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USO DE SISTEMAS INDIVIDUAIS PARA TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO EM MICRORREGIÕES DE ARAPONGA - MG ADONAI GUIMARÃES PINTO SÍLVIA MARIA BARBOSA DE PAIVA.

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1 USO DE SISTEMAS INDIVIDUAIS PARA TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO EM MICRORREGIÕES DE ARAPONGA - MG ADONAI GUIMARÃES PINTO SÍLVIA MARIA BARBOSA DE PAIVA Orientadora: Ana Augusta Passos Rezende UNIVERSIDADE FEDERAL DE VI Ç OSA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

2 Saneamento no Brasil -50% das residências com água encanada não estão ligadas à rede de esgoto -5 milhões de crianças expostas a doenças por falta de saneamento - 70% dos municípios não tem política de saneamento

3 Município de Araponga - MG - 63% da população vive na zona rural - IDHM = 0,399 - IDHM= 0,637 (Brasil) - Grande extensão de área (303 km²) - Parque Estadual da Serra do Brigadeiro Fonte: Elaborado pelos autores

4 Saneamento em Araponga Disposição de esgotos Fonte: IBGE (2010)

5 Saneamento na zona rural de Araponga Fonte: Elaborado pelos autores

6 Saneamento na zona rural de Araponga - Proporção de residentes com saneamento inadequado por faixa de renda per capita Fonte: IBGE (2010)

7 Saneamento na zona rural de Araponga - Empresa Focus em 2010 – 66 fossas construídas. Fonte: Elaborado pelos autores

8 Objetivo geral Desenvolver e propor um programa de implantação de sistemas de tratamento do esgoto sanitário nos domicílios rurais das microrregiões de São Domingos e Serrinha, em Araponga – MG, utilizando um ou mais sistemas individuais técnica e economicamente adequados às demandas locais

9 Objetivos específicos -Realizar um levantamento das características das áreas de estudo e de dados da população residente -Caracterizar, avaliar e comparar as alternativas de sistemas individuais de tratamento de esgoto consideradas

10 Objetivos específicos -Selecionar as tecnologias de tratamento mais adequadas às demandas das áreas de estudo e indicar os dimensionamentos e métodos de construção apropriados -Propor um programa de implantação das unidades de tratamento a ser apresentado à Prefeitura municipal de Araponga visando sua futura execução.

11 Área de Estudo Microrregiões São Domingos e Serrinha -Localizados na APAM de Araponga -Região de cabeceira -100 famílias aproximadamente -Ausência de sistemas adequados de esgoto

12 Área de Estudo Fonte: Elaborado pelos autores

13 Área de Estudo Fonte: Elaborado pelos autores

14 Caracterização da área de estudo - Realização de visitas ao local - Preenchimento de formulários e georreferenciamento de 79 residências rurais

15 Localização das propriedades - Uso de GPS Garmin eTrex ® 30 Fonte: Elaborado pelos autores

16 Levantamento de dados PropriedadeCoordenadaElevação (m) PessoasUso contínuo Separação de água servida Lançamento /Tratamento Fossa séptica Captação de água Tratamento de água 120°43'28.77 "S; 42°29'58.24 "O 11724nãosimFET e SACsimnascentenão 220°43'29.54 "S; 42°30'2.31" O 11724nãosimsolonãonascentenão 320°42'34.04 "S; 42°30'5.21" O 12106simnãosolonãonascentenão

17 Captação de água na área de estudo - No Brasil 67,2% da população rural capta água através de poços (protegidos ou não), diretamente de cursos d’ água (sem tratamento) ou de outras fontes de captação Fonte: Elaborado pelos autores

18 Separação de águas servidas na área de estudo - Viabilidade da utilização da separação das águas Fonte: Elaborado pelos autores

19 Formas de disposição de esgotos - A disposição inadequada de esgoto no Brasil - 74% - Apenas 9,34% dos domicílios rurais utilizam a fossa séptica - Os demais adotam formas inadequadas de destinação dos efluentes Fonte: Elaborado pelos autores

20 Situações inadequadas - Construção inacabada – falta de aterramento da vala ocasionou, além de vazamento de esgoto no solo, a rejeição dos moradores ao sistema - Proximidades de nascentes Fonte: Elaborado pelos autores

21 Separação de águas -Priorização da água negra (maiores riscos) -Menor vazão (diminuição dos custos) -Tecnologias de tratamento específicas para cada tipo de efluente

22 Tratamento de águas cinza -Caixa de gordura + círculo de bananeiras (CB) ou sistema alagado construído (SAC) Fonte: Dornelas (2008)

23 Sistemas individuais -Fossa séptica (FS) Fonte: ABNT (1993)

24 Sistemas individuais -Filtro anaeróbio de fluxo ascendente (FAN) Fonte: ABNT (1997)

25 Sistemas individuais -Vala de infiltração (VI) Fonte: Chernicharo (Coord., 2001)

26 Sistemas individuais -Sumidouro (SU) Fonte: MacIntyre (1996)

27 Sistemas individuais -Canteiro de infiltração e evapotranspiração (CIE) Fonte: ABNT (1997)

28 Sistemas individuais -Círculo de bananeiras (CB) Fonte: Martinetti (2009)

29 Sistemas individuais -Fossa séptica biodigestora (FSB) Fonte: Galindo et al (2010)

30 Sistemas individuais -Fossa evapotranspiradora (FET) Fonte: Ercole (2003)

31 Caracterização das alternativas de tratamento -Princípios de funcionamento -Dimensionamento -Aspectos construtivos e operacionais -Materiais -Custo -Eficiência

