache Maurin, litógrafo e gravador francês, nascido a , em Perpignan, departemento de Pyrénées-Orientales, e falecido, em 1850, em Paris, França. Sobre a escolha preferida dos artistas estrangeiros e nacionais, em pintar a Igreja da Glória do Outeiro, vista do mar, veja o quadro de 1826, do artista Eugene Hubert de La Michellerie.

12 1822 Moinho de Vento Levantamento do mecanismo interno de um dos moinhos de vento, que começaram a funcionar, em 1809, no Rio de Janeiro - morro de São Bento. O desenho foi gravado pelo artista francês Victor Adam, também citado neste estudo, no quadro referente ao ano de Aparece no livro de Louis de Freycinet – Voyage autor du monde fait par ordre du Roi -, que descreve sua sua viagem, ao redor do mundo, na corveta Uranie. (ver quadro de Charles Laborde, 1817). Desenho (25,0 x 19,0 cm), do conde Aymar- Marie Jacques de Gestas, nascido em 1786, na França, falecido em , no Rio de Janeiro, e sepultado na Igreja de São Francisco de Paula. Cônsul Geral da França no Brasil e proprietário de um sítio no Alto da Boa Vista – Fazenda Bela Vista, antes do Visconde de Asseca. Aymar-Marie, Conde de Gestas Rio de Janeiro, élevations et détails d´um moulin à vent. N.º 8

13 1822 Vue de Notre Dame de Bom Voyage. Vista da Ilha de Nossa Senhora da Boa Viagem, baía de Guanabara, gravura a buril (23,7 x 32,4 cm) - lâmina n. 4 do livro de Louis de Freycinet - Voyage autor du monde fait par ordre du Roi -, que descreve sua viagem, ao redor do mundo, na corveta Uranie. (ver quadro de Charles Laborde, 1817). Nota: Os detalhes abaixo, da gravura maior, são de autoria de Jacques Arago (ver 1825), no entanto, destaco aqui o francês Jean Dessaulx, nasc. cerca de 1800, e falecido em 1850, que foi o artista responsável pela gravura. Jean Dessaulx

14 1822 (c) Aqueduto do Rio de Janeiro, gravura em buril (18,5 x 26,1 cm), em preto e branco. Mais um desenho (fantasioso) de Jacques Arago (ver 1825), lâmina n.º 6, impressa no livro de Louis de Freycinet – Voyage autor du monde fait par ordre du Roi -, que descreve sua sua viagem ao redor do mundo, na corveta Uranie. (ver quadro de Charles Laborde, 1817). A mesma gravura, colorizada à mão posteriormente. Jacques Arago, é o autor do desenho (ver 1825), no entanto, destaco aqui os gravadores: Edme Bovinet ( ) e Jean Baptiste Reville ( ), ambos franceses, autores de diversos trabalhos, solicitados por outros artistas como Arago, Louis Gudin e F. Martin. Vue d´une partie de la ville et du grand Aqueduc de Rio de Janeiro. Edme Bovinet Jean B. Reville

15 1822 (c) Baie de Rio de Janeiro, vue de Praya Grande. Vista da Praia Grande, atual Niterói - gravura a buril (15,5 x 26,2 cm) - lâmina n. 5 do livro de Louis de Freycinet – Voyage autor du monde fait par ordre du Roi -, que descreve sua sua viagem ao redor do mundo, na corveta Uranie. (ver quadro de Charles Laborde, 1817). Nota: Os detalhes abaixo, da gravura maior, também são de autoria de Jacques Arago (ver 1825). Entretanto, o artista responsável pela gravura foi o francês E. Aubert. E. Aubert

