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Logo após a Revolução Industrial, métodos estatísticos foram incorporados nos processos industriais para garantir a qualidade dos produtos. A avaliação.

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1 Logo após a Revolução Industrial, métodos estatísticos foram incorporados nos processos industriais para garantir a qualidade dos produtos. A avaliação da qualidade passou a ser feita ao longo de todo o processo produtivo como forma de corrigir eventuais falhas no sistema. Isto levou a um aumento da qualidade do produto final e a redução de custos, pois se reduziram drasticamente as perdas por defeitos. ACOMPANHAMENTO ESTATÍSTICO DA QUALIDADE DO PRODUTO.

2 Enquanto a INFORMÁTICA é a ciência que trata da informação através de meios eletrônicos, a ESTATÍSTICA procura obter informações relevantes de massas de dados e, nos dias de hoje, isso costuma ser feito com o auxílio da máquina.

3 A INFORMÁTICA CONSTROI MODELOS PARA SIMULAR SITUAÇÕES REAIS COM BASE EM MODELOS DE PROBABILIDADE. A INFORMÁTICA UTILIZA UM CONJUNTO DE BANCO DE DADOS, ESTATÍSTICA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA EXTRAIR INFORMAÇÕES RELEVANTES E NÃO TRIVIAIS DE GRANDES ARQUIVOS DE DADOS, ARMAZENADOS SOB DIFERENTES FORMATOS, E EM DIFERENTES LOCAIS.

4 Coleção de números = estatísticas O número de atendimentos ambulatoriais no país aumentou em 30%. A taxa de desemprego atinge, este mês, 12,5%. A taxa de desemprego atinge, este mês, 12,5%. O número de universitários no país subiu para 1,5 milhão neste ano. O número de universitários no país subiu para 1,5 milhão neste ano. Resultados do Carnaval no trânsito: 145 mortos, 2430 feridos. Resultados do Carnaval no trânsito: 145 mortos, 2430 feridos.

5 Ciência ou método de coletar, organizar, apresentar, analisar e interpretar dados numéricos com o objetivo de conhecer um conjunto de dados Ciência ou método de coletar, organizar, apresentar, analisar e interpretar dados numéricos com o objetivo de conhecer um conjunto de dados. Estatística: uma definição

6 CONCEITOS O TERMO ESTATÍSTICA PROVÉM DA PALAVRA ESTADO E FOI UTILIZADO ORIGINALMENTE PARA DENOMINAR LEVANTAMENTOS DE DADOS, CUJA FINALIDADE ERA ORIENTAR O ESTADO EM SUAS DECISÕES.

7 OBJETIVO ESTATÍSTICA TEM COMO OBJETIVO O ESTUDO DOS FENÔMENOS COLETIVOS.

8 A ESTATÍSTICA......FORNECE MÉTODOS PARA COLETA, ORGANIZAÇÕES, DESCRIÇÕES, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE DADOS E A SUA UTILIZAÇÃO NA TOMADA DE DECISÕES.

9 ESTATÍSTICA : ESTATÍSTICA DESCRITIVA ESTATÍSTICA INFERENCIAL OU INDUTIVA

10 ESTATÍSTICA DESCRITIVA : COLETA, ORGANIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DOS DADOS. ESTATÍSTICA INFERENCIAL : INFERÊCIA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO.

11 PROCESSOS ESTATÍSTICOS DE ABORDAGEM CENSO: É UMA AVALIAÇÃO DIRETA, UTILIZANDO-SE TODOS OS COMPONENTES DA POPULAÇÃO. AMOSTRAGEM: É UMA AVALIAÇÃO INDIRETA, COM BASE EM UMA AMOSTRA.

12 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DO CENSO: ADMITE ERRO PROCESSUAL ZERO E TEM CONFIABILIDADE 100%; É CLARO; É LENTO; É QUASE SEMPRE DESATUALIZADO; NEM SEMPRE É VIÁVEL.

13 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DA AMOSTRAGEM: ADMITE ERRO PROCESSUAL POSITIVO E TEM CONFIABILIDADE MENOR QUE 100%; É BARATA; É RÁPIDA; É ATUALIZADA; É SEMPRE VIÁVEL.