32 Estudo comparativo das alternativas Critérios de avaliação: -Demanda de área -Regulamentação normativa -Consumo de energia elétrica -Acessibilidade dos materiais -Complexidade construtiva -Complexidade de operação -Complexidade de manutenção -Custo de implantação - Custo de operação e manutenção -Geração de odores

33 Estudo comparativo das alternativas Critérios de avaliação: -Proliferação de insetos -Aspecto do efluente -Eficiências de remoção (DBO, DQO, ST, SST, NT, NTK, PT, P-PO 4 3-, CT e CF) -Distância mínima do lençol freático -Dependência de fatores climáticos -Declividade máxima do terreno -Dependência das características do solo -Reuso do efluente na produção de alimentos -Indicado para residências de uso intermitente

34 Critério/SistemaFS+FANFS+VIFS+SUFS+CIEFS+CBFSBFET Demanda de áreaBaixaAltaBaixaMédiaAltaMédia Regulamentação normativaSim Não Consumo de energia elétricaNão Acessibilidade dos materiaisSim Complexidade construtivaAltaBaixaMédia BaixaMédiaBaixa Complexidade de operaçãoBaixaMédiaBaixaAltaBaixaAltaBaixa Complexidade de manutençãoAltaMédia Baixa Custo de implantação (R$/hab) Custo de operação e manutenção (R$/hab.ano) ND NA Geração de odoresBaixa Média Baixa Proliferação de insetosBaixa MédiaBaixa Aspecto do efluenteRegularNA RegularNA Remoção de DBO (%)77,575,840,0ND67,561,987,5 Remoção de DQO (%)68,4ND 55,050,069,5 Remoção de ST (%)86,290,0ND 38,9ND Remoção de SST (%)80,783,347,5ND82,560,994,3 Remoção de NT (%)22,850,0ND 50,0ND Remoção de NTK (%)25,042,59,0ND 19,132,0 Remoção de PT (%)17,147,540,0ND50,0ND Remoção de P-PO43- (%)35,0ND 18,521,0 Remoção de CT (%)72,599,555,0ND99,098,1ND Remoção de CF (%)83,699,5ND 97,3ND Distância mínima do lençol freático (m)NA1,5 ND1,0NA Dependência de fatores climáticosBaixa MédiaAltaMédiaAlta Declividade máxima do terreno (%)15 ND30NDNA30 Dependência das características do soloNAAltaMédiaBaixa NA Reuso do efluente na produção de alimentosNão Sim Indicado para residências de uso intermitenteSim Não Nota: ND – não disponível, NA – não se aplica.

35 Seleção das alternativas adequadas Critério/SistemaFS+FANFS+VIFS+SUFS+CIEFS+CBFSBFET Demanda de áreaAAAAAAA Regulamentação normativaAAAAA* Consumo de energia elétricaAAAAAAA Acessibilidade dos materiaisAAAAAAA Complexidade construtivaNANNANA Complexidade de operaçãoANANANA Complexidade de manutençãoNNNNNAA Custo de implantação (R$/hab)IIINANA Custo de operação e manutenção (R$/hab.ano)NNNNNAA Geração de odoresAAAAAAA Proliferação de insetosAAAAAAA Aspecto do efluenteA*AAAA A Eficiências de remoçãoA*ANIA A Distância mínima do lençol freático (m)ANNNNNA Dependência de fatores climáticosAAAAA*A Declividade máxima do terreno (%)AAAAAAA Dependência das características do soloAAAAAAA Indicado para residências de uso intermitenteAAAAANA Nota: A – adequado, A* – adequado com condições, N – inadequado, I – inconclusivo.

36 Seleção das alternativas adequadas -A FET foi a única opção considerada adequada em todos os critérios avaliados, sendo assim a alternativa mais indicada para a utilização nas áreas de estudo -As recomendações alternativas são: FS + VI e FS + CB (as mais bem avaliadas dentre as demais opções)

37 Plano de implantação -Elaboração de sugestões de dimensionamento e procedimento construtivo para o sistema de tratamento selecionado (FET) -Considerações feitas visando a redução dos custos e da complexidade construtiva -Direcionar e facilitar a execução do projeto pela Prefeitura de Araponga

38 Plano de implantação Recomendações gerais para a implantação do projeto: -Avaliação das alternativas propostas visando, com o auxílio das indicações apresentadas, determinar a tecnologia a ser adotada em cada caso -Apresentação dos sistemas de tratamento aos moradores, sendo indicado que a escolha definitiva das opções a serem implantadas inclua a participação dos usuários -Acompanhamento, com visitas periódicas, do funcionamento dos sistemas implantados, para identificar e solucionar eventuais problemas operacionais e sanar dúvidas dos usuários

39 Conclusões e considerações finais -Sistemas individuais técnica e economicamente apropriados às demandas da população rural são uma das principais ferramentas para a adequação das condições sanitárias dessas pessoas -Considerando um custo de implantação de até mil reais por unidade (casa com cinco moradores), o gasto total com os sistemas de tratamento para as cerca de cem famílias residentes seria de, no máximo, R$ ,00

40 Conclusões e considerações finais -Espera-se que a realização desse projeto possa efetivamente contribuir para a melhoria das condições sanitárias e de vida da população das áreas de estudo, além de propiciar melhor conservação dos recursos naturais da região -Também é esperado que o presente projeto possa, em algum nível, servir de base para a realização futura de trabalhos semelhantes, suprindo parte da carência de informações no Brasil sobre os assuntos tratados

41 Obrigada!


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