16 1822 (c) Vue de la salle de spectacle sur la place do Rocio, à Rio de Janeiro. Gravura a buril (19,1 x 27,2 cm) do Real Teatro de São João, no largo do Rossio (hoje Praça Tiradentes) - lâmina n. 7 do livro de Louis de Freycinet – Voyage autor du monde fait par ordre du Roi -, que descreve sua viagem ao redor do mundo, na corveta Uranie. (ver quadro de Charles Laborde, 1817) (Exemplar da Coleção Cau Barata) Nota: Os detalhes abaixo, da gravura maior, também são de autoria de Jacques Arago (ver 1825). Entretanto, o artista responsável pela gravura foi o francês E. Aubert. Jean Nicolas Le Rouge Jean-Nicolas Le Rouge, ou Lerouge, gravador, estabelecido na rue des Noyers 37, Paris, em Nascido, cerca de 1776, em Paris, França, e falecido depois de Foi aluno de Albon e de J. Godefroy. Colaborou na ilustração de numerosos trabalhos monumentais, tais como a obra Fastes de la Nation française. Autor de outros trabalhos, na obra do capitão Freycinet.

17 1825 Detalhe de um dos desenhos executados pelo, desenhista, escritor e explorador francês Jacques Etienne Victor Arago, nascido, a , em Estagel, e falecido, a , no Rio de Janeiro. Arago esteve, pela primeira vez, no Rio de Janeiro em 1817, a bordo do navio Uranie, com a expedição de circunavegação do globo, comandada pelo cientista francês Louis Claude de Saulces de Freycinet – «Narrative of a voyage round the world in the Uranie and Physicienne corvettes, commanded by Captain Freycinet, during the years 1817, 1818, 1819, and 1820, on a scientific Expedicion undertaken by order of the French Government. (1822). De volta à França, Jacques Arago escreveu suas impressões. O livro de Francynet, do qual fazia parte o Atlas historique par Mrs. Js. Arago, teve diversas edições, muitas vezes sem data, que, quase sempre, trazem o título Souvenirs d´um aveugle – Voyage Autour du Monde. As ilustrações variam de edição para edição, mas sempre redesenhadas em formato menor que o das primeiras edições. Assim, por vezes, encontramos imagens que parecem decalques de outras, quando são variações feitas por outros artistas das primitivas impressões de Arago. Vários foram os artistas, gravadores e litógrafos que trabalharam com os desenhos de Arago, dentre eles: Adam, Aubert, Bernard, Bovinet, Desaulx, Langlumé, Lerouge, Maurin, Pellion, Réville, Villain, etc. Edme Bovinet ( ), gravou um dos desenhos de Arago – ver quadro do ano de 1822 (c). E. Aubert, gravou um dos desenhos de Arago – ver quadro do ano de 1822 (c). Nicolas Eustache Maurin ( ), litógrafo, e gravou um dos desenhos de Arago – ver quadro do ano de Jean Dessaulx, gravou um dos desenhos de Arago – ver quadro do ano de Jacques Arago The little Tijuka. This cascade belongs to Mr. Taunay. Cascata do alto da Boa Vista, em terras que pertenceram à família Taunay, estampada (15,5 x 20,4 cm) na edição inglesa da obra do Capitão Francynet – Narrative of a voyage round the world, in the Uranie and Physicienne Corvettes, commanded by Captain Freycinet, Londres, 1823 (pág. 54, da Parte I). Nela não consta o nome do gravador; porém, em nada difere da imagem que foi estampada na edição francesa, de Leblanc, 1822 – La petite Tijuka – Cette Cascade appartient à Mr. Taunay, indicando o nome de Langlumé, como litógrafo.