14 POPULAÇÃO E AMOSTRA POPULAÇÃO: CONJUNTO DE ENTES PORTADORES DE, PELO MENOS, UMA CARACTERÍSTICA COMUM. AMOSTRA: SUBCONJUTO FINITO DE UMA POPULAÇÃO.

15 Categóricasouqualitativas Numéricasouquantitativas VARIÁVEIS NOMINAL ORDINAL DISCRETA CONTÍNUA

16 NOMINAL ORDINAL SexoReligião Estado civil Profissão Avaliação por conceito Escolaridade Nivel sócio- econômoco

17 Discreta Contínua AlturaPeso Temperatura TemperaturaPressão Número de estrações Número de cáries Número de atendidos

18 TABELAS TABELA: É UM QUADRO QUE RESUME UM CONJUNTO DE OBSERVAÇÕES. EXEMPLO: PRODUÇÃO DE CAFÉ BRASIL – ANOS PRODUÇÃO (1.000 t) TÍTULO CABEÇALHO COLUNA NUMÉRICA CASA OU CÉLULA LINHAS FONTE: IBGE. CORPO COLUNA INDICADORA RODAPÉ CABEÇALHO

19 PRINCIPAIS TIPOS DE TABELAS

20 SÉRIES HISTÓRICAS, CRONOLÓGICAS OU TEMPORAIS. DESCREVEM OS VALORES DA VARIÁVEL, EM DETERMINADO LOCAL, DISCRIMINADOS SEGUNDO INTERVALOS DE TEMPO VARIÁVEIS. EXEMPLO:

21 SÉRIES GEOGRÁFICAS, ESPACIAIS, TERRITORIAIS. DESCREVEM OS VALORES DA VARIÁVEL, EM DETERMINADO INSTANTE, DISCRIMINADOS SEGUNDO REGIÕES. EXEMPLO:

22 SÉRIES ESPECÍFICAS DESCREVEM OS VALORES DA VARIÁVEL, EM DETERMINADO TEMPO E LOCAL, DISCRIMINADOS SEGUNDO ESPECIFICAÇÕES OU CATEGORIAS. EXEMPLO:

23 SÉRIES CONJUGADAS OU TABELA DE DUPLA ENTRADA MUITAS VEZES TEMOS NECESSIDADE DE APRESENTAR, EM UMA ÚNICA TABELA, A VARIAÇÃO DE VALORES DE MAIS UMA VARIÁVEL, ISTO É, FAZER UMA CONJUGAÇÃO DE DUAS OU MAIS TABELAS. EXEMPLO:

24 DISTRIBUIÇÃODE FREQUÊNCIA TRATA-SE DE UM CONCEITO ESTATÍSTICO DE SUMA IMPORTÂNCIA, MERECERÁ UM TRATAMENTO ESPECIAL. EXEMPLO:

25 GRÁFICOS O GRÁFICO ESTATÍSTICO É UMA FORMA DE APRESENTAÇÃO DOS DADOS ESTATÍSTICOS, CUJO OBJETIVO É O DE PRODUZIR, NO INVESTIGADOR OU NO PÚBLICO EM GERAL, UMA IMPRESSÃO MAIS RÁPIDA E VIVA DO FENÔMENO EM ESTUDO, JÁ QUE OS GRÁFICOS FALAM MAIS RÁPIDO ‘A COMPREENSÃO QUE AS TABELAS.

26 TIPOS DE GRÁFICOS

27 GRÁFICO EM LINHA

28 GRÁFICOS EM COLUNAS OU EM BARRA

29 GRÁFICO EM COLUNAS OU EM BARRAS MÚLTIPLAS

30 GRÁFICO EM SETORES

31 CARTOGRAMA

32 PICTOGRAMA

33 DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA PRINCIPAIS ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA.

34 CLASSES: SÃO INTERVALOS DE VARIAÇÃO DA VARIÁVEL. LIMITES DE CLASSES: SÃO OS EXTREMOS DE CADA CLASSE. AMPLITUDE DE UM INTERVALO DE CLASSE: É A MEDIDA DO INTERVALO QUE DEFINE A CLASSE. PONTO MÉDIO DE UMA CLASSE: É O PONTO QUE DIVIDE O INTERVALO DE CLASSE EM DUAS PARTES IGUAIS. FREQÜÊNCIA SIMPLES OU ABSOLUTA: É O NÚMERO DE OBSERVAÇÕES CORRESPONDENTES A ESSA CLASSE OU A ESSE VALOR. FREQÜÊNCIA RELATIVA: SÃO OS VALORES DAS RAZÕES ENTRE AS FREQÜÊNCIAS SIMPLES E A FREQÜÊNCIA TOTAL.