18 1825 (c) Brésil. Vue prise du Mouillage de l'Uranie, près le fort de Vilegagnon à Rio de Janeiro. Mais uma imagem do Rio de Janeiro feita à bordo da Corveta Uranie. Este desenho (29.2 x 37.4cm.) foi elaborado por August Bérard (c.1799 – d.1825), então cadete da corveta Uranie, nomeado marinheiro de 1.ª classe em 1818, e tenente em August Bérard Não falta muito para apelidarmos de “Missão Artística da Uranie”, a passagem dessa corveta, pelo Rio de Janeiro, em 1817, devido ao elevado número de artistas, amadores e profissionais, que se encantaram com a visão da natureza monumental que emoldurava a próspera cidade. Cabe lembrar que também esteve embarcado na Uranie o artista francês Adrien Amé Taunay, citado no quadro de Embarcou na Uranie, no Rio de Janeiro, a e somente desembarcou a , na mesma cidade. Também embarcou, no Rio de Janeiro, o francês Lissonde, a , e desembarcou, em Ile de France, a Jacques Arago ( ), desenhista da missão - ver quadro referente ao ano de (Cascata da Tijuca) Charles L.Theodore Laborde, oficial da embarcação Uranie – ver quadro referente ao ano de (Vista da Cidade) J. Alphonse Pellion, marinheiro da Uranie, e gravou um desenho de Arago – ver quadro do ano de (Cascata do Alto) Auguste Bérard, marinheiro da Uranie – neste quadro do ano de (Vista da Cidade) Jacques Arago ( ), desenhista da missão – grav. E. Bovinet – ver quadro de 1822 (c). (Aqueduto) Jacques Arago ( ), desenhista da missão – litogr. de Langlumé. (Igreja do Outeiro da Glória) Jacques Arago ( ), desenhista da missão – grav. Le Rouge – ver quadro de 1822 (c). (Teatro de São João) Jacques Arago ( ), desenhista da missão – grav. E. Aubert – ver quadro de 1822 (c). (Baía de Guanabara) Gravura da famosa corveta Uranie - desenho do próprio Jacques Arago.

19 1826 Floresta Aquarela sobre papel (45,6 x 50,5 cm), do pintor e litógrafo francês Edouard Philippe Riviére, que atuou, no Rio de Janeiro, a partir de Dizia-se ter sido aluno da Academia de Paris e medalhista da Academia de Nantes. Edouard ministrava aulas de desenho, dedicando- se à tipografia a partir de Associou-se, nessa ocasião, ao artista carioca, o jovem Frederico Guilherme Briggs. Edouard Riviére

20 1826 La Gloire prise du Jardin Publique de Rio de Janeiro. Vista da Glória tomada do Passeio Público do Rio de Janeiro. Litografia colorida (23,9 x 33,1 cm), de autoria do pintor em miniatura e desenhador, Eugene Hubert de la Michellerie, nascido em 1802, na França, e falecido em Litografado por Charpentier, em Nantes. Em 1826, encontrava-se no Rio de Janeiro, pela segunda vez, anunciando seus serviços, como desenhista de retratos em miniatura, e professor de desenho, “sendo elle Professor examinado nesta arte.” Eugene Hubert de La Michellerie Este, parece ser um dos ângulos preferidos dos artistas franceses e de outras nacionalidades, para retratar a Igreja da Glória. Ambroise-Louis Garneray ( ), artista francês – citado no quadro de O outeiro da Glória visto do mar. Leandro Joaquim (1738c- 1798), artista brasileiro. Vista da praia, morro e igreja da Glória. (óleo sobre tela, c.1790) Henry Chamberlain ( ), artista inglês. Água-tinta colorida, da praia, outeiro e igreja da Glória (1820). Charles J. Martin, pintor, óleo sobre tela, datado de O outeiro da Glória visto da Praia da Glória. De Lavaulx, artista do séc. XIX. Grafite datado de O outeiro da Glória visto da região da Lapa. Louis Philippe Alphonse Bichebois ( ), litógrafo francês – ver quadro de (Église de la Glória). Benjamin Mary ( ), artista belga. Grafite de O outeiro da Glória visto da Praia do Russel. Carl Wilhelm von Theremin ( ), artista francês - citado no quadro de O outeiro da Glória visto do terraço do Passeio Público. Harriete Hobkirk, inglesa, aquarela de O outeiro da Glória visto do terraço do Passeio Público. Nicolas Antoine Taunay ( ), artista francês - ver quadro de 1816 (c). O outeiro da Glória visto da praia da Glória.

21 1828 Felix Taunay Detalhe 1Detalhe 2 Detalhes de uma “Paisagem Histórica de um Desembarque no Largo do Paço”, hoje Praça XV de Novembro. Óleo sobre tela (76 x 117 cm), acervo do Museu Imperial de Petrópolis, cerca de1828 – Félix Émile Taunay. Félix Émílie Taunay, nascido a , em Montmorency, Paris, e falecido, em , no Rio de Janeiro. Acompanhou o pai, o pintor Nicolas Taunay (ver quadro 1816, da Parte I), ao Brasil, quando este aqui veio como membro da Missão Artística Francesa em Tinha, então, 21 anos, e foi, no Rio de Janeiro, que desenvolveu sua maior atividade artística. Com o regresso do pai à França, foi nomeado, interinamente, substituto do pai na cátedra de pintura de paisagem, na Academia Real de Belas Artes, na qual foi mais tarde efetivado. Professor [ ] e Diretor da Imperial Academia de Belas Artes [ ]. Um dos preceptores de D. Pedro II. Agraciado com o título francês Barão de Taunay. Detalhes 3 e 4Detalhes 5 e 6 Acima: dois detalhes do cais de desembarque. Abaixo:o Chafariz da Praça XV e, ao longe, o Mosteiro de São Bento.

22 1828 Langlumé Francês Presqu´ile et Chapelle de N.D. de bon voyage à l´entrée de la baie de Rio de Janeiro. (Brésil) (Ilha da Boa Viagem, ao fundo o Corcovado.) Litografia aquarelada (15,5 x 20,5 cm): trabalho de Bichebois (citado no quadro 1845), segundo desenho de la Touanne (citado no quadro 1837), e litografado pelo francês Langlumé. A Ilha da Boa Viagem também foi uma das paisagens bastante exploradas pelos artistas estrangeiros. Eduard Hildebrandt ( ), artista alemão, aquarela da Ilha da Boa Viagem – León Jean Baptiste Sabatier, litógrafo francês - ver quadro Desenho de E. Touanne. Henri Nicolas Vinet ( ), artista francês - ver quadro Praia da Boa Viagem. Anônimo – médico francês - ver quadro Igreja e Forte da Ilha da Boa Viagem. C. W. Browne, artista inglês, oficial da marinha inglesa. Ponte da Ilha da Boa Viagem em ruínas.

23 1829 Jean Julien Deltil Uma maravilhosa vista fantasiosa do Rio de Janeiro. Les Vues du Brésil, por Jean Julien Deltil, em Panorâmica impressa em blocos de madeira, com 247 cores, na Alsácia, no atelier de Zuber et Cie, segundo trabalho do pintor Jean Julien Deltil, nascido em 1791, em Paris, França, e falecido em 1853, em Fontainebleau. Faz parte de uma série de vistas do Brasil.

24 1831 (c) Jean Baptiste Aubry-Lecomte Amélia de Beauharnais Sua Alteza a Princesa Amélia Augusta Eugênia Napoleão de Beauharnais, nascida, em , em Milão, Itália, e falecida, em , em Lisboa, Portugal. Imperatriz do Brasil, por seu casamento, por procuração, em , em Munique e, em pessoa, a , no Rio de Janeiro, com o Imperador D. Pedro I. Jean Baptiste Aubry-Lecomte ( ) Gravado pelo litógrafo francês Jean Baptiste Aubry-Lecomte, nascido em 1787, em Nice, e falecido em 1858, em Paris. Litografia sobre papel, 39 x 27 cm, cerca de 1831.

25 1832 François Meuret D. Pedro I Sua Majestade Fidelíssima (Dom Pedro I) Dom Pedro de Alcântara Francisco Antonio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, ou D.Pedro IV de Portugal, nascido, em , no Real Paço de Queluz, Lisboa, e faleceu, em , no mesmo palácio e no mesmo quarto onde nasceu - jaz sepultado em S. Vicente de Fora, e o seu coração, no Porto, na Igreja de N. S. da Lapa. Proclamador da Independência e Fundador do Império do Brasil. François Meuret ( ) Retratista e litógrafo francês François Meuret, nascido em 1800, em Nantes, e falecido em Aluno de Aubry. François foi pintor em miniatura, da realeza. Um estudo para retrato de D. Pedro I como Duque de Bragança. Desenho a carvão sobre papel fino, 50,0 x 38,5 cm, cerca de 1832.