35 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA

36 HISTOGRAMA: É FORMADO POR UM CONJUNTO DE RETÂNGULOS JUSTAPOSTOS, CUJAS BASES SE LOCALIZAM SOBRE O EIXO HORIZONTAL, DE TAL MODO QUE SEUS PONTOS MÉDIOS COINCIDAM COM OS PONTOS MÉDIOS DOS INTERVALOS DE CLASSE.

37 POLÍGONO DE FREQÜÊNCIA: É UM GRÁFICO EM LINHAS, SENDO AS FREQÜÊNCIAS MARCADAS SOBRE PERPENDICULARES AO EIXO HORIZONTAL, LEVANTADAS PELOS PONTOS MÉDIOS DOS INTERVALOS DE CLASSE.

38 POLÍGONO DE FREQÜÊNCIA ACUMULADA: É TRAÇADO MARCANDO-SE AS FREQÜÊNCIAS ACUMULADAS SOBRE PERPENDICULARES AO EIXO HORIZONTAL, LEVANTADAS NOS PONTOS CORRESPONDENTES AOS LIMITES SUPERIORES DOS INTERVALOS DE CLASSE.

39 MEDIDAS DE POSIÇÃO  MÉDIAS  MODA  MEDIANA  QUARTIS  PERCENTIS

40 MÉDIAS MÉDIA ARITMÉTICA - DADOS NÃO AGRUPADOS

41 MÉDIA ARITMÉTICA - DADOS AGRUPADOS QUANDO OS DADOS ESTIVEREM AGRUPADOS NUMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA USAREMOS A MÉDIA ARITMÉTICA DOS VALORES x 1, x 2,..., x n (PONTOS MÉDIOS DAS CLASSES), PONDERADOS PELAS RESPECTIVAS FREQÜÊNCIAS ABSOLUTAS: F 1, F 2, F 3,...F N. ASSIM:

42 EXEMPLO:

43 MODA É O VALOR MAIS FREQÜÊNTE DA DISTRIBUIÇÃO. CÁLCULO DA MODA PARA DADOS AGRUPADOS

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46 MEDIANA COLOCADOS EM ORDEM CRESCENTE, MEDIANA ( ) É O VALOR QIE DIVIDE A AMOSTRA, OU POPULAÇÃO, EM DUAS PARTES IGUAIS. ASSIM: 050%100%

47 CÁLCULO DA MEDIANA – DADOS AGRUPADOS 1º PASSO: CALCULA-SE A ORDEM n/2. 2º PASSO: PELA F ac IDENTIFICA-SE A CLASSE QUE CONTÉM A MEDIANA (CLASSE Md). 3º PASSO: UTILIZA-SE A FÓRMULA:

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51 QUARTIS OS QUARTIS DIVIDEM UM CONJUNTO DE DADOS EM QUATRO PARTES IGUAIS. ASSIM: 0%25%50% 75% 100% Q1Q1 Q2Q2 Q3Q3 Q 1 = 1º QUARTIL, DEIXA 25% DOS ELEMENTOS. Q2 = 2º QUARTIL, COINCIDE COM A MEDIANA, DEIXA 50% DOS ELEMENTOS. Q3 = 3º QUARTIL, DEIXA 75% DOS ELEMENTOS.

52 CÁLCULO DO 1º E 3º QUATIS PARA DADOS AGRUPADOS.

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59 DECIS DECIS SÃO OS VALORES QUE DIVIDEM A SÉRIE EM 10 PARTES IGUAIS.

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61 PERCENTIS SÃO MEDIDAS QUE DIVIDEM A AMOSTRA EM 100 PARTES IGUAIS. ASSIM:

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66 Dispersão ou variabilidade (a) A amplitude (h) (b) (c) (d) O desvio médio (dma) A variância (s 2 ) O desvio padrão (s) (e) (f) A variância relativa (g 2 ) O coeficiente de variação (g)

67 Dados ordenados Representação gráfica Distribuição de freqüências Medidas 2D 3D Outras medidas Medidas de dispersão Medidas de posição central


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