26 Paul Tassaert 1833 (c) D. João VI S.M. Fidelíssima (Dom João VI) Dom João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís Antonio Domingos Rafael de Bragança, nascido, em , no Paço da Real Quinta de Queluz, Lisboa, Portugal, batizado na Real Capela do mesmo Paço a 24.05, e falecido em , no Real Paço da Bemposta, Lisboa. Gravado pelo francês Paul Tassaert, a partir do desenho de Esbrard. Gravura pontilhada, preto e branco: 57,2 x 41cm em f. 62,8 x 49,2cm, publicada na l´Imprimerie Vayron, cerca de Paul Tassaert faleceu em 1855; era irmão do pintor Nicolas François Octave Tassaert (1800, Paris-1874, idem), membros de uma família de artistas, filhos do gravador e pintor Jean-Joseph-François Tassaert, e netos do escultor Jean-Pierre-Antoine Tassaert. Este trabalho foi, em seguida, colorizado.

27 1835 Barthelemy Lauvergne Rio-Janeiro Praça XV Candelária Bela água-tinta (28.8 x 38.2 cm ) de Segismundo Himely ( ), baseada em desenho romântico do artista francês Barthélemy Lauvergne, impressa por Finot,e editada por Sainson. Corresponde a Prancha N.º 71, do “Album historique de Voyage autour du monde par les mers de l'Inde et de la Chine de la corvette de sa Majeste La Favorite execute pendant les annees 1830, 1831, 1832 sous le commandement de M. Laplace, Capitaine de Frégue.” Paris, Barthélemy Lauvergne, nasceu, em 1805, em Toulon, França, e faleceu, em 1875, em Carcés, Provence, França. Desenhista naval e pintor de marinhas. Pertencia à uma família de classe média, sem nenhuma tradição naval; no entanto, Barthélemy, seu irmão Hubert e seu sobrinho tiveram posições administrativas dentro da marinha francesa. Igr. S. SebastiãoMorro do CasteloPraça XVCandeláriaM.ºConceiçãoM.ºSão Bento

28 1835 Charles Étienne Pierre Motte Detalhes da Prancha “Le calebassier “ Detalhes da Prancha “Le bananier “ Detalhes de duas pranchas do gravador francês, Charles Étienne Pierre Motte, nascido, em 1785, na França, e falecido em Foi responsável pela gravação de mais de 30 pranchas dos desenhos do artista francês Jean Baptiste Debret, citado no quadro 1816, da Parte I. Charles Motte e muitos outros gravadores e litógrafos, nunca estiveram no Brasil. Acrescentei-os nesta listagem por terem trabalhado com os desenhos de inúmeros artistas que passaram pelo Rio de Janeiro, elaborando esboços, que foram terminados na França. Assim, muitas destas imagens sofreram alterações, acréscimos, e algumas passagens fantasiosas, por total desconhecimento de alguns artistas, que nunca tiveram a chance de estampar, em suas retinas, a imagem real da fabulosa Cidade do Rio de Janeiro.

29 1835 Gabriel Duperré Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas Óleo sobre tela (50.3 x 72,3 cm), datado de 1835 e assinado: G. Duperré, artista francês, nascido cerca de 1800, e falecido cerca de 1855, que exibiu seus quadros brasileiros, no Salão de Paris, de 1836 a A vista, que me parece um pouco fantasiosa, ou distorcida, abrange o trecho do Caminho de São Clemente (hoje Humaitá – no canto direito) até a Lagoa Rodrigo de Freitas.

30 1835 Godefroy Engelmann As imagens que vemos, em detalhes, não pertencem a um desenho elaborado por um francês, mas, sim, a um alemão: Johann Mauritz Rugendas ( ). Representa o intenso burburinho na mais importante rua do Rio de Janeiro, do século XIX, a Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março. Mascates, comerciantes, fidalgos, escravos, livres, vendedores, desocupados, guardas e quase nenhuma mulher. Rua Direita no Rio de Janeiro (Rugendas) Lápis e nanquim sobre papel, 20 x 29,9 cm No entanto, o trabalho de Rugendas entrou neste catálogo, tão somente para homenagear o litógrafo francês Godefroy Engelmann, que imprimiu esta gravura a partir do desenho de Rugendas e de figuras do francês Victor Adam (ver quadro 1835). Lith. de Engelmann A gravura foi, em seguida, colorizada. Godefroy Engelmann, litógrafo e cromolitógrafo franco-germânico, nascido, a , em Mulhouse (Mühlhausen) - uma cidade pequena perto da fronteira da França/Suíça/Alemanha. Na altura de seu nascimento, Mulhouse era uma república alemã, mas foi anexada à França dez anos mais tarde. Morreu, na mesma cidade, a

31 1835 Isidore Deroy Mais um trabalho do alemão Rugendas, do qual participaram três artistas franceses: Engelmann (ver quadro 1835), Sabatier (ver quadro 1837) e Isidore Deroy, litógrafo e aquarelista. Com este quadro homenageio Isidore Deroy. A gravura representa o desembarque de negros no porto da Cidade. No centro da imagem, no fundo, o Mosteiro de São Bento. Isidore Laurent Deroy, nasceu, em 1797, em Paris, e faleceu em Foi aluno de Cassas e do arquiteto Félix. Deixou uma produção valiosa, na qual figuram viagens à Escócia, Alsácia, baía de Hudson e Brasil. Além das obras de Rugendas, litografou muitos trabalhos de Victor Frond (ver quadro de 1861). Colorizada

32 1835 Jules Alex. Monthelier Mais uma gravura do alemão Johan Mauritz Rugendas (1802, Augsburg , Weilheim), em que três franceses participaram da elaboração da litografia, figuras e impressão: Victor Adam (ver quadro de 1835), Thierry Frères (ver quadro de 1839) e J. Monthelier. Com este quadro homenageio Jules Monthelier DANÇA LUNDU Dança brasileira, criada a partir dos batuques dos escravos bantos trazidos ao Brasil de Angola e de ritmos portugueses. Jules Alexander Monthelier, pintor e desenhista litógrafo, francês, nascido, em , em Paris, França, e falecido em Foi aluno de Bouton. Foi pintor, com especial destaque em arquitetura e paisagens. Dedicou-se aos desenhos em aquarela e litografia. Colorizada

33 1835 Louis J.F. Villeneuve Novamente, uma gravura do alemão Johan Mauritz Rugendas (1802, Augsburg , Weilheim), com a participação de três franceses na elaboração da litografia, das figuras e da impressão: Victor Adam (ver quadro de 1835), Godefroy Engelmann (ver quadro de 1835) e Louis Villeneuve, aqui homenageado. PRAYA RODRIGUEZ Salvo melhor juízo, há um erro na legenda nesta imagem. Desconheço a denominação de Praia Rodrigues dada a Copacabana, conforme consta desta gravura. Em tempos remotos, esta praia realmente pertenceu ao Capitão Rodrigo de Freitas, no entanto, sua família desfez-se dela ainda no princípio do século XVIII. Desde 1808, já não lhe pertencia. O nome Copacabana, dado à praia, remonta ao ano de 1732, ano em que a Capela de Nossa Senhora de Copacabana, erguida no final da praia, sobre um rochedo à beira-mar, “caía em ruínas, como devemos depreender da pastoral do Bispo D. Frei Antonio de Guadalupe, (de 2 de setembro), com a qual o prelado, sob pena de interdição, ordenava, dentro do prazo de quatro meses consertos no telhado, paredes e alpendres”. Louis Jules Frédéric Villeneuve, pintor de paisagens, estabelecido, na Champs-Élysées, em Nascido, em , em Paris, faleceu em Participou do concurso de Belas-Artes, do Instituto de França, em 1821, ganhando um segundo grande prêmio em paisagem histórica. Colorizada Copacabana - em 1835.Copacabana - cerca de 1920.

34 1835 Victor Adam Detalhe 1 Detalhe 2 Detalhes de mais uma gravura do alemão Rugendas, com a participação de artistas franceses na sua impressão: Godefroy Engelmann (ver quadro de 1835) e Victor Jean Vincent Adam, aqui citado. Victor Adam, trabalhou em diversas obras de Rugendas. Pintor de gêneros, estabelecido em Paris, na rua Hautefeuille, 18, e membro de uma família de artistas. Nasceu, em 1801, na França, e faleceu em Foi aluno de Reganault. Seus principais trabalhos começam a aparecer, nas exposições do Instituto de França, a partir de 1819, com 18 anos. Filho do gravador Jean Adam e primo do gravador Pierre Adam. “Braïa dos Mineros à Rio de Janeiro.” Praia dos Mineros, no centro do Rio de Janeiro. Litografia, a cores, impressa sobre papel, de Engelmann, com desenho de Victor Adam a partir de original de Rugendas. (Miolo: 21,5 x 33 cm Outros trabalhos com a participação de Victor Adam

35 1836 (c) Alexis Joly Arredores do Rio (Environs de Rio-de-Janeiro) Gravura, publicada, em Paris, por Arthus Bertrand, litografada por Alexis Victor Joly, desenhos de Theodore Fisquet (ver quadro 1844), e figuras de Adolphe Bayot (ver quadro 1844). Prancha 7 do livro: “Voyage autour du monde execute pendant les annees 1836 et 1837 sur la corvette La Bonite commandee par M. Vaillant. Album historique.” Alexis Victor Joly, nasceu em 1798, na França, e faleceu em Entende-se como Arredores do Rio de Janeiro, naquele tempo, os bairros mais distantes do Centro da Cidade, denominação que ainda existia há poucos anos. Em “O Rio de Janeiro em ”, e no “Rio de Janeiro e seus Arredores”, aparecem os bairros de São Cristóvão, Vila Isabel, Andaraí, Tijuca, Rio Comprido, Botafogo, Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon, Gávea, Laranjeiras, Santa Teresa e Silvestre. Os bairros da Zona Sul, no guia de 1922, aparecem como Arrabaldes do Sul.

36 Mais uma homenagem ao ano da França no Brasil que se festeja em Pesquisa de imagens, desenhos, formatação e complemento de texto: Cau Barata – Agradecimentos ao amigo: cel. Carlos Alberto Paiva. FIM DA SEGUNDA PARTE Série Artistas Franceses no Rio de Janeiro – Parte II (de VI) O RIO DE JANEIRO Visto pelos artistas franceses ( ) Pintores, Litógrafos e Gravadores. Dedicado aos apaixonados pela história do Rio de Janeiro e aos estudantes das belas-artes.

37 CATÁLOGO DOS TRABALHOS EM POWER POINT De Carlos Eduardo de Almeida Barata (Cau Barata) anos de Rio de Janeiro PARTE I - Enviado em anos de Rio de Janeiro PARTE II - Enviado em anos de Rio de Janeiro PARTE III - Enviado em anos de Rio de Janeiro Enviado em – Os Prefeitos e suas Ruas - PARTE I - Enviado em – Os Prefeitos e suas Ruas - PARTE II - Enviado em – O Rio de Janeiro de A "Batalha de Flores“ (de 2003) - Reenviado em – Tipos da Cidade do Rio de Janeiro, Parte I ( ) - Enviado em – Incêndio Destrói o Teatro João Caetano ( ) - Enviado em – Passeios pelo Rio de Janeiro, I - Largo da Carioca (1898) - Enviado em – O Rio de Janeiro e sua arquitetura Neoclássica - Enviado em – O Rio de Janeiro visto pelos artistas franceses (Parte I) - Enviado em – A Festa de Natal no Rio de Janeiro, (de 2005) - Reenviado em – Boulevar Carceler (Rua Primeiro de Março) - Enviado em – E fez-se a Luz - a iluminação da Cidade do Rio de Janeiro - Enviado em


Carregar ppt "O RIO DE JANEIRO Visto pelos artistas franceses (1551-1886) Pintores, Litógrafos e Gravadores. Mais uma homenagem ao ano da França no Brasil que se festeja."